Echo WG CI

Geral
Nome Técnico:
Clorotalonil
Registro MAPA:
10006
Empresa Registrante:
Oxon
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Clorotalonil 850 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Granulado Dispersível (WG)
Modo de Ação:
Contato, Preventivo
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Amendoim Recomendação Dosagem Produtos Similares
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) veja aqui
Cenoura Recomendação Dosagem Produtos Similares
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) veja aqui
Maçã Recomendação Dosagem Produtos Similares
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) veja aqui
Mamão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Asperisporium caricae (Varíola) veja aqui
Melancia Recomendação Dosagem Produtos Similares
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) veja aqui
Pepino Recomendação Dosagem Produtos Similares
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) veja aqui
Rosa Recomendação Dosagem Produtos Similares
Diplocarpon rosae (Mancha negra) veja aqui
Uva Recomendação Dosagem Produtos Similares
Plasmopara viticola (Míldio) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Sachê Fibra celulósica Flexível Sólido 0,5 / 1 / 2 KG
Não Lavável Sachê Plástico Flexível Sólido 0,5 / 1 / 2 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica Flexível Sólido 1 / 2 / 5 / 10 / 20 / 25 / 50 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 1 / 2 / 5 / 10 / 20 / 25 / 50 KG

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida de contato com ação protetora indicado no controle preventivo de doenças nas culturas de amendoim, batata, cebola, cenoura, feijão, maçã, mamão, melancia, pepino, rosa, tomate e uva, conforme as seguintes recomendações:

MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada do produto deve ser diluída em água e pulverizada com o uso de equipamentos terrestres de forma que se obtenha a máxima cobertura das partes aéreas das plantas. Utilizar equipamentos que proporcionem uma vazão adequada e uma boa cobertura dos alvos aplicados é fundamental para o sucesso no controle das doenças. Desta forma, o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, devem-se observar as recomendações do fabricante das pontas (bicos) de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.

Equipamentos de aplicação:

APLICAÇÃO TERRESTRE:
Amendoim: utilizar pulverizador com barra tratorizado ou costal (manual ou motorizado), equipados com pontas (bicos) tipo jato cônicos. Utilizar volume de calda variando de 200 a 500 L/ha.

Batata e tomate: utilizar pulverizador com barra tratorizado, estacionário com mangueira ou costal (manual ou motorizado), equipados com pontas (bicos) tipo jato cônicos. Utilizar volume de calda variando de 500 a 1000 L/ha para cultura da batata. Na cultura do tomate, aplicar um volume de calda de 400 a 1200 L/ha, respeitando a dosagem mínima de 1,5 Kg/ha para as pulverizações com volume de calda abaixo de 1.000 L/ha.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:

Não aplicar o produto sob condições ambientais desfavoráveis: ventos com velocidade acima de 10 km/h, temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar abaixo de 60%, visando reduzir perdas por deriva e evaporação.

PREPARO DA CALDA:

Antes de iniciar o preparo da calda de pulverização deve-se garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam limpos. No preparo da calda, os grânulos necessitam de um período de 1 a 2 minutos para umidificar e dispersar na água sob agitação, promovendo-se assim a homogeneização da calda. Recomenda-se encher o tanque de pulverização com água até atingir um terço de seu volume, iniciar agitação e adicionar gradativamente a quantidade recomendada do produto. Completar o volume do tanque momentos antes do início da pulverização. A agitação no tanque do pulverizador deve ser constante durante o preparo da calda e aplicação. Ao final da pulverização deve ser realizada a limpeza de todo o equipamento de pulverização. Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.

*UNA (Uso Não Alimentar)

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após a aplicação, ou até a secagem do produto nas plantas, a menos que se use equipamentos de proteção individual (EPI), conforme indicado nos dados relativos à proteção da saúde humana.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitoxicidade: o produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.
- Não aplicar o produto em mistura com óleo mineral e vegetal, pois poderá ocorrer fitotoxicidade.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M5 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M5 FUNGICIDA

O produto é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação de Atividade de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

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