Bula Flumyzin 500 SC

acessos
Flumioxazin
22617
Sumitomo

Composição

Flumioxazina 500 g/L Ciclohexenodicarboximida

Classificação

Herbicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 100 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
40 a 60 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 100 dias. Aplicar em pós-emergência com jato dirigido na cultura do Algodão, realizar aplicação nas entre linhas da cultura, quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação e as plantas infestantes entre 2 a 6 folhas
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 100 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
40 a 60 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 100 dias. Aplicar em pós-emergência com jato dirigido na cultura do Algodão, realizar aplicação nas entre linhas da cultura, quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação e as plantas infestantes entre 2 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 100 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
40 a 60 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 100 dias. Aplicar em pós-emergência com jato dirigido na cultura do Algodão, realizar aplicação nas entre linhas da cultura, quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação e as plantas infestantes entre 2 a 6 folhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 100 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 100 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
40 a 60 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 100 dias. Aplicar em pós-emergência com jato dirigido na cultura do Algodão, realizar aplicação nas entre linhas da cultura, quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação e as plantas infestantes entre 2 a 6 folhas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
50 a 70 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 75 dias. Realizar uma aplicação logo após a semeadura, podendo se estender até 2 dias após plantio, antes da emergência das culturas e das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
50 a 70 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 75 dias. Realizar uma aplicação logo após a semeadura, podendo se estender até 2 dias após plantio, antes da emergência das culturas e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 70 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 75 dias. Realizar uma aplicação logo após a semeadura, podendo se estender até 2 dias após plantio, antes da emergência das culturas e das plantas daninhas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
50 a 70 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 75 dias. Realizar uma aplicação logo após a semeadura, podendo se estender até 2 dias após plantio, antes da emergência das culturas e das plantas daninhas
Maria preta
(Solanum americanum)
50 a 70 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 75 dias. Realizar uma aplicação logo após a semeadura, podendo se estender até 2 dias após plantio, antes da emergência das culturas e das plantas daninhas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação nas entre linhas da cultura, quando o as plantas daninhas estiver com 2 - 6 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação nas entre linhas da cultura, quando o as plantas daninhas estiver com 2 - 6 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação nas entre linhas da cultura, quando o as plantas daninhas estiver com 2 - 6 folhas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
150 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
150 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Para o plantio da cana-planta no sistema de plantio convencional, recomenda-se aplicar o produto, após o plantio, antes da emergência da cultura e das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
150 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 180 dias. Para o plantio da cana-planta no sistema de plantio convencional, recomenda-se aplicar o produto, após o plantio, antes da emergência da cultura e das plantas daninhas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
120 a 180 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Realizar uma aplicação do produto em solos médio e argilosos, dois a três dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
120 a 180 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Realizar uma aplicação do produto em solos médio e argilosos, dois a três dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
120 a 180 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Realizar uma aplicação do produto em solos médio e argilosos, dois a três dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
120 a 180 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Realizar uma aplicação do produto em solos médio e argilosos, dois a três dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
120 a 180 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 90 dias. Realizar uma aplicação do produto em solos médio e argilosos, dois a três dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação nas entre linhas da cultura, quando o as plantas daninhas estiver com 2 - 6 folhas
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
160 a 240 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação do produto em solo leves e pesados, quatro a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
160 a 240 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação do produto em solo leves e pesados, quatro a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
160 a 240 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação do produto em solo leves e pesados, quatro a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
160 a 240 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação do produto em solo leves e pesados, quatro a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação nas entre linhas da cultura, quando o as plantas daninhas estiver com 2 - 6 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
160 a 240 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação do produto em solo leves e pesados, quatro a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
160 a 240 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação do produto em solo leves e pesados, quatro a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação nas entre linhas da cultura, quando o as plantas daninhas estiver com 2 - 6 folhas
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha (aéreo) - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, cinco a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, cinco a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, cinco a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, cinco a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, cinco a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, cinco a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Maria preta
(Solanum americanum)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, cinco a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, cinco a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, cinco a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, cinco a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
50 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 7 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 80 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 80 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
50 a 80 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 80 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
50 a 80 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 80 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
50 a 80 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 80 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 80 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 80 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, um a seis dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, um a seis dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, um a seis dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, um a seis dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, um a seis dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, um a seis dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Maria preta
(Solanum americanum)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, um a seis dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, um a seis dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, um a seis dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
120 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Realizar uma aplicação do produto, um a seis dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
40 a 100 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 10 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
40 a 100 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 10 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
40 a 100 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 10 dias. Realizar uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

SUMYZIN 500 SC trata-se de herbicida seletivo, não sistêmico para aplicação em pré e pós-emergência,
destinado ao controle de plantas infestantes nas culturas de Algodão, Batata, Café, Cana-de-açúcar,
Cebola, Citros, Eucalipto, Feijão, Milho, Soja e Pinus em solos leve, médio e pesado.

1. Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes, antes do plantio da cultura:
Dessecação das plantas infestantes em manejo para plantio direto:

1.1. Época e número de aplicações:
Algodão, Feijão, Milho e Soja: Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no
manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas),
sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas.
Algodão: O plantio poderá ser feito no mínimo 7 (sete) dias após a pulverização. O produto, nas dosagens
recomendadas, não causa fitotoxicidade.
Feijão, Milho e Soja: O plantio poderá ser feito 1 (um) dia após a pulverização, pois o produto, nas
dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade às culturas.
Em áreas com histórico de alta infestação das plantas daninhas, recomenda-se utilizar dosagens maiores,
pois SUMYZIN 500 SC tem efeito pré-emergente para essas ervas.

1.2. Equipamentos e modo de aplicação:
Aplicar com pulverizador costal manual, pulverizador tratorizado, munido de bicos adequados,
procurando dar cobertura uniforme em todas as partes das plantas infestantes, mantendo sempre o sistema
de agitação do pulverizador em funcionamento durante a aplicação. Deve-se utilizar de 150 a 200 litros de
volume de calda/ha. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e
umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação.
4
Para pulverização via aérea utilizar barra/bico ou atomizador rotativo Micronair, com volume de
aplicação entre 30 - 40 L/ha de calda/ha. A altura do voo com barra deve ser de 2 a 3 m acima da cultura e
com micronair entre 3 a 4 m acima da cultura. A largura da faixa de deposição efetiva com barra de 15 m
e com micronair de 18 a 20 m.
O tamanho/densidade de gotas deve alcançar 100 a 200 micras, com mínimo de 20 a 30 gotas/cm2
. No
caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 a D12, Discos (Core inferior a 45°). No caso do Micronair, o
número de atomizadores pode variar conforme o tipo do equipamento (AU 3000 ou AU 5000 ou outro) e
tipo da aeronave. Para o ajuste da unidade restritora variável (VRU), pressão e ângulo das pás, seguir a
tabela sugerida pela fabricante. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido
em funcionamento durante toda aplicação.
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do SUMYZIN 500 SC em um tanque
auxiliar contendo água limpa. Em seguida encher o reservatório do pulverizador até a metade da
capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e completar com água
limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento.
1.3. Limitações de uso:
Evitar o uso do SUMYZIN 500 SC em condições de seca (plantas com deficiência hídrica).

2. Aplicação em pós-emergência com jato dirigido na cultura do Algodão:


Nota 1: Deve-se adicionar óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v.
Nota 2: Para plantas infestantes em estádio de crescimento mais avançado recomenda-se a dose maior.

2.1. Época e Número de Aplicações:

Algodão: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas da cultura, quando o algodão estiver com 45 ou mais
dias de germinação e as plantas infestantes entre 2 a 6 folhas.
Recomenda-se a dose maior para plantas daninhas infestantes em estádio de crescimento mais avançado.
Deve-se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando-se asas protetoras para evitar deriva
de calda sobre as folhas.
Em áreas com histórico de alta infestação de plantas daninhas, recomenda-se utilizar dosagem maior, pois
SUMYZIN 500 SC tem ação pré-emergente para essas ervas.
2.2. Equipamentos e modo de aplicação:
Aplicar com pulverizador costal manual ou pulverizador tratorizado munido de bicos de jato Leque da
série 110 ou TK, com jato dirigido para as plantas daninhas nas entre linhas de cultivo, procurando dar
cobertura uniforme, mantendo sempre o sistema de agitação do pulverizador em funcionamento.
Deve-se evitar que o produto atinja as folhas da cultura do algodão.
Utilizar de 150 a 200 litros de volume de calda/ha.
Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar
inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação.
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do SUMYZIN 500 SC em um tanque
auxiliar contendo água limpa. Em seguida encher o reservatório do pulverizador até a metade da
capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e completar com água
limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento.
2.3. Limitações de uso:
Evitar o uso do SUMYZIN 500 SC em condições de seca (plantas com deficiência hídrica).


3. Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas: Dessecação de limpeza em pomares:


Nota: É imprescindível a adição do óleo mineral à calda na dose de 0,5% v/v do produto comercial para o bom
funcionamento do produto.
3.1. Época e Número de Aplicações:
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas da cultura, quando o as plantas daninhas estiver
com 2 ~ 6 folhas.
3.2. Equipamentos e modo de aplicação:
Aplicar com pulverizador costal manual ou pulverizador tratorizado munido de bicos de jato Leque da
série 110 ou TK, com jato dirigido para as plantas daninhas nas entre linhas de cultivo, procurando dar
cobertura uniforme, mantendo sempre o sistema de agitação do pulverizador em funcionamento.
Utilizar de 150 a 200 litros de volume de calda/ha.
Deve-se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando-se barras laterais com asas protetoras
para evitar deriva de calda sobre as culturas.
Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar
inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação.
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do SUMYZIN 500 SC em um tanque
auxiliar contendo água limpa. Em seguida encher o reservatório do pulverizador até a metade da
capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e completar com água
limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento.
3.3. Limitações de uso:
Evitar o uso do SUMYZIN 500 SC em condições de seca (plantas com deficiência hídrica).

4. Aplicação na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas infestantes:

Nota 1: Para Picão-preto (Bidens pilosa) e Corda-de- viola (Ipomoea grandifolia), recomenda-se fazer aplicação em
condições de baixa infestação.
Nota 2: Usar as menores doses em solos areno-argilosos (médios) e as doses maiores em solos argilosos (pesados).
Nota 3: Na cultura da Batata utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios).


4.1. Época e número de aplicações:

Batata: Fazer 1 (uma) aplicação logo após a semeadura, podendo se estender até 2 dias após plantio, antes
da emergência das culturas e das plantas daninhas.
Cana-de-açúcar: Para o plantio da cana-planta no sistema de plantio convencional, recomenda-se aplicar o
produto, após o plantio, antes da emergência da cultura e das plantas daninhas.
4.2. Equipamentos e modo de aplicação:
Batata e Cana-de-açúcar - Aplicação via terrestre: Fazer pulverização sobre solo uniformemente
preparado, sem torrões e livre de cobertura vegetal. Aplicar com pulverizador costal manual ou
pulverizador tratorizado munido de bicos de jato Leque da série 110 ou TK que produzam gotas de
diâmetro médio volumétrico entre 350 a 800 micras. É importante que se consiga uma cobertura uniforme
do solo, mantendo sempre o sistema de agitação do pulverizador em funcionamento. Utilizar de 150 a 200
litros de volume de calda/ha.
Cana-de-açúcar - Aplicação via aérea: Utilizar barra/bico ou atomizador rotativo Micronair, com volume
de aplicação entre 30 - 40 L/ha de calda/ha. A altura do voo com barra deve ser de 2 a 3 m acima da
cultura e com Micronair entre 3 a 4 m acima da cultura. A largura da faixa de deposição efetiva com barra
de 15 m e com Micronair de 18 a 20 m. O tamanho/densidade de gotas deve alcançar 100 a 200 micras,
com mínimo de 20 a 30 gotas/cm2
. No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 a D12, Discos (Core
inferior a 45°). No caso do Micronair, o número de atomizadores pode variar conforme o tipo do
equipamento (AU 3000 ou AU 5000 ou outro) e tipo da aeronave. Para o ajuste da unidade restritora
variável (VRU), pressão e ângulo das pás, seguir a tabela sugerida pela fabricante. O sistema de agitação
do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.
Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar
inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação.
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do SUMYZIN 500 SC em um tanque
auxiliar contendo água limpa. Em seguida encher o reservatório do pulverizador até a metade da
capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e completar com água
limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento.
4.3. Limitações de uso:
Cana-de-açúcar: Não utilizar nenhum tipo de adjuvante e/ou surfactante na calda de aplicação.
Batata: Não aplicar caso a cultura já tenha emergido.
4.4. Fitotoxicidade:
Cana-de-açúcar: Quando a aplicação é realizada em pré-emergência total da cultura, não ocorre
fitotoxicidade.
Batata: Dependendo da variedade, poderão ocorrer sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem
rapidamente sem prejudicar a produtividade.

5. Aplicação na pré-emergência das plantas infestantes e pós-emergência das culturas:
Cultura Plantas Infestantes


Nota 1: Aplicar SUMYZIN 500 SC sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização.
Nota 2: Na cultura da Cebola utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios) e argilosos (pesados), sendo que para
Fedegoso (Senna obtusifolia) e Nabiça (Raphanus raphanistrum) efetuar o controle somente em solos areno-argilosos (médios).
Nota 3: Na cultura do Citros utilizar o produto somente em solos arenosos (leves) e argilosos (pesados), sendo que para
Beldroega (Portulaca oleracea) e Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) efetuar o controle somente em solos arenosos (leves).
Nota 4: Na cultura do Eucalipto utilizar o produto somente em solos arenosos (leves), sendo que para controle de Guanxuma
(Sida rhombifolia), Leiteira (Euphorbia heterophylla) e Picão-preto (Bidens pilosa) efetuar controle em solos arenosos (leves) e
argilosos (pesados).
Nota 5: na cultura do Pinus utilizar o produto somente em solos arenosos (leves), sendo que para o controle de Guanxuma (Sida
rhombifolia), Leiteira (Euphorbia heterophylla) e Picão-preto (Bidens pilosa) efetuar controle em solos arenosos (leves) e
argilosos (pesados).

5.1. Época e número de aplicações:

Cebola: Fazer 1 (uma) aplicação do SUMYZIN 500 SC em solos médio e argilosos, dois a três dias após
o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas;
Citros: Fazer 1 (uma) aplicação do SUMYZIN 500 SC em solo leves e pesados, quatro a oito dias após o
transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas;
Eucalipto: Fazer 1 (uma) aplicação do SUMYZIN 500 SC, cinco a oito dias após o transplantio das
mudas, antes da emergência das plantas daninhas;
Pinus: Fazer 1 (uma) aplicação do SUMYZIN 500 SC, um a seis dias após o transplantio das mudas,
antes da emergência das plantas daninhas.
5.2. Equipamentos e modo de aplicação:
Fazer pulverização via terrestre, sobre solo uniformemente preparado, sem torrões e livre de cobertura
vegetal.
Para as culturas de Citros, Eucalipto e Pinus, a aplicação poderá ser feita em faixas (somente nas linhas de
plantio) ou em área total.
Aplicar com pulverizador costal manual ou pulverizador tratorizado munido de bicos de jato Leque da
série 110 ou TK que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 a 800 micras.
É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo, mantendo sempre o sistema de agitação do
pulverizador em funcionamento. Utilizar de 150 a 200 litros de volume de calda/ha.
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Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar
inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação.
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do SUMYZIN 500 SC em um tanque
auxiliar contendo água limpa. Em seguida encher o reservatório do pulverizador até a metade da
capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e completar com água
limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento.
5.3. Limitações de uso:
Quando a aplicação for realizada sobre as mudas transplantadas, NÃO adicionar qualquer tipo de
adjuvante ou óleo mineral nem outros produtos fitossanitários à calda de pulverização, evitando danos às
culturas. Consultar o fabricante, caso se deseje semear outros cultivos nas entrelinhas do citros ou café
(quando aplicação for feita em área total).

5.4. Fitotoxicidade:

Nas aplicações realizadas sobre as culturas já instaladas, poderá ocorrer leve fitotoxicidade inicial,
caracterizada por pontos necróticos nas folhas atingidas. Os sintomas desaparecem após algum tempo não
afetando o desenvolvimento nem a produtividade das culturas.
Informações adicionais:
Seguindo-se todas as instruções de uso, este produto não afeta culturas subsequentes, podendo ser
incluído no manejo anual de plantas infestantes.
O sistema de agitação, no interior do tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante
toda aplicação.

CUIDADOS NA LIMPEZA DO PULVERIZADOR:

Antes de aplicar SUMYZIN 500 SC, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem
cuidado.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que
nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Alguns agrotóxicos são
ativos em quantidades bastante pequenas, podendo causar danos quando aplicados às culturas sensíveis.
Antes de aplicar o SUMYZIN 500 SC, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do
fabricante do último produto utilizado.
Se dois ou mais produtos foram utilizados antes da aplicação do SUMYZIN 500 SC, deve ser seguido o
procedimento de limpeza mais restritivo.

LIMPEZA/LAVAGEM DO PULVERIZADOR:

O pulverizador, incluindo o tanque, tanque de mistura, mangueira, filtros e bicos devem ser limpos toda
vez que for aplicado o SUMYZIN 500 SC.
Imediatamente após o término da aplicação do SUMYZIN 500 SC, seguir as seguintes etapas para limpar
o equipamento de pulverização (não deixar para fazer a limpeza no dia seguinte):

1. Drenar completamente o tanque de pulverização, lavar o pulverizador completamente, incluindo a parte
interior e exterior do reservatório e todos os acessórios em linha.

2. Encha o tanque com água limpa e adicione amônia caseira (com 3% de amônia) na proporção de 1% ou
seja, 1 litro para cada 100 litros de água. Acionar o pulverizador para circular a solução no pulverizador,
incluindo as mangueiras e bicos durante 5 minutos.
Remova e limpe os bicos, filtros, difusores em um balde com solução de amônia caseira a 3%, diluído a
1%.

3. Esvazie o tanque e encha novamente com água limpa. Agite a calda do tanque por no mínimo 15
minutos, passando por todas as mangueiras, filtros, difusores e bicos. Caso esteja usando diafragmas na
barra de pulverização, afrouxe os diafragmas antes de liberar o sistema de agitação, permitindo que a
solução de limpeza passe através do diafragma aberto.
Se os bicos de pulverização possuírem tampas, estas devem ser afrouxadas antes de liberar o sistema de
agitação, para permitir que a solução de limpeza passe através das tampas soltas.
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Após drenagem do tanque, repetir as operações 2 e 3.
Encher o tanque com água limpa para enxaguar todo o equipamento pulverizador, incluindo mangueiras,
filtros, difusores e bicos, várias vezes.
Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação vigente.
Condições climáticas: As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na
parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa do ar acima de
70% e ventos abaixo de 10 Km/h, para diminuir ao máximo as perdas por deriva e/ou evaporação.
OBS: Seguir as recomendações acima indicadas e sempre consultar um Engenheiro Agrônomo.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão............................................ 100 dias (Pós-emergência)
Batata................................................ 75 dias (Pré-emergência)
Café................................................... 7 dias (Pós-emergência)
Cana-de-açúcar................................. 180 dias (Pré-emergência)
Cebola............................................... 90 dias (Pré-emergência)
Citros................................................ 7 dias (Pré/Pós-emergência)
Eucalipto........................................... UNA (Pré/Pós-emergência)
Feijão................................................ 7 dias (Dessecante e Pós-emergência)
Milho................................................ 80 dias (Pós-emergência)
Pinus................................................. UNA (Pré/Pós-emergência)
Soja.................................................. 10 dias (Dessecante e Pré/Pós-emergência)
UNA = Uso Não Alimentar

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas.
Não utilize equipamentos de proteção (EPI's) danificados.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA (MANUSEIO DO PRODUTO):
Use protetor ocular:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscaras cobrindo o nariz e a boca: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha: Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO (APLICAÇÃO DO PRODUTO):
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca.
Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, óculos ou viseira facial, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto em sua embalagem original, adequadamente fechada, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, troque e lave suas roupas contaminadas separadas das demais roupas do restante da família ou de uso diário.

PRIMEIROS SOCORROS: INGESTÃO:
Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
OLHOS: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
PELE: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hracbr.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).