Bula Herbi D-480 - Adama

Bula Herbi D-480

CI
2,4-D
1358410
Adama

Composição

2,4-D 480 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brassica rapa (Mostarda)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Leonurus sibiricus (Rubim)
Lepidium virginicum (Mastruço)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Café

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brassica rapa (Mostarda)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Leonurus sibiricus (Rubim)
Lepidium virginicum (Mastruço)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brassica rapa (Mostarda)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Leonurus sibiricus (Rubim)
Lepidium virginicum (Mastruço)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brassica rapa (Mostarda)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Leonurus sibiricus (Rubim)
Lepidium virginicum (Mastruço)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brassica rapa (Mostarda)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Leonurus sibiricus (Rubim)
Lepidium virginicum (Mastruço)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brassica rapa (Mostarda)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Leonurus sibiricus (Rubim)
Lepidium virginicum (Mastruço)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Frasco plástico de 1 L.
Galão plástico ou metálico de 5 L.
Bombona plástica ou metálica de 20 L.
Balde plástico ou metálico de 20 L.
Tambor plástico de 100 e 200 L.
Tambor metálico de 100 e 200 L.
Tanque portátil metálico em aço inoxidável, tipo carreta container, provido de estruturas metálicas, equipamentos e válvulas de segurança e descarga de 20.000 Litros.
Bombonas plástica de 10 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O HERBI-D 480 é um herbicida de pós-emergência indicado para o controle de diversas plantas infestantes nas culturas de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, soja (Plantio Direto – aplicação de limpeza) e trigo.

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do herbicida HERBI-D 480 poderá ser efetuada através de pulverização terrestre.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Para as culturas de arroz, trigo, cana-de-açúcar, café, milho e soja, o herbicida HERBI-D 480 pode ser aplicado com pulverizador tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada de acordo com as especificações do fabricante. Procurar utilizar equipamentos adequados e bem calibrados, com pressão de trabalho e tecnologia que proporcione tamanhos de gotas que minimizem a ocorrência de deriva:
Bicos: tipo leque da série 80 ou 110. Aconselhável utilizar bicos que promovam gotas médias.
Pressão: 2,15 a 4,3 kg/ cm² (30 a 60 lb/pol²).
Tamanho de gotas: acima de 200 micra.
Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm².
- Volume de calda: 250 a 400 L/ha.

Limpeza do equipamento de aplicação: Proceda a lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como: cucurbitáceas, tomate ou algodão, antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos. Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4-D ou formulações que o contenham.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
- Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou volatilização.
- Umidade relativa do ar: parar a pulverização quando atingir o mínimo de 55% na área de aplicação.
- Velocidade do vento: inferior a 10 km/hora.
- Evitar aplicações com temperatura ambiente inferior a 30ºC.
- Boa umidade do solo melhora a eficiência do produto.
- Solo seco, estiagens prolongadas e baixa umidade relativa do ar podem comprometer a eficiência do produto.
- Obrigatório utilização de tecnologia de aplicação de redução de deriva para as culturas de café e cana-de-açúcar de pelo menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, equipamentos diferentes e regulagens específicas seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INFORMAÇÕES DETALHADAS SOBRE O MODO DE PREPARO DA CALDA DO PRODUTO

Para a aplicação terrestre, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar HERBI-D na dose recomendada completando o tanque com água limpa e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante toda a aplicação. Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.

OUTRAS ORIENTAÇÕES

- Implementar bordadura de no mínimo, 10 metros livres de aplicação costal e tratorizada de 2,4- D, com início no limite externo da plantação em direção ao seu interior sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
- Não realizar atividades cumulativas das atividades de mistura, abastecimento e aplicação tratorizada de 2,4-D pelo mesmo indivíduo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Arroz, trigo: Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Café: 30 dias
Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até 3 meses após o plantio ou corte.
Milho: O intervalo de segurança para a cultura do milho convencional é não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
Soja: O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado nos intervalos de reentrada específicos para as seguintes culturas e durações de atividades de reentrada de 14 dias para arroz (atividade de 8h); de 13 e 31 dias para cana de açúcar (atividades de 2 e 8h, respectivamente); de 18 dias para milho e soja (atividades de 8h) e de 2 e 20 dias para trigo (atividades de 2 e 8h, respectivamente). Para a cultura do café o intervalo de reentrada é de 24 horas. Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s – macacão hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas) recomendados para o uso durante a aplicação. Após este período adentrar nas áreas sempre utilizando vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa).

LIMITAÇÕES DE USO

• São sensíveis todas as plantas dicotiledôneas, as hortaliças, plantas ornamentais e bananeira, no caso de contato direto com as folhas.
• Pequena quantidade e até mesmo a névoa de pulverização podem causar danos muito sérios em espécies suscetíveis. Por conseguinte, o produto não deve ser aplicado em espécies úteis e nem se deve permitir que sua pulverização atinja essas espécies.
• A pulverização não deve atingir culturas de algodão, amendoim, batatinha, tomate, plantas ornamentais, plantas frutíferas, hortaliças e outras sensíveis a herbicidas hormonais.
• Não contaminar canais de irrigação ou depósitos de água para consumo animal ou doméstico.
• As aplicações realizadas em pulverizações, com equipamentos tratorizados, só devem ser feitas quando não houver o perigo de atingir as espécies acima mencionadas (suscetíveis).
• Após a utilização do produto, lavar muito bem o equipamento antes de utilizá-lo novamente. • Este produto não deve ser armazenado perto de comidas, rações, fertilizantes, sementes, inseticidas, fungicidas e outros defensivos que possam ser usados em plantas suscetíveis ao 2,4-D.
• Uma aplicação de HERBI-D 480 em quantidade excessiva pode inibir temporariamente a germinação das sementes.

NOTA: O HERBI-D 480 não deve ser misturado com óleo, espalhante adesivo ou surfactante.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: 13TUwww.agricultura.gov.brU13T).
O produto herbicida HERBI-D é composto pelo ingrediente ativo PICLORAM + 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação como mimetizadores da auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.