Bula Karate Zeon 250 CS

acessos
Lambda-cyhalothrin
8799
Syngenta

Composição

Lambda-Cialotrina 250 g/L Piretróide sintético

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
60 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 5 dias. 10 dias Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5%, e repetir as aplicações a cada 5 dias ou toda vez que o ataque atingir o limiar de 5% de botões danificados
Curuquerê
(Alabama argillacea)
20 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 5 dias. 10 dias Aplicar quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
80 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 5 dias. 10 dias Iniciar as aplicações quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% dos ponteiros estiverem ameaçados
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
50 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 5 dias. 10 dias Iniciar o controle antes dos 80 dias caso se verifique o nível máximo de 10% de flores com lagartas ou 5% de maçãs atacadas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Psilideo
(Diaphorina citri)
3 a 4 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 6 aplicações com intervalo de 14 dias. 10 dias Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos (adultos ou ninfas)
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
30 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias. 15 dias Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas (folha raspada). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias. 15 dias Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas de ataque da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
15 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias. 20 dias Aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 15% de desfolha após o florescimento
Percevejo verde
(Nezara viridula)
30 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias. 20 dias Iniciar as aplicações quando o nível de percevejos por pano de batida atingir 2 percevejos/pano para áreas de produção de sementes e 4 percevejos/pano de batida para áreas de produção de grãos
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias. 20 dias Aplicar quando o nível de dano equivaler a 15% da área foliar

Bag in box de papelão e plástico de 100; 200; 220; 250; 300; 350; 400; 450; 500; 550; 600; 680; 750; 938; 1000 L.

Bag in box de fibra de papel com bolsa plástica interna de 180 L.

Balde de plástico de 10; 20; 50; 100; 200 L.

Balde metálico de 5,0; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 50; 55; 60 L.

Balde de PET de 5,0; 20 L.

Bombona de plástico de 5,0; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 50; 55; 60; 100; 180; 200; 220 L.

Bombona de PET de 5,0; 20 L.

Container de aço e plástico de 100; 200; 250; 400; 500 L.

Contentor intermediário (IBC) de plástico de 500; 550; 600; 680; 750; 938; 1000 L.

Frasco de PET de 0,25; 1,0 L.

Frasco de plástico de 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 10 L.

Isotanque metálico de 5000; 18000; 20000; 25000; 26000; 28000 L.

Tambor metálico e plástico de 100; 180; 200; 220 L.

Tambor de fibra celulósica com saco interno de 5,0; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 50; 55; 60; 100; 180; 200; 220 L.

Tanque de aço de 10000; 18000; 20000; 26000 L.

Tanque metálico de 5000; 21000; 22000; 24000; 25000; 28000 L.

Tanque de plástico de 5000; 10000; 18000; 20000; 21000; 22000; 24000; 25000; 26000; 28000 L.

Isotanque de aço de 21000; 22000; 24000 litros

Saco(interno) de plástico: 5,0; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 50; 55; 60; 100; 180; 200; 220 L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO:
- Para o controle do Curuquerê(Alabama argillaceae) recomenda-se a aplicação da dose de 20 mL/ha(equivalente a 5 g de i.a./ha, e volume de calda de 150 L/ha. Iniciar a aplicação quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha. Recomenda-se no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
- Para o controle do Bicudo(Anthomus grandis) recomenda-se a utilização da dose de 60 mL/ha(equivalente a 15 g de i.a./ha., e volume de calda de 150 L/ha. Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5%, e repetir as aplicações a cada 5 dias ou toda vez que o ataque atingir o limiar de 5% de botões danificados. Recomenda-se no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
- Para o controle da Lagarta-das-maçãs(Heliothis virescens) recomenda-se a utilização da dose de 80 mL/ha(equivalente a 20 g de i.a./ha), e volume de calda de 150 L/ha.. Iniciar as aplicações quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% dos ponteiros estiverem ameaçados. Recomenda-se no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle da Lagarta-rosada(Pectinophora gossypiella) recomenda-se a utilização da dose de 50 mL/ha(equivalente a 12,5 g de i.a./ha), e volume de calda de 150 L/ha.. Iniciar as aplicações antes dos 80 dias, caso se verifique o nível de no máximo 10% de flores com lagartas ou 5% de maçãs atacadas. Recomenda-se no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 15 dias entre elas.

CITROS:
Para o controle do Psilideo(Diaphorina citri) recomenda-se a utilização da dose de 3-4 mL/100 L, e volume de calda de 2.000 L/ha. Pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos(adultos ou ninfas). Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário, com intervalo de aplicação de 14 dias. Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento. Número máximo de aplicações recomendadas: 6

MILHO:
Para o controle da Lagarta-rosca(Agrotis ípsilon) recomenda-se a utilização da dose de 100 mL/ha(equivalente a 25 g de i.a./ha), e volume de calda de 200 L/ha.. Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas de ataque da praga. Recomenda-se no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle da Lagarta-do-cartucho(Spodoptera frugiperda) recomenda-se a utilização da dose de 30 mL/ha(equivalente a 7,5 g de i.a./ha), e volume de calda de 200 L/ha.. Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas (folha raspada). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho. Recomenda-se no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.

SOJA:
- Para o controle da Lagarta-da-soja(Anticarsia gemmatalis) recomenda-se a utilização da dose de 15 mL/ha(equivalente a 2,75 g de i.a./ha), e volume de calda de 150 L/ha.. Iniciar as aplicações quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha(antes do florescimento) ou 15% de desfolha após o florescimento. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
- Para o controle do Percevejo-da-soja(Nezara viridula) recomenda-se a utilização da dose de 30 mL/ha(equivalente a 7,5 g de i.a./ha), e volume de calda de 150 L/ha.. Iniciar as aplicações quando o nível de percevejos por pano de batida atingir 2 percevejos/pano para áreas de produção de sementes e 4 percevejos/pano de batida para áreas de produção de grãos. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
- Para o controle da Vaquinha-verde-amarela(Diabrotica speciosa) recomenda-se a utilização da dose de 30 mL/ha(equivalente a 7,5 g de i.a./ha), e volume de calda de 150 L/ha.. Iniciar as aplicações quando o nível de dano equivaler a 15% da área foliar. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:

APLICAÇÃO TERRESTRE:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
·Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos
tratorizados)
· Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ(micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
·Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm²;
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
·Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e
altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
·Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de
acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições Meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30ºC
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: mínima de 15 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas
Algodão: pulverização foliar. UtUizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de
aplicação de 150 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Realizar
no máximo 3 aplicações com intervalo de 5 dias.
Citros: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de
aplicação de 2000 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Pode-se
adicionar óleo mineral ou vegetal à calda de pulverização na proporção de 0,25% vlv,
conforme preconizado pela prática agrícola na cultura. Realizar no máximo 6 aplicações
com intervalo de 14 dias.
Milho: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de
aplicação de 200 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias.
Soja: pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de
aplicação de 150 L/ha. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias.

APLICAÇÃO AÉREA:
Culturas: Algodão, Citros, Milho e Soja.
KARATE ZEON 250 CS pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas
com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota
média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de
funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo de 2
metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposito efetiva varia
principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve
ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão
empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor
velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento
em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de
acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas
Temperatura do ar: abaixo de 30°C
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 15 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita)

Cultura Dias.
Algodão 10
Citros 10
Milho 15
Soja 20

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.

Outras restrições a serem observadas:
As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da
aplicação do produto.
Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/h ou superiores a 10
km/h.
Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito
altas.
Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização das
plantas.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não coma, beba ou fume durante o manuseio do produto.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- Ao abrir as embalagens faça de modo a evitar respingos.
- USE PROTETOR OCULAR.
- Produto pode ser irritante para os olhos.
- USE MÁSCARA COBRINDO O NARIZ E A BOCA.
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- USE LUVAS DE BORRACHA.
- Produto pode ser irritante para a pele.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. - Usar macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu de abas largas, botas e luvas impermeáveis durante a aplicação.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto contra o vento.
- O produto produz neblina; use máscara cobrindo o nariz e a boca.
- Usar macacão com mangas compridas, protetor ocular, botas e luvas durante a aplicação. Tomar banho com água e sabão, e lavar bem as roupas ao final de cada dia.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Não reutilize a embalagem vazia.
- Manter o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho, troque e lave bem as roupas ao final de cada dia de trabalho.
- Lavar as roupas de trabalho separadas das demais roupas.

PRIMEIROS SOCORROS:

INGESTÃO: Se ingerido não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente dê 200 a 300 ml de água filtrada e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

OLHOS: Lave imediatamente com água em abundância por 10 a 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente, e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

PELE: Remover vestes e sapatos contaminados. Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

INALAÇÃO: Procure local arejado e procure o médico levando a embalagem, rótulo ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico. Tratamento sintomático, em função do quadro clínico. As medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação.

TRATAMENTO MÉDICO: O vômito pode surgir espontaneamente após a ingestão. Se for ingerido, fazer lavagem gástrica, tendo-se o cuidado para não permitir aspiração pulmonar do conteúdo gástrico. A aspiração do produto pode provocar pneumonite química. Tratamento sintomático e terapêutica de suporte.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0 800 160 210. CENTRO DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS: Consultar número de sua região. EMPRESA: (0XX11) 5643 2322

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Informações de mecanismos de ação, absorção e excreção não disponíveis para o homem.
A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Todavia, estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção:
- Absorção: A principal rota de absorção é pela via oral, sendo as demais vias secundárias. Após a administração oral do produto, a sua absorção é da ordem de 50% da dose inicial.
- Distribuição: Os produtos do metabolismo da administração oral foram distribuídos pela maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. Não existe tendência do produto em se acumular em tecidos.
- Ação: A maior parte do produto absorvido é rapidamente metabolizado em mamíferos através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação, e excretado pela urina, quase na sua totalidade após 48 horas. Não são esperados efeitos sistêmicos no homem.
- Excreção: O LAMBDACYHALOTHRIN é rapidamente excretado pela urina em forma de conjugados polares (metabólitos da clivagem ester e seus conjugados). A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação ester.
- Quando o produto foi aplicado sobre a pele de coelhos, não foram observados achados hematológicos, química clínica e histopatológicos que pudessem ser atribuídos à administração em doses repetidas do produto.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Karate Zeon 250 CS apresenta toxicidade oral e dermal moderadas (DL50 oral para ratos machos foi de 180 mg/Kg e para ratos fêmeas foi de 245 mg/Kg, e DL50 dérmica para ratos foi maior que 2.000 mg/Kg).
Em testes com animais de laboratório, quando o produto foi aplicado nos olhos de coelhos, causou irritação ocular leve, reversível em 72 horas em todos os animais testados. O produto não foi um irritante moderado quando aplicado sobre derme de coelhos.
Em caso de contato com a pele, a área no corpo exposta ao produto poderá sofrer dormência e formigamento, sendo que esta sensação desaparecerá em 24 horas.
Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crônicas.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
. Este produto é ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE(CLASSE I)
. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
. Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO PARA ORGANISMOS AQUÁTICOS.
. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO PARA ABELHAS, podendo afetar outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas susceptíveis a danos.
. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagrícolas.
. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
. Não utilize equipamento com vazamentos.
. Aplique somente as doses recomendadas.
. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação das águas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
. Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos , bebidas ou outros materiais.
. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
. Coloque a placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens disponíveis adequadas, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
. Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
. Isole e sinalize a área contaminada.
. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. Telefone de emergência 08007044304.
. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
. Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal , contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL.
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
. Tríplice lavagem(Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo

. Lavagem sobre pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Á água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar o equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos; .
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- InutiIize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário., deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal emitida no ato da compra
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínmo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

.TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas, no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
'
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente(Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra é obrigatória a devoução da embalagem vazia,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facuftada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuáro deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devoluçâo da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plàstico
transparente (Embalagens padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distnbuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia , até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento
onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento
comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS:

DESTNAÇÂO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
0 transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO
FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
Incluir outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a
praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a
Resistência a Inseticidas -lRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de
resistência, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser
utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas.
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência de insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento(www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Não utilizar em aplic. aérea (UBV) com óleo como veículo.