Bula Karate Zeon 250 CS - Syngenta

Bula Karate Zeon 250 CS

Lambda-cialotrina
8799
Syngenta

Composição

Lambda-Cialotrina 250 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Contato, Ingestão

Bag in box de papelão e plástico de 100; 200; 220; 250; 300; 350; 400; 450; 500; 550; 600; 680; 750; 938; 1000 L.

Bag in box de fibra de papel com bolsa plástica interna de 180 L.

Balde de plástico de 10; 20; 50; 100; 200 L.

Balde metálico de 5,0; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 50; 55; 60 L.

Balde de PET de 5,0; 20 L.

Bombona de plástico de 5,0; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 50; 55; 60; 100; 180; 200; 220 L.

Bombona de PET de 5,0; 20 L.

Container de aço e plástico de 100; 200; 250; 400; 500 L.

Contentor intermediário (IBC) de plástico de 500; 550; 600; 680; 750; 938; 1000 L.

Frasco de PET de 0,25; 1,0 L.

Frasco de plástico de 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 10 L.

Isotanque metálico de 5000; 18000; 20000; 25000; 26000; 28000 L.

Tambor metálico e plástico de 100; 180; 200; 220 L.

Tambor de fibra celulósica com saco interno de 5,0; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 50; 55; 60; 100; 180; 200; 220 L.

Tanque de aço de 10000; 18000; 20000; 26000 L.

Tanque metálico de 5000; 21000; 22000; 24000; 25000; 28000 L.

Tanque de plástico de 5000; 10000; 18000; 20000; 21000; 22000; 24000; 25000; 26000; 28000 L.

Isotanque de aço de 21000; 22000; 24000 litros

Saco(interno) de plástico: 5,0; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 50; 55; 60; 100; 180; 200; 220 L.

INSTRUÇÕES DE USO

MODO DE APLICAÇÃO

APLICAÇÃO TERRESTRE

O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo
e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou
tratorizado com barra ou auto propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com
espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma
vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do
equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os
seguintes parâmetros:

- Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
- Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm²;

Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura
de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com
a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições Meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30o C.
Umidade relativa do ar: acima de 55%.
Velocidade do vento: máxima de 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

Algodão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação
de 150 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Realizar no máximo 3
aplicações com intervalo de 5 dias.

Citros: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação
de 2000 L/ha, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Pode-se adicionar óleo
mineral ou vegetal à calda de pulverização na proporção de 0,25% v/v, conforme preconizado
pela prática agrícola na cultura. Realizar no máximo 6 aplicações com intervalo de 14 dias.

Milho: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação de
200 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias.

Soja: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação de
150 L/ha. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias.

APLICAÇÃO AÉREA:

Culturas: Algodão, Citros, Milho e Soja.

KARATE ZEON 250 CS pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra
contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O
equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos.

A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros
acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a
altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante
testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou
taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.

Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e
altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo
com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30º C.
Umidade relativa do ar: acima de 55%.
Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem
os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos
a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

Preparo da calda: o abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a
metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e
então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante
durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária
para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça
algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a
aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão, citros: 10 dias
Milho: 15 dias
Soja: 20 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

A reentrada de pessoas na cultura somente após 24 horas ou após a completa secagem de calda
de pulverização aplicada.

LIMITAÇÕES DE USO

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da
ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de
usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com
este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não
terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de
Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique
este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação
terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas
Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive
e o plantio direto.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas

O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.
Outras restrições a serem observadas:
As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto.
Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 km/h ou superiores a 10 km/h.
Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas.
Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização das plantas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
Incluir outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

GRUPO 3A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida KARATÊ ZEON 250 CS pertence ao grupo 3A (Moduladores dos canais de sódio) e
o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do KARATÊ ZEON 250 CS como uma ferramenta útil de
manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir,
retardar ou reverter a evolução da resistência:

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar KARATÊ ZEON 250 CS ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de
um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas de KARATÊ ZEON 250 CS podem ser feitas desde que o período
residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da pragaalvo.
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No
caso específico do KARATÊ ZEON 250 CS, o período total de exposição (número de dias)
a inseticidas do grupo químico dos Piretróides não devem exceder 50% do ciclo da cultura
ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do KARATÊ ZEON 250 CS ou outros
produtos do Grupo 3A quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação
de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

PT - Lambda Cyhalothrin Técnico ICI registro nº 668902,
PT - Lambda Cialotrina Técnico CCAB registro nº 4309