Bula Malathion Prentiss

acessos
Malathion
3288392
Prentiss Química

Composição

Malationa 500 g/L Organofosforado

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Inflamável
Não Classificado
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
2 a 4 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas e tratar até sua eliminação total
Curuquerê
(Alabama argillacea)
1,5 a 3 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, caso necessário, reaplicar com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento quando do aparecimento das primeiras lagartas ou mesmo dos primeiros ovos
Percevejo manchador
(Dysdercus ruficollis)
1,8 a 3 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento quando em 100 batidas de rede ou em 100 botões examinados forem encontrados 5 ou mais percevejos
Percevejo rajado
(Horcias nobilellus)
1,8 a 3 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento quando em 100 batidas de rede ou em 100 botões examinados forem encontrados 5 ou mais percevejos
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
1 a 2 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 - 3 aplicações, com intervalo de 15 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento no início da infestação, antes da praga provocar "engruvinhamento" das folhas
Tripes
(Frankliniella schultzei)
1,2 a 2 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. O ataque se inicia quando as plantas apresentam 2 - 4 folhas
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, caso necessário, reaplicar com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento quando do aparecimento das primeiras lagartas ou mesmo dos primeiros ovos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 - 3 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento no início da infestação, antes da praga provocar "engruvinhamento" das folhas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha australiana
(Icerya purchasi)
300 mL + Óleo mineral 350 a 500 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Cochonilha cabeça de prego
(Chrysomphalus ficus)
300 mL + Óleo mineral 350 a 500 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Cochonilha escama vírgula
(Lepidosaphes beckii)
300 mL + Óleo mineral 350 a 500 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Cochonilha verde
(Coccus viridis)
300 mL + Óleo mineral 350 a 500 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
400 mL + 5kg melaço/100L água 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar semanalmente. 7 dias. Visando identificar o início do ataque preparar "iscas" utilizando pequenas garrafas (boca estreita) contendo mistura de melaço com o produto. Iniciar o tratamento quando da maior incidência de moscas fêmeas
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
400 mL + 5kg melaço/100L água 350 a 500 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar semanalmente. 7 dias. Visando identificar o início do ataque preparar "iscas" utilizando pequenas garrafas (boca estreita) contendo mistura de melaço com o produto. Iniciar o tratamento quando da maior incidência de moscas fêmeas
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
1,2 a 2 L p.c./ha - 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, caso necessário, reaplcar com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento quando do aparecimento das primeiras lagartas ou mesmo dos primeiros ovos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
1,2 a 2 L p.c./ha - 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 - 3 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento no início da infestação, antes da praga provocar "engruvinhamento" das folhas
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
1,2 a 2 L p.c./ha - 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento quando do aparecimento das primeiras lagartas ou mesmo dos primeiros ovos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
1,2 a 2 L p.c./ha - 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 - 3 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento no início da infestação, antes da praga provocar "engruvinhamento" das folhas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Iniciar o tratamento em número variável de aplicações conforme a intensidade do ataque repetindo a cada 5 - 7 dias. 3 dias. Iniciar o tratamento quando do surgimento de 4 - 5 lagartas em 100 ponteiros ou 10 - 15 ovos de lagartas
Pulgão preto do feijão
(Aphis rumicis)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 - 3 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 3 dias. Realizar no máximo 2 - 3 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 5 - 6 dias. 3 dias. O ataque se inicia quando as plantas apresentam 2 - 4 folhas
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
1,2 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
400 mL + 5kg melaço/100L água 350 a 500 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar semanalmente. 7 dias. Visando identificar o início do ataque preparar "iscas" utilizando pequenas garrafas (boca estreita) contendo mistura de melaço com o produto. Iniciar o tratamento quando da maior incidência de moscas fêmeas
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
400 mL + 5kg melaço/100L água 350 a 500 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Caso, necessário, reaplicar semanalmente. 7 dias. Visando identificar o início do ataque preparar "iscas" utilizando pequenas garrafas (boca estreita) contendo mistura de melaço com o produto. Iniciar o tratamento quando da maior incidência de moscas fêmeas
Pulgão lanígero das rosáceas
(Eriosoma lanigerum)
1,2 a 1,6 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 - 3 aplicações, com intervalo de 15 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento no início da infestação, antes da praga provocar "engruvinhamento" das folhas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
1,2 a 2 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Mosca das frutas
(Anastrepha grandis)
1,2 a 2 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
1,2 a 2 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 - 3 aplicações, com intervalo de 15 dias. 3 dias. Iniciar o tratamento no início da infestação, antes da praga provocar "engruvinhamento" das folhas
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
1,2 a 2 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
400 mL p.c./100L água 350 a 500 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar semanalmente. 7 dias. Visando identificar o início do ataque preparar "iscas" utilizando pequenas garrafas (boca estreita) contendo mistura de melaço com o produto. Iniciar o tratamento quando da maior incidência de moscas fêmeas
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
400 mL p.c./100L água 350 a 500 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar semanalmente. 7 dias. Visando identificar o início do ataque preparar "iscas" utilizando pequenas garrafas (boca estreita) contendo mistura de melaço com o produto. Iniciar o tratamento quando da maior incidência de moscas fêmeas
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
1,2 a 2 L p.c./ha - 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, caso necessário, reaplicar com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento quando do aparecimento das primeiras lagartas ou mesmo dos primeiros ovos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
1,2 a 1,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 - 3 aplicações, com intervalo de 15 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento no início da infestação, antes da praga provocar "engruvinhamento" das folhas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
1,2 a 2 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Percevejo do tomate
(Phthia picta)
1,2 a 2 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Percevejo rendado
(Corythaica cyathicollis)
1,2 a 2 L p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 3 dias. Iniciar o tratamento quando em 100 batidas de rede ou em 100 botões examinados forem encontrados 5 ou mais percevejos
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 - 3 aplicações, com intervalo de 15 dias. 3 dias. Iniciar o tratamento no início da infestação, antes da praga provocar "engruvinhamento" das folhas
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, caso necessário, reaplicar com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento quando do aparecimento das primeiras lagartas ou mesmo dos primeiros ovos
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Iniciar o tratamento em número variável de aplicações conforme a intensidade do ataque repetindo a cada 5 - 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento quando do surgimento de 4 - 5 lagartas em 100 ponteiros ou 10 - 15 ovos de lagartas
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Iniciar o tratamento em número variável de aplicações conforme a intensidade do ataque repetindo a cada 5 - 7 dias. 7 dias. Iniciar o tratamento quando do surgimento de 4 - 5 lagartas em 100 ponteiros ou 10 - 15 ovos de lagartas

Frasco de plástico de 100 ml, 250 ml, 500 ml, 1 litro e 20 litros.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presença das pragas e tratar até sua eliminação total com intervalos variáveis de acordo com a intensidade dos ataques, condições climáticas e resistência dos insetos, observando que para:

Pulgão:
Nas culturas de algodão, couve, couve-flor, brócolis, repolho, pepino, feijão e tomate, iniciar o tratamento no início da infestação, antes da praga provocar “engruvinhamento” das folhas. Efetuar 2 a 3 aplicações com intervalos de 15 dias.

Tripes:
Nas culturas de algodão e feijão geralmente o ataque se inicia quando as plantas apresentam 2 – 4 folhas. Efetuar 2 aplicações com intervalos de 5 - 6 dias.

Percevejos:
Nas culturas de algodão, couve, couve-flor, brócolis, repolho e tomate, iniciar o tratamento quando em 100 batidas de rede ou em 100 botões examinados forem encontrados 5 ou mais percevejos. Efetuar em média 3 aplicações com intervalos de 7 a 10 dias.

Curuquerê:
Nas culturas de algodão, couve, couve-flor, brócolis e repolho iniciar o tratamento quando do aparecimento das primeiras lagartas ou mesmo dos primeiros ovos. Efetuar 1 aplicação repetindo, se necessários, com intervalo de 7 dias.

Lagartas:
Nas culturas de feijão e trigo iniciar o tratamento quando do surgimento de 4 – 5 lagartas em 100 ponteiros ou 10 – 15 ovos de lagartas. Iniciar o tratamento em número variável de aplicações conforme a intensidade do ataque repetindo a cada 5 – 7 dias.

Mosca das Frutas:
Nas culturas de citros, maçã e pêssego, visando identificar o início do ataque preparar “iscas” utilizando pequenas garrafas (boca estreita) contendo mistura de melaço com o produto. Iniciar o tratamento quando da maior incidência de moscas fêmeas repetindo, se necessário, semanalmente.

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicações aéreas e terrestres com equipamentos tratorizados de barra ou pulverizadores costais.

Aplicação aérea:
Volume de calda: 15 a 20 litros / ha
Altura de vôo: 3 a 5 metros
Largura de faixa de deposição: 15 metros

Tamanho da gota: DMY 80 – 125 micra
Densidade da gota: 60 – 80 gotas/cm2
Tipos de Bicos Micronair
Pressão do trabalho: 15 – 30 libras

Condições climáticas: Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e evaporação do produto. Não pulverizar quando a temperatura estiver acima de 27-28 graus centígrados. Evitar as aplicações nas horas mais quentes do dia e em dias com ventania.
Não aplicar com umidade relativa do ar abaixo de 60% e velocidade do vento superior a 10 km/hora.

Aplicação terrestre:
Equipamentos tratorizados de barra: Utilizar os bicos série X e D (tipo cônico – média X4), aplicando-se 100 a 200 litros/ha, com pressão entre 150 e 500 libras (4 – 8 km/hora), observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura.

Pulverizadores costais:
Seguir as instruções do fabricante, usando bicos adequados para uma cobertura boa e uniforme nas plantas, consultando sempre o Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, brócolis, citros, couve, couve-flor, maçã, pêssego, repolho e trigo: 7 dias
Feijão,pepino e tomate: 3 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Produto de uso exclusivo na agricultura.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use Protetor Ocular: O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure o local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha: Produto irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito e procure o médico levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado e recorra a auxílio médico levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO: Sulfato de Atropina é o antídoto de emergência em caso de intoxicação. Nunca administre sulfato de atropina antes do aparecimento dos sintomas de intoxicação. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Sulfato de Atropina, pelas vias intramuscular ou intravenosa (eventualmente também por via oral) 1 a 6 mg cada 5 a 30 minutos, até atropinização leve. Oximas (Contrathion): 1 a 2 g/dia nos 3 primeiros dias. Contra-indicações: morfina, aminofilina, tranqüilizantes.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Ação: Inibidor da colinesterase. Absorção: Rápida, por via digestiva. Excreção: Principal via de excreção é a urinária.

EFEITOS AGUDOS: Não há sintomas específicos de intoxicação. Os sintomas observados são aqueles verificados com a inibição da colinesterase.

EFEITOS CRÔNICOS: Não há sintomas específicos de intoxicação. Os sintomas observados são aqueles verificados com a inibição da colinesterase.

EFEITOS COLATERAIS: Fraqueza, dor de cabeça, opressão no peito, visão turva, pupilas não reativas, salivação abundante, suores, náuseas, vômitos, diarréias e cólica abdominal.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é PERIGOSO ao meio ambiente. Este produto é altamente tóxico para abelhas, peixes e outros organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental. - Preserve a natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.

Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância menor de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas susceptíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes a atividades aeroagrícolas. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções constantes no item Destinação adequada de Resíduos e Embalagens. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o aceso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes, e a Empresa. Utilizar o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra gases orgânicos com filtro cinza tipo B - 900 s). Isolar e sinalizar a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de água naturais, siga as instruções:

Piso pavimentado: Absorver o produto derramado com terra, areia ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e coloque em tambores ou recipientes devidamente identificados. Enviar para fábrica da empresa Produtos Químicos São Vicente Ltda. - Guarulhos/SP, para posterior incineração.

Solo: Retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo seco e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação final.

Corpos d'água: Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contatar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio extingua o fogo com pó químico, CO2 ou neblina de água, ficando a favor do vento para evitar vapores tóxicos.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens vazias. As embalagens devem ser enxaguadas 3 (três) vezes (tríplice lavagem) e a calda resultante acrescentada a preparação para ser pulverizada. As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo a longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água. O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico. Abrir um fosso de 1 a 2 metros de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3 metros, de acordo com as necessidades.

Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedras irregulares e uma camada de brita. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. Reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca de tela para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Antes de iniciar o uso e após cada 15 cm de material descartado, intercalar com camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima no nível do terreno. Observar legislação estadual e municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas de abrangência do PROGRAMA NACIONAL DE RECOLHIMENTO E DESTINAÇÃO ADEQUADA DE EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS, consulte o órgão estadual de meio ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO: Incineração em incinerador licenciado pelo órgão estadual de meio ambiente.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível.

Desenvolvimento de Resistência dos Insetos:
Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas.
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações sucessivas da mesma praga;
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.