Bula Orthene 750 BR - Arysta Lifescience

Bula Orthene 750 BR

acessos
Acephate + Silicato de Alumínio
2788394
Arysta Lifescience

Composição

Acefato 750 g/kg Organofosforado
Silicato de Alumínio 225.5 g/kg Silicatos

Classificação

Acaricida, Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Contato, Ingestão, Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,75 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca spp)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo uma aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo uma aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo uma aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo uma aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,4 a 0,6 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,75 a 1,5 kg p.c./ha 750 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
0,4 a 0,6 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,4 a 0,6 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
0,75 a 1,5 kg p.c./ha 750 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
1 a 1,5 kg p.c./ha 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 21 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
1 a 1,5 kg p.c./ha 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 21 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
1 a 1,5 kg p.c./ha 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 21 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Parlatoria
(Parlatoria pergandii)
1 a 1,5 kg p.c./ha 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 21 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo uma aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta enroladeira das folhas
(Hedylepta indicata)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo uma aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo uma aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo uma aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo uma aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,25 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 7 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
0,8 a 1 kg p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 35 dias. Efetuar no maximo duas aplicações, sendo a 1ª até o 5° dia após a emergência da cultura e a segunda sete dias após
Pulgão
(Rhopalosiphum maidis)
0,8 a 1 kg p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 35 dias. Aplicar quado observado a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no pendão e na bainha das folhas superiores
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
0,8 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta enroladeira das folhas
(Hedylepta indicata)
0,6 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Percevejo verde
(Nezara viridula)
0,75 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
0,8 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Frankliniella rodeos)
0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes do feijoeiro
(Caliothrips phaseoli)
0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tomate industrial Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro vermelho
(Tetranychus evansi)
0,75 a 1 kg p.c./ha 750 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 7 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
0,75 a 1 kg p.c./ha 750 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 7 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 7 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
1 kg p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 7 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
1 kg p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 7 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 7 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 7 dias Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico

EMBALAGEM MATERIAL CAPACIDADE
Saco (contendo sacos Plástico,aluminizado, 0,1;0,15;0,2;0,25;0,30,5;1;1,5;2;
hidrossolúveis) papel,polietileno ou 2,5;3;3,5;4;5;6;8;10;15;20 e 25 Kg

Saco contendo sacos Hidrossolúvel 0,1;0,15;0,2;0,25;0,3;0,5;1;1,5;2
hidrossolúveis ;2,5;3;3,5;4;5;6;8;10;15;20 e 25 Kg

Frascos(contendo Plástico ou metalizado 1;1,5;2;2,5;3;4;5;8;10;15;20 e 25 kg
sacos hidrossolúveis)

Cartucho(contendo Papelão com proteção impermeável 0,1;0,15;0,2;0,25;0,5;1;1,5;2;
sacos hidrossolúveis 2,5;4;5;8;10;15;20 e 25 Kg

Fibrolata(contendo sacos Corpo de papel com tampa e/ou 0,5;1;2;3;4;5 Kg
hidrossolúveis) fundo de flandres(metal)

Tambor(Uso exclusivamente Metálico(com revestimento 50;100;200;250 e 500 Kg
industrial) anticorrosivo)ou plástico

Big-Bag(Uso exclusivamente Tecido com proteção impermeável 100;200;250;500;600;625;
industrial) 650;700;800;900;1.000;
1.100;1.200 e 1.500 Kg

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura (tabela acima), respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos.
É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS, MANUAIS E EM ESTUFAS.
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da Calda:
ORTHENE 750 BR é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente dissolvido em contato com a água, não havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel deve ser despejada diretamente no tanque de preparo da solução.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
1) Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado
2) Iniciar agitação no tanque
3) Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao coloca-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
4) Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
5) Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.

1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
4. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
ORTHENE 750 BR deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado, munidos de bicos adequados que produzam gotas de 110-120 ts e densidade de 40- 60 gotas/cm2, procurando obter pulverizações com cobertura uniforme da parte aérea das plantas. Para a cultura do citros, a aplicação com turbopulverizadores deve ser adequada ao tipo de pomar.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura ambiente: máxima de 30°C.
Umidade Relativa do ar; mínima de 55%.
Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados nesta bula.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Tomate industrial e Melão........................................................................7 dias
Citros.......................................................................................................21 dias
Algodão, Amendoim, Batata, Couve, Couve-flor, Brócolis, Repolho,
Feijão e Soja............................................................................................14 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Quando utilizado conforme as recomendações da bula, ORTHENE 750 BR não causa fitotoxicidade às culturas indicadas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use Protetor Ocular - Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água em abundância e veja PRIMEIROS SOCORROS. Use Luvas de Borracha - Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Ao abrir a embalagem faça de maneira a evitar o pó. Use avental impermeável e botas.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível com a área de aplicação. A aplicação do produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Provoque vômito e procure logo o médico. Olhos: Lave com água corrente em abundância e procure o médico. Pele: Lave imediatamente com água em abundância e procure o médico. Inalação : Procure lugar arejado. OBS: Ao procurar o médico, leve a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Sintomas de Alarme: Fraqueza, dor de cabeça, opressão no peito, visão turva, pupilas não reativas, salivação abundante, suores, náuseas, vômito, diarréias e cólicas abdominais. Antídoto e Tratamento (Informações para uso médico): Sulfato de Atropina - pelas vias intravenosa ou intramuscular (eventualmente, também por via oral); de 1 a 6 mg cada 5 a 30 minutos até atropinização leve. Oximas (Contrathion): de 1 a 2 g/dia nos 3 primeiros dias.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: É um inseticida organofosforado inibidor da atividade da acetilcolinesterase de baixa toxicidade. Estudos de absorção e excreção realizados com animais de laboratório demonstraram que o produto após a sua administração oral é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal. A excreção nos ratos foi rápida e completa. A maior parte (88%) ocorreu nas primeiras 24 horas, principalmente pela urina (95%) e em menor quantidade nas fezes e no ar expirado. O acúmulo nos tecidos foi muito pequeno.

EFEITOS AGUDOS: Estudos agudos efetuados com o produto formulado em animais apresentaram uma DL50 oral para ratos de 1.494 mg/kg e uma DL50 dérmica em coelhos de 10.250 mg/kg. Os principais sintomas de intoxicação aguda apresentados pelos animais como taquipnéia, tremores, prostração, salivação e diarréia.

EFEITOS CRÔNICOS: Testes realizados em animais de laboratório, administrando-se o produto na dieta alimentar por período de dois anos, não determinaram quaisquer formas de anormalidade de comportamento e nem em exames hematológicos, histológicos, de órgão e de urina. Apenas em doses elevadas, constataram pequenas reduções da atividade da colinesterase.

EFEITOS COLATERAIS: Não se conhece qualquer efeito colateral, a não ser sintomas de intoxicação com o produto em animais, que são fraqueza generalizada do corpo, tremores, ataxia, miose, salivação e diarréia.

PRECAUÇÕES DE USO, ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:

( X ) Muito perigoso ao meio ambiente (Classe II).

Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamentos aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto. Siga as instruções da bula. Em caso de acidentes, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes das legislações estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscaras contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lavar o local com grande quantidade de água. Solo: Retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens deverão ser enxaguadas três vezes e a calda e a calda resultante acrescentada á preparação para ser pulverizada (tríplice lavagem). Nos locais onde estiver operando o PROGRAMA NACIONAL DE RECOLHIMENTPO E DESTINAÇÕES ADEQUADAS DE EMBALAGENS deverão ser observadas suas diretrizes. Consulte seu agrônomo. As embalagens, depois de enxaguadas, devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do transito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo em longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acumulo de água. O solo deve ser profundo e de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico. Abrir um fosso de 1 a 2 metros de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3 metros, de acordo com as necessidades. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. Reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Antes de iniciar o uso do fosso e, após cada 15 cm de material descartado, intercalar com camada de cal virgem, calcário ou carvão para promover a neutralização. Cobrir com lona ou plástico o fosso, enquanto não estiver completo. Completada a capacidade do fosso, cobrir com camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno. Observar a legislação estadual e municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas de abrangência do PROGRAMA NACIONAL DE RECOLHIMENTO E DESTINAÇÃO ADEQUADA DE EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS, consulte o órgão estadual de meio ambiente.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Inseticidas - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre Manejo de Resistência a Inseticidas.