Bula Panga 900 WG

acessos
Atrazina
33217
CropChem

Composição

Atrazina 900 g/kg Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência

Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Picão preto
(Bidens pilosa)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Milho - Geneticamente Modificado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Picão preto
(Bidens pilosa)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. É aplicado em área total após a semeadura do milho em pósemergência inicial das plantas daninhas e da cultura, quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (de 1 a 4 folhas para as de folha-larga e 1 – 4 perfilhos para as gramíneas) e quando a cultura do milho estiver com 2 a 5 folhas de desenvolvimento

Conteúdo: 100; 200; 250; 300; 500 e 750 gramas; 1; 2; 2,5; 3; 4; 5; 10; 15; 20; 25; 30; 50 e 100 kg.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Preparação da calda:
Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade mantendo agitador ou retorno acionado. Coloque a dose indicada do herbicida PANGA 900 WG em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar adjuvante na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 litro por hectare, conforme recomendação.
A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto.

Aplicação Terrestre:

PANGA 900 WG deve ser aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados de barra. São indicados bicos de jato em leque, que formam ângulo de 110 graus, tais como Teejet, XR Teejet, TK, DG ou Twinjet e ainda bicos de jato cônicos como Conejet, Fullijet ou similares. A pressão recomendada varia entre 40 e 60 libras por pol², obtendo-se tamanhos de gotas com VMD entre 420 a 520 micron. As gotas menores são indicadas para locais que não haja riscos de atingir as folhas de plantas econômicas por deriva. As gotas maiores possibilitam a formação de película com distribuição homogênea do herbicida sobre o solo.
É muito importante a contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar sobreposição das faixas de aplicação.
Evitar aplicação do produto na presença de ventos fortes (acima de 10 km/h), nas horas mais quentes do dia (acima de 30oC) e umidade do ar abaixo de 60%.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número de aplicações e o intervalo de segurança determinado na bula.

APLICAÇÃO AÉREA:

Uso de barra ou atomizador rotativo “micronair”.
Volume de aplicação: 20 a 40L/ha.
Tamanho de gota: 100 a 300 micrômetros.
Densidade mínima de gotas: 20 a 30 gotas/cm2.
Pressão de trabalho: 35 a 50 lb/pol2.
Largura da faixa de deposição efetiva: 18 a 20 m.
Altura de voo: 2 a 3 metros do topo da cultura.
No caso de aeronave equipada com barra, usar bicos (pontas) cônicos D6 a D12, com disco
(core), ajustado no ângulo inferior a 45 graus.
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização. Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Uso exclusivamente agrícola.
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula;
Não aplicar se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por longo período de estiagem.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas;
botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide modo de aplicação

CULTURAS INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)

Milho convencional e Milho geneticamente modificado
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE;

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

INFORMAÇÕES MÉDICAS
INTOXICAÇÕES POR ATRAZINA
Grupo químico Triazina
Classe toxicológica Classe toxicológica III
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Vias de absorção Pele e mucosas, resporatória e digestiva.
Toxicocinética A atrazina é metabolizada a seus derivados mono e dialquilados
em humanos e animais. Ela é excretada como derivados
alquilados e derivados de ácido mercaptúrico primariamente na
urina, sendo as fezes uma via menor de excreção.
Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos
foram expostos a uma dose simples tópica de 0,1667mg (dose
baixa) e 1,9751 mg (dose alta) de atrazina marcada com C14. A
maioria (91,1 – 95,5%) da dose não absorvida foi detectada em
amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a
administração da dose.
Após 168 horas 5,6% da dose foi absorvida e excretada na urina
e fezes do grupo 9 da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da
dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação
urinária ocorreu em 24-48 horas e o pico de eliminação fecal
ocorreu em 48-72 horas.
Mecanismos de toxicidade Os mecanismos de toxicidade em humanos não são
conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos A toxicidade sistêmica aguda não costuma ocorrer até que
grandes quantidades tenham sido ingeridas. Não há dados
publicados de toxicidade sistêmica aguda em humanos e,
apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram
sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia
dos membros, alterações respiratórias).
Exposição Aguda
Foi relatada elevação de temperatura em estudos com animais.
A atrazina pode causar irritação ocular.
Cardiovascular
Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida
contendo atrazina.
Respiratório
Pode ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações
respiratórias. A aspiração de produtos contendo solventes
orgânicos pode causar ataxia, anorexia, dispneia e espasmos
musculares; sintomas estes relatados em estudos com animais.
Neurológico
Foi relatado coma após a ingestão de um herbicida contendo
atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído. Tremores
musculares, tetania e ataxia foram relatados em animais após a
ingestão de herbicidas triazínicos.
Gastrintestinal
Em estudos em animais, observou-se anorexia e salivação.
Pode ocorrer náusea, vômito, diarreia, dor abdominal e
sensação de queimação na boca.
Hepático
Foi relatada necrose hepática.
Geniturinário
Foi relatada falência renal, várias horas após ingestão
intencional de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol,
etileno glicol e formaldeído.
Hematológico
Ocorreu coagulação intravascular disseminada, várias horas
após a ingestão intencional de um herbicida contendo atrazina,
aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Dermatológico
A atrazina é um sensibilizante dérmico. Irritação da pele e olhos
são os sintomas mais frequentemente observados.
Endócrino
Foram observados, em estudos com animais, hipertireoidismo e
elevação dos níveis de T3 com níveis de Tiroxina e TSH
normais. A atrazina parece interferir no controle hipotalâmico da
função do eixo pituitário-ovariano em ratas ovariectomizadas.

Diagnóstico
Intoxicações por atrazina são raras e não possuem relato de
sintomatologia. Não existem provas laboratoriais específicas
para a confirmação de intoxicação Pode ser efetuada pesquisa
de atrazina nos fluidos corporais do intoxicado, no caso de
confirmação de contato do paciente com o pesticida.
Confirmação de envenenamento humano: relacionado a
recente contato ocupacional, acidental ou ingestão deliberada.
Tratamento Antídoto: não existe antídoto específico.
Exposição Oral
A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é
recomendada, pois há muito pouca informação acerca dos
efeitos da overdose em humanos.
B) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão
ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose
usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em
crianças (1 a 12 anos) e 1g/kg em infantes com menos de 1
ano de idade.
C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma
quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, se puder
ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1
hora).
Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias
respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes
não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos;
hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes
com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinas
exibirem sintomas de toxicose severa, deve ser considerada a
absorção concomitante de outras toxinas.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a
alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite
ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação,
conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista
beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade
copiosa de água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a
irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a
área exposta com quantidade copiosa de água. Se a irritação
ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Contra-indicações O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.
Efeitos sinérgicos Em testes de toxicidade aguda (96h) usando C. tentans, a
atrazina produziu toxicidade sinérgica em uma mistura binária
com parationa metílica. Resultados de testes de toxicidade com
atrazina em combinação binária com outros organofosforados
indicam mais do que uma toxicidade aditiva para todos os
compostos, exceto mevinfós

ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar
o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico
e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:

A atrazina é rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal, mas a absorção dérmica é limitada. Após a absorção, é extensivamente e rapidamente biotransformada por enzimas hepáticas. Cerca de 75% da atrazina absorvida é eliminada pela urina, na forma de metabólitos, 50% dos metabólitos urinários são excretados dentro de 8 horas e 100% em 24 horas após a exposição. Somente 2% da atrazina é eliminada inalterada na urina e aproximadamente 20% nas fezes. Em ratos, a atrazina pode interferir na interação de alguns ligantes no receptor GABAA no sistema nervoso central (SNC), de uma maneira não competitiva. No entanto, é improvável que os efeitos observados em ratos, devido a este mecanismo, ocorram em humanos.

Efeitos Agudos para Animais de Laboratório:

DL50 oral para ratos: superior a 300 mg/kg.
DL50 dérmica para ratos: superior a 2000 mg/kg
CL50 inalatória para ratos: > 4,216 mg/L de ar - 1 h de exposição (> 1,054 mg/L – 4 h de exposição)
IRRITAÇÃO DÉRMICA: no estudo realizado em coelhos, o produto foi classificado como não irritante.
IRRITAÇÃO OCULAR: no estudo realizado em coelhos, o produto foi classificado como irritante leve. SENSIBILIZAÇÃO CUTÂNEA: o produto não causou sensibilização dérmica à pele de cobaias.

Efeitos crônicos para Animais de Laboratório:

40% dos ratos que receberam 20 mg de atrazina/kg/p.c./dia via oral, durante 6 meses,
morreram com sinais de sofrimento respiratório e paralisia dos membros do corpo.
Alterações estruturais e químicas foram observadas no cérebro, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e órgãos endócrinos. Ratos alimentados com doses de 5 ou 25 mg/kg/dia por seis meses, apresentaram retardo no crescimento. Em um estudo de 2 anos em cães, com dose de 7,5 mg/kg/dia, observou-se diminuição no consumo de alimento e aumento de peso no coração e no fígado. Com a administração de 75 mg de atrazina/kg/dia, notou-se uma diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso, aumento do peso adrenal e diminuição na contagem de células sanguíneas e tremores ocasionais.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é
X- Muito perigoso ao Meio Ambiente ( CLASSE II )
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento
no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das
pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água
para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de
água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes
às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. –
Telefone de Emergência: (51) 3342-1300.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo
para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou
PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s
– Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do
produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantêla
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante
30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas
da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – Modelo ABNT), devidamente identificado e
com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.