Bula Polyram DF

acessos
Metiram
1603
Basf

Composição

Metiram 700 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Máximo de 6 aplicações com intervalo de 5 a 7 dias. 7 dias. A aplicação deve ser efetuada preventivamente, a partir do estádio de 4 a 6 folhas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Máximo de 6 aplicações com intervalo de 4 a 7 dias. 7 dias. A aplicação deve ser efetuada preventivamente, a partir da germinação da cultura
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Máximo de 6 aplicações com intervalo de 4 a 7 dias. 7 dias. A aplicação deve ser efetuada preventivamente, a partir da germinação da cultura
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Máximo de 6 aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. A aplicação deve ser efetuada preventivamente, a partir da sexta semanas de idade
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Máximo de 6 aplicações com intervalo de 7 a 14 dias. 7 dias. Aplicações preventivas
Podridão branca
(Botryosphaeria dothidea)
3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Máximo de 6 aplicações com intervalo de 7 a 14 dias. 7 dias. Aplicações preventivas
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Intervalos de 4 a 7 dias. 7 dias. Deverá ser realizado como tratamento preventivo (pré-infecção), devendo ser aplicado a partir do início da brotação dos ramos em diante
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Máximo de 4 aplicações com intervalo de 4 a 7 dias. 7 dias. A aplicação deve ser efetuada preventivamente a partir da germinação da cultura
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Máximo de 6 aplicações com intervalo de 4 a 7 dias. 7 dias. A aplicação deve ser efetuada preventivamente a partir da germinação da cultura
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Máximo de 6 aplicações com intervalo de 4 a 7 dias. 7 dias. A aplicação deve ser efetuada preventivamente a partir da germinação da cultura
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Intervalos de 4 a 7 dias. U.N.A. A aplicação deve ser efetuada preventivamente a partir da brotação e desenvolvimento das hastes
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Máximo de 6 aplicações com intervalo de 4 a 7 dias. 7 dias. A aplicação deve ser efetuada preventivamente, logo após o transplante
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Máximo de 6 aplicações com intervalo de 4 a 7 dias. 7 dias. A aplicação deve ser efetuada preventivamente, logo após o transplante
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Máximo de 5 aplicações com intervalo de 4 a 7 dias. 30 dias. A aplicação deve ser iniciada preventivamente
Míldio
(Plasmopara viticola)
3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Máximo de 5 aplicações com intervalo de 4 a 7 dias. 30 dias. A aplicação deve ser iniciada preventivamente

Sacos de papel com polietileno, com capacidades de 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 10; 15; 20; 25 e 50 Kg.
Frascos plásticos de polietileno: 0,2; 0,25; 0,4; 0,5; 0,6; 0,75; 0,8; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0; 6,0; 10,0; 15,0;20,0; 25,0; 50,0; 100 e 200 Kg.
Saco plástico de polietileno: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 0,6; 0,75; 0,8; 1,0; 1,5; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0; 6,0; 10,0; 15,0; 20,0; 25,0; 50,0; 100,0 e 200,0 Kilogramas

INSTRUÇÕES DE USO:

POLYRAM DF é um fungicida de contato recomendado para o controle preventivo, de fungos nos cultivos de batata, cenoura, maçã, melão, melancia, pepino, ornamentais “Rosa” e tomate.

CULTURAS, DOENÇAS, DOSES INDICADAS: Vide seção "Indicação de Usos/Doses".

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Batata: A aplicação deve ser efetuada preventivamente, a partir da germinação da cultura e repetida se necessário em intervalos de 4 a 7 dias, até 6 aplicações e respeitando-se o intervalo de segurança.

Cenoura: A aplicação deve ser efetuada preventivamente, a partir de 6 semanas de idade e repetida, se necessário, a cada 7 dias até o máximo de 6 aplicações, dependendo das condições climáticas e da evolução da doença respeitando-se o intervalo de segurança.

Maçã: O controle da sarna (Venturia inaequalis), deverá ser realizado como tratamento preventivo (pré-infecção), devendo ser aplicado a partir do inicio da brotação dos ramos em diante. POLYRAM DF deve ser aplicado em intervalos de 4 a 7 dias, entre aplicações, dependendo da pressão de infecção, das condições climáticas e do desenvolvimento das folhas. Caso exista na região, “Estação de Aviso”, aplicar o produto até 24 horas após o alarme. Para controle das doenças de verão, podridão amarga e mancha foliar da gala (Colletotrichum gloesporíodes) que ocorrem respectivamente nas variedades “gala” e “fuji” e podridão branca (Botryosphaeria dothidea), as aplicações devem ser preventivas, utilizando-se intervalos de 7 a 14 dias entre as mesmas dependendo da pressão de infecção, das condições climáticas e do desenvolvimento das folhas até o máximo de 6 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

Melão e Pepino: A aplicação deve ser efetuada preventivamente a partir da germinação da cultura e repetida, se necessário, a cada 4 a 7 dias até o máximo de 6 aplicações, respeitando-se o intervalo de segurança.

Melancia: A aplicação deve ser efetuada preventivamente a partir da germinação da cultura e repetida, se necessário a cada 4 a 7 dias, até o máximo de 4 aplicações respeitando-se o intervalo de segurança. Os volumes menores de calda devem ser utilizados no inicio do desenvolvimento das plantas quando estas apresentarem volume foliar reduzido, realizar pulverizações dirigidas nas plantas permitindo uma cobertura uniforme do alvo, evitando perdas de produto no meio ambiente.

Rosa: A aplicação deve ser efetuada preventivamente a partir da brotação e desenvolvimento das hastes e repetida se necessário, em intervalos de 4 a 7 dias.

Tomate : A aplicação deve ser efetuada preventivamente, logo apos o transplante e repetida se necessário em intervalos de 4 a 7 dias, até 6 aplicações e respeitando-se o intervalo de segurança.

MODO DE APLICAÇÃO:
POLYRAM DF deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura.

- Aplicação terrestre:
Pulverizadores: costais, estacionários, montados ou tracionados por trator, turbinados. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.

Devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação do produto, tais como:
• Temperatura ambiente até 30°C.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Não aplicar com ventos acima de 10 km/h.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata, Cenoura, Maçã, Melão, Melancia, Pepino, Tomate: 7 dias.
Rosa: UNA (Uso Não Alimentar).

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguint ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.

Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente {com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas}, botas de borracha, avental impermeável, óculos de segurança com proteção lateral, máscara com filtro mecânico classe P2, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente {com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas}, botas de borracha, avental impermeável, óculos de segurança com proteção lateral, máscara com filtro mecânico classe P2, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO Não reutillize a embalagem vazia.
Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada {24h}.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacãa com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha e luvas de nitrila.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


INTOXICAÇÕES POR METIRAM
Informações Médicas

Grupo químico: Alquilenobis (ditiocarbamato)
Classe toxicológica III - Medianamente tóxico
Mecanismos de toxidade: As formulações contendo Metiram têm ação irritante para pele, trato respiratório e toxicidade olhos
Vias de absorção: É absorvido por via respiratória, oral e dérmica.
Sintomas e sinais clínicos:
Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema.
Exposição respiratória pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite, e traqueobronquite), fadiga, cefaléia, visão borrada e Sintomas e sinais náuseas.
clínicos Exposição ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras.
Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato gastro-intestinal, dores abdominais, náuseas, vômitos e diarréia, além de anorexia, cefaléia, tonturas, vertigem, visão borrada, fraqueza muscular, miose, sudorese, lacrimejamento excessivo, bradicardia, convulsões e coma.
Metabolismo e Toxicocinética:
Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiouréia (ETU) é o principal metabólito de importância Metabolismo e toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São Toxicinética quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezes (71%) e urina (16%).

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos.

Tratamento:
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontam inação.
Utilizar luvas e avental durante a descontam inação.
1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com pele e mucosas.
3. Em caso de inQestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 9 em adultos e 25-50 9 em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 9 de carvão ativado para 240 mL de água.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Contra-indicações:
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

Atanção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN I MS)
Telefone da Empresa:BASF S.A. Guaratinguetá - S.P. (08000) 11.2273 ou (Oxx12) 3128-1357

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio toda vez que for possível deve-se associar as boas praticas agrícolas como: Uso racional de fungicidas, aplicação no momento, doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, etc.
Manejo de Doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

POLYRAM DF é um fungicida protetivo que apresenta um modo de ação não específico, sendo eficiente sobre patógenos resistentes a outros fungicidas, recomendado para utilização conjunta ou em rotação com fungicidas sistêmicos ou específicos que possuam mecanismo de ação diferenciado visando assim um manejo anti-resistência.
Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda a seguinte estratégia de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno no ciclo da cultura.
•Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.