Bula Prev-AM

CI
Óleo de casca de laranja
38419
Oro

Composição

Óleo de casca de laranja 61,14 g/L

Classificação

Terrestre
Inseticida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato

Abacate

Dosagem Calda Terrestre
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abacaxi

Dosagem Calda Terrestre
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Açaí

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Agrião

Dosagem Calda Terrestre
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alface

Dosagem Calda Terrestre
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ameixa

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Anonáceas

Dosagem Calda Terrestre
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Dosagem Calda Terrestre
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cacau

Dosagem Calda Terrestre
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caqui

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Castanha-do-Pará

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Centeio

Dosagem Calda Terrestre
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Dosagem Calda Terrestre
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chalota

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chicória

Dosagem Calda Terrestre
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Diaphorina citri (Psilideo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Coco

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-chinesa

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-de-bruxelas

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cupuaçu

Dosagem Calda Terrestre
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Dendê

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Espinafre

Dosagem Calda Terrestre
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Framboesa

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Goiaba

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Guaraná

Dosagem Calda Terrestre
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Kiwi

Dosagem Calda Terrestre
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Panonychus ulmi (Ácaro da macieira ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Macadâmia

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Dosagem Calda Terrestre
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Dosagem Calda Terrestre
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Dosagem Calda Terrestre
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Marmelo

Dosagem Calda Terrestre
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maxixe

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mirtilo

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nectarina

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nêspera

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pera

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pêssego

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pinhão

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pupunha

Dosagem Calda Terrestre
Aceria guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Romã

Dosagem Calda Terrestre
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rúcula

Dosagem Calda Terrestre
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Erysiphe diffusa (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Frankliniella schultzei (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Triticale

Dosagem Calda Terrestre
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Bombona
Material: Plástico/Polinylon (Polietileno Poliamida)
Capacidade: 5 a 20 L

Tipo: Bulk
Material: Plástico/Polietileno de alta densidade (PEAD)
Capacidade: 200 a 1.000 L

Tipo: Frasco
Material: Plástico/Politereftalato de etileno (PET)
Capacidade: 250 g; 1 L

Tipo: Frasco
Material: Plástico/Polinylon (Polietileno poliamida)
Capacidade: 250 g e 1 L

Tipo: Garrafa
Material: Plástico/Polinylon (Polietileno poliamida)
Capacidade: 250 g e 1 L

Tipo: Tambor
Material: Plástico/Polietileno de alta densidade (PEAD)
Capacidade: 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida e inseticida de origem natural, que contém 61,14 g/L de óleo de casca de laranja, na formulação (Concentrado Solúvel - SL). Danifica a camada protetora, que repele a água, nos insetos de corpo mole, resultando na perda de fluídos corporais e morte. Os insetos voadores perdem a camada protetora e a tensão de suas asas, impossibilitando-os de voar. Outro efeito do produto é a penetração desse fluido de ultrabaixa tensão superficial no sistema respiratório, causando sufocação e morte. Como fungicida, quando em contato com os micélios e esporos de fungos superficiais, o produto causa um dano na camada protetora dos organismos, e ao penetrar nos tecidos vivos abaixo da camada protetora causa desidratação, perda de fluidos corporais e consequente morte.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Aceria guerreronis (Ácaro-da-necrose-do-coqueiro) em: Açaí, Castanha-do-Pará, *Coco, Dendê, Macadâmia, Pinhão e Pupunha: aplicar imediatamente após o surgimento da praga e reaplicar o produto a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.

*Efetuar pulverização dirigida aos frutos.

Alternaria brassicae (Mancha-de-alternária) em: Brócolis, Couve chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor e Repolho: iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo. Reaplicar o produto a cada 7 dias. Utilizar a maior dose em condições favoráveis para o desenvolvimento da doença. Não há número limite de aplicações.

Alternaria porri (Mancha-de-alternária) em: Alho, Cebola e Chalota: iniciar as aplicações imediatamente após o surgimento dos primeiros sintomas de ocorrência da doença e reaplicar o produto a cada 7 dias. Utilizar a maior dose em condições favoráveis para o desenvolvimento da doença. Não há número limite de aplicações.

Bemisia tabaci biótipo B (Mosca-branca) em: Abóbora, Abobrinha, Berinjela, Chuchu, Ervilha, Feijão, Pimenta, Soja e Tomate: Iniciar as aplicações no início da infestação. Reaplicar o produto a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.

Blumeria graminis f.sp.tritici (Oídio) em: Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale: aplicar imediatamente após o surgimento dos primeiros sinais de ocorrência da doença e reaplicar a cada 7 dias. Utilizar a maior dose sob condições favoráveis para o desenvolvimento da doença. Não há número limite de aplicações.

Botrytis cinerea (Mofo-cinzento) em: Ameixa, Caqui, Figo, Framboesa, Goiaba, Mirtilo, Morango, Nectarina, Nêspera, Pêra, Pêssego e Uva: aplicar preventivamente no florescimento e reaplicar o produto a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.

Brevicoryne brassicae (Pulgão-da-couve) em: Alface, Brócolis, Chicória, Couve chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor, Espinafre, Repolho e Rúcula: iniciar as aplicações no início da infestação. Reaplicar o produto sempre que necessário. Intervalo de aplicação 7 dias. Não há número limite de aplicações.

Diaphorina citri (Psilídeo) em: Citros: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações logo após a constatação dos primeiros adultos ou ninfas ou em áreas com histórico de plantas ou pomares próximos contaminados por greening. Reaplicar o produto entre 7 dias a 15 dias. Não há número limite de aplicações.

Erysiphe diffusa (Oídio) em: Soja: aplicar preventivamente, iniciando na fase vegetativa e reaplicar o produto a cada 7 dias. Utilizar a maior dose sob condições favoráveis de desenvolvimento da doença. Não há número limite de aplicações.

Frankliniella schultzei (Tripes) em: Soja: aplicar imediatamente após o surgimento da praga e reaplicar o produto a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.

Panonychus ulmi (Ácaro-vermelho-europeu) em: *Maçã, Pera, Pêssego e Uva: iniciar as aplicações no início da infestação, com duas formas móveis por folha. Reaplicar o produto a cada 14 dias. Não há número limite de aplicações.

*Evitar a pulverização durante o início do florescimento até que os frutos alcancem 20 mm de diâmetro.

Peronospora parasitica (Míldio) em: Brócolis, Couve chinesa, Couve-flor e Repolho: iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo. Reaplicar o produto a cada 7 dias. Utilizar a maior dose sob condições favoráveis de desenvolvimento da doença. Não há número limite de aplicações.

Phyllocoptruta oleivora (Ácaro-da-falsa-ferrugem) em: Abacate, Abacaxi, Anonáceas, Cacau, Citros, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Mamão, Manga, Maracujá e Romã: aplicar imediatamente após o surgimento da praga e reaplicar o produto na re-infestação. Não há número limite de aplicações.

Plasmopara viticola (Míldio) em: Uva: aplicar imediatamente após o surgimento dos primeiros sinais de ocorrência da doença e reaplicar o produto a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.

Pseudoperonospora cubensis (Míldio) em: Melancia e Melão: aplicar preventivamente e reaplicar o produto a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.

Sitobion avenae (Pulgão-da-espiga) em: Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale: iniciar as aplicações logo após o surgimento da praga. Reaplicar o produto a cada 7 dias até o total controle. Não há número limite de aplicações.

Tetranychus urticae (Ácaro-rajado) em: Amendoim, Feijão e Soja: aplicar imediatamente após o surgimento da praga e reaplicar o produto a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.

Thrips tabaci (Tripes) em: Alho, Batata e Cebola: aplicar imediatamente após o surgimento da praga e reaplicar o produto a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.

Venturia inaequalis (Sarna-da-macieira) em: Marmelo, *Maçã e Pera: aplicar preventivamente de acordo com as condições favoráveis para o desenvolvimento da doença. Reaplicar o produto a cada 7 dias. Não há número limite de aplicações.

*Evitar a pulverização durante o início do florescimento até que os frutos alcancem 20 mm de diâmetro.

MODO DE APLICAÇÃO

Deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas obedecendo sempre a época e as doses recomendadas.

Equipamentos de aplicação

O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura e forma de cultivo, podendo ser: tratorizado com barra ou auto propelido ou pulverizador costal manual.

Seleção de pontas de pulverização

A seleção correta das pontas é primordial para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura dos alvos em questão, conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

Condições climáticas

Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 7 km/hora.

INTERVALO DE REENTRADA DEPESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Vinte e quatro horas, ou até a secagem da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.”

LIMITAÇÕES DE USO

O produto diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia, a utilização da mesma calda preparada de um dia para o outro reduz a eficiência do produto. A água deve ser de boa qualidade, com pH entre 5.5 à 7.0.

Incompatibilidades

Não há casos identificados de incompatibilidades, desde que sejam seguidas as recomendações de uso.

- O produto não é fitotóxico quando utilizado nas doses e condições de pulverização recomendadas para as culturas registradas.
- Executar a pulverização durante as horas mais frescas do dia, e EVITAR a execução da mesma em plantas presentes sob stress hídrico.
- Seguir sempre as recomendações de um Engenheiro Agronômico.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos. Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível, realizar adubação adequada, utilizar controle biológico, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do problema.

O uso sucessivo de fungicidas/inseticidas com o mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento de populações resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas/inseticidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de manejo previstas no manejo integrado, tais como rotação de culturas, controle cultural, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, controle biológico e etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org) e pragas IRAC-BR (www.irac-br.org.br), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO F7 FUNGICIDA
GRUPO DESC INSETICIDA

O produto fungicida/inseticida é composto por Óleo de casca de laranja presnado a frio (Hidrocarbonetos terpênicos), que apresenta mecanismo de ação da ruptura da membrana celular, pertencente ao Grupo F7, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).




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