Bula Prospect

acessos
Piraclostrobina
13411
Basf

Composição

Epoxiconazol 50 g/L Triazol
Piraclostrobina 133 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspoemulsão (SE)
Sistêmico
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,6 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Máximo de duas aplicações com intervalo de 14 a 18 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
0,6 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Máximo de duas aplicações com intervalo de 14 a 18 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 30 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos sintomas quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,5 L p.c./ha 15 a 20 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 5 aplicações com intervalo de 28 a 35 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,5 L p.c./ha 15 a 20 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 5 aplicações com intervalo de 14 a 21 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1,5 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações. 45 dias. A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de até 5 %
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1,5 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações. 45 dias. A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de até 5 %
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 30 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos sintomas quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 1 aplicação. 30 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos sintomas quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
0,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 2 aplicações com intervalo de 20 dias. 45 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
0,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 2 aplicações com intervalo de 20 dias. 45 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 3 aplicações. 14 dias. A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3)
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 3 aplicações. 14 dias. A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3)
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 3 aplicações. 14 dias. A partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3)
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 3 aplicações. 14 dias. A partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 3 aplicações. 14 dias. A partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 3 aplicações. 14 dias. A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de 20%
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 3 aplicações. 30 dias. Iniciar as pulverizações preventivamente quando a cultura estiver em fase de “emborrachamento” (pré-emissão dos cachos) e repetir no início do florescimento
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 2 aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 2 aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 2 aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 2 aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,75 a 1 L p.c./ha até 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Máximo de 2 aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas

INTRUÇÕES DE USO:

PROSPECT® é um produto que apresenta duplo modo de ação, atuando através do ingrediente ativo EPOXICONAZOL como inibidor da bio-síntese do ergosterol o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos e através do ingrediente ativo PIRACLOSTROBINA como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP essencial nos processos metabólicos dos fungos.
PROSPECT® apresenta excelente ação protetiva devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos. Dependendo do patógeno também apresenta ação curativa e erradicante, pois contém em sua formulação o ingrediente ativo EPOXICONAZOL fungicida com ação sistêmica.

CULTURAS/ DOENÇAS/ DOSES : Vide sessão Indicacações de Uso/Doses

1 Litro de PROSPECT® equivale a 133 g de PIRACLOSTROBINA e 50 g de EPOXICONAZOL

Efeito fisiológico
Utilizando PROSPECT® nas doses recomendadas podem ocorrer efeitos fisiológicos positivos na fisiologia das plantas, como o incremento da produtividade ou a qualidade do produto final.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Amendoim: Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas e repetindo se necessário, em intervalos de 14 a 18 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 2 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de carência.

Aveia e Cevada: Iniciar as aplicações no aparecimento dos sintomas quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo, respeitando-se o intervalo de carência.

Banana: lniciar as aplicações preventivamente, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário em intervalos de 14 a 21 dias para a Sigatoka-negra e de 28 a 35 dias para a Sigatoka-amarela dependendo da emissão de folhas e evolução da doença, não ultrapassando 5 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de carência.

Café: A aplicação devera ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar (*) de até 5%, reaplicar PROSPECT® na dose de 1,0 L/ha sempre que o índice de infecção foliar da Ferrugem atingir novamente ate 5%.
Em regiões onde as condições são favoráveis a ocorrência de Cercosporiose recomenda-se realizar uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico, seguindo-se com a aplicação em dezembro de PROSPECT® na dose de 1,5 L/ha e reaplicando na dose de 1,0 L/ha em março.
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de carência.
(*) Método de amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta folhas entre o 2° e 4° par de folhas do ramo, 10 folhas por planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas por talhão conforme a uniformidade do mesmo.

Milho: Iniciar as aplicações preventivamente, no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário dependendo da evolução da doença em intervalos de 20 dias, não ultrapassando 2 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de carência.

Soja: Oídio: a aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de 20% erepetir se necessário, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.
Ferrugem: a aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas de ataque de ferrugem ou preventivamente no inicio do florescimento (estádio fenológico R1 - R3), mesmo que ainda não tenha sido constatado o sintoma de ataque. Repetir a aplicação quando necessário dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.
Antracnose e Mela: a aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenologico R1 -R3) e repetida se necessário dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.
Doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar, Septoriose e Mancha-alvo): a aplicação devera ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e repetir se necessário dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Trigo: Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares. Utilizar a dose de 0,75 L/ha quando o nível de incidência de ataque mencionado for atingido antes da emissão da folha bandeira, repetindo se necessário quando o índice for novamente alcançado, não ultrapassando 2 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar uma Única aplicação de 1,0 L/ha quando o nível de incidência mencionado for alcançado após a emissão da folha bandeira. Para o controle da Brusone iniciar as pulverizações preventivamente quando a cultura estiver em fase de "emborrachamento" (pré-emissão dos cachos) e repetir no início do florescimento, nao ultrapassando 3 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de carência.

MODO DE APLICAÇÃO: PROSPECT deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger de modo que haja uma boa cobertura.
Para melhoria das características da aplicação (espalhamento, distribuição da calda; redução de evaporação) recomenda-se à adição de adjuvante indicado pelo fabricante na dose de 0,5 a 1,0% v/v.
Na Cultura de banana PROSPECT deve ser aplicado com óleo mineral para pulverização agrícola ou "spray oil" com índice de não sulfonação mínimo de 90% como veículo de pulverização.

•Aplicação terrestre:
Para a cultura de café quando plantado no espaçamento convencional a aplicação poderá ser feita com turbo atomizador, utilizando bicos de jato cônico com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.
Para a cultura da banana com pulverizador costal motorizado ou atomizador canhão modelo AF 427 bananeiro, observando sempre que seja feita uma cobertura total das folhas. Vazão de 15 a 20 litros de óleo de pulverização agrícola por hectare.
Para as culturas de amendoim, aveia, cevada, milho, soja e trigo com pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico ou leque. Os bicos devem ser distanciados 50 cm e a barra deve ser mantida numa altura que permita uma cobertura total da parte aérea das plantas.
Utilizar bicos de jato cônico ou leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.

•Aplicação aérea:
- Com uso de barra e bicos:
Para a cultura de banana usar bicos de jato cone vazio, do tipo 05, com disco (core) nunca maior que 45 graus, espaçados a cada 20 cm. Pressao na barra ao redor de 30 libras.
Volume de calda de 15 litros de Óleo de pulverização agrícola por hectare.
Largura da faixa de pulverização devendo ser estabelecida por teste. Altura de vôo de 2 a 3 metros sobre a cultura; em local onde essa altura não for possível, fazer arremates com passadas transversais paralelas aos obstáculos. Vento máximo de 15 km por hora sem ventos de rajada.
Para as culturas de aveia, cevada, milho, soja e trigo usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a 012, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressao na barra de 30 a 50 libras.
Volume de calda de 20 a 30 litros de água por hectare.

Com uso de atomizadores rotativos (Micronair AU 3000):
Na cultura de banana usar 4 atomizadores por barra. Angulo das pás de 25 a 35°, ajustado segundo as condições de vento, temperatura e umidade relativa, para reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação. Largura de faixa devendo ser estabelecida por teste. Altura de vôo de 3 a 4 metros sobre a cultura. Pressao conforme a vazão seguindo a tabela do fabricante.
Vazão de 15 litros de Óleo de pulverização agrícola por hectare.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENCAO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTECAO INDIVIDUAL COMO INDICADO

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não distribua os produtos com as mães desprotegidas
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro mecânico classe P2, Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento aplique de modo a não entrar na nevoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas, botas de borracha, mascara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, rótulo bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vomite ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR OPERA — PIRACLOSTROBINA (Pyraclostrobin) + EPDXICONAZOL (Epoxiconazole) + Hidrocarbonetos aromáticos
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico:Piraclostrobina ................ Estrobilurina
Epoxiconazole............ Triazol
Outros............ Hidrocarbonetos aromáticos

Vias de exposição: Dérmica, inalatória, oral e ocular.

Toxicocinética: Piraclostrobina: a absorção oral em ratos foi de aproximadamente 50%; a
absorção dérmica (1,6-2,6)% em ratos e de (3-8)% em pele humana in vitro. As concentrações plasmáticas alcançaram um pico entre (0,5-1) hora, e outro após 8 horas, a exceção das fêmeas que receberam altas doses (50 mg/kg) que alcançaram o pico apos 24 horas. A distribuição foi rápida e ampla no trato gastrointestinal, fígado, rins e plasma. Não houve evidencia de bioacumulação. Os processos metabólicos incluíram hidroxilação dos anéis aromáticos e/ou pirazoles e conjugação glucoronídeos e sulfato, resultando em metabolitos não importantes toxicologicamente. A excreção foi rápida nos primeiros 2 dias, pelas fezes (81- 92)%, bile (35-38)% e urina (10-13)%.
Epoxiconazole: em ratos, e rapidamente absorvido, metabolizado e excretado. A absorção oral foi de 69-95% em machos e de 52-61%, nas fêmeas. A vide média plasmática foi de 5 horas (baixas doses) e de 30 horas (altas doses). Aproximadamente 47 metabólitos foram identificados. Epoxiconazol foi detectado nas hemácias, seguidas pelo fígado, rim, pulmão e baço. O metabolismo incluiu principalmente: clivagem do anel oxirane, hidroxilação do anel aril fenil e fenil e conjugação.A via predominante de excreção foi a biliar e em menor proporção,
urinária.

Hidrocarbonetos aromáticos: solventes contendo nafta de petróleo pesada,naftaleno e óleo mineral. Os hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos em ratos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente (em minutos), atingem o sistema nervoso central (SNC) e outros Órgãos. A eliminação destes solventes, tanto em animais como no homem, ocorre principalmente pelo trato respiratório. A absorção oral é pobre e é eliminado nas fezes.

Modo/Mecanismos de toxicidade: Piraclostrobina: não se conhece o mecanismo de toxicidade especifico para humanos. Nos fungos atua inibindo a respiração mitocondrial o que resulta na cessação do crescimento fúngico.
Epoxiconazole: É um potente indutor do sistema enzimático hepatico citocromo P450. Estudos especiais in vitro em culturas de células de ratos, suínos e humanos e estudos in vivo em ratos mostraram que o Epoxiconazol é um potente inibidor da atividade aromatase (enzima responsável pela conversão da testosterona e androestenediona em esteróides sexuais femininos como o estradiol) e também um moderado inibidor da atividade da 17-hidroxilase responsável pela produção de cortisol). Estas ações levariam a diminuição dos níveis de estrogênio e prolactina e ao incremento dos níveis de testosterona e androestenediona. Como conseqüência da redução do estradiol, as concentrações de LH e FSH seriam ligeiramente incrementadas (mecanismo que levaria a proliferação celular continua nos ovários e a indução de tumores). Similarmente, a redução do cortisol elevaria os níveis de ACTH, o que explicaria o incremento de tumores nas adrenais.
Hidrocarbonetos aromáticos: o principal modo de ação tóxica é a depressão do SNC.

Sintomas e Sinais clínicos : Piraclostrobina: Toxicidade aguda: em humanos foram observados:

Exposição...................... Sinais e Sintomas:
Dérmica: Perigosa se absorvida pela pele. Pode causar irritação dérmica moderada, prurido, eritema, queimadura. Não é sensibilizante dérmico.
Ocular: Dor ocular, conjuntivite (lesão importantes, mas reversíveis)
Inalatória: Irritação do trato respiratório superior e dor torácico
Oral: Fraqueza, cefaléia, tonturas. Pode ser fatal.

Toxicidade crônica: não há dados suficientes para avaliar o potencial carcinogênico da Piraclostrobina em humanos.

Epoxiconazole: Intoxicação Aguda: ainda há pouca informação sobre efeitos clínicos em indivíduos expostos a Epoxiconazol. Esses Indivíduos devem ser submetidos a uma avaliação minuciosa do histórico clinico e exames físicos que identifiquem qualquer anormalidade.
Em animais o fígado e o principal órgão-alvo e foi observado:

Exposição........Sinais e sintomas
Dérmica: Irritante lave. Não sensibilizante dérmico
Ocular: Irritante leve
Inalatória: Baixa toxicidade
Oral: Baixa toxicidade

Toxicidade crônica: em estudos crônicos o órgão-alvo e o fígado.
É classificado como provavelmente cancerígeno para humanos (EPA, grupo 2A). E suspeito de produzir desregularão endócrina . Em estudos em animais, o Epoxiconazol causou malformações esqueléticas fetais e provocou redução da fertilidade.

Hidrocarbonetos aromáticos: Toxicidade aguda:
Exposição..... Sinais e Sintomas
Inalatória: Irritação e transtornos no SNC (cefaléia, vertigem, efeitos anestésicos, sonolência, confusão, perda de consciência), arritmias cardíacas e óbito.
Oral: Não causa toxicidade sistêmica importante devido a pobre
absorção, a exceção de pneumonia aspirativa que pode progredir a óbito. O naftaleno em grandes quantidades, pode causar hemólise, lesões renais e cataratas.
Dérmico: Irritação e dermatite laves (contato freqüente ou prolongado). Pode agravar uma lesão pré-existente.
Ocular: Irritante leve.

Toxicidade crônica: o naftaleno foi classificado pelo IARC como possível carcinogênico em humanos (grupo 2B).

Diagnóstico: O diagnóstico a estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Tratamento: Antídoto: não antídoto específico
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.

Exposição Oral: • Lavagem gastrica: não está indicada pela presença dos hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração);
• Carvão ativado: se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em
adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 a;
• Não provocar Vômito;
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas
permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubação se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida e PEEP se requerido.Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas apos o desaparecimento dos sintomas.

Exposição Inalatória:Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com ß2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.

Contra-indicações: A indução do vômito a contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos Sinérgicos: Não relatados em humanos.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: BASF S.A. Guaratinguetá — S.P.
(08000) 11.2273 ou (0xx12) 3128-1357

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinetica e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos agudos e crônicos para animais de Laboratório:

OPERA, foi testado em animais de laboratório, A DL50 aguda oral para ratos foi estabelecida em 531 g para fêmeas e 730 mg/kg para machos, os principais sintomas de intoxicação aguda oral apresentados pelos animais de laboratório foram: hipoatividade, ereção nos pelos e dispnéia . A DL-50 a dermal foi de 4000 mg/kg para ratos machos e fêmeas e foi observado redução no ganho de peso corporal. O produto testado mostrou-se irritante para os olhos e também irritante para a pele de coelhos. O produto não apresentou potencial sensibilizante cutâneo em cobaias.

Efeitos crônicos:
Piraclostrobina: a administração oral crônica de Piraclostrobina causou redução no peso corporal atos e camundongos), necrose celular hepática (ratos) e alterações hematológicas. Não houve evidencias de genotoxicidade, mutagenicidade ou carcinogenicidade (ratos e camundongos). Em estudo com ratos, observou-se redução no ganho de peso e consumo da dieta em adultos, e redução no ganho de peso em filhotes (F1 e F2), um leve retardo da abertura vaginal em filhotes F1 a altas doses, redução pequena no peso do cérebro em filhotes F2. Não foram observadas alterações nos parâmetros reprodutivos dos animais testados. Incremento na incidência de costelas cervicais foi observado nos filhotes (NOEL = 25 mg/kg/dia). Estudo em coelhas, o NOEL materno foi < 5 g/kg/dia, baseado em transitória redução no consumo da dieta e no peso corporal. Efeitos sobre o desenvolvimento foram observados a NOEL = 5 mg/kg/dia (abortos precoces). Nas doses mais altas ouve redução no tamanho da ninhada.

Epoxiconazol: após exposição crônica em ratos e camundongos o Órgão-alvo foi o Nada Foi observado diminuição das glândulas adrenais (machos) e Óbitos. Em cães provocou alterações hematológicas (anemia). Não houve evidencias de neurotoxicidade. Não há evidencias de genotoxicidade ou mutagenicidade, entretanto, foram observados efeitos carcinogênicos em ratos: incremento na incidência cistos nos ovários e adrenais; de tumores benignos e malignos nas adrenais machos e fêmeas) e tumores hepáticos em machos. Em camundongos: tumores benignos e malignos hepáticos. Efeitos na reprodução e sobre o desenvolvimento: em ratos produz redução do ganho de peso, do consumo de alimentos, do peso corporal e do peso das glândulas adrenais machos). Em fêmeas prenhas: ginecorragia e incremento no peso do fígado, abortos e óbitos. Na produção: incremento de natimortos e redução de viabilidade fetal; incremento no número de malformações esqueléticas fetais (costelas) a altas doses e diminuição no peso dos filhotes e incremento de saúde frágil após o nascimento. Em coelhos: diminuição do peso corporal, consumo de alimentos, peso do útero e incremento de abortos (a altas doses); não foram encontradas substancias relacionadas ao Epoxiconazol nos fetos. Efeitos endócrinos: estudos in vitro e in vivo indicaram feitos de desrequlação endócrina nas glândulas adrenais.

Hidrocarbonetos aromáticos: em ratos, doses elevadas do produto produziram lesões no estômago, gado, tireóide e bexiga urinaria. Esses efeitos devem ser considerados para indivíduos submetidos a exposição ocupacional. O naftaleno presente no produto induziu tumores de nariz em ratos, e tumores e pulmão em camundongos fêmeas. Estudos in vitro com naftaleno foram positivos para formação de micronúcleo, aberrações e recombinações cromossômicas.

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhen¬tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - telefone de emergência: (08000) 11-2273 ou (0xx12) 3128-1357
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

Manejo Integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos ecológicos e sociológicos.
Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempra que possível, realizar adubação adequada, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através da diagnose correta do problema.

PROSPECT é um novo fungicida, eficiente sobre patógenos resistentes que não tenham manifestado resistência cruzada a estrobilurinas.
Seguindo normas internacionais do Comitê de Resistência a Fungicidas (FRAC), para uso de fungicidas do grupo químico das estrobilurinas e outros com mesmo modo de ação, recomendam-se as seguintes estratégias no intuito de preservar a atividade dos fungicidas:
• Sempre aplicar os fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas de acordo com a dose registrada pelo fabricante;
• O número total de aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas devem ser limitadas durante o ciclo da cultura, seguindo-se a seguinte recomendação:
a) No manejo de controle de doenças com um total de até 7 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura, utilizar no máximo 2 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.
b) No manejo de controle de doenças com um total de 8 a 11 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura, utilizar no máximo 3 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.
c) No manejo de controle de doenças com um total de 12 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura, utilizar no máximo 4 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.
d) No manejo de controle de doenças com um total acima de 12 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura, utilizar somente 30 % do total das pulverizações com fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.
• Usar os fungicidas com mesmo modo de ação das estrobilurinas em aplicações em blocos ou alternadas com fungicidas de diferentes modo de ação. Quando forem realizadas aplicações em blocos não realizar mais do que 3 aplicações consecutivas;
• Fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas são extremamente eficientes na prevenção da germinação dos esporos, por isso, devem ser usados preventivamente, evitando-se o uso em condições curativa e erradicativa no intuito de diminuir a pressão de seleção;
• Nunca finalizar as pulverizações ao termino do ciclo da cultura com fungicidas com mesmo modo de ação das estrobilurinas.