Bula Rimon Supra - Adama

Bula Rimon Supra

acessos
Novaluron
14511
Adama

Composição

Novalurom 100 g/L Éter difenílico

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Fisiológico

Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 a 50 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 7 dias. O produto deve ser aplicado quando for constatada a presença da mariposa na lavoura
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 93 dias. Pode ser aplicado quando forem constatadas duas lagartas por planta ou 25% de desfolha do ponteiro
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 a 250 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 93 dias. A pulverização deverá ser feita quando houver de 10 a 12% de botões florais atacados por lagartas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
200 a 300 mL p.c./ha 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 7 dias. Aplicar logo após constatar a presença da praga na lavoura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
250 a 300 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 45 dias. 21 dias. O controle deverá ser iniciado quando for constatada a presença da praga na lavoura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
100 a 150 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 60 dias. 7 dias. Quando for encontrada uma intensidade de infestação igual ou superior a 3% de lagartas sobre as folhas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 21 dias. Quando for constatada a presença de lagartas na lavoura
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira
(Bonagota cranaodes)
50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 3 dias. Ficar atento depois do mês de setembro onde o índice de infestação aumenta
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 3 dias. A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga, tendo em vista que, a mesma ataca os ponteiros novos e os frutos da macieira
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 a 50 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 20 dias. 3 dias. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 a 50 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 20 dias. 3 dias. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 83 dias. Efetuar o controle logo que surjam os primeiros sintomas de ataques ao cartucho, e folhas raspadas
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
60 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Início da infestação
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 a 50 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 3 dias. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
40 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 7dias. A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga, tendo em vista que a mesma ataca os ponteiros novos e os frutos do pessegueiro, por isso a pulverização deve ser focada nessas regiões
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
40 a 50 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 3 dias. A aplicação do produto deve ser iniciada quando for constatada a presença da praga na lavoura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50 a 75 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 53 dias. A aplicação deve ser feita nos seguintes casos: 1° caso: antes da floração se houver uma destruição de 30% ou mais da área foliar e, 2° caso: após a floração até o desenvolvimento das vagens se houver 15% ou mais de desfolhamento por amostragem
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
60 a 80 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. As pulverizações devem ser da postura, ou seja, nas sépalas
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
20 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença de adultos na lavoura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
75 a 100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. Fazer uma aplicação quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou os sintomas de ataque nas folhas
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
50 a 75 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. Fazer uma aplicação quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou os sintomas de ataque nas folhas

O ROMIN SUPRA é um inseticida fisiológico do grupo químico benzoiluréia recomendado para controle de pragas nas culturas de abobrinha, algodão, batata, café, cana-de-açúcar, feijão, maça, melão, milho, pêssego, pepino, repolho, soja, tomate e trigo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

O RIMON SUPRA, pelo seu modo de ação (inibidor da síntese de quitina), não possui efeito de choque nos alvos citados. Sua eficiência começa a se manifestar entre 3 a 5 dias após a pulverização. Portanto deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão na fase de 10 e 20 ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causam prejuízos as culuras. Desta maneira, a aplicação do produto evitará que os insetos cheguem a ínstares mais avançados, evitando o prejuízo.

ABOBRINHA
Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis): A maior ocorrência dessa praga é de sete março. O produto deve ser aplicado quando for constatada a presença da mariposa na lavoura, devendo atingir toda a parte aérea procurando proteger as flores e frutos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
As aplicações devem ter intervalos de 10 dias. Realizar no maximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura.

ALGODÃO
Curuquerê (Alabama argillacea): As lagartas costumam se alimentar da parte superior das plantas e as fêmeas depositam seus ovos geralmente ao anoitecer. O produto pode ser aplicado quando forem constatadas duas lagartas por planta ou 25% de desfolha do ponteiro. Repetir a aplicação caso haja re-infestação.
Realizar no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias.

Lagarta-militar (Spodopterafrugiperda): A pulverização deverá ser feita quando houver de 10 a 12% de botões florais atacados por lagartas. Deve-se fazer uma pulverização de tal maneira que o produto atinja as folhas do terço inferior das plantas, visto que grande parte da posturura dos ovos ocorre nesta região. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Repetir a aplicação caso haja re-infestação.
Realizar no máximo 3 (três) aplicações por safra com intervalos de 15 dias.

BAT A T A
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella): Aplicar logo após constar a presença da praga
na lavoura, podendo repetir a aplicação com intervalo de 10 dias, dependendo do nível da infestação. Notar que a praga inicialmente prejudica as folhas e, posteriormente quando estas e os ramos começam a secar, ataca os tubérculos podendo destruí-los totalmente, por isso, deve-se fazer o controle logo no início da infestação. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
Realizar no máximo 3 (três) aplicações por safra com intervalos de 10 dias.

CAFÉ
Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella): O nível de controle dessa praga varia de acordo com a época de ocorrência. Assim, em locais onde os ataques ocorrem no período seco (julho, agosto) o controle deverá ser iniciado quando for constatada a presença da praga na lavoura. Usar a dose maior em casos de infestações maiores. Poderá ser utilizado óleo mineral na concentração de 0,25% para melhorar a cobertura e molhamento das folhas.
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações por safra com intervalos de 45 dias.

CANA-DE-ACÚCAR
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis): A época adequada para o controle é quando for encontrada uma intensidade de infestação igual ou superior a 3% de lagartas sobre as folhas. A amostragem é feita observando-se, na região do limbo, junto ao "palmito" da cana, a presença de lagartas de 10 e 20 ínstar antes de entrarem no colmo. Deve-se pulverizar a planta visando atingir as folhas na região do palmito, visto que a praga se encontra nessa região. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações por safra com intervalos de 60 dias.

FEIJÃO
Lagarta-falsa-medideira (Pseudop/usia includens): A aplicação deve ser feita quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações por safra com intervalos de 15 dias.

MAÇÃ
Lagarta-enroladeira-da-folha (Bonagota cranaodes): Essa praga tem como principal característica o ataque das folhagens e dos frutos em fase de maturação, se alimentando da casca e da polpa, inutilizando-o para comercialização. Ficar atento depois do mês de setembro onde o índice de infestação aumenta.
O produto deve ser aplicado com intervalo de 14 dias a partir do início da infestação da praga, não ultrapassando três aplicações por cicio.

Mariposa-oriental (Grapho/ita mo/esta): A aplicaçãoo deve ser feita no início da infestação da
praga, tendo em vista que, a mesma ataca os ponteiros novos e os frutos da macieira por isso a pulverização deve ser focada nessas regiões.
O produto deve ser aplicado com intervalo de 14 dias a partir do início da infestação da praga, nao ultrapassando 3 (três) aplicações por ciclo.


MELÃO
Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis): A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e fruto . A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na regiao.
As aplicações devem ter intervalos de 20 dias, não ultrapassando 3 (três) aplicações por cicio.

MILHO
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): O nével de controle dessa praga é de 20% de plantas com folhas raspadas, ate o 30° dias após o plantio, e de 10% de plantas com folhas raspadas do 40° ao 60° dia. Recomenda-se, então, efetuar o controle logo que surjam os primeiros sintomas de ataques ao cartucho, e folhas raspadas. Deve-se aplicar o produto com jato dirigido para o cartucho da planta.
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações por safra com intervalos de 15 dias.

MORANGO
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridiana): A pulverização deverá ser feita no início da infestação, quando as lagartas encontrem-se nos primeiros instares de desenvolvimento. Deve se fazer uma pulverização de tal maneira que o produto atinja toda a parte aérea da planta, assegurando uma boa cobertura do alvo. Repetir aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 (três) aplicações por safra.

PEPINO
Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis): A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos.
A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
As aplicações devem ter intervalos de 10 dias, não ultrapassando 3 (três) aplicações por ciclo.

PÊSSEGO
Mariposa-oriental (Grapholita molesta): A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga, tendo em vista que, a mesma ataca os ponteiros novos e os frutos do pessegueiro, por isso a pulverização deve ser focada nessas regiões.
O produto deve ser aplicado com intervalo de 14 dias a partir do início da infestação da praga, não ultrapassando 3 (três) aplicações por ciclo.

REPOLHO
Traça-das-crucíferas (Plutella xyllostella): Essas pragas alimentam-se da parte extema ou intema das folhas, inutilizando para o consumo. A aplicação do produto deve ser iniciada quando for constatada a presença da praga na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
O produto deve ser aplicado com intervalo de 10 dias a partir do início da infestação da praga, não ultrapassando 3 (três) aplicações por ciclo.

SOJA
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): A aplicação deve ser feita nos seguintes casos: l°caso: antes da floração se houver uma destruição de 30% ou mais da área foliar e, 2° caso: após a floração ate o desenvolvimento das vagens se houver 15% ou mais de desfolhamento por amostragem. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações por safra com intervalos de 15 dias.

TOMATE
Broca-pequena-do-tomateiro (Neoleucidones elegantalis): Essa praga costuma atacar os frutos em sua fase larval se alimentando da polpa. As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos estiverem pequenos, aplicando o produto principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
Realizar 3 (três) aplicações com intervalo de 7 dias, a partir do início da infestação da praga.

Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta): Essa praga ocorre durante todo o ciclo da cultura e ataca toda a planta em qualquer estádio de desenvolvimento, fazendo galeria nas folhas, ramos e principalmente na gemas apicais, onde destroem brotações novas, além dos frutos que são depreciados para a comercialização. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença de adultos na lavoura.
Devem ser iniciadas as aplicações com intervalos de 10 dias a partir do início da infestação da praga ou quando for constatado a presençaa de adultos na lavoura. Não ultrapassar três aplicações por ciclo da cultura.

TRIGO
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) e Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda): Fazer aplicação quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou os sintomas de ataque nas folhas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação e menor histórico da praga na região.
Realizar no máximo 2 (duas) aplicações por safra com intervalos de 15 dias.


MODO DE APLICAÇÃO:

APLICAÇÃO TERRESTRE:
O RIMON SUPRA deve ser aplicado na parte aérea das plantas (pulverização foliar) atravé de
pulverizadores costais ou tratorizados, equipados com pontas e pulverização (bicos) do tipo cônico, proporcionando uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.
Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva.
A regulagem do pulverizador deve ser aferida diariamente. Poderá ser utilizada a seguinte fórmula para calibragem do pulverizador:

Litros/hectare = 60.000 x litros/minuto km/hxE
E = espaçamento entre bicos na barra (cm); Litros/minuto= vazão do bico; Km/h = velocidade do pulverizador.
Ao esvaziar a embalagem, é obrigatório realizar a TRÍPLICE LAVAGEM, sempre vertendo no pulverizador, a calda resultante da tríplice lavagem.
Para outros parametros referentes a tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Na cultura do milho, utilizar especificamente bicos de jato leque. Para reduzir a perda de calda recomenda-se fechar os bicos que ficarão nas entrelinhas da cultura, deixando em atividade somente aqueles sobre as linhas da cultura.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30°C;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
- Velocidade do vento de no máximo 10 km/h.
Para aplicações via aérea, além dos cuidados normais empregados nas aplicações de inseticidas, utilizar um volume de calda de 20 a 40L/ha. Aplicar somente com barra e pontas adequados para aplicação aérea, e pressão de trabalho de 30 a 50 psi.

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30°C;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
- Velocidade do vento de no máximo 7 km/h;
- Altura de vôo: 3 a 4 metros da cultura.
A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do Engenheiro Agrônomo, evitando sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abobrinha....................................................... 7 dias Algodão.......................................................... 93 dias
Batata............................................................ 7 dias
Café............................................................... 21 dias
Cana-de-açúcar............................................. 7 dias
Feijão............................................................ 21 dias
Maçã............................................................. 3 dias
Melão............................................................ 3 dias
Milho............................................................. 83 dias
Pêssego........................................................ 7 dias
Pepino........................................................... 3 dias
Repolho......................................................... 3 dias
Soja............................................................... 53 dias
Tomate.......................................................... 7 dias
Trigo.............................................................. 14 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomenda~6es aprovadas pelo 6rgao responsavel pela Saude Humana ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Além de seguir rigorosamente as instruções de uso do produto, não há outras limitações a serem observadas.
O produto não apresenta fitotoxicidade para as culturas indicadas.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENCÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO EVIDENTE EXPOSIÇÃO ORAL, INALATÓRIA, OCULAR E DERMAL.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTECAO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:

•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

•Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
•Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator ou avião, aplique o produto contra o vento.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas, botas de borracha, mascara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

•Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
•Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vomite ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR BENZOILURÉIA
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: benzoiluréia.
Classe toxicológica: III - MEDIAMENTE TÓXICO.
Vias de exposição: oral, dermal, inalatória e ocular.
Sintomas e sinais clínicos: Não há casos conhecidos de intoxicação para o ser humano. Em estudos com animais de laboratório, o produto demonstrou ser de baixa toxicidade quando avaliado os seguintes parâmetros: Dose letal oral e dermal e pouco toxico; irritabilidade dermal: causou uma leve irritação e Irritabilidade ocular: não é irritante. Quando os animais foram submetidos a altas doses, foram observados sintomas como: letargia, diminuição da frequência respiratória, palidez nas extremidades, diarréia e aumento da salivação.
Toxicocinética: Estudos demonstraram que o novaluron é muito pouco absorvido após administração oral e sua distribuição ocorre no tecido adiposo, fígado, bile e rins, principalmente como molécula inalterada. O produto foi excretado rapidamente e inalterado nas fezes e urina, sendo aproximadamente 95% do produto é excretado pelas fezes. A excreção pela urina é mais lenta e de aproximadamente 5%. Após 72 horas da administração, os níveis de concentração do produto no plasma, sangue e tecidos foram reduzidos a aproximadamente metade daquela atingida 5 horas depois da administração.
Diagnóstico: O diagnóstico deve ser baseado no histórico de contato com o produto e nos sintomas apresentados pelo paciente.
Tratamento: Não há um antídoto específico. A critério médico, utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse). O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico; as ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade, em caso de ingestão, envolve lavagem gástrica, com cuidado para evitar aspiração intrapulmonar. Administrar a 15-30 g de sulfato de sódio ou magnésio dissolvido em água, bem como 15-20 g de carvão ativado. Em caso de exposição por contato, a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial as regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório ocular e dermal podem ser
requeridas.
Contra-inidicações: Não há contra-indicações, pois o produto não é recomendado para consumo humano.
Efeitos sinérgicos: Não há.
ATENÇÃO: para informações médicas:
Disque-intoxicação: RENACIAT 0800 722 6001
Telefone de emergência: 0800 400 7505

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO, E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Os resultados indicam que o produto é muito pouco absorvido após administração oral. A maioria da substância teste foi excretada inalterada nas fezes. os níveis de radioatividade nos tecidos seguidos de administração repetida estavam aumentados em comparação com os animais que receberam única dose. Os níveis em todos os tecidos diminuíram rapidamente em aproximadamente 5-10 vezes de 5 a 168 horas após a administração. 72 horas após a administração, os níveis restante no plasma, sangue e tecidos tinham caído aproximadamente metade da concentração de 5 horas após a administração.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos: DL50 oral para ratos: > 2000mg/kg.
DL50 dérmica pra ratos: > 4000mg/kg.
irritabilidade dérmica em coelhos: levemente irritante.
Irritabilidade ocular em coelhos: levemente irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.

Efeitos crônicos: Não há casos conhecidos de efeitos crônicos sobre o ser humano. Experimentos realizados com animais de laboratório, (ratos, camundongos, cães e coelhos), o produto não apresentou atividade mutagênica, carcinogênica ou teratogênica. No estudo em ratos, com altas doses de 700 e 20000 ppm foram observadas alterações hematológicas (hemoglobina e eritrócitos). Não ocorreu qualquer alteração bioquímica no plasma sanguíneo e na composição da urina.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhen¬tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S.A. - telefone de emergência: 0800 400 7505 OU 0800 7071 767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante, atravbés do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tomar-se urn problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido a resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
•Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;

•Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
•Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;

•Sempre consultar urn Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;

•Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br). Ou para o Ministerio da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, varidades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visando o melhor equilíbrio do sistema.