Bula Safety - Iharabras

Bula Safety

acessos
Etofenprox
695
Iharabras

Composição

Etofenproxi 300 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Inflamável
Não Classificado
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
250 a 500 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 5 dias. 15 dias. 10 % dos botões florais com perfurações
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
1000 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. -
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Início da infestação da praga
Percevejo do arroz
(Oebalus poecilus)
300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Início da infestação da praga
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 a 500 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalo de 7 a 15 dias, realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicar no início do aparecimento das pragas
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
100 a 450 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalo de 7 a 15 dias, realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicar no início do aparecimento das pragas
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 a 500 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalo de 7 a 15 dias, realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicar no início do aparecimento das pragas
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
100 a 450 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalo de 7 a 15 dias, realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Aplicar no início do aparecimento das pragas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
40 a 60 mL p.c./100L água 5 L de calda / planta - Única. 7 dias. Início do aparecimento da praga
Psilideo
(Diaphorina citri)
30 mL p.c./100L água 5 L de calda / planta - Única. 7 dias. Início do aparecimento da praga
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
30 mL p.c./100L água 5 L de calda / planta - Única. 7 dias. Início do aparecimento da praga
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das palmeiras
(Brassolis sophorae)
200 a 300 mL p.c./ha 1000 L de calda/ha - - 21 dias. Início do aparecimento da praga
Lagarta das palmeiras
(Brassolis sophorae)
200 a 300 mL p.c./ha 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 21 dias. Iniciar aplicação no início do desenvolvimento e surgimento da praga na cultura
Dendê Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das palmeiras
(Brassolis sophorae)
200 a 300 mL p.c./ha 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 21 dias. Iniciar aplicação no início do desenvolvimento e surgimento da praga na cultura
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Psilideo de concha
(Glycaspis brimblecombei)
100 a 200 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - UNA. Início do aparecimento da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
500 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 a 15 dias. 3 dias. Início do aparecimento da praga
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
50 a 70 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Realizar aplicação a partir do início da infestação da praga
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
40 a 60 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - - 1 dia. Quando identificado presença de adulto
Tripes
(Selenothrips rubrocinctus)
40 a 60 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - - 1 dia. Início do aparecimento da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
40 a 60 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Preventivas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
70 a 100 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Quando as lagartas começam a raspar as folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
35 a 50 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 a 15 dias. 15 dias. Início do aparecimento da praga
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
400 a 500 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 a 15 dias. 15 dias. Início do aparecimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
40 a 60 mL p.c./100L água 600 a 1200 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 3 dias. Início do aparecimento da praga
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
60 mL p.c./100L água 600 a 1200 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 3 dias. Início do aparecimento da praga
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
60 mL p.c./100L água 600 a 1200 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 3 dias. Início do aparecimento da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 a 500 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha (UBV) 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 a 15 dias. 16 dias. Início do aparecimento da praga
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
100 a 450 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 a 15 dias. 16 dias. Início do aparecimento da praga
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
100 mL p.c./100L água 1000 L/ha - 7 dias. 7 dias. Realizar as aplicações a partir do momento da constatação da presença da praga na área através de monitoramento constante. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias

Frasco plástico de 50 mL; 100 mL; 200 mL; 250 mL; 500 mL e 1 Litro;
Balde metálico de 20 Litros;
Bombona plástica de 5, 6, 10 e 20 Litros;
Stand-up pouch metálico com tampa de 100 mL, 200 mL, 500 mL e 1 Litro;
Bag in box de 20 Litros.

"SAFETY" é apresentado na forma de concentrado emulsionável, e é aplicado através de pulverizadores com equipamentos terrestres e aéreos. São usados pulverizadores costais manual ou motorizado, tratorizados de barra, aviões com barras ou atomizadores, ou outros tipos de equipamentos. A quantidade de calda varia de 150 L/ha para Arroz, de 300 a 400 L/ha para Algodão, Feijão e Milho, de 100 a 250 L/ha para Aveia, Cevada, Soja e Trigo, e de 600 a 1200 L/ha para Tomate. No caso de Citros, utilizar 5 L de calda/planta ou conforme o porte da planta. Manga: Utilizar volume de calda de 1000 L/ha, na forma de isca tóxica (água + melaço + inseticida). Dosagem de melaço: 5% do volume de calda. Coco, Dendê, Maçã, Melão e Uva: Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. Eucalipto: Utilizar volume de calda de 400 a 500 L/ha. Em qualquer tipo de aplicação, providenciar para que haja uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Não aplicar o produto quando as abelhas estiverem forrageando na área de aplicação e durante o período de florescimento. Caso seja necessária a aplicação na cultura do Algodão durante o período de florescimento, NÃO aplicar entre os horários de 10:00 e 14:00 horas objetivando reduzir o risco de impactos negativos ou nocivos na população de abelhas.
• Via terrestre: utilizar pulverizadores tratorizados de barra, dotados de bicos cônicos vazio da série JA ou D, ou equivalentes com pressão de 100 a 120 lb/pol2 . No caso de citros e manga utilizar turbo atomizador ou pulverizador motorizado munido de pistola equipados com os bicos apropriados para obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta. No caso do arroz, aplicar com equipamento manual ou motorizado, costal, estacionário ou pistola. Com o pulverizador tratorizado de barra, utilizar bicos jato cônico vazio da série JA ou D utilizando nesta série o difusor 23 ou 25 de acordo com as variações da umidade relativa do ar nas áreas de aplicação, de forma a se obter um diâmetro de gotas de 110 a 140 µm e uma densidade de 50 a 70 gotas/cm², sobre o local onde o alvo biológico se situa. A pressão de trabalho para os bicos recomendados deverá ser de 80 a 120 libras. Utilizar turbo atomizador conforme regulagem acima citadas e procurar através de volume de calda e tamanho de gotas obter uma aplicação com cobertura uniforme de toda a parte aérea da planta. No caso das culturas de Coco e Eucalipto pode ser utilizado turbo atomizador, munido de pistola, equipado com os bicos apropriados ou outro tipo de equipamento que garanta uma cobertura uniforme na parte aérea do produto. - O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.
• Via aérea: Esta modalidade de aplicação é indicada para as culturas: Algodão, Arroz, Eucalipto, Feijão, Milho, Soja e Trigo. Volume de calda para aplicação: 10 a 30 L/ha, dependendo da tecnologia de aplicação empregada. Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm². Tamanho de gotas (DMV): 100 a 400 µm. Altura sugerida de voo de 3 m acima do alvo. Calcular a altura do voo em função da velocidade do vento. Considerar para o cálculo o fator AMSDEN de 30. Condições meteorológicas: - Temperatura do ar abaixo de 30ºC; - Umidade relativa do ar: acima de 55%. Velocidade do vento: entre 5 a 10 Km/h. Podem ser utilizados atomizadores rotativos como Micronair, ASC ou Turboaero. Usar a combinação de ponta e difusor que produza uma neblina com o maior DMV (Diâmetros Medianos Volumétricos de gotas) e menor PRD (Potencial de Risco de Deriva). Voar na altura adequada para uma distribuição correta na faixa de aplicação e evitando deriva; manter esta altura e não voar mais alto do que o necessário, acompanhando sempre o FATOR AMSDEN. Realizar sempre reconhecimento da área em que se está aplicando, tentar localizar além dos obstáculos, residências, estábulos, apiários, granjas, bem como lago e pastagem vizinhas à área que está sendo tratada. Ficar atento para as variações de vento, em direção, sentido e intensidade, em relação a sua linha de voo. Não hesitar em parar as aplicações se uma mudança de vento ocorrer e vier a provocar a deriva. Parar as aplicações sempre que a temperatura passar dos limites 30° C para veículo água, 32° C para UBV (Ultrabaixo Volume) ou se a umidade relativa descer a níveis abaixo de 55% para veículo água. Não voar com equipamento vazando e realizar a sua manutenção adequada. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Todas as atividades aero agrícolas devem ser acompanhadas de Técnicos em Agropecuária, de nível médio, possuidores de curso de executor técnico em Aviação Agrícola, reconhecido pelo Ministério da Agricultura. Todos os procedimentos ligados às atividades aeroagrícolas devem estar em conformidade às regulamentações e legislações específicas ditadas pelo Ministério da Agricultura e devem evitar e mitigar riscos de contaminação ambiental e risco à saúde humana.

• Condições Climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com as variações da umidade relativa do ar para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de 2 a 10 km/h, temperatura inferior a 32ºC e umidade relativa acima de 55%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação. Obs.: Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA: Manga e Melão: 1 dia; Feijão, arroz, milho e tomate: 3 dias; Citros, aveia, cevada e uva: 7 dias; Algodão e soja: 15 dias; Trigo: 16 dias; Côco e dendê: 21 dias; Maçã: 14 dias; Eucalipto: UNA - Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrada na lavoura ou áreas tratadas antes deste prazo, usar macacão de algodão hidrorrepelente de mangas compridas, luvas e botas de borracha.
LIMITAÇÕES DE USO: - Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. - Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. - Não aplicar o produto quando as abelhas estiverem forrageando na área de aplicação e durante o período de florescimento. Caso seja necessária a aplicação na cultura do Algodão durante o período de florescimento, NÃO aplicar entre os horários de 10:00 e 14:00 horas objetivando reduzir o risco de impactos negativos ou nocivos na população de abelhas. - Deriva: Não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja as plantas daninhas em floração, cercas vivas ou culturas em floração nas proximidades da área a ser tratada.


PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. Use macacão com mangas compridas, luvas, chapéu de abas largas e botas. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.

RECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, óculos, luvas, chapéu de abas largas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Em caso de ingestão, não provoque vômito e procure logo o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Em caso de contato com a pele, lave-a com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Em caso de contato com os olhos, lave-os com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Em caso de inalação, procure local arejado e vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

TRATAMENTO: Sintomático.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é Perigoso ao meio ambiente (Classe III).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas principalmente crianças.
- Coloque placa de advertência com os dizeres CUIDADO VENENO.
- Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinaliza a área.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS - telefone de emergência: (0xx15) 3235 7700.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculo protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através de telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: Interrompa imediatamente o consumo humano e animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lvagem ( Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao preocesso de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até um quarto de seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar os pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo orogonal da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posção, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data de compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalemnte utilizado nese prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mpinimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.


TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida SAFETY pertence ao grupo 3A (moduladores dos canais de Sódio) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do SAFETY como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar SAFETY ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de SAFETY podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SAFETY ou outros produtos do Grupo 3A. • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que dispon��vel e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org) ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).