Bula Sialex 500

acessos
Procymidone
3994
Sumitomo

Composição

Procymidone 500 g/kg Dicarboximida

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Sistêmico
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
100 a 150 g p.c./100 L de água - - 7 dias. 3 dias. Sialex 500
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1,5 a 2 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 30 dias. Fazer aplicações preventivamente, assim que surgirem as primeiras flores no 5º ramo (estádio fenológico F5)
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão branca
(Sclerotium cepivorum)
200 g/100 kg bulbilhos - - Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego. Tratar os bulbilhos antes do plantio umedecendo-os para maior aderência do produto
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
2 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar uma única aplicação. 100 dias. Poderá ser feita, em uma única aplicação, no sulco de plantio sobre a batata-semente (2,0 - 3,0 kg/ha) ou em duas vezes, sendo a primeira no sulco de plantio (1,5 kg/ha) sobre a batata-semente e a segunda aplicação antes da amontoa (1,5 kg/ha)
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
75 a 150 g p.c./100 L de água 300 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Deverá ser feita até duas aplicações logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1 a 1,5 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Deverá ser feita até duas aplicações logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
100 a 150 g p.c./100 L de água - - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
100 a 150 g p.c./100 L de água - - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
100 a 150 g p.c./100 L de água - - 7 dias. 7 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1 a 1,5 kg p.c./ha - - 7 dias. 14 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
100 a 150 g p.c./100 L de água - - 7 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas preventivamente ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas do cancro-das-hastes
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
100 a 150 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. As aplicações devem ser iniciadas preventivamente ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas do cancro-das-hastes
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
50 a 100 g p.c./100 L de água - - 7 dias. 1 dia. Fazer aplicações semanais, a partir do florescimento, repetindo se necessário
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
150 a 200 g p.c./100 L de água - - 7 dias. 7 dias. Aplicar de 2 a 3vezes antes da colheita, sendo a última aplicação o mais perto do início da colheita, obedecendo o período de carência estabelecido, visando proteger os frutos pós-colheita
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
100 a 150 g p.c./100 L de água - - Relizar duas aplicações. Uso não alimentar. Efetuar uma aplicação na fase de "grão de arroz" e outra um dia antes da colheita
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 - 12 dias. 30 dias. As aplicações devem ser iniciadas de forma preventiva, ou logo aos primeiros sintomas do aparecimento da doença. Devem-se fazer duas aplicações, sendo a primeira no início do florescimento e a segunda de 10 a 12 dias após a primeira aplicação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
100 a 150 g p.c./100 L de água - - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1 a 1,5 kg p.c./ha - - 7 dias. 3 dias. Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
150 a 200 g p.c./100 L de água - - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Fazer as aplicações visando à proteção do cacho, fazer no máximo duas aplicações na fase de pré-maturação

Big-Bag de lona plástica: 100; 200; 500; 1000; 1100; 1200; 1300; 1500 e 2000Kg.
Caixa de papelão: 0,5 e 1Kg.
Isocontainer metálico: 100; 200; 500; 1000; 1200; 1500; 2000; 2500 e 5000Kg.
Saco aluminizado: 0,5 e 1Kg.
Saco de papel multifoliado: 2; 10; 20; 25 e 50Kg.
Saco plástico: 0,5; 1; 2; 5; 10; 25 e 50Kg.
Saco plástico Contendo 6 pacotes (sacos plásticos) de 5Kg cada.
Tambor metálico: 25; 50; 100; 110; 150 e 200Kg.
Tambor de plástico: 25; 50; 100; 110; 150 e 200Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

SIALEX 500 trata-se de um fungicida sistêmico empregado no controle de doenças fungicas em culturas anuais, frutíferas, hortaliças e ornamentais, conforme seção "Indicações de uso/doses".

Obs.: As doses em g/100L de água são recomendadas para as aplicações onde se empregam alto volume, ou seja, em torno de 1.000L de calda para hectare, em cenoura aplicar 800L/ha de calda.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

- Alface: Iniciar as aplicações 7 dias após o transplantio, repetindo-se a cada 10 dias, fazendo no máximo 3 aplicações.
- Alho: Tratar os bulbilhos antes do plantio umedecendo-os para maior aderência do produto. Fazer apenas uma aplicação.
- Batata (aplicação foliar): Deverá ser feita até duas aplicações logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças, com intervalo de 7 dias.
- Batata (aplicação no sulco de plantio): A aplicação poderá ser feita, em uma única vez, no sulco de plantio sobre a batata-semente (2,0 - 3,0 Kg/ha) ou em duas vezes, sendo a primeira no sulco de plantio (1,5 Kg/ha) sobre a batata-semente e a segunda aplicação antes da amontoa (1,5 Kg/ha) gastando-se de 300 a 600 litros de calda/hectare.
- Cebola, Cenoura, Tomate: Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças prosseguindo-se as pulverizações com intervalos de 7 dias, conforme a necessidade. Fazer no máximo 3 aplicações.
- Feijão: Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças prosseguindo-se as pulverizações com intervalos de 7 dias, conforme a necessidade. Fazer no máximo 2 aplicações.
- Maçã: Aplicar de 2 a 3 vezes antes, na fase de pré-maturação, até mais perto do início da colheita obedecendo o período de carência estabelecido. Se houver necessidade conforme as condições climáticas e aparecimento da doença, fazer aplicações na fase de desenvolvimento dos frutos. Fazer no máximo 3 aplicações.
- Melancia e Melão: As aplicações devem ser iniciadas preventivamente ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas do cancro das hastes e repetir as aplicações conforme a necessidade, em intervalos de 7 dias. Fazer no máximo 3 aplicações.
Em melão cultivado em ambiente protegido, aplicando-se cobrindo toda a área foliar, utilizar de 800 a 1000L/ha de calda. Fazer no máximo 3 aplicações.
- Morango: Fazer aplicações semanais, à partir do florescimento, repetindo se necessário. Fazer no máximo 3 aplicações.
- Pêssego: Aplicar de 2 a 3 vezes antes da colheita em intervalos de 7 dias, sendo a última aplicação o mais perto do início da colheita, obedecendo o período de carência estabelecido, visando proteger os frutos pós-colheita. Fazer no máximo 3 aplicações.
- Rosa: Fazer duas aplicações nas fases de “grão-de-arroz” e uma semana após, ou seja, 1 dia antes da colheita.
- Soja: As aplicações devem ser iniciadas de forma preventiva, ou logo aos primeiros sintomas do aparecimento da doença. Devem-se fazer duas aplicações, sendo a primeira no inicio do florescimento e a segunda de 10 a 12 dias após a primeira aplicação, utilizando-se 200 litros de volume de calda por hectare. Considerando-se que o mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) é um fungo presente no solo, deve ser aplicado o Sialex 500 dando cobertura uniforme em todas as
- Uva: Fazer as aplicações visando à proteção do cacho, fazer no máximo duas aplicações na fase de pré-maturação.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

A aplicação deve ser feita em pulverização via terrestre, utilizando pulverizador costal manual ou motorizado ou de barra tratorizada, dotados de bicos cônicos, procurando dar uma cobertura uniforme às plantas.
Densidade de Gotas: mínimo de 50 - 70 gotas/cm2, com 250 micras. O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Condições Climáticas: aplicar nos horários mais frescos em temperatura inferior a 27°C, umidade relativa acima de 70% e ventos inferiores a 10 Km/h para evitar o máximo de perda por deriva e evaporação.
Pulverizador de Barras:
Altura da barra: recomenda-se de 30 - 50 cm e deve ser regulada verificando sempre se o jato está atingindo adequadamente o alvo.
Tipo de bico: Usar bicos cônicos da série D (D2 a D6), ou da série X (X2 a X4), que permitam aplicações em alto volume.
Pressão de aplicação: de 100 - 150 lb/pol2


Obs.: Para as culturas de feijão, batata e tomate rasteiro, pode-se fazer a aplicação na dose de 2,0 Kg/ha via “pivot central” junto com a água de irrigação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Alface............................................................................................................... 3 dias
Alho................................................................................................................. (1)
Batata (aplicação foliar)................................................................................... 7 dias
Batata (tratamento no sulco de plantio)........................................................... 100 dias
Cebola.............................................................................................................. 3 dias
Cenoura............................................................................................................ 7 dias
Feijão............................................................................................................... 14 dias
Maçã................................................................................................................ 7 dias
Melancia.......................................................................................................... 7 dias
Melão............................................................................................................... 14 dias
Morango........................................................................................................... 1 dia
Pêssego............................................................................................................ 7 dias
Rosa................................................................................................................. U.N.A.
Soja.................................................................................................................. 30 dias
Tomate............................................................................................................. 3 dias
Uva................................................................................................................... 7 dias
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. = Uso Não Alimentar

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade: Não há para as culturas e nas doses recomendadas.
Outras restrições: Não há.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃ0 DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR 0 PRODUTO LEIA COM ATENÇÃ0 AS INSTRUÇÕES:

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃ0 DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com nitro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 on P3; Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃ0

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
equipamento de aplicação.
- Verifique a direção do vento e aplique de fórum a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com protecao lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃ0

- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de protecao individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO:

GRUPO QUÍMICO: Dicarboxiamida.
VIAS DE ABSORÇÃO: Oral, inalatória, dérmica e mucosas.
TOXICOCINÉTICA: 0 mecanismo de acordo da Procimidona para seres humanos não está estabelecido. Após administração oral de uma única dose ou baixas doses repetidas em ratos observou-se absorção e seguidamente biotransformação através da hidroxilação do grupo metil, seguido pela oxidação do ácido carboxílico e hidrólise da ligação amina. A sua eliminação foi feita principalmente através da urina (74%) e via fezes (18%). 0 nível máximo de concentração da Procimidona no sangue, rins e fígado ocorre entre 2 - 8 horas de sua absorção, tendo uma meia vida de 9-10 horas. 0 produto não a resenta bioacumulação.
MECANISMO DE AÇÃO: Não conhecido em humanos.
Promicidona modificou a diferenciação sexual in vitro e induz atividade estrogênica
em hepatócitos de truta. A ação estrogênica parece não envolver receptores estrogênicos, mas ser devida a produção de radicais livres de oxigênio que ativariam a proteinquinase ativada por mitôgeno (MAPK). Possivelmente a ativação do eixo hipotalano-pituitario-gonadal causado pela ação anti-androgênica da Promicidona provocaria ativação hiper- gonadotrópica da esteroidogênese testicular.
SINTOMAS E SINAIS CLÍINICOS: Há pouca informação sobre intoxicações em humanos.
Em animais: não causou lesão dérmica e não foi sensibilizante.
Toxicidade crônica: carcinogênico e suspeito de ser desregulador endócrino (efeito
antiandrogênico). Em ratas ovariectomizadas, a Procimidona causou redução do depósito de gordura e leptina serica com incremento de triglicerídeos e lipídos séricos; redução das concentrações de T3 e T4.
DIAGNÓSTICO: 0 diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível.
TRATAMENTO: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias
respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.

1. Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo
ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração
de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção

1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 a;

• Não provocar vômito.
• Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Exposição Inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com ?2-antagonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina
0,9%, a temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:

- EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
- Usar equipamentos de PROTEÇÃO: evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN /MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-141-149

Mecanismo de ação, absorção e excreção para o ser humano:
Vide intens "Toxicocinénita e mecanismo de ação" na tabela acima.

Efeitos agudos e crônicos:

Efeitos agudos: Em animais de experimentação não foram observados irritação cutânea ou ocular. DL50 oral (Dose Leta 50% - oral aguda em ratos) > 2.000 mg/Kg de peso vivo.
DL50 dérmica (Dose Letal 50% - dérmica aguda em ratos) > 4.000 mg/Kg de peso vivo.
Efeitos crônicos: Em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas redução do peso e hiperplasia hepatocelular.
Sintomas de alarme: não há sintomas de alarme conhecidos.
Efeitos adversos: por nao de tratar de produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃOAO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (ALGAS).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- 0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material no combustível.
- 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a area contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa SUMITOMO CHEMICAL DO BRASIL REPRESENTAÇÕES LTDA. - telefone de Emergência: 0800-111767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dep das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃ0 DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realizacao da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃ0 DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até urn ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. 0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. 0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia pelo usuario, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, em ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. 0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃ0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃ0 COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendacties aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Usar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID), quando disponíveis e apropriados.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Usar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID), quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.