Bula Sonata - Bayer

Bula Sonata

CI
Bacillus pumilus linhagem QST 2808
4311
Bayer

Composição

Bacillus pumilus linhagem QST 2808 14,35 g/L

Classificação

Terrestre
Fungicida microbiológico
Não Classificado
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Fungicida microbiológico

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Antúrio

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Azaléia

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Begônia

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brinco de princesa

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Caqui

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebolinha

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Couve-flor

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cravo

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Crisântemo

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Dália

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Eucalipto

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose)

Feijão vagem

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose)

Girassol

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Hortência

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Lírio

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Cryptosporiopsis perennans (Podridão olho-de-boi)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Sphaeroteca macularis (Oídium)

Orquídea

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pera

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Pêssego

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rosa

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tulipa

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)
Uncinula necator (Oídio)

Violeta

Calda Terrestre Dosagem
Botrytis cinerea (Mofo cinzento)

Frasco (Polietileno de Alta Densidade - PEAD): 1 L

Galão (Polietileno de Alta Densidade - PEAD): 4, 5, 10, 20 e 200 L

INSTRUÇÕES DE USO

SONATA é um fungicida biológico que possui múltiplos modos de ação. Atua no metabolismo celular levando à destruição das células e à morte do patógeno. Impede a germinação dos esporos do fungo nas plantas formando uma barreira física entre os esporos e a superfície da folha, colonizando os esporos do fungo. Compete por espaço e nutrientes com os patógenos, especialmente onde os nutrientes são raros como nas superfícies das folhas.

• Dado o efeito protetor, deve-se fazer uso preventivo de Sonata, recomendando-se as menores dosagens onde houver menor pressão de inóculo e/ou em condições climáticas menos favoráveis ao desenvolvimento das doenças.
• As aplicações preventivas podem ser repetidas com intervalo de 14 dias para Uncinula necator, 10 dias para Colletotrichum lindemuthianum e 7 dias para Alternaria porri, Botrytis cinerea, Cryptosporiopsis perennans, Sphaerotheca macularis, Sphaerotheca fuliginea e Alternaria solani, usando-se volume de calda e tamanho de gotas adequado à boa cobertura das partes das culturas (folhas, flores e/ou frutos), conforme indicado na tabela acima.
• Nas aplicações foliares utilizar adjuvante conforme recomendação do fabricante, buscando-se uma melhor cobertura do produto sobre as partes da planta a serem protegidas.
• Alternar o uso preventivo de Sonata com outros fungicidas químicos convencionais registrados para as culturas, para o manejo de resistência e um melhor controle.

MODO DE APLICAÇÃO

• O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas, nas doses recomendadas.
• Em todas as formas de aplicação é importante que haja uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.
• Evitar pulverização nas horas mais quentes do dia (temperatura superior a 30ºC), umidade relativa abaixo de 60 % e ventos superiores a 10 km/h.
• Agitar constantemente quando na utilização.
Equipamentos de aplicação:

Para hortaliças ou culturas de pequeno porte (alface, alho, berinjela, cebola, cebolinha, cenoura, coentro, morango, pimentão, tomate, flores, entre outras), em cultivos protegidos como estufas ou sistema de túneis baixos, sistema semi-hidropônico ou por gotejamento, utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado ou tratorizados, dotados com bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com pressão de trabalho suficiente (60 a 150 libras/pol²) para proporcionar tamanho de gotas adequado (50 a 200 µm) à boa cobertura das plantas, densidade acima de 100 gotas/cm² e volume de calda entre 200 a 1.000 L/ha, dependendo do porte das plantas.

Para frutíferas ou culturas de porte arbóreo/arbustivo (café, caju, caqui, citros, goiaba, maçã, mamão, manga, pera, pêssego, entre outras), utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado, tratorizado ou atomizador, dotados com bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com pressão de trabalho (100 a 150 libras/pol²) suficiente para proporcionar tamanho de gotas (50 a 200 µm) adequado à boa cobertura das plantas, densidade acima de 100 gotas/cm² e volume de calda de 1.000 a 2.000 L/ha, dependendo do porte das plantas.

Para aplicação em bandeja ou sementeira (alface, berinjela, cebola, fumo, melão, pimentão, tomate, entre outras), utilizar pulverizador costal manual, com volume de calda de 250 mL para bandeja de 200 alvéolos. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja, deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados.

Aplicação via esguicho (drench) (alface, berinjela, cebola, fumo, melão, pimentão, tomate, entre outras): Esta modalidade pode ser utilizada após o transplantio de mudas. Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo, utilizando o volume de calda de 15 a 30 mL/planta e a dosagem recomendada por hectare do produto.

Culturas conduzidas em latada e/ou espaldeira (uva, maracujá, entre outras), utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado, turbo atomizadores ou pulverizadores de pistola com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas entre 50 e 200 µm em densidade maior que 100 gotas/cm² e volume de calda entre 500 e 1.500 L/ha, dependendo do porte das plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Intervalo de segurança não determinado devido à natureza biológica do ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• O produto não é fitotóxico quando utilizado nas doses e condições recomendadas.
• O produto é considerado estável por dois anos à temperatura ambiente.
• Armazenar o produto em ambiente seco. Mantê-lo sempre em sua embalagem original. Manter sempre a embalagem fechada quando não estiver em uso.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. O uso de diferentes medidas de controle visa desacelerar integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio, todas as vezes que for possível devemos associar as boas práticas agrícolas como: uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, etc. Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.
Fungicidas compostos por agentes biológicos podem complementar estratégias integradas de controle de determinadas doenças, pois são considerados ferramentas com diferentes modos de ação, podendo ser utilizados em rotação com outros agrotóxicos.
A rotação dos princípios ativos e de diferentes modos de ação é preconizada para evitar a indução de resistência dos patógenos e a perda de eficácia dos fungicidas. Seguindo-se este princípio, Sonata não deve ser o único fungicida utilizado em um programa integrado de controle de doenças nas culturas registradas.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência pode-se prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações sucessivas na mesma doença.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência a fungicidas.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de pragas (MIP) quando disponível.