Bula Sonata - Bayer

Bula Sonata

acessos
Bacillus pumilus
4311
Bayer

Composição

Bacillus pumilus 14.35 g/L Fungicida microbiológico

Classificação

Fungicida microbiológico
III - Medianamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2 L p.c. / 100 L de água 200 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Antúrio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Desde pré-florada até a pré-colheita
Azaléia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Desde pré-florada até a pré-colheita
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoraveis para desenvolvimento da doença
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
2 a 5 L p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da praga
Begônia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde pré-florada até a pré-colheita
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoraveis para desenvolvimento da doença
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
2 a 5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoráveis ao desenvolvimento da praga
Brinco de princesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde a pré-florada até a pré-colheita
Caqui Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pré-florada até a pré-colheita
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2 L p.c. / 100 L de água 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoraveis para desenvolvimento da doença
Cebolinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2 L p.c. / 100 L de água 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde a pré-florada (fase palito de fósforo) até a pré-colheita
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoraveis para desenvolvimento da doença
Cravo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde pré-florada até a pré-colheita
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde pré-florada até a pré-colheita
Dália Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde pré-florada até a pré-colheita
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoraveis para desenvolvimento da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
1 a 5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoráveis para o desenvolvimento da doença
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoraveis para desenvolvimento da doença
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
1 a 5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoráveis para o desenvolvimento da doença
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoraveis para desenvolvimento da doença
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Hortência Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde pré-florada até a pré-colheita
Lírio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Nãio determinado. Desde pré-florada até a pré-colheita
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Podridão olho-de-boi
(Cryptosporiopsis perennans)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Podridão olho-de-boi
(Cryptosporiopsis perennans)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoráveis ao desenvolvimento da praga
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde a pré-florada até a pré-colheita
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 a 5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoráveis ao desenvolvimento da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 a 5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoráveis ao desenvolvimento da praga
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
8 mL p.c./L de água 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde a florada até a pré-colheita
Oídium
(Sphaeroteca macularis)
8,3 mL p.c./L de água 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. A partir do inicio do florescimento em aplicações semanais
Orquídea Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde pré-florada até a pré-colheita
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 a 5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoráveis ao desenvolvimento da praga
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pré-florada até a pré-colheita
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Pré-florada até a pré-colheita
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
2 a 5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoráveis ao desenvolvimento da praga
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
2 a 5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoráveis ao desenvolvimento da praga
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde pré-florada até a pré-colheita
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Preventiva. Condições favoráveis ao desenvolvimento da doença
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
2 a 5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Condições favoráveis ao desenvolvimento da praga
Tulipa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde pré-florada até a pré-colheita
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L p.c./ha - 7 dias. Não determinado. Preventivamente na fase vegetativa. Prosseguir até a pre-colheita
Oídio
(Uncinula necator)
1 a 3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 14 dias. Não determinado. A partir do inicio da brotação até a fase de pré-colheita
Violeta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
2 a 4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Desde pré-florada até a pré-colheita

Frasco (Polietileno de Alta Densidade - PEAD): 1 L
Galão (Polietileno de Alta Densidade - PEAD): 4, 5, 10, 20 e 200 L

INSTRUÇOES DE USO: SONATA a um fungicida biológico que possui múltiplos modos de ação. Atua no metabolismo celular levando destruição das células e a morte do patógeno. Impede a germinação dos esporos do fungo nas plantas formando uma barreira física entre os esporos e a superfície da folha. colonizando os esporos do fungo. Compete por espaço e nutrientes com os patógenos, especialmente onde os nutrientes são raros como nas superfícies das folhas.

DOENÇA, DOSES, NUMERO, EPOCA E INTERVALO DE APLICACAO: Vide seção "Indicações de uso/doses".

• Dado o efeito protetor, deve-se fazer uso preventivo de Sonata, recomendando-se as menores dosagens onde houver menor pressão de inoculo elou em condições climáticas menos favoráveis ao desenvolvimento das doenças;
• As aplicações preventivas podem ser repetidas com intervalo de 14 dias para Uncinula necator, 10 dias ara Coiletotrichum lindemuthianum e 7 dias para Alternaria porri. Botrytis cinérea. Cryptosporiopsis peren ns, Sphaerotheca macularis. Sphaeroteca fuliginea e Alternaria solani. usando-se volume de calda e tamanho de tas adequado à boa cobertura das partes das culturas (folhas. flores e/ou frutos), conforme indicado na tabela de indicação e uso;
• Nas aplicações foliares utilizar adjuvante conforme recomendação do fabricante, buscando-se uma melhor cobertura do produto sobre as partes da planta a serem protegidas.
• Alternar o uso preventivo de Sonata com outros fungicidas químicos convencionais registrados para as culturas. para o manejo de resistência e um melhor controle.

MODO DE APLICAÇÃO:
• O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas, nas c recomendadas.
• Em todas as formas de aplicação é importante que haja uma boa cobertura de pulverização nas pias
Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.
• Evitar pulverização nas horas mais quentes do dia (temperatura superior a 30° C), umidade relativa abaixo e ventos superiores a 10 km/h.
• Agitar constantemente quando na utilização.

Equipamentos de aplicação:
Para hortaliças ou culturas de pequeno porte (alface, alho, berinjela, cebola, cebolinha, cenoura, coentro, morango, pimentão, tomate, flores, entre outras), em cultivos protegidos como estufas ou sistema de túneis baixos, sistema semi-hidropônico ou por gotejamento. utilizar pulverizadores manual, pressurizado, motorizado ou tratorizados. Dotados com bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com pressão de trabalho suficiente (60 a 150 libras/pol2) para proporcionar tamanho de gotas adequado (50 a 200 pm) à boa cobertura das plantas, densidade acima de 100 gotas/cm2 e volume de calda entre 200 a 1.000 L/ha, dependendo do porte das plantas.
Para frutíferas ou culturas de porte arbóreo/arbustivo (café, caju, caqui, citros, goiaba, maçã. mamão, manga. pêra, pêssego, entre outras), utilizar pulverizadores manual. pressurizado, motorizado, tratorizado ou atomizador, dotados com bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com pressão de trabalho (100 a 150 libras/poli) suficiente para proporcionar tamanho de gotas (50 a 200 um) adequado à boa cobertura das plantas, densidade acima de 100 gotas/cm' e volume de calda de 1.000 a 2.000 Uha, dependendo do porte das plantas.
Para aplicação em bandeja ou sementeira (alface, berinjela, cebola, fumo, melão, pimentão, tomate, entre outras).
utilizar pulverizador costa) manual, com volume de calda de 250 mL para bandeja de 200 alvéolos. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja, deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados.
Aplicação via esguicho (drench) (alface, berinjela, cebola, fumo, melão, pimentão, tomate, entre outras): esta modalidade pode ser utilizada após o transplantio de mudas. Aplicar o produto diluido em água na forma de ato
dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado. de forma que o produto
atinja o caule e escorra até o solo, utilizando o volume de calda de 15 a 30 mL/planta e a dosagem recomendada por
hectare do produto.
Culturas conduzidas em latada e/ou espaldeira (uva, maracujá, entre outras), utilizar pulverizadores manual,
pressurizado, motorizado, turbo atomizadores ou pulverizadores de pistola com pressão de trabalho suficiente para
proporcionar tamanho de gotas entre 50 e 200 pm em densidade maior que 100 gotas/cm2 e volume de calda entre 500
e 1.500 L/ha, dependendo do porte das plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado devido à natureza biológica do ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
• O produto não é fitotóxico quando utilizado nas doses e condições recomendadas.
• O produto é considerado estável por dois anos à temperatura ambiente.
• Armazenar o produto em ambiente seco. Mantê-lo sempre em sua embalagem original. Manter sempre a embalagem fechada quando não estiver em uso.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
- Não transporte estes produtos juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas;

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃ0 DA CALDA:

- Produto medianamente irritante para os olhos e para a pele.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um servico médico de emergência;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas das calças por cima das botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; Oculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível o cantato com a área tratada durante o intervalo de reentrada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro P2 au P3, Oculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no minima 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar as equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: prcure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoas de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), lave a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR SONATA

INFORMAÇÕES MÉDICAS

NOME TÉCNICO: Produto microbiológico - Contém esporos viáveis da bactéria Bacillus pumilus (Meyer e Gottheil).

CLASSE TOXICOLÓGICA: III - MEDIANAMENTE TÓXICO.

VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatória, dérmica e ocular. Bacillus pumilus é um bacilo gram-positivo, aeróbico, formador de esporos, procarioto em forma de bastao (bacteria). Encontrada no solo, água, ar e nos tecidos de plantas em decomposição sendo asism o uso proposto desta bactéria em produtos agrotóxicos não aumentará a exposição de seres humanos além dos níveis normais. Estudos de patogenicidade oral, pulmonar e intravenosa realizados em ratos não demonstraram capacidade patogênica, toxigência ou infectiva do Bacillus pumilus.

MECANISMOS DE TOXICIDADE: Não é esperado nenhum efeito toxigênico causado pela exposição ao Bacillus pumilus, linhagem QST 2808.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Em estudos de toxicidade aguda o produto formulado sonata causou eritema leve reversível em 72h na pele de coelhos e quemose e irritação leve das conjuntivas revertida em 24h nos olhos do coelho.

DIAGNÓSTICO: Não foram encontrados relatos em literatura médica de Bacillus pumilus como causador de infecção em humanos salvo em pacientes submetidos a tratamento de câncer durante a internação hospitalar. Os estudos de patogenicidade desenvolvidos com microoganismo não demonstram capacidade patogênica.

TRATAMENTO: 0 tratamento para o caso de infecção bacteriana deve ser feito com antibiOticos sistêmicos conforme definido em protocolos específicos para infecção bacteriana. No caso relatado de infecção oportunista por B. pumilus em pacientes hospitalares com câncer todos os bacilos isolados (entre eles o B.pumilus) foram igualmente susceptíveis ao tratamento com vancomicina, imipenem e aminoglicosídeos.

CONTRA-INDICAÇÕES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS).
Telefone de Emergência da empresa: (011) 3094-3833.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA 0 SER HUMANO:

Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos. 0 Bacillus pumilus não e caracterizado por uma especificidade sobre o hospedeiro distinta desde que o seu crescimento não e dependente de um hospedeiro. Os endosporos prevalecem em todas as partes do Meio Ambiente e a bactéria não está geograficamente restrita.
A luz do conhecimento científico até o momenta o B. pumilus não e um patógeno para o ser humano e não produz toxinas coma outros membros do gênero.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

Exposição aguda:

- DL50 dermal, em ratos, e superior a 5000 mg/kg.
- Estudo em porquinhos-da-India classificaram o produto como não sensibilizante dérmico.
- Irritação dérmica: a exposição de coelhos a este produto sobre a pele provocou eritema leve reversível em 72h e eritema moderado a severo reversível em até 9 dias. Além disso, foram observados edema reversível em até 72h e descamação após 72h da exposição. Baseada na classificação de Draize-cool em Classe III — medianamente tóxico segundo as critérios adotados pela legislação brasileira (Portaria, n° 3/92).
- Irritação ocular: Em coelhos albinos, este produto causou quemose e irritação leve das conjuntivas revertida em 24h. Não foram observadas alterações na córnea ou na íris. 0 estudo classifica o produto como classe III — medianamente tóxico segundo as critérios adotados pela legislação brasileira (Portaria, n° 3/92).
- Toxicidade/Patogenicidade Oral Aguda: Neste teste, nenhuma evidência de patogenicidade e toxicidade foram encontradas durante a necropsia dos animais tratados com este produto formulado; 0 microorganismo não foi detectado nos tecidos e sangue pelas análises laboratoriais, tampouco observados quaisquer sinais clínicos de toxicidade/patogenicidade.
Toxicidade/Patogenicidade Pulmonar Aguda: Não houve detecção de microorganismos em nenhum outro sitio/órgão dos animais tratados que não os pulmoes. Não houve nenhum achado de necropsia relacionado à presença do bacilos. Finalmente, o estudo classifica o produto como não tóxico, infectivo ou patogênico.
Toxicidade/Patogenicidade Intravenosa Aguda: Como esperado o microorganismo foi
recuperado somente no sangue e nos tecidos do fígado e baço dos animais tratados. 0 estudo considera que o B. pumilus, cepa QST2808, não foi tóxico, infectivo ou patogênico quando administrado em dose única de 1.6 x 10*8 UFCs por animal por via intravenosa.

Exposicao crônica:

- Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos. Não foram realizados testes em longo prazo com mamíferos (exposição crônica). A referenda de informações são os testes com mamíferos para verificar os efeitos agudos.
Por se tratar de um agrotóxico microbiano deve ser considerado o risco biológico inerente ao mesmo.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PR0TEÇÃ0 AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é: Pouco perigoso ao Meio Ambiente - Classe IV
• Evite a contaminação Ambiental - Preserve a natureza.
• Não Utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos do produto ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃ0 E PREVENÇÃ0 CONTRA ACIDENTES:

• Manter o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843, da Associação Brasileira de Normas Tecnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa: PROPHYTO COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA. - Telefone de Emergência: (0xx11) 3094-3833.
• Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara corn filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado - absorva o produto corn serragem ou areia; recolha o produto com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
• Solo - retire as camadas de terra contaminadas ate que atinja o solo não contaminado; Recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
• Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal; contate o Órgao ambiental mais proximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questao e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃ0 OU EM DESUSO:

• EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

• LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando as mesmos EPIs — Equipamentos de Proteção Individual, recomendados para o preparo da calda do produto;
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se as seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
• Tampe bem as embalagens e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação 3 vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sobre pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado ao funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem par 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida pars o tanque do pulverizador;
• lnutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar as seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteildo original da embalagem, mantê-la invertida sabre a boca do tanque de pulverização em posição vertical durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as partes internas da embalagem, par 30 segundos;
• Toda água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• lnutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sobre pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas;
0 armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra;
Caso o produto nao tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade;
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de urn ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolucao pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e corn piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra;
Caso o produto nao tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade;
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias nao podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- PROCEDIMENTOS PARA EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA):

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia pelo usuário, onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

• TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, racoes, animais e pessoas.

• DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Orgaos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃ0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

- EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃ0 INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no Meio Ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃ0 OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para a comercialização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Desenvolvimento de Resistência dos Fungos:

Qualquer agente de controle de fungos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o fungo alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo resistência a fungicidas pode-se prolongar a vide útil dos fungicidas:

• Qualquer produto para controle de fungo da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações sucessivas da mesma praga;
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência a fungicidas;
• Incluir outros métodos de controle de fungos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível.