Sumilex 500 WP CI

Geral
Nome Técnico:
Procimidona
Registro MAPA:
4094
Empresa Registrante:
Sumitomo
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Procimidona 500 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre, Via irrigação (quimigação)
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Alho Recomendação Produtos Similares
Sclerotium cepivorum (Podridão branca) veja aqui
Cenoura Recomendação Produtos Similares
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) veja aqui
Gladíolo Recomendação Produtos Similares
Botrytis gladiolorum (Podridão de botrites) veja aqui
Morango Recomendação Produtos Similares
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) veja aqui
Rosa Recomendação Produtos Similares
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) veja aqui
Uva Recomendação Produtos Similares
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 1 KG

INSTRUÇÕES DE USO

SUMILEX 500 WP trata-se de um fungicida sistêmico empregado no controle de doenças fúngicas em culturas anuais, frutíferas, hortaliças e ornamentais, conforme a bula.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

- Alface: Iniciar as aplicações 7 dias após o transplantio, repetindo-se a cada 7 dias, fazendo no máximo 3 aplicações.
- Algodão (tratamento de sementes): Fazer uma aplicação no tratamento de sementes deslintadas, pouco antes da semeadura.
- Algodão (aplicação foliar): Fazer aplicações preventivamente, assim que surgirem as primeiras flores no 5° ramo (estádio fenológico F5). Realizar no máximo três aplicações de SUMILEX 500 WP durante o ciclo da cultura, rotacionando-se com outros fungicidas de diferentes grupos químicos. O intervalo entre as aplicações deve ser de 10 dias. Aplicar dose maior em área com histórico de alta infecção da doença e condições propícias para o desenvolvimento do fungo. Recomenda-se utilizar 200 a 300 litros de volume de calda/ha.
- Alho: Tratar os bulbilhos antes do plantio umedecendo-os para maior aderência do produto. Realizar apenas 1 aplicação.
- Batata (aplicação foliar): Deverão ser feitas 2 aplicações logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças, com intervalo de 7 dias, gastando-se 1000 litros de calda/ha.
- Batata (aplicação no sulco de plantio): Poderá ser feita, em uma única aplicação, no sulco de plantio sobre a batata-semente (2,0 - 3,0 kg/ha) ou em duas vezes, sendo a primeira no sulco de plantio (1,5 kg/ha) sobre a batata-semente e a segunda aplicação antes da amontoa (1,5 kg/ha) gastando-se de 300 a 600 litros de calda/hectare.
- Cebola, Cenoura e Tomate: Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças prosseguindo-se as pulverizações com intervalos de 7 dias, conforme a necessidade. Realizar no máximo 3 aplicações.
- Feijão: Os tratamentos deverão ser iniciados logo aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças prosseguindo-se as pulverizações com intervalos de 7 dias, conforme a necessidade. Realizar no máximo 2 aplicações.
- Gladíolo: Fazer apenas uma aplicação do produto na forma de tratamento de bulbos, antes do plantio fazendo-se a imersão dos bulbos na calda fungicida, diluindo na proporção de 150 gramas do produto comercial em 100 litros de água.
- Melancia e Melão: As aplicações devem começar de forma preventiva ou logo depois do aparecimento dos primeiros sintomas. Conforme a necessidade, repetir as aplicações em intervalos de 07 dias, utilizando-se o volume de calda variando de 400 até 1100 litros/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento da cultura.
Realizar no máximo 3 aplicações.
Na cultura do Melão, cultivado em ambiente protegido, aplicar de forma a cobrir toda área foliar, utilizando 800 - 1000 L/ha de calda. Fazer no máximo 3 aplicações.
- Morango: Fazer aplicações semanais, a partir do florescimento, repetindo se necessário. Realizar no máximo 3 aplicações.
- Rosa: Efetuar uma aplicação na fase de "grão de arroz" e outra um dia antes da colheita utilizando-se até 800 litros de calda/ha, obedecendo o ponto de escorrimento.
- Soja: As aplicações devem ser iniciadas de forma preventiva, ou logo aos primeiros sintomas do aparecimento da doença. Devem-se fazer duas aplicações, sendo a primeira no início do florescimento e a segunda de 10 a 12 dias após a primeira aplicação, utilizando-se 200 litros de volume de calda por hectare. Considerandose que o mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) é um fungo presente no solo, deve ser aplicado o Sumilex 500 WP dando cobertura uniforme em todas as partes aéreas das plantas, e principalmente dirigindo o jato de pulverização para a região do colo das plantas. Realizar no máximo 2 aplicações.
Recomenda-se fazer as aplicações intercaladas com produtos com modo de ação diferente registrados para o controle do mofo-branco, para dificultar o aparecimento da resistência do fungo aos fungicidas.
- Uva: Efetuar 2 aplicações preventivas a partir da fase em que 80% dos cachos estejam com as flores abertas, até 3 semanas antes da colheita, utilizando-se de 500 - 1500 litros de calda/ha, dependendo do tamanho e tipo de condução da cultura, obedecendo sempre o ponto de escorrimento. Realizar no máximo 2 aplicações.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Aplicar na forma de pulverizações terrestres, utilizando pulverizador costal manual ou motorizado ou de barra tratorizado, dotados de bicos cônicos, procurando dar uma cobertura uniforme às plantas.
- A densidade das gotas deve estar no mínimo entre 50 - 70 gotas/cm2, com 250 micra;
- O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação;
- Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 27°C e umidade relativa inferior a 70%, visando ao máximo as perdas por deriva e evaporação.

Para pulverizador de barra:
- Manter sempre a barra de 30 - 50 cm acima da cultura verificando sempre se o jato está atingindo adequadamente o alvo.
- Utilizar, de preferência, bicos da série D, (D2 a D6), ou da série X (X2 a X4), que permitam aplicações em alto volume.
- Distância entre bicos: 30 - 50 cm.
- A pressão de aplicação deve estar entre 100 - 150 lb/pol²

Para tratamento de sulco na cultura da Batata: o produto, na dose recomendada, deve ser diluído em 300 - 600 L/ha de água e pulverizado em jato dirigido sobre os tubérculos no sulco de plantio após a adubação ou pode ser aplicado de forma parcelada, sendo uma parte no sulco de plantio e outra na amontoa.

O tratamento de bulbos de Gladíolo: deve ser feito através da imersão destes na calda pouco antes do plantio.

Em culturas arbóreas: deve-se utilizar pulverizadores acoplados a tratores (atomizadores) com bicos cônicos de alta vazão, apropriados para a aplicação de fungicidas. O volume de calda deve estar de acordo com a idade da planta, variedade e espaçamento em questão, de modo a atingir toda a parte aérea da planta proporcionando uma distribuição homogênea da calda, obedecendo a capacidade máxima de solução sobre as folhas (ponto de escorrimento).

Para a cultura do Algodão, no tratamento de sementes deslintadas: o produto deve ser aplicado via úmida, portanto deve-se diluir o produto comercial em água, numa quantidade que não venha causar danos às sementes e que propicie uma cobertura uniforme do produto.

Para as culturas Algodão, Feijão e Soja: Considerando-se que o mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) é um fungo presente no solo, deve ser aplicado o Sumilex 500 WP dando cobertura uniforme em todas as partes aéreas das plantas, e principalmente dirigindo o jato de pulverização para a região do colo das plantas.

Para pulverização via aérea nas culturas Algodão e Soja:
Utilizar barra/bico ou atomizador rotativo Micronair.
- Volume de aplicação: 20 - 40 L/ha de calda/ha.
- Altura do Voo: Com barra = 2 - 3 m acima da cultura
Com Micronair = 3 - 4 m acima da cultura.
- Largura da faixa de deposição efetiva: Com barra = 15 m.
Com Micronair = 18 a 20 m.
- Tamanho/densidade de gotas: 100 - 120 micra, com mínimo de 40 gotas/cm²,
- No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 a D12, Discos (Core inferior a 45°)
- No caso do Micronair, o número de atomizadores pode variar conforme o tipo do equipamento (AU 3000 ou AU 5000 ou outro) e tipo da aeronave. Para o ajuste da unidade restritora variável (VRU), pressão e ângulo das pás, seguir a tabela sugerida pela fabricante.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

O intervalo de reentrada é de 24 horas. Mantenha afastados da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use avental impermeável, luvas e botas de borracha e óculos protetores.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: Não há para as culturas e nas doses recomendadas.
Outras restrições: Não há.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

GRUPO E3 FUNGICIDA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

PT - Sumilex Técnico nº registro 03694.
PT - Sialex Técnico nº registro 3894.

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