Bula Support

acessos
Thiophanate methyl
238904
Sipcam Nichino

Composição

Tiofanato-metílico 500 g/L Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,75 a 1 L p.c./ha - - 15 dias. 14 dias. Iniciar os tratamentos de preferência na forma preventiva de acordo com as condições climáticas ou nos primeiros sintomas das doenças. As pulverizações logo no surgimento dos sintomas. Repetir se necessário com intervalo de 15 dias, com no máximo 4 aplicações
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
50 a 70 mL p.c./100L água - - 2 dias. 14 dias. Iniciar os tratamentos de preferência na forma preventiva de acordo com as condições climáticas ou nos primeiros sintomas das doenças. Realizar 2 aplicações no estágio de florescimento, sendo a primeira no estágio “palito de fósforo” e a segunda com “2/3 das pétalas caídas”
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
0,5 a 0,75 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 3 dias. 14 dias. Iniciar os tratamentos de preferência na forma preventiva de acordo com as condições climáticas ou nos primeiros sintomas das doenças. Realizar 3 aplicações, a primeira aos 20 dias após a emergência, e as demais em pré e pós-florada
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água - - 10 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos de preferência na forma preventiva de acordo com as condições climáticas ou nos primeiros sintomas das doenças. Concentrar as aplicações de Novembro a Janeiro (período chuvoso), realizando 3 aplicações com intervalos de 10 dias
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
900 mL p.c./ha 30 a 40 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 21 dias. Iniciar os tratamentos de preferência na forma preventiva de acordo com as condições climáticas ou nos primeiros sintomas das doenças. Realizar 2 aplicações: a primeira no estágio R5 (enchimento dos grãos) e a segunda 15 a 20 dias após a primeira
Oídio
(Microsphaera diffusa)
900 mL p.c./ha 30 a 40 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 21 dias. Iniciar os tratamentos de preferência na forma preventiva de acordo com as condições climáticas ou nos primeiros sintomas das doenças. Realizar 2 aplicações: a primeira no estágio R5 (enchimento dos grãos) e a segunda 15 a 20 dias após a primeira

Frasco e bombonas de material polietileno coextrusado (COEX) ou polietileno de alta densidade (PEAD) ou polietileno teraftalato (PET), volume de:
1,0 L; 5L; 10L e 20L.

Frasco de polietileno de alta densidade (PAD), volume de:
1,5L.

INSTRUÇÕES DE USO:
SUPPORT é um fungicida sistêmico aplicado nas partes aéreas das seguintes culturas: Citros, Feijão, Maçã e Soja.

OBS.: 1 litro do produto comercial (p.c.) SUPPORT® equivale à 500 g do ingrediente ativo (i.a.) tiofanato metílico.

As doses de SUPPORT® em ml/100 L de água são recomendadas para aplicações terrestres onde se empregam quantidades de água de 700 - 1.000 litros de água/hectare.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar os tratamentos de preferência na forma preventiva de acordo com as condições
climáticas ou nos primeiros sintomas das doenças, conforme abaixo:

- Para a cultura da Banana: iniciar as pulverizações logo no surgimento dos sintomas. Repetir se necessário com intervalo de 15 dias, com no máximo 4 aplicações.
- Para a cultura do Citros: realizar 2 aplicações no estágio de florescimento, sendo a primeira no estágio “palito de fósforo” e a segunda com “2/3 das pétalas caídas”.
- Para a cultura do Feijão: realizar 3 aplicações, a primeira aos 20 dias após a emergência, e as demais em pré e pós-florada.
- Para a cultura da Maçã: concentrar as aplicações de Novembro a Janeiro (período chuvoso), realizando 3 aplicações com intervalos de 10 dias.
- Para a Cultura da Soja: realizar 2 aplicações: a primeira no estágio R5 e a segunda 15 a 20 dias após a primeira.

MODO DE APLICAÇÃO:
Primeiramente agitar vigorosamente o produto em sua embalagem original. A seguir, diluir o SUPPORT® diretamente na quantidade de água previamente estabelecida, até obter uma calda homogênea.

Para uso foliar: as pulverizações aéreas ou terrestres deverão ser uniformes procurando dar completa cobertura às partes foliares das plantas.

- Via terrestre: Usar pulverizadores tratorizados, dotados de bicos cônicos, densidade mínima de 50-70 gotas/cm2 com 250 micra.

- Via aérea (Uso de barra e atomizador rotativo Micronair):
- Volume de aplicação: 30-40 L/ha de calda.
- Altura de vôo com barra: 2-3 m; com Micronair: 3-4 m.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m.
- Tamanho/densidade da gota: 180-220 micra, com mínimo de 60 gotas/cm2.
- No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 e D12 - disco (core) inferior a 45°.
- Usando Micronair, o número de atomizadores deve ser 4, onde, para o ajuste do regulador de vazão/VRU, pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.

Condições climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir perdas por deriva e evaporação.
Em se tratando de aplicação aérea obedecer umidade relativa não inferior a 70%.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.
Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.

OBS.: Para as instruções acima, recomendamos alternância com fungicidas de outros grupos químicos (mecanismo de ação diferente) no mesmo intervalo de aplicação para a prevenção e gerenciamento da resistência e de controle.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:
- Banana, Citros e Feijão: 14 dias
- Maçã: 07 dias
- Soja: 21 dias

INTERVALO DE REENTRADA:
(Conforme as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade: Não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses recomendadas.

- Outras restrições a serem observadas: Incompatível com produtos altamente alcalinos como a Calda Bordaleza. Agitar bem a embalagem antes da preparação da calda e uso.

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS: Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, botas e chapéu. Leia e siga as instruções do rótulo. Mantenha o produto afastado de crianças e animais domésticos. Evite comer, beber ou fumar durante o manuseio ou aplicação do produto. Mantenha o produto afastado de alimentos ou de ração animal. Não contamine lagos, fontes, rios e demais coleções de água, levando as embalagens ou aparelhagem aplicadora, bem como lançando-lhes seus restos. Mantenha a embalagem original sempre fechada e em lugar seco e ventilado. Inutilize e enterre profundamente as embalagens do produto. Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas, por um período de sete dias após a aplicação do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc., com a boca. Uso exclusivamente agrícola. Após a utilização do produto, remova as roupas protetoras e tome banho. Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Distribua o produto da própria embalagem sem contato manual. Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso, se suspeito de intoxicação. Aplique somente as doses recomendadas. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas; use luvas impermeáveis. Mantenha a embalagem longe do fogo. Em caso de ingestão acidental, provoque vômito e procure imediatamente o médico, levando a embalagem ou o rótulo do produto. Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e procure um médico, levando a embalagem ou o rótulo do produto. Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e, se houver sinais de irritação, procure um médico. Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça, remova imediatamente o paciente para local arejado e chame logo o médico. Não aplique o produto na presença de ventos.

SINTOMAS DE ALARME: Não se conhecem intoxicações no homem. Em animais os sintomas não são característicos.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO (informações para uso médico): Tratamento sintomático.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE PRECAUÇÕES DE USO E
ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
- Este produto é:
[ ] - Altamente perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
[ ] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
[x] – PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos do solo.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produto ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e
de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta)
metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
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- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas –
ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM UPL BRASIL S.A., telefone
de emergência 0800 70 10 450.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha,
óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o
recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO,DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTO S IMPRÓPRIOS PARA A
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO
A desativação do produto é feita em incinerador rotativo com temperatura variando de 800 a 1200o
C. O incinerador de resíduos possui um sistema de combustão composto de um forno rotativo,
uma câmara de pós combustão e três queimadores. O forno rotativo trabalha
à temperatura de 600 a 1200o C que é mantida através de uma alimentação equilibrada de
resíduos líquidos e sólidos. O tempo de resistência dos resíduos sólidos no forno rotativo varia de
30 a 60 minutos.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outrosmateriais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
Restrição de uso no Estado do Paraná paraCancro europeu (Neonectria galligena) na cultura da
maçã.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido
ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas
(FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar
a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de
ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo
da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações
locais para o manejo de resistência.