Bula Terra Forte - Ouro Fino

Bula Terra Forte

acessos
Fipronil
5416
Ouro Fino

Composição

Fipronil 250 g/L Fenilpirazol

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do algodoeiro
(Eutinobothrus brasiliensis)
250 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 500 a 600 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Tripes
(Frankliniella schultzei)
250 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 500 a 600 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura
Cupim
(Procornitermes triacifer)
200 a 250 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
200 a 250 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tamanduá da soja
(Sternechus subsignatus)
200 mL p.c./100 kg de sementes 600 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
200 mL p.c./100 kg de sementes 600 L de calda/100 Kg de sementes - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
50 a 200 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura
Coró da soja
(Phyllophaga cuyabana)
50 mL p.c./ha 0,8 a 1 L de calda/ha - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Cupim
(Procornitermes triacifer)
50 a 200 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Cornitermes cumulans)
20 a 40 mL p.c./ha 2 a 4 L de calda/ha - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Saúva parda
(Atta capiguara)
20 a 40 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
bicho bola
(Porcellio laevis)
80 mL p.c./100 kg de sementes 2,4 L de calda/ha - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
200 mL p.c./100 kg de sementes 6 L de calda/ha - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Coró da soja
(Phyllophaga cuyabana)
100 mL p.c./100 kg de sementes 3 L de calda/ha - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Tamanduá da soja
(Sternechus subsignatus)
200 mL p.c./100 kg de sementes 6 L de calda/ha - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Torrãozinho
(Aracanthus mourei)
100 mL p.c./100 kg de sementes 3 L de calda/ha - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
200 mL p.c./100 kg de sementes 6 L de calda/ha - Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Tratamento de sementes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura

Tipo: Balde
Material: Plástico
Capacidade: 5; 10 e 20 litros

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 5; 10 e 20 litros

Tipo: Container
Material: Interno- Plástico
Capacidade: 1.000 litro

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,5 e 1 Litro

Tipo: Tambor
Material: Plástico
Capacidade: 20; 100; e 200 litros

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes na dose recomendada, utilizando tambor rotativo com eixo excêntrico ou máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda inseticida, girar o mesmo algumas vezes e, em seguida colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita distribuição e cobertura das sementes. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para as sementes e colocar a calda pronta no reservatório, calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.

ALGODÃO:
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário poderá ser feita à diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água).
Se diluído, utilizar 500 a 600 ml da calda inseticida para 100 kg de sementes de algodão para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
FEIJÃO:
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes na dose recomendada.
Se necessário poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de agua).
Se diluído, utilizar 600 ml da calda inseticida para 100 kg de sementes de feijão para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
MILHO:
Distribuir o produto de forma homogénea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água).
Se diluído, utilizar 80 a 100 ml da calda inseticida e distribuir homogeneamente sobre a quantidade de sementes suficiente para 1 (um) hectare de área semeada para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
PASTAGEM:
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:9 (1 litro do produto em 9 litros de água).
Se diluído, utilizar 200 a 400 ml da calda inseticida e distribuir homogeneamente sobre a quantidade de sementes suficiente para 1 (um) hectare de área semeada para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
SOJA:
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água).
Se diluído, utilizar os volumes de calda a seguir:
Utilizar 600 mi- da calda inseticida Quando a dose recomendada for de 200 mi- do produto/100 Kg de sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle do tamanduá da soja, vaquinha-verde-amarela e Lagarta -elasmo).Utilizar 300 mi- da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mi- do produto/ 100 Kg de Sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle de coró e torrãozinho).
Utilizar 240 ml da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 ml/ 100 kg de sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle de piolho-de-cobra)
INTERVALO DE SEGURANÇA
Não determinado devido á modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Não efetuar o tratamento das sementes diretamente na caixa da semeadora em função da cobertura desuniforme e baixa aderência.
SEGUROBR é compatível, em aplicação sequencial, com fungicidas usualmente utilizados para tratamento de sementes.
Não é recomendada a mistura de SEGUROBR com produtos de reação fortemente alcalina (hormônios, fertilizantes, estimuladores de crescimento) como qualquer outro agrotóxico.
SEGUROBR nas doses registradas e da forma que é recomendado se mostrou bastante seletivo contra a maioria dos insetos benéficos das plantas cultivadas.
Para tratamento de sementes de feijão e soja, utilizar no máximo 600 ml de calda inseticida para 100 kg de sementes, em função do risco de absorção do excesso de umidade pelo tegumento, alterando a qualidade das sementes quanto à germinação e vigor.
Efetuar a regulagem das semeadoras com as sementes tratadas, pois poderá haver alteração na fluidez das sementes.
Não é recomendado efetuar o tratamento de sementes com uso de ferramentas manuais ou com o uso de lonas plásticas.
Não utilizar as sementes tratadas para consumo humano ou animal.
As embalagens utilizadas para acondicionar as sementes tratadas devem ser consideradas flexíveis e contaminadas, devendo seguir as orientações descritas em DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS FLEXÍVEIS.

MINISTERIO DA SAÚDE - ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EM), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR FIPRONIL -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Pirazol
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: Depois de absorvido é rapidamente distribuído e metabolizado. A principal via de excreção é a fecal. Apresenta potencial de bioacumulação em função de sua eliminação ocorrer de forma lenta.
Mecanismos de toxicidade: Hiperexcitação de sistema nervoso central.
Sintomas e sinais clínicos: A ingestão de grandes quantidades pode causar efeitos neurológicos, caracterizados por hiperexcitabilidade, irritabilidade tremores, letargia e convulsões.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento
Antídoto: Não existe antídoto específico.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição Oral:
- Emese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada.
- Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade.
- Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade da substância potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
- Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido extracelular após vômito severo e diarréia.
- Monitore a função hepática e a função neurológica.
Exposição Inalatória:
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não são conhecidos.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
ATENÇÃO Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISAIMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 0111767

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O fipronil age por bloqueio não-competitivo dos canais de cloreto dos receptores específicos GABA. Uma vez absorvido, o fipronil é rapidamente distribuído e metabolizado. Os resíduos teciduais foram detectados na carcaça, trato gastrintestinal, fígado, adrenais e gordura abdominal. A eliminação é lenta, demonstrando um potencial de bioacumulação. E eliminado principalmente através das fezes.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos:
DL50 oral: 500 mg/kg para ratos fêmeas.
DL50 dérmica: > 4.000 mg/kg para ratos machos e fêmeas.
CL50 inalatória: >1,013 e <2,700 mg/L
Irritação dérmica: levemente irritante. Irritação ocular: levemente irritante. Sensibilização cutânea: Não sensibilizante
Efeitos crônicos:
Estudos conduzidos para avaliar a toxicidade crônica em cães e ratos, indicaram que os principais efeitos relacionados com o tratamento com o fipronil foram relacionados ao sistema nervoso central, como convulsão, ataxia, tremores, hiper e/ou hipoatividade, enquanto que em camundongos e ratos o fígado também foi um órgão alvo de ação.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é muito perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)

Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Ouro fino Qímico Ltda - Telefone de Emergência:08000111767.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxÍlio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS SACARIAS (UTILIZAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS COM SEGUROBR)

AS EMBALAGENS – SACARIAS- NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.
AS EMBALAGENS – SACARIAS- NÇAO PODEM SER LAVADAS

ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens –SACARIAS- vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens – SACARIAS- vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente) Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS- VAZIAS:
Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico SEGUROBR ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico, devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.



EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.


- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado nota fiscal, emitida no ato da compra

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto pode ser feita por incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
A desativação dos produtos também pode ser realizada com álcool 70% e hipoclorito 0,5%. Os fungos são naturalmente inativados pela ação da radiação ultravioleta (exposição a radiação solar) e por temperaturas elevadas.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc..)dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por Comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;

• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRACBR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura .gov.br).