Bula U 46 BR

acessos
2,4-D
1803
Nufarm

Composição

2,4-D-dimetilamina 806 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Cultivo em áreas inundadas ou várzeas: Fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Cultivo em áreas inundadas ou várzeas: Fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Cultivo em áreas inundadas ou várzeas: Fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 3,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós-emergência da cultura. Não determinado. Aplicar em época quente, na pós-emergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo 10 folhas, e quando a cana atingir 30cm de altura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós-emergência da cultura. Não determinado. Aplicar em época quente, na pós-emergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo 10 folhas, e quando a cana atingir 30cm de altura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós-emergência da cultura. Não determinado. Aplicar em época quente, na pós-emergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo 10 folhas, e quando a cana atingir 30cm de altura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio direto e pós-emergência das plantas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio direto e pós-emergência das plantas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio direto e pós-emergência das plantas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio direto e pós-emergência das plantas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio direto e pós-emergência das plantas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio direto e pós-emergêcia das plantas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Plantio direto e pós-emergência das plantas
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Buva
(Conyza bonariensis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas com altura de, no máximo, 50 cm
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas com altura de, no máximo, 50 cm
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas com altura de, no máximo, 50 cm
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas com altura de, no máximo, 50 cm

Frasco Plástico: 100,150,200,300,400 mL. 1.0, 1.5, 2.0 e 3,0 L.
Bombona Plástica: 2,0; 4,0; 5,0; 8,0; 10; 15; 18; 20; 25; 50 e 250 L.
Balde Metálico: 4,0; 8,0;15;20;25;50 e 250 L
Tambor Metálico: 50;100;200;250;300;400;500 e 1000 L
Tanque portátil de Aço inoxidável com estrutura metálica: 20.000 L
Frasco PET ou COEX: 100;200;250;300;400;500 mL. 1,0 e 5,0 L
Lata Metálico: 100;150;200;300;400 mL. 1,5;2,0;3,0;5,0 L
Tambor Plástico: 50;100;200;250;300;400;500 e 1.000 L
Tanque Container de Aço inoxidável com proteção anticorrosiva: 1.000;2000;5000;10.000;15.000;23.000 e 25.000 L
Balde Metálico com liner :10,20e 50 L
Tanque fixo de Polietileno de alta densidade: 5.000 e 10.000 L
Tanque de Plástico com estrutura metálica: 300;400;500;1000;1500;2000 L
Tanque de Aço Inox: 10.000 e 20.000 L
Bag in Box de Poly-nylon :1,0;5,0;10;15;20;25 e 50 L

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
U 46 BR é um herbicida hormonal seletivo do grupo ariloxialcanóico, concentrado solúvel, que contém 806 g/l do ingrediente ativo sal de dimetilamina do ácido 2,4-diclorofenoxiacético, utilizado na emergência das plantas daninhas.

U 46 BR é indicado para o controle de plantas daninhas nas culturas de arroz (pós-emergência da cultura e plantas daninhas), café (jato dirigido nas entrelinhas), cana-de-açúcar (pós-emergência da cultura e plantas daninhas), milho (plantio direto e pós-emergência da cultura e plantas daninhas), soja (plantio direto) e pastagens.

CULTURAS / PLANTAS INFESTANTES / DOSES:
Vide a seção “Indicações de Doses/Usos”

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- Arroz (cultivo em áreas inundadas ou várzeas): Fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de até 10 folhas.

- Café: Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação.

- Cana-de-açúcar: Aplicar em época quente, na pós-emergência das plantas daninhas, estando as mesmas com, no máximo 10 folhas, e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura.

- Milho: a) Plantio direto: Aplicar uma vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura do milho, visando à dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de até 10 folhas. b). Pós-emergência da cultura: Aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Tanto para o tratamento de dessecação, como para pós-emergência da cultura, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas daninhas.

- Soja: A aplicação deve ser feita 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm.

- Pastagens: Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, existentes na área, com altura de, no máximo, 50 cm.

MODO DE APLICAÇÃO:
U 46 BR deve ser diluído em água e aplicado por pulverização tratorizada. O volume de calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras O produto deve ser aplicado exclusivamente com equipamento tratorizado com barra, de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.
Volume de calda: 200 a 400 L/ha
Bicos: tipo leque da série 80 ou 110.
Pressão: 2, 15 a 4,3 kg/cm² (30 a 60 lb/pol²)
Tamanho de gotas: 200 a 300 micrômetros.
Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm².
Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.

- Limpeza do equipamento de aplicação: proceda a lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4 D. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4 D, tais como: cucurbitáceas, tomate ou algodão antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos. Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4 D ou formulações que o contenham.

As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Arroz: Não especificado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Café: 30 dias.
Cana-de-açúcar: Não especificado por ser de uso em pós-emergência até 3 meses após o plantio ou cone.
Milho: Não especificado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25cm.
Soja: Uso permitido somente em pré-plantio.
Pastagens: Não estabelecido.

LIMITAÇÕES DE USO:
.Uso exclusivamente agrícola.
.Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, espécies de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras.
.Todo equipamento usado para aplicar o U 46 BR deve ser descontaminado antes de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para aplicações com formulações que contenham 2,4-D.
.O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado.
.O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
.U 46 BR não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto.
.Aplicar apenas sobre plantas daninhas em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer "stress" como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
.Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D.
.Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura.
.Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio.
.Não aplicar em plantas daninhas com altura superior a 10 cm e número de folhas maior que 10.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu impermeável de abas largas, luvas de borracha, protetor ocular, botas e máscara protetora.

PRECAUÇÕES GERAIS:
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
•Não utilize equipamentos com vazamento.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não distribua o produto com as mãos desprotegidas

MANUSEIO DO PRODUTO:
•Use protetor ocular.
•O produto é irritante para os olhos.
•Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS
SOCORROS.
•Use máscara cobrindo nariz e boca.
•Produto perigoso se inalado ou aspirado.
•Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS
SOCORROS.
•Use luvas de borracha.
•Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar respingos.
•Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

APLICAÇÃO PROPRIAMENTE DITA:
•Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
•Use máscara cobrindo o nariz e a boca.
•Não aplique o produto contra o vento.
•Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, protetor ocular e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Não reutilize a embalagem vazia.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Tome banho, troque e lave suas roupas de trabalho separadas das demais roupas. Ao lavar a roupa utilizar luvas e avental impermeável.

PRIMEIROS SOCORROS:
•Ingestão:
Não provoque vômito, lave a boca do intoxicado e dê-lhe bastante água, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
•Olhos:
ATENCÃO: ESTE PRODUTO É EXTREMAMENTE IRRITANTE AOS OLHOS
Lave com água em abundância por no mínimo 15 minutos e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
•Pele:
Lave com água e sabão em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
•Inalação:
Procure local arejado e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO:
Em caso de intoxicação oral efetuar lavagem gástrica, mesmo que o paciente tenha vomitado. As convulsões podem ser controladas pela administração de DIAZEPAM. Epinefrina e efedrina devem ser evitadas devido a uma possível fibrilação ventricular. Monitorar o ECG. Diurese alcalina forçada pode ser útil, pois aumenta a excreção urinária de 2,4 D. Se ocorrer miotonia, quinidina poderá ser útil.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
0 2,4 D é absorvido pelas vias oral, dermal e inalatória. Distribui-se por todo corpo, não havendo evidências de efeitos cumulativos.
Estudo de laboratório com ratos utilizando o 2,4-Diclorofenoxiacetato 2-Butoxietil Ester 2,4-D
BEE) radiomarcado mostrou uma rápida absorção, metabolização e excreção na forma de 2-butoxyethanol e seus conjugados, o 2,4-D, o ácido 2-butoxiacético e o etileno glicol. Após 48 horas de exposição, a média de recuperação da radioatividade foi de 78,15% da dose administrada. A via urinaria foi maior rota de eliminação (58,32% da dose administrada). O
14C02 expirado e as fezes representaram respectivamente 17,13 e 2,39% da dose administrada. A eliminação foi rápida, como indicou a porcentagem de recuperação de 48,9% na urina após 12 horas pós exposição. A meia vida de eliminação da radioatividade na urina foi de 4,6 horas. No estudo in vivo, o composto teste primário não foi detectado na urina. O metabólito principal na urina foi o ácido 2-butoxiacético. A hidrólise in vitro e in vivo de 2,4-D BEE pareceu ser rápida e completa. A meia vida hidrolítica do 2,4-D BEE incubado com soro ou com o homogenato do estômago, duodeno e fígado, variou de 0,6 minutos a 2,3 minutos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Os efeitos incluem hipersalivação, cólicas estomacais, vômitos e diarréia. Convulsões, depressão do SNC e confusão mental com dificuldades na fala também foram relatados. Foram observados ainda, miotonia seguida de fraqueza muscular, redução na atividade motora, ataxia e incoordenação seguida da perda de reflexos. Algumas pessoas podem apresentar hipotensão, aceleração no pulso e fibrilação ventricular. Exposições prolongadas podem levar a problemas no fígado e rins, além de edema pulmonar. Casos de intoxicação severa podem levar a coma e morte.

TELEFONE PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA:

CENTROS OE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS:
• AM: (092)622-1972 • BA: (071 )231-4343 • CE: (085) 255-5050 • GO: (062)291-4350 • ES: (027)227-1666. MG: (031)239-9308. MS: (067) 787-3333. MT: (065)321-1212. PB: (083)224-6688. PE: (081)421-5444. PR: 0800-410.148. RJ: (021) 290-3344. RN: (084)223-5050. RS: (051)148. SC: (048)1520. SP: (011)280-9431
EMPRESA: (11) 3167-0048

DADOS RELATIVOS A PROTEGÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇOES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

•Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
•A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇOES EM CASO DE ACIDENTES:
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa NUFARM DO BRASIL LTDA. ¬telefone de emergência: (41) 342-4134.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
•Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
•Solo: Retire as camadas de terra contaminada até que atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima .

•Corpos d'âgua: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido .

•Em caso de incêndio, use extintores de água, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

-LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto .

•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo .

• Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-La invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUGÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUGÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- EMBALAGEM SECUNDÁRIA

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação de câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados pelo órgão ambiental produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.