Bula U 46 BR - Nufarm
CME MILHO (DEZ/20) US$ 4,200 (0,72%)
| Dólar (compra) R$ 5,63 (0,59%)

Bula U 46 BR

2,4-D
1803
Sumitomo

Composição

2,4-D 806 g/L
Equivalente ácido de 2,4-D 670 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Hormonal, Seletivo, Sistêmico

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Gossypium hirsutum (Algodão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aeschynomene rudis (Angiquinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Conyza bonariensis (Buva)
Conyza sumatrensis (Buva)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Glycine max (Soja voluntária) (Soja voluntária)
Gossypium hirsutum (Algodão voluntário) (Algodão voluntário)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Ricinus communis (Mamona)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Café

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Aeschynomene rudis (Angiquinho)
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aeschynomene rudis (Angiquinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Alternanthera tenella (Apaga fogo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus retroflexus (Caruru gigante) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza sumatrensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Glycine max (Soja voluntária) (Soja voluntária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Gossypium hirsutum (Algodão voluntário) (Algodão voluntário) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Bidens pilosa (Picão preto)
Conyza bonariensis (Buva)
Croton glandulosus (Gervão branco)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Momordica charantia (Melão de são caetano)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Senecio brasiliensis (Maria Mole)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida glaziovii (Guanxuma branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum americanum (Maria preta)
Solanum palinacanthum (Arrebenta cavalo)

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Conyza bonariensis (Buva)
Conyza sumatrensis (Buva)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Glycine max (Soja)
Glycine max (Soja voluntária) (Soja voluntária)
Gossypium hirsutum (Algodão voluntário) (Algodão voluntário)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Spermacoce latifolia (Erva quente)

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Bidens pilosa (Picão preto)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Conyza bonariensis (Buva)
Conyza sumatrensis (Buva)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frasco Plástico: 100,150,200,300,400 mL. 1.0, 1.5, 2.0 e 3,0 L.
Bombona Plástica: 2,0; 4,0; 5,0; 8,0; 10; 15; 18; 20; 25; 50 e 250 L.
Balde Metálico: 4,0; 8,0;15;20;25;50 e 250 L
Tambor Metálico: 50;100;200;250;300;400;500 e 1000 L
Tanque portátil de Aço inoxidável com estrutura metálica: 20.000 L
Frasco PET ou COEX: 100;200;250;300;400;500 mL. 1,0 e 5,0 L
Lata Metálico: 100;150;200;300;400 mL. 1,5;2,0;3,0;5,0 L
Tambor Plástico: 50;100;200;250;300;400;500 e 1.000 L
Tanque Container de Aço inoxidável com proteção anticorrosiva: 1.000;2000;5000;10.000;15.000;23.000 e 25.000 L
Balde Metálico com liner :10,20e 50 L
Tanque fixo de Polietileno de alta densidade: 5.000 e 10.000 L
Tanque de Plástico com estrutura metálica: 300;400;500;1000;1500;2000 L
Tanque de Aço Inox: 10.000 e 20.000 L
Bag in Box de Poly-nylon :1,0;5,0;10;15;20;25 e 50 L

INSTRUÇÕES DE USO

U 46 BR é um herbicida hormonal seletivo do grupo químico Ácido Ariloxialcanóico, concentrado solúvel, que contém 806 g/L do ingrediente ativo sal de dimetilamina do ácido 2,4-diclorofenoxiacético, utilizado na pósemergência das plantas infestantes.

MODO DE APLICAÇÃO

U 46 BR deve ser deve ser diluído em água, aplicado via terrestre, através de pulverizadores tratorizados com barra ou autopropelidos.

Realizar a aplicação com volume de calda suficiente para distribuição uniforme em toda a área. O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras. Deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas dele. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.

É PROIBIDA A APLICAÇÃO TRATORIZADA COM TURBINA DE FLUXO DE AR

Preparo da Calda: Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto U 46 BR de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.

Aplicação Terrestre

Equipamento Tratorizado Pulverizadores de barra ou autopropelidos Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produziam jatos leque ou cônico, visando a produção de gotas médias a grossa para cobertura das plantas infestantes de maneira uniforme em toda a área. Nas culturas de café e cana-de-açúcar é obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de pelo menos 50% na aplicação tratorizada.
Classe de gotas: usar gotas médias a grandes, acima de 300 micras com densidade de 20 a 30 gotas/cm². Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: Utilizar bicos tipo leque 110.02, 110.04 ou 110.06, a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Pressão: 20 a 45 psi.
Volume de Calda: 100 a 300L/ha
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.

Condições Climáticas

Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Arroz, aveia, sorgo, trigo: Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Café: 30 dias
Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio ou corte.
Milho: Intervalo de segurança não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
Pastagem: Intervalo de segurança não determinado.
Soja: Uso permitido somente em pré-plantio.

LIMITAÇÕES DE USO

• Uso exclusivamente agrícola;
• Na operação tratorizada, o mesmo operador não deve realizar as atividades de mistura, abastecimento e aplicação do U 46 BR no campo.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo;
• Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, espécies de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras.
• Todo equipamento usado para aplicar o U 46 BR deve ser descontaminado antes de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para aplicações com formulações que contenham 2,4-D.
• O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado.
• O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
• Em aplicação em pós emergência das culturas, U 46 BR não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto.
• Aplicar apenas sobre plantas daninhas em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer “stress” como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
• Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D.
��� Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura.
• Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio.
• Não aplicar em plantas daninhas com altura superior a 10 cm e número de folhas maior que 10.

FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS

O produto não apresenta fitotoxicidade quando usado seguindo as instruções de uso recomendadas. Quando aplicado fora do período recomendado pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita com a cultura com mais de 4 folhas ou maior que 25cm.

OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS

Evitar contato com plantas a ele suscetíveis tais como dicotiledôneas em geral. Descontaminar completamente qualquer equipamento empregado na aplicação do produto antes de utilizá-lo em outras culturas suscetíveis.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.


INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO O HERBICIDA
O produto U 46 BR é composto por 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação dos mimetizadores de auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle:
(1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde);
(2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico);
(3) controle biologico;
(4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.