Bula U 46 Prime

acessos
2,4-D
2704
Nufarm

Composição

2,4-D-dimetilamina 806 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Mastruço
(Lepidium virginicum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Mostarda
(Brassica rapa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Rubim
(Leonurus sibiricus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Mastruço
(Lepidium virginicum)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Mostarda
(Brassica rapa)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Mastruço
(Lepidium virginicum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Mostarda
(Brassica rapa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Rubim
(Leonurus sibiricus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Não determinado. Aplicar na pós-emergência, em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Mastruço
(Lepidium virginicum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Mostarda
(Brassica rapa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Rubim
(Leonurus sibiricus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Mastruço
(Lepidium virginicum)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Mostarda
(Brassica rapa)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Mastruço
(Lepidium virginicum)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Mostarda
(Brassica rapa)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Rubim
(Leonurus sibiricus)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 180 a 360 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação

CONTEÚDO: 1; 5;10;20;100;200 e 20.000 litros

INSTRUÇÕES DE USO:

O WEEDAR 806 é um herbicida de pós-emergência indicado para o controle das plantas daninhas nas culturas de cana-de-açúcar, milho, arroz, trigo, soja (plantio direto – aplicação de limpeza) e café.

CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES E DOSES:
Vide "Indicações de Uso/Doses"
Obs. 1: Para a cultura da cana-de-açúcar, utilizar doses de 1,0 a 1,5 litros do produto comercial/ha.
Obs. 2: Utilizar as doses maiores para as plantas daninhas que estiveram em estádios mais avançados.
Obs. 3: Para a cultura de trigo, utilizar as doses maiores quando as plantas daninhas estiverem em estádios mais avançados.
Obs. 4: Para as culturas de café e soja, utilizar as doses maiores quando as plantas daninhas estiverem em estádios mais avançados.

Quantidade de ingrediente ativo por hectare em relação à dose aplicada:

Produto Comercial Weedar 806 L/ha Ingrediente Ativo 2,4 D Amina Kg/ha
0,50 0,403
0,75 0,605
1,00 0,806
1,50 1,209

NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES:

CANA-DE-AÇÚCAR:
a)Na pós-emergência, aplicar em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura. Não há necessidade de aplicação dirigida, repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas;
b)Não adicionar espalhante adesivo ou óleos.


MILHO:
a)Aplicar em área total em pós-emergência das plantas infestantes e do milho para controle de plantas daninhas de folhas largas. A aplicação deve ser feita quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas;
b)Não associar espalhantes ou qualquer outro aditivo à calda herbicida. Respeitar as dosagens recomendadas, e o estádio das plantas daninhas de até 10 folhas.


ARROZ E TRIGO:
a)Fazer uma aplicação em pós-emergência, no intervalo compreendido entre o perfilhamento e emborrachamento da cultura. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação. Não associar espalhante adesivo ou óleos à calda herbicida;
b)Aplicar o produto com as plantas daninhas no estádio de até 10 folhas.


SOJA (PLANTIO DIRETO):
a)A aplicação deve ser feita de 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folha largas existentes na área, com altura variando no estádio de até 10 folhas.


CAFÉ:
a)Para controle de plantas daninhas em pós-emergência, aplicar logo após a arruação ou esparramação;
b)Para controle de plantas daninhas de plantas largas em pós-emergência, aplicar em época quente após a arruação ou esparramação, quando a planta infestante atingir de 5 a 10 cm de altura.

MODO DE APLICAÇÃO:

O WEEDAR 806 é aplicado em pulverização com água, exclusivamente através de equipamento tratorizado. A aplicação é feita em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas.

PARA PULVERIZADOR DE BARRA
TIPO DE BICO LEQUE PRESSÃO LB/POL² VELOCIDADE Km/h ESP. ENTRE BICOS cm VOL. DE ÁGUA L/ha
8002 40 5 50 180
8003 40 5 50 270
8004 40 5 50 360
Obs. Em caso de outros equipamentos providenciar uma boa cobertura de pulverização de plantas daninhas.

A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico Responsável as condições de aplicação poderão ser alteradas.

Condições climáticas: Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou volatilização.


INTERVALOS DE SEGURANÇA:

Culturas Intervalo de Segurança
Cana-de-açúcar (I)
Milho (II)
Arroz e Trigo (III)
Soja (plantio – aplicação de limpeza) (IV)
Café 30 dias
(I) – Não especificado por ser de uso em pós-emergência até 3 meses após o plantio ou corte.
(II) – Não especificado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm.
(III) – Não especificado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
(IV) – Uso permitido somente em pré-plantio.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
- Não fitotóxico quando usado conforme indicações de uso.
- São sensíveis todas as culturas dicotiledôneas, como as hortaliças, plantas ornamentais, bananeiras, no caso de contato direto com as folhas.

Outras restrições a serem observadas:
Pequenas quantidades e até mesmo a névoa de pulverização podem causar danos muito sérios em espécies suscetíveis.
Assim o produto não deve ser aplicado em espécies úteis e nem se deve permitir que sua pulverização atinja essas espécies.
A pulverização ou sua deriva não deve atingir culturas de algodão, amendoim, batatinha, tomate, plantas ornamentais, plantas frutíferas, hortaliças e outras sensíveis a herbicidas hormonais.
Não contaminar canais de irrigação ou depósitos de água para consumo animal ou doméstico.
As aplicações realizadas em pulverizações, com equipamentos tratorizados, só devem ser feitas quando não houver o perigo de atingir as espécies acima mencionadas (suscetíveis). Após a utilização do produto, lavar muito bem o equipamento antes de utilizá-lo novamente.
Este produto não deve ser armazenado perto de alimentos, rações, fertilizantes, sementes, inseticidas, fungicidas e outros defensivos que possam ser usados em plantas suscetíveis ao 2,4 D.
As embalagens usadas do produto não devem entrar em contato, ou serem utilizadas para transporte de material que possa entrar em contato com espécies suscetíveis, devendo ser inutilizadas logo após o uso (vida item Destinação Adequada de Resíduos e Embalagens).
Uma aplicação de WEEDAR 806 em quantidade excessiva pode inibir temporariamente a germinação das sementes.

NOTA:
WEEDAR 806 não deve ser misturado com óleo.
Pulverizadores utilizados na aplicação de 2,4 D não podem ser utilizados em hipótese alguma na cultura de algodão, sem antes serem totalmente descontaminados conforme as instruções a seguir.

Limpeza do Equipamento de aplicação: proceda lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4 D, tais como: curcubitáceas, tomate ou algodão antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos. Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4 D ou formulações que o contenham.

2.– PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA:

2.1. – PRECAUÇÕES GERAIS:
USE PROTETOR OCULAR (ÓCULOS OU VISEIRA FACIAL), MÁSCARA, LUVAS E BOTAS DE BORRACHA, E MACACÃO COM MANGAS COMPRIDAS; CASO OCORRA CONTATO DIRETO COM O PRODUTO EM QUALQUER MOMENTO DE SUA UTILIZAÇÃO, PROCEDA A DESCONTAMINAÇÃO IMEDIATAMENTE.

2.1.1 – Antes da Aplicação:
· Não utilize equipamentos de proteção individual e de aplicação danificados e/ou defeituosos.
· Não desentupa bicos, orifícios, tubulações e válvulas com a boca.
· Não manipule e/ou carregue embalagens danificadas.
· Aplique somente as doses recomendadas pelo fabricante.

2.1.2 – No Manuseio do Produto:
· Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
· Use protetor ocular (óculos ou viseira facial). produto é irritante para os olhos – se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
· Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado –
caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
· Use luvas de borracha – produto irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
· Abertura de embalagens ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
· Use protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara apropriada, luvas de borracha, botas de borracha, macacão com mangas compridas e avental impermeável.

2.2. – PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
· Não coma, não beba e não fume durante a preparação da calda.

2.2.1. – Durante a preparação da calda e no abastecimento do equipamento de aplicação:
· Use os equipamentos de proteção individual indicados no item “No manuseio do produto-abertura de embalagens”.
· Mantenha pessoas, principalmente crianças, e animais domésticos longe do local de trabalho.
· Não entre em contato direto com o produto.
· Distribua o produto da embalagem original do fabricante, e procure evitar sobras.
· Mantenha as eventuais sobras do produto somente em suas embalagens originais.
· Evite derrames ou a contaminação do equipamento durante o seu abastecimento.
· Se a embalagem for totalmente esgotada lave-a por três vezes (tríplice lavagem) e jogue a calda resultante no próprio tanque de pulverização antes da aplicação do produto na lavoura.

2.3. – PRECAUÇÕES DURANTE O USO:

2.3.1. – Na aplicação propriamente dita:
· Não coma, não beba e não fume durante a aplicação.
· Use máscara cobrindo o nariz e a boca.
· Use botas de borracha e macacão com mangas compridas na pulverização tratorizada, além destes, use luvas de borracha e chapéu de aba larga na pulverização com equipamento costal ou pistola.
· Não aplique o produto nas horas mais quentes do dia.
· Não aplique o produto contra e/ou na presença de ventos fortes e evite sua deriva.
· Mantenha pessoas, principalmente crianças, e animais domésticos longe da área de aplicação.
· Se durante a aplicação, sentir qualquer sintoma de intoxicação, interrompa imediatamente os trabalhos, saia da área tratada, retire os equipamentos de proteção individual e tome um banho com água a temperatura ambiente e sabão, dê atenção especial às partes do corpo mais afetadas ou que sofreram maior depósito do produto.
· Procure um médico e leve a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto com o qual esteve trabalhando.
· Peça ajuda se necessário.

2.4. – PRECAUÇÕES DURANTE O USO:

2.4.1. – Depois da aplicação:
· Não reutilize embalagens vazias.
· Mantenha embalagens com sobras de produtos, adequadamente fechadas em local de armazenamento próprio e trancado, longe do alcance de crianças e animais.
· Tome banho, troque e lave as suas roupas.
· Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.

2.4.2. – Descarte de rejeitos contaminados:
· Após o uso e esgotamento, certifique-se de que as embalagens foram lavadas três vezes (tríplice lavagem); inutilize-as e dê destino adequado às mesmas.

2.4.3. – Reentrada em áreas tratadas:
· Fora do período de reentrada estabelecido, utilize protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara, luvas e botas de borracha e macacão com mangas compridas.
· Mantenha pessoas, principalmente crianças, e animais domésticos longe da lavoura até a secagem completa da calda de aplicação.

2.5. – DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
2.5.1. – Absorção e Dessorção:
O principal mecanismo de ação do 2,4 D apresentado por animais intoxicados, parece ser uma atuação sobre o sistema nervoso, principalmente sobre a atividade de algumas enzimas, influxo de K+ e condutância do Cl-; é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, sendo as outras vias de menor importância; em humanos do sexo masculino, que receberam uma dose de 5 mg/kg via oral, 73% foi excretado pela urina em 48 horas, após a administração do produto marcado (C14) somente 0,25% da dose foi alterada para um metabólito não identificado no fígado, o restante foi excretado ou localizado nos tecidos do corpo como 2,4 D inalterado.

2.5.2. – Efeitos Agudos e Crônicos:
Não existem dados disponíveis até o momento, referentes à intoxicação pelo produto formulado em seres humanos, entretanto, em estudos de laboratório, com roedores, a exposição ocasionou uma alteração no SNC, caracterizada pelo coma, além de irritação ocular e dérmica.

2.5.3. – Efeitos Colaterais:
Este produto não tem função terapêutica, conseqüentemente seus eventuais efeitos em humanos não podem ser caracterizados de colaterais.

Sintomas de Alarme:
Irritações da pele, olhos e mucosa, dores de cabeça, dificuldade respiratória, cansaço, enfraquecimento muscular, suor excessivo, náuseas, vômitos e diarréia podem ocorrer, mas são inespecíficos; o coma sugere intoxicação grave.

Primeiros Socorros:
Olhos: se em contato com os olhos, lave-os com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Inalação: se inalado procure local arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: se ingerido e o indivíduo estiver consciente e não apresentar sinais de irritação na boca e garganta, provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Pele: se em contato com a pele, lave-a com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

Tratamento Médico de Emergência:
Olhos: segurando as pálpebras abertas, proceder a descontaminação com solução salina fisiológica ou água em grande quantidade à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos ou até a completa remoção do produto. Se os sintomas persistirem após este período, solicitar exame oftalmológico.
Inalação: manter o paciente em ambiente arejado e observar a presença de desconforto, se ocorrer tosse ou dificuldade na respiração, avaliar as possíveis alterações do trato respiratório (irritação brônquica ou pneumonite). Administrar oxigênio úmido a 100% e ventilação assistida se necessário.
Ingestão: examinar cuidadosamente o paciente, se sinais de irritação oral ou esofageana estiverem presentes ou houver evidências de excitação ou depressão do sistema nervoso central, não provoque emese. A lavagem gástrica está indicada em pacientes que estiverem comatosos ou apresentem riscos de convulsão e deve ser realizada naso ou orogástrica, de grande calibre e com grandes volumes de soro fisiológico. A emese (indução ao vômito) pode ser indicada em ingestões recentes de grandes quantidades do produto se o paciente não estiver obnubilado, comatoso ou convulsionado; a adsorção com carvão ativado, associada ou não a catártico salino ou sorbitol pode ser indicada.
Pele: retirar imediatamente a roupa contaminada e proceder a descontaminação, lavando as áreas do corpo atingidas com grande quantidade de água à temperatura ambiente e sabão por, pelo menos, 15 minutos, ou até a completa remoção do produto, dando atenção especial às regiões que podem reter o produto (cabelo, axilas, umbigo, genitais e pregas cutâneas).

Cuidados de Suporte:
Podem ocorrer: depressão respiratória, hipotensão e acidose metabólica, que devem ser corrigidas. Manter o fluxo urinário adequado e monitoração do paciente, devido à possibilidade de arritmias cardíacas, hipertermias e convulsões.
Antídotos:
Não existe antídoto específico, o tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
· Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente

· Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
· Não utilize equipamento com vazamento.
· Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
· Aplique somente as doses recomendadas.
· Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
· A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
3.2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
· Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
· O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
· A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
· O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
· Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
· Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
· Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
· Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
· Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
· Contacte as autoridades locais competentes e a Empresa NUFARM DO BRASIL LTDA. - telefone de emergência: (41) 342-4134.
· Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
· Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
· Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
· Solo: Retire as camadas de terra contaminada até que atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
· Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
· Em caso de incêndio, use extintores de água, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
· Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita, principalmente, por desativação biológica, o produto deve ser coletado em tambores plásticos ou metálicos e misturados com cal e esterco bovino e mantido em um estufa a temperatura de 32 a 37°C por um período de 28 dias. Em caso de grandes quantidades de produto, recomenda-se a incineração a 800-1000°C, por 15 minutos em fornos equipados com filtro para CO2 e HCl, aprovados pelo órgão estadual responsável para este tipo de operação.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas infestantes nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementear, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas infestantes resistentes a herbicidas