Bula Vezir 100 - Adama

Bula Vezir 100

acessos
Imazetapir
9608
Adama

Composição

Imazetapir 106 g/L Imidazolinonas

Classificação

Herbicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência, Pré-emergência

Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Em pré e pós emergência da cultura
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
0,75 a 0,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Em pré e pós emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,75 a 0,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Em pré e pós emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Em pré e pós emergência da cultura
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Em pré e pós emergência da cultura
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
0,75 a 0,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Em pré e pós emergência da cultura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência da cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência da cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência da cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 40 dias. Pós-emergência da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pré-emergência da cultura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pré-emergência da cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 L p.c./ha 100 a 400 L/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Caruru de espinho
(Amaranthus spinosus)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Catirina
(Hyptis lophanta)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pré-emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea nil)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Erva de touro
(Tridax procumbens)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pré-emergência da cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Gervão branco
(Croton glandulosus)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pré-emergência da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pré-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pré-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pré-emergência da cultura

Frasco plástico?
1 L;

Galão e bombona de plástico:
5 e 10 L;

Balde ou bombona de plástico:
20 e 50 L.

Balde ou bombona de flandres revestidos com resina epóxi:
20 L;

Balde de flandres revestido com resina epóxi:
50 L;

Tambor de ferro revestido com resina epóxi:
200 L;

tambor plástico:
200 L;

Tanque container estruturado em aço inox, com proteção anticorrosiva:
10.000, 15.000 e 20.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

1.1 CULTURAS:
VEZIR 100 é um herbicida pós-emergente, sistêmico, seletivo para a cultura de feijão e soja, no sistema de plantio convencional e direto.

1.2 PLANTAS INFESTANTES E DOSES:
(Vide Indicações de uso / Dose)

1.3 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ARROZ:

Vezir 100 pode ser aplicado em dose única em pré ou pós emergência ou em aplicação sequencial em pré-emergência, seguida de pós- emergência.

Pré-emergência: aplicar a dose recomendada de 1,0L/há de Vezir 100 em uma única vez em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se aplicação em um solo bem preparado, sem torrões e úmido.

Pós- emergência: aplicar a dose recomendada de 1,0 L/há de Vezir 100 em uma única vez em pós-emergência quando as plantas infestantes estiverem no estádio de até 4 folhas e a cultura até 1 perfilho, adicionando-se á calda espalhante não iônico a 0,2% v/v (0,2 L/100L de água)
A irrigação definitiva deve ser realizada até 3 dias após a aplicação do herbicida em pós- emergência.

pré-emergência/pós- emergência:

A aplicação sequencial de Vezir 100 é recomendada quando tiver alta infestação de arroz vermelho e/ou germinação escalonada desta planta infestante, sendo que na primeira aplicação, utilizar a dose de 0,75 L/há em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes. O solo deve estar bem preparado, sem torrões, úmido e na semeadura do arroz estar livre de vegetação. Na segunda aplicação sobre a mesma área em pós-emergência, aplicar vezir 100 na dose de 0,5 L/há infestantes estiverem no estádio de até 4 folhas e a cultura até 1 perfilho.
A irrigação definitiva deve ser realizada até 3 dias após a aplicação do herbicida em pós- emergência.

FEIJÃO
VEZIR 100 deve ser aplicado em pós-emergência sobre a cultura do feijão no estádio do segundo para o terceiro trifólio, em uma única aplicação, no sistema convencional ou direto na pós-emergência das plantas infestantes registradas com até quatro folhas.
Utilizar a dose de 0,3 L/ha para as variedades precoces, que possuem ciclo de no máximo 80 dias, e as doses de 0,3 a 0,4 L/ha para as variedades tardias, com ciclo superior a 90 dias.

SOJA
VEZIR 100 deve ser aplicado na dose de 1,0 L/ha do produto comercial, em uma única aplicação, após a emergência da soja e quando as plantas infestantes gramíneas e dicotiledôneas sensíveis estiverem no estádio de até 4 folhas, em geral essa época ocorre a partir de 15 a 20 dias após a semeadura da cultura. Para as gramíneas poderá ser necessária a realização de controle complementar. É mais aconselhável que a aplicação seja realizada a partir do estádio de folhas cotiledonares até o segundo trifólio, no entanto, poderá ser realizada com a cultura mais desenvolvida, observando o estádio ideal das plantas infestantes.
Poderão ocorrer alguns sintomas de fitotoxicidade os quais desaparecerão dentro do período de 20 dias após a aplicação, sem interferências significativas no desenvolvimento e produção de grãos.
A ação residual do VEZIR 100 no solo não é muito prolongada podendo em alguns casos estender-se no máximo em quarenta dias e o controle das espécies sensíveis estará relacionado ao potencial do banco de sementes.

1.4 MODO DE APLICAÇÃO:
O VEZIR 100 deve ser aplicado em pós-emergência precoce para que as plantas infestantes tenham seu crescimento interrompido e morram. As plantas infestantes que germinarem posteriormente após a aplicação, poderão ser controladas pela ação residual do produto que em função do clima, do solo e do banco de sementes poderá chegar até aos 40 dias ou até a época da colheita, a partir da aplicação. Embora aplicado em pós-emergência, é aconselhável um bom preparo e boas condições de umidade do solo, para permitir o bom desenvolvimento da cultura e melhor ação do VEZIR 100 nas plantas infestantes.

Aplicação Terrestre
VEZIR 100 pode ser aplicado no sistema de plantio direto, desde que seja anteriormente realizada uma boa aplicação de manejo ou limpeza, não devendo existir rebrotes de plantas infestantes ou plantas com controle deficiente oriundas de uma má dessecação.
VEZIR 100, também pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado ou tratorizado convencional em aplicações terrestres. O volume de calda poderá ser de 100 a 400 L/ha, utilizando-se bicos da série 8001 a 8004 ou da serie 11001 a 11004, sob pressões de 20 a 40 lb/pol2, sempre observando a formação de uma boa cobertura sobre as folhas das plantas infestantes e ausência da formação de deriva, adaptando-se os equipamentos de acordo com as condições do meio ambiente no momento e durante a aplicação.

APLICAÇÃO AÉREA
Para as culturas de arroz irrigado, feijão e soja, VF2IR 100 pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, pare 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a grossa. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.

Altura de voo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vão, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra gera), a atura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.

Largura da faixa deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.

Diâmetro de gotas: Gotas; média a grossa, com no mínimo de 300u (micra)DMV, evitando condições mais críticas de evaporação e/ou deriva.

Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm2 variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.

Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.

Preparo da calda
O VEZIR 100 deve ser adicionado ao pulverizador quando este estiver com ¾ de sua capacidade com água limpa. Ao adicionar a quantidade recomendada do produto, manter a calda em constante agitação e após adicionar o produto, completar o volume do tanque do pulverizador com água, mantendo-a sempre em agitação.

Condições climáticas
O VEZIR 100 pode ser aplicado preferencialmente nos primeiros horários da manhã, evitando-se as horas mais quentes e retornando as aplicações nos finais de tarde e sempre quando a umidade relativa do ar for superior a 60%.
Evitar aplicar em temperaturas superiores a 30º C, para reduzir as perdas por evaporação das gotas pequenas.
Evitar aplicações com ventos superiores a 6 km/hora, ou então fazer uso de equipamento que reduza significativamente a deriva nas condições adversas, para evitar a deriva para as culturas vizinhas.
Não utilizar o VEZIR 100 em condições climáticas desfavoráveis e durante a aplicação, evitar sobreposições nas faixas divisórias das pulverizações.

1.5 INTERVALO DE SEGURANÇA:

Arroz .............................................. 83 dias
Feijão ............................................. 40 dias
Soja ................................................ 66 dias

1.6 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

1.7 LIMITAÇÕES DE USO:
• Fitotoxicidade para as culturas registradas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
• Não aplicar em pós-emergência se as infestantes estiverem em condições de estresse.
• Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%.
• Não aplicar com ventos superiores a 6,0 km/hora para não promover deriva para regiões vizinhas.
• No momento da aplicação em pós-emergência verificar a velocidade dos ventos e se há cultivos sensíveis ao produto.
• Não aplicar a dose de 0,4L/ha em variedades feijão precoce com ciclo inferior a 80 dias

ATENÇÃO:
Até o presente momento os estudos disponíveis permitem indicar que somente as culturas de inverno e verão indicadas abaixo poderão ser feitas em rotação com a soja nas áreas tratadas com o produto.

- Culturas de verão: milho, soja, amendoim, feijão, ervilha e tremoço.
- Culturas de inverno: trigo, cevada, aveia, azevém, soja, amendoim, feijão, tremoço e ervilha.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impem1eável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
•Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator, aplique o produto contra o vento.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
•Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
•Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.
Pele: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado.
Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Não há um antídoto específico. A critério médico, utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse). Anti-histamínicos ou esteróides são efetivos no tratamento de processos irritativos. O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico; as ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade, em caso de ingestão, envolve lavagem gástrica, até 1 hora após a exposição e/ou o aparecimento dos sintomas de intoxicação, e em caso de exposição por contato, a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal podem ser requeridas.

INTOXICAÇÕES POR IMIDAZOLINONA
•Grupo químico: Imidazolinona
•Classe toxicológica: I- Extremamento tóxico
•Mecanismos de toxicidade: Ainda não está claro o mecanismo exato de intoxicação pelos herbicidas do grupo imidazolinona.
•Vias de absorção: Oral, respiratóriae dérmica.
•Sintomas e sinais clínicos:A intoxicação aguda após ingestão de grande quantidade de herbicidas do grupo imidazolinona resultou em: hipotensão, disfunção pulmonar, irritação da mucosa oral e do trato gastrintestinal, disfunção transitória hepática e renal. É comum vômito copioso logo após a ingestão. Sintomas severos incluíram diminuição da consciência e dificuldade respiratória requerendo intubação. Não se sabe a extensão da influência do surfactante na toxicidade. O prognóstico geralmente é bom após tratamento sintomático.
Sinais vitais
Pode haver decréscimo da pressão arterial após doses excessivas. Foi relatada febre em adultos após ingestão de grandes quantidades.
Cardiovascular
A hipotensão é comum após ampla ingestão.
Respiratório
A pneumonia por aspiração é uma ocorrência clínica comum após ingestão.
Neurológico
Os herbicidas do grupo imidazolinona são depressores do SNC, causando perda da consciência e coma em alguns casos.
Gastrintestinal
Náusea e vômito intenso são muito comuns logo após a ingestão. Podem ocorrer diarréia e dor abdominal.
Hepático
Pode ocorrer disfunção hepática transitória com elevação dos níveis séricos das transaminases hepáticas.
Geniturinário
Pode ocorrer disfunção renal transitória. Foi relatada elevação moderada da creatinina sérica após ingestão.
Ácido-básico
Foi relatada acidose metabólica após ingestão.
Hematológico
Foi relatada leucocitose metabólica após ingestão.
Dermatológico
Pode ocorrer irritação dérmica moderada após o contato com a pele.Membranas mucosas podem sofrer corrosão após ingestão ou respingos, devido à ação corrosiva desses herbicidas.
•Metabolismo e toxicocinética: Após a administração oram em ratos, 92% da dose administrada foi excretada na urina e 5% nas fezes dentro de 24 horas. Os níveis de resíduos no sangue, fígado, rins, músculo e tecido adiposo foram < 0,01 ppm após 48 horas.
•Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
•Tratamento:
Exposição Oral/ Parental

Prevenção da absorção

A)ÊMESE/NÃO RECOMENDADA
1) A êmese não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer.

B)DILUIÇÃO
1)Se não houver comprometimento respiratório, dilua imediatamente com leite ou água; não mais do que 250 ml em adultos e 15 ml/kg em crianças são recomendados para minimizar o risco de vômito.
2)O EMPREGO DE DILUENTES É CONTROVERSO: modelos experimentais têm sugerido que a diluiçao imediata pode diminuir os danos cáusticos, mas isso ainda não foi suficientemente estudado em humanos.
3)EFEITOS ADVERSOS: Os efeitos adversos potenciais incluem vômitos e comprometimento das vias aéreas.
4)CONTRAINDICAÇÕES: Não proceda à diluição em pacientes com alterações respiratórias, estado mental alterado, dor abdominal severa, náusea, vômito, ou pacientes que estejam impossibilitados de engolir ou de proteger as vias respiratórias.
5) No caso de ingestões de quantidades menores do agrotóxico, a irrigação oral e diluição podem ser os únicos procedimentos necessários.

C)LAVAGEM GÁSTRICA
1)Considere a aspiração gástrica com pequeno tubo nasogástrico flexível após grandes ingestões recentes. O risco de piora do dano à mucosa deve ser pesado em frente ao benefício potencial.

D)CARVÃO ATIVADO
1)Administre uma suspensão de carvão ativado em água (mínimo de 240 ml de água/30 g de carvão).Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/kg em infantes com ou menos de 1 ano de idade. È mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
2)O uso de um catártico com carvão ativado não é recomendado uma vez que há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga e é sabido que eles causam efeitos adversos tais como náusea, vômito, espasmos abdominais, desequilíbrio eletrolítico e, ocasionalmente, hipotensão.
3)COMPLICAÇÕES:êmese, aspiração. A aspiração pode ser complicada por falência respiratória aguda, síndrome da angústia respiratória do adulto ou bronquiolite obliterante.

Tratamento

Pelo fato de os herbicidas do grupo imidazolinona não serem inibidores de colinesterase, a atropina e pralidoxima não são indicadas. Não há antídoto específico.

A) ENDOSCOPIA
Observe cuidadosamente os pacientes que ingeriram a substância quanto à possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrintestinal.Se houver sinais de irritação ou queimaduras, considera a endoscopia para determinar a extensão dos danos.

B)EQUILÍBRIO HIDRO-ELETROLÍTICO
Reidrate o paciente que estiver apresentando vômitos e diarréia.

C)DANO PULMONAR AGUDO
Os sintomas do dano pulmonar agudo após a exposição tóxica podem levar de 24 a 72 horas para iniciar.
Esteja preparado para tratar edema pulmonar e fornecer suporte respiratório.
Mantenha a ventilação e oxigenação. Monitore através de gasometria arterial ou oxiometria de pulso.

D) HIPOTENSÃO
Proceda à infusão de 10 a 20 ml / kg de fluido isotônico. Se a hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 µg / kg / min) ou norepinefrina (Adulto: comece a infusão com 0,5 a 1µg / min;, Criança: comece a infusão com 0,1 µg / kg / min).

E) ACIDOSE
Trate a acidose metabólica severa (pH < 7,1) com bicarbonato de sódio intravenoso. Comece com 1 a 2 mEq / kg em adultos e em crianças. Se necessário, pode-se repetir a dose empregando-se uma quantidade não superior à metade daquela inicialmente administrada. O intervalo mínimo de repetição da dose é de 10 minutos. Monitore os gases sanguíneos para ajustar a dose.

F) HEMODIÁLlSE
O papel da hemodiálise na remoção dos herbicidas do grupo da imidazolinona ainda não é conhecido. Contudo, a hemodiálise pode ser benéfica em casos severos apresentando falência renal.
•ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT-ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informações e agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da empresa: 0800 400 7505
Centro de Controle de Intoxicações: (43) 3371-2244

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos em ratos que receberam o imazetapir por via oral, revelaram que mais do que 97% da dose administrada foi eliminada pela urina (87-94%) e pelas fezes (5-10%) em até 24 horas. A dose administrada foi completamente eliminada pelas fezes e urina em 96 horas na forma inalterada.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos de toxicidade aguda oral (ratos): DL50 igual a 3.000 mg/kg de peso corpóreo e toxicidade aguda dérmica (ratos): DL50 > 4.000 mg/kg. O produto foi considerado não irritante para os olhos e para a pele de coelhos.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos de toxicidade de 90 dias em ratos e cães que receberam o produto técnico via oral determinam NOEL de 10.000 ppm, a dose mais alta testada. Estudos de 1 ano em cães que receberam o imazetapir na dieta nas concentrações de 0,1.000,5.000, ou 10.000 ppm.

SINTOMAS DE ALARME:
A ocorrência de irritações da pele, olhos e mucosas, associados à confirmação de exposição ao produto, sugerem intoxicação.

EFEITOS ADVERSOS:
Por não ser um produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

-Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagricolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES.
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGRO CIÊNCIAS S/A
pelo telefone de emergência: 0800-400-7505 e o Centro de Controle de Intoxicações(CCI): (0xx43) 371-2244.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;
•Solo retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
•Corpos d água interromper imediatamente a captação para o consumo humano e animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s -Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

•Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração com sistema de combustão composto de um fomo rotativo à temperatura de 800 - 1.000°C com tempo de residência de 30 a 60 minutos; uma câmara de pôs-combustão com temperaturas entre 1.050 - 1.250°C com um tempo de residência de 3 segundos e três queimadores. Os gases resultantes passam pelo sistema de resfriamento e lavagem, composto de pré-resfriador, quatro ciclones, um pós-resfriador (primeiro lavador), um lavador de disco rotativo (segundo lavador) e um demister (separador de gotículas). Os gases são resfriados até 400°C com água no pré-resfriador.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.
Informações sobre possíveis casos de resistência de plantas devem ser encaminhados para o HRAC-BR (www.hrac-br.com.br) ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).