Análise de Mercado
Arquivo · página 137
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MilhoAgrolink · No mercado de milho, as vendas para exportação continuam, com temor de que preços caiam mais, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios permanecerem em $ 90 em outubro, caíram $-5 cents para $ 85 em novembro e permaneceram em $ 90 em dezembro”, comenta.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo em Chicago permaneceram relativamente estáveis durante a semana, com o fechamento registrado nesta quinta-feira (28) alcançando US$ 5,78/bushel, considerando o primeiro mês de cotação, em comparação com US$ 5,75 da semana anterior. No que diz respeito ao plantio de trigo de inverno nos Estados Unidos, até o dia 24/09, atingiu 26% da área prevista, ligeiramente abaixo da média histórica de 29%. Enquanto isso, o trigo de primavera estava colhido em 96% da área, igualando-se à média histórica para a mesma data.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, tudo parece caminhar da mesma forma, sem alterações nos negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Ageroeconômica. “Nada de novo no que diz respeito à comercialização hoje no estado, onde compradores apontados estar abastecidos até pelo menos a primeira quinzena de outubro. As cotações se mantêm ao longo da semana, em que hoje as indicações das indústrias foram de R$ 58,00 CIF Fábricas, na grande maioria de locais, e contra ofertas que começam a R$ 61,00 interior”, comenta.
MilhoAgrolink · As cotações do milho em Chicago registraram um pequeno aumento nesta semana, com o fechamento da quinta-feira (28) atingindo US$ 4,88/bushel, em comparação com os US$ 4,75 da semana anterior. A colheita nos Estados Unidos avançou para 15% da área plantada, superando a média histórica de 13%, mas ficando abaixo das expectativas de mercado, que esperavam 17%. Das lavouras ainda não colhidas, 53% foram classificadas como boas a excelentes, um aumento em relação aos 51% da semana anterior. Outros 29% estavam em condições regulares e 18% em condições ruins a muito ruins. Destas, 70% estavam na fase de maturação.
MilhoAgrolink · Por mais um dia, dólar e mercado internacional dão suporte aos contratos e o milho registra alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Os contratos de milho fecharam de forma mista nesta quinta-feira. A manutenção do dólar em um patamar elevado, assim como a alta de Chicago deram suporte para as cotações mais curtas”, comenta.
SojaAgrolink · Durante a última semana de setembro, as cotações da soja em Chicago permaneceram abaixo dos US$ 13,00/bushel por um período considerável. No entanto, houve uma ligeira recuperação na segunda metade da semana, resultando no fechamento do mês em US$ 13,00/bushel, em comparação com os US$ 12,93 registrados uma semana antes.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul, os preços marcam manutenção e os negócios param, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Após altas e bons movimentos por duas sessões consecutivas, preços e negócios voltam a ficar completamente parados. O dia de hoje não trouxe informações a respeito da situação dos negócios que fossem relevantes”, comenta.
Agrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, a semana segue da mesma forma, sem expressão e com mínimas variações de preços, de acordo com a TF Agroeconômica. “Mercado viveu um dia sem novidades, preços lateralizados. Na sexta-feira teremos o relatório de estoques trimestrais, e na semana que vem é feriado no China, com isso, em tese teremos um começo de outubro sem novidades para o mercado de soja”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou em baixa com realização de lucros após quatro altas seguidas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,21 %, ou $ -2,75 cents/bushel a $ 1300,50”, comenta.
MilhoAgrolink · A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) ajustou para baixo sua previsão para os embarques de milho ao mercado externo neste mês, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios caíram $-13 cents para $ 90 em outubro, caíram $-5 cents para $ 90 em novembro e caíram -15 cents para $ 90 em dezembro”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul segue parado em relação à comercialização e tem preços balcão estáveis, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Pouco se ouviu a respeito da comercialização no Rio Grande do Sul no dia de hoje. Produtores seguram seus últimos lotes, onde para aqueles que possuem espaço, acredita-se que os preços vão melhorar a partir de outubro. Compradores têm a segurança de bons lotes vindos do centro oeste”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o dólar e o mercado internacional deram suporte aos contratos de milho, que subiram nesta quarta-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os contratos de milho fecharam em campo positivo nesta quarta-feira, onde houve alta do dólar, fechado a R$ 5,047 na venda, e alta do milho na Bolsa de Chicago”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul os preços marcaram alta expressiva na casa dos 5,00/saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Após as altas de ontem mercado voltou a se movimentar fortemente. Informações um pouco atrasadas chegaram, informando que na parte mais tardia do pregão bons volumes saíram com o dia fechando em aproximadamente 30.000 toneladas. Hoje por sua vez, o cenário seguiu se fortalecendo e outras 20.000 toneladas foram negociadas”, comenta.
SojaAgrolink · Ultimamente, a resposta para a situação do mercado da soja da Região Sul é sempre a mesma: tudo segue igual. O estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, segue sem expressão e com mínimas variações de preços. “Mercado viveu um dia impulsionado pela taxa de câmbio, mas manteve o mesmo ritmo da semana”, comenta.
SojaAgrolink · A soja fechou em alta na Bolsa de Chicago com ajustes antes do relatório trimestral do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,04 %, ou $ 0,50 cents/bushel a $ 1303,25”, comenta.
MilhoAgrolink · Conforme o USDA, até o dia 24 de agosto, a colheita de milho nos Estados Unidos para a safra 2023/2024 alcançou 15,00% da área total, o que representa um aumento de 6,00 pontos percentuais em relação à semana anterior. Em comparação com a safra anterior (2022/2023), o andamento dos trabalhos de campo está adiantado em 4,00 pontos percentuais.
AlgodãoAgrolink · O Custo Operacional Efetivo (COE) apresentou uma redução de 1,32% em relação a julho de 2023. A diminuição mensal pode ser explicada principalmente pela queda de 1,66% nos gastos com os macronutrientes. Além disso, as despesas relacionadas à classificação e beneficiamento também diminuíram no mês em comparação, devido à redução no preço do caroço, o que contribuiu para a diminuição do COE.
SojaAgrolink · Conforme apontado pelo Projeto Rentabilidade no Meio Rural, promovido pelo Senar-MT, os custos de produção relacionados à cultura da soja para a safra 2023/24, mensurados em agosto de 2023, totalizaram R$ 4.145,68 por hectare, o que representa uma significativa queda de 15,57% em comparação com as despesas do ano anterior. Essa tendência de redução está intimamente ligada à baixa nos preços dos insumos, os quais vêm enfrentando pressões desde o ano anterior.
MilhoAgrolink · A projeção para a área total cultivada revelou uma diminuição de 4,76% em comparação com a safra 22/23, totalizando 21,21 milhões de hectares. Essa redução pode ser atribuída à desvalorização dos preços do cereal nos mercados nacional e internacional, o que impacta diretamente a lucratividade da cultura e desanima os produtores. Além disso, é importante ressaltar que as áreas destinadas à segunda safra, que compreendem 77,14% do total, devem diminuir em 4,78%.
SojaAgrolink · A projeção indica que o país irá cultivar 45,30 milhões de hectares, registrando um aumento de 2,77% em comparação com a safra 22/23. No que diz respeito aos estados, merecem destaque Goiás, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Paraná, que ampliaram suas áreas em 2,70%, 1,80%, 1,00% e 0,80%, respectivamente, em relação à safra anterior. Esse aumento é motivado pela abertura de novas áreas e pela expectativa de uma "safra cheia" nos estados do sul do país, devido à melhoria das condições climáticas em comparação com o ano de 2022.

