Análise de Mercado
Arquivo · página 302
Arquivo · página 302
CaféAgrolink · Os preços do café arábica avançaram nestes primeiros dias de abril, com o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, voltando a fechar acima dos R$ 1.250/saca de 60 kg. Nessa terça-feira, 12, o Indicador fechou a R$ 1.278,00/sc, aumento de 2,2% frente à terça anterior, 5. Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização interna do arábica esteve atrelada à alta dos preços internacionais e à retração de vendedores – apesar do avanço dos valores, a maior parte dos vendedores segue afastada do mercado, à espera de novas valorizações.
ArrozAgrolink · Os preços do arroz em casca recuaram neste início de abril no Rio Grande do Sul, refletindo o avanço da colheita, que ultrapassou 3/4 da área semeada, e o consequente aumento da oferta. Segundo colaboradores do Cepea, a liquidez esteve mais elevada no início do mês, mas a movimentação se enfraqueceu no decorrer dos dias devido à certa restrição vendedora, diante das desvalorizações.
MilhoAgrolink · Puxados pela alta em Chicago e pelas compras de oportunidade dos investidores as cotações do milho no mercado futuro de São Paulo voltaram a fechar em alta, nesta terça-feira, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mesmo com a maioria dos compradores do físico esteja abastecida e esperando apenas a colheita da Safrinha e a alta em Chicago (-1,34%) suplantou a queda do dólar (-0,29%) e permitiu reação do mercado, nesta terça-feira. Alguns exportadores intensificaram as consultas de preços na esperança de exportação, faltando pouco para o alinhamento dos preços”, comenta.
MilhoAgrolink · Os prêmios caíram forte na Argentina e se fizeram sentir mais agudamente nesta terça-feira, segundo o que nos informa a TF Agroeconômica. “A alta das cotações das cotações em Chicago (+1,34%) não compensou os baixos (ou ausência dos) prêmios e, com isto os preços do milho argentino voltaram a cair US$ 9/t para US$ 293/t FOB ou US$ 344/t CIF portos brasileiros ou R$ 96,36 contra R$ 99,53/saca, do dia anterior”, comenta.
MilhoAgrolink · O Rio Grande do Sul tem mercado de milho estável, com compradores ausentes e vendedores sem ofertas, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mercado de milho segue totalmente andando de lado, com indicações de comprador bem distantes das ofertas. Comprador referenciou a R$ 91,00 CIF Santo Ângelo e Chapecó, R$ 92,00 Marau e R$ 93,00 CIF Arroio do Meio. Já o vendedor posiciona ofertas que partem de R$ 93,00 interior. Devido as baixas nos prêmios em todos os portos, exportação continua fora de mercado, não apresentando nem cotação. Os preços ao produtor, em Panambi, mantiveram-se em R$ 84,00 a produtor”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja começa a semana em baixa, com queda no petróleo e possibilidade de mais área da oleaginosa, segundo informações da TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em queda de 1,84% ou 31,0 cents/bushel a $ 1658,0. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em queda de 0,10%, ou $ 1,50 cents/bushel a $ 14c70,0. O contrato de farelo de soja fechou em queda de 1,90% ou 8,9/ton curta a $ 459,3 e o contrato de óleo de soja fechou em queda de 0,96% ou $ 0,72/libra- peso a $ 74,40”, comenta.
SojaAgrolink · A soja teve mais um dia de alta volatilidade no mercado do Rio Grande do Sul, o que faz os negócios pararem no porto e os preços caírem no interior do estado, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços do interior se movimentaram de forma negativa por quase todo o Estado. Apenas Passo Fundo seguiu nos níveis anteriores. Quanto aos demais: Ijuí decaiu em 1,05%, valor equivalente a R$ 2,00/saca e foi a R$ 188,00, Cruz Alta decaiu em 0,53%, valor equivalente a R$ 1,00/saca e foi a R$ 188,00, Santa Rosa caiu da mesma forma que Ijuí e foi também a R$ 188,00. Ademais, nada de negócios foi efetuado, a colheita segue muito lenta devido o tempo chuvoso, apenas no sábado foi colhido algo, mas nada muito extensivo”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em queda de 0,28%, cotado a R$ 4,6766, nesta terça-feira (12), após os investidores avaliarem os dados da inflação dos EUA, que vieram acima do esperado em março e podem intensificar a pressão por aumentos nos juros daquele país. No exterior, os investidores avaliam dados de inflação nos Estados Unidos que subiu a 8,5% em março, estimulando apostas de aumentos maiores na taxa de juros norte-americana. Por aqui, o IBGE divulgou o resultado do setor de serviços em fevereiro, que recuou 0,2%, no segundo mês seguido de queda – acumulando recuo de 2% no ano. Os investidores seguiam de olho na trajetória dos juros no país e nos próximos passos do Banco Central, depois que o resultado de março do IPCA veio acima do esperado e colocou em xeque a perspectiva de encerramento do ciclo de aperto monetário em maio. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou na segunda-feira que o resultado da inflação de março foi uma "surpresa" e os núcleos do IPCA "estão muito altos", aumentando as apostas de que a taxa básica de juros (Selic) será elevada em 2022 para além de 13% ao ano. Juros mais altos no Brasil tornam a moeda local mais interessante para investidores que buscam rendimento em ativos mais arriscados. Fonte: G1.
TrigoAgrolink · As cotações externas do trigo voltaram a subir, impulsionadas por estimativas de maior consumo e menor estoque mundiais na safra 2021/22. Em relatório divulgado neste mês, o USDA estimou o consumo global de trigo em 791,08 milhões de toneladas, alta de 0,5% sobre o relatório de março e 1,1% maior que o da temporada passada.
MilhoAgrolink · Na B3, segundo a TF Agroeconômica, o milho fechou em queda, acompanhando Chicago e a espera por uma safrinha robusta. “Os preços voltaram a fechar em queda, nesta segunda-feira. Com a maioria dos compradores do físico esteja abastecida e esperando apenas a colheita da Safrinha e as quedas em Chicago (-0,55%) e do dólar (-0,39%) desestimularam os preços da exportação, nesta segunda-feira", comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho paraguaio subiram US$ 12/t no Oeste do Paraná e US$ 5/t no Oeste de Santa Catarina, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Semana começa com preços mais elevados, como mostra nossa tabela ao lado. Milho paraguaio no Brasil, especialmente na região oeste do Paraná, com alta de US$ 12 por tonelada para entregas em abril/maio e US$ 8 para entregas em junho/setembro. Em Santa Catarina alta U$5 para abril/maio e baixa U$5 para julho/setembro. Exportações paraguaias estáveis, via rio Paraguai.”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado do milho segue estável com indicações de comprador bem distantes das ofertas, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Comprador referenciou a R$ 91,00 CIF Santo Ângelo e Chapecó, R$ 92,00 Marau e R$ 93,00 CIF Arroio do Meio. Já o vendedor posiciona ofertas que partem de R$ 93,00 interior. Devido as baixas nos prêmios em todos os portos, exportação nem sequer sondou o mercado hoje”, comenta.
SojaAgrolink · A queda de Chicago e do dólar fez os preços da soja do Rio Grande do Sul recuarem no porto, mas subirem no interior, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Aqui os preços tiveram espaço para novas altas, mas isso mostra claro esticamento dos preços, algo que pode ser relacionado à demanda externa para o óleo, que com a crise do petróleo se mostra mais forte, tornando as fábricas mais competitivas, mesmo em períodos que geralmente marcariam dominância por parte das tradings. Ijuí subiu 2,15% foi a R$ 190,00, Cruz Alta subiu em 1,07% e foi a R$ 189,00, Passo Fundo subiu em 0,53% e foi a R$ 188,00 e Santa Rosa subiu em 1,60% e foi a R$ 190,00”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · A bolsa de N.Y. operou com alta nesta segunda-feira (11), a posição maio oscilou entre a mínima de -0,70 pontos e máxima de +5,95 fechando em +4,95pts. O dólar fechou em queda nesta segunda-feira (11), com investidores avaliando novas indicações sobre os próximos passos do Banco Central, depois que a leitura de março do IPCA surpreendeu para cima e colocou em xeque a perspectiva de encerramento do ciclo de aperto monetário em maio. A moeda norte-americana recuou 0,41%, cotada a R$ 4,6899.
SojaAgrolink · As cotações da soja registraram baixa nesta parcial de abril, conforme indicam dados do Cepea. Entre 31 de março e 8 de abril, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná cederam 1,14% e 0,78%, com respectivos fechamentos de R$ 184,13 e de R$ 180,90/saca de 60 kg na sexta-feira, 8.
MilhoAgrolink · A produção nacional da segunda safra de milho deve ficar acima das expectativas iniciais, podendo ser recorde. De acordo com pesquisadores do Cepea, esse cenário tem afastado compradores do spot brasileiro, mantendo os preços do cereal em queda. Entre 31 de março e 8 de abril, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) recuou 4,37%, fechando a R$ 89,02/sc de 60 kg na sexta-feira, 8.
Agrolink · A primeira semana cheia de abril foi marcada por quedas no preço da saca de 50 Kg do açúcar cristal, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No dia de ontem a cotação sinalizou uma certa recuperação, porém o avanço não foi sustentado nesta sexta-feira. A variação percentual registrada hoje foi de -0.50%, com isso a saca de 50 Kg do adoçante que estava avaliado em R$ 142,47 passou para R$ 141,76”, comenta.
Agrolink · O açúcar mundial de maio de NY #11 (SBK22) fechou em alta de +0,57 (+2,87%), a 20,41 cents por libra- peso, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O açúcar branco de maio de Londres #5 (SWK22) fechou em alta de +11,70 (+2,13%), a US$ 560,40 a tonelada”, comenta.
MilhoAgrolink · Na B3, o milho volta a fechar em alta, puxado por Chicago, que poderá incentivar exportações na disputa, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços voltaram a fechar em alta, nesta sexta-feira. Embora a maioria dos compradores do físico esteja abastecida e esperando apenas a colheita da Safrinha, portanto fora de mercado, a forte alta em Chicago está melhorando os preços da exportação, que ainda não chegou, mas está bem perto de bater à porta dos vendedores brasileiros”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado do milho continua igual, mas, se a exportação entrar pode elevar preços, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado de milho, mais um dia de batalha entre comprador e vendedor. Vendedor quer de R$ 91,00 até R$ 95,00 no interior e o comprador referenciou a R$ 89,00 Santo Angelo, Ijui e Marau, R$ 90,00 Arroio do Meio, posto na indústria. Com indústrias abastecidas e possibilidade de ter ter boa colheita na Safrinha e mais cedo, a tendência dos preços é de baixa, com algumas exceções para os pequenos granjeiros”, comenta.

