Análise de Mercado
Arquivo · página 309
Arquivo · página 309
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o que movimenta o mercado do milho é a previsão do tempo com frente fria e cerca de 10 mil toneladas no porto, segundo a TF Agroeconômica. “Negócios ocorreram em sentido ao porto hoje a até R$ 112,00 a saca, em volumes de ao menos 10 mil toneladas. Algumas indústrias corrigiram preços, indicando 109,00 Arroio de meio, 108,00 Marau, 102,00 Santa Rosa e Ijuí. Preços em Panambi subiram para R$ 94,00 a produtor”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta, pelo terceiro dia consecutivo, por demanda externa e alta dos óleos, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em alta de 1,43% ou 24,25 cents/bushel a $ 1720,75. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta menor, de 0,43%, ou $ 6,25 cents/bushel a $ 1447,75. O contrato de farelo de soja fechou em alta de 1,78% ou 8,5/ton curta a $ 485,3 e o contrato de óleo de soja fechou em nova alta de 2,05% ou 1,53/libra-peso a $ 76,07”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, o produtor seguiu vendendo mais nesse momento do que vinha vendendo em semanas anteriores, reagindo à queda de preços de R$ 3/saca na pedra e R$ 1,50 no porto, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O interior passa por um dia de preços mais seguros após as quedas anteriores bastante expressivas, Ijuí, Cruz Alta e Passo Fundo não variam, com todos os preços permanecendo em R$ 202,00. Santa Rosa que estava colocado segue estando acima das demais regiões do interior decaiu novamente em R$ 3,00/saca, indo a R$ 203,00. A maior parte dos negócios foram em fixações de volumes de soja velha já entregues anteriormente, mas houve fluxo monetário”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em queda nesta quarta-feira (23), engatou o sexto dia de negócios seguido de baixa e chegou ao menor valor em dois anos A moeda norte-americana recuou 1,43%, cotada a R$ 4,8438. No exterior, o preço do petróleo subiu novamente, com o Brent negociado ao redor de US$ 120 o barril. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central avaliou que o conflito entre Rússia e Ucrânia pode ter consequências de longo prazo para a inflação, o que pode exigir uma alta ainda maior da taxa básica de juros brasileira, atualmente em 11,75% ao ano. As observações constam na ata da última reunião do comitê, divulgada na véspera. "O real tende a continuar se apreciando e a não ser que se tenha alguma reversão nestes vetores podemos ver ainda mais quedas no dólar", avaliou o economista-chefe da Necton, André Perfeito. A casa mantém, porém, projeção de dólar a R$ 5 ao final do ano "por dois motivos, a saber, elevação dos juros nos EUA ao longo de 2022 e o pleito eleitoral no segundo semestre".
TrigoAgrolink · As cotações do trigo continuam em alta no mercado brasileiro, mas em menor intensidade frente ao observado na semana anterior, de acordo com dados do Cepea. Quanto às negociações, ocorrem apenas quando agentes têm maior necessidade, tendo em vista os elevados preços internos.
AlgodãoAgrolink · As cotações da pluma estão firmes no mercado brasileiro, influenciadas pelos avanços nos contratos da Bolsa de Nova York (ICE Futures). Entre 15 e 22 de março, o Indicador CEPEA/ESALQ do algodão em pluma subiu 0,92%, fechando a R$ 7,0506/lp na terça-feira, 22. Na parcial de março, o aumento é de 2,39%.
CaféAgrolink · As cotações do café arábica vêm oscilando nos últimos dias, devido à alta volatilidade dos futuros e do dólar. Nesse cenário, agentes estão retraídos, e o ritmo de negócios está lento. Na terça-feira, 22, o Indicador CEPEA/ESALQ encerrou a R$ 1.276,97/sc, elevação de 1,18% frente ao da terça anterior, 15 – na parcial deste mês, no entanto, a baixa é de 11%. Na Bolsa de Nova York (ICE Futures), os contratos seguem influenciados pelos desdobramentos da guerra entre Rússia e Ucrânia e por fatores técnicos.
AlgodãoAgrolink · O agronegócio brasileiro registrou saldo positivo de US$ 9,3 bilhões na balança comercial em fevereiro de 2022, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Crescimento é de 78,8% em relação aos valores de fevereiro de 2021 e 20,8% frente ao mês anterior, janeiro de 2022.
ArrozAgrolink · A demanda por arroz em casca esteve ligeiramente maior no Rio Grande do Sul nos últimos dias. Indústrias gaúchas e de outros estados buscaram repor seus estoques e, em alguns casos, também aumentaram as ofertas de compra para efetivarem novos lotes. A maioria dos produtores, por sua vez, se mantém retraída. Nesse cenário, de acordo com dados do Cepea, os valores do arroz continuam em alta.
MilhoAgrolink · Em dia de realização de lucros, os preços do milho na B3 recuam até 1,79% nos principais vencimentos, segundo a TF Agroeconômica. “Nesta terça-feira, os futuros da B3 foram pressionados por uma menor comercialização no mercado físico, em que praças em todo o país recuaram devido a um avanço significativo na colheita”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho do Paraguai se encontra em um mercado sem muito movimento, nem interno, nem com Brasil, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Sem alterações nos valores dos cereais no início da semana, o que não estimula movimentos no mercado”, comenta a consultoria, neste meio de semana.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul tem indicações entre R$ 103,00 e R$ 105,00, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Apesar do final da colheita, compradores ainda sentem pouca disponibilidade de lotes no mercado, em que produtores vêm vendendo à conta gotas. Nas indicações, R$ 103,00 em Marau, R$ 104,00 Arroio do Meio, R$ 105,00 Ijuí, R$ 105,00 Santa Rosa, R$ 104,00 Frederico Westphalen CIF indústria. Nada abaixo de R$ 105,00 em preços FOB parece despertar atenção dos vendedores”, comenta.
SuínosAgrolink · Os trabalhos de semeadura do milho segunda safra no estado do Paraná, popularmente chamada “safrinha”, avançaram sete pontos percentuais nesta semana e atingiram 94% da área projetada antes da temporada. É o que informa o mais novo relatório do Departamento de Economia Rural do estado do Paraná (Deral-PR).
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou novamente em leve alta, puxada pelo óleo e demanda externa ativa, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em alta de 0,37% ou 6,25 cents/bushel a $ 1697,25. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta maior de 0,49% ou $ 7,0 cents/bushel a $ 1441,25. O contrato de farelo de soja fechou em queda de 0,89% ou 4,3/ton curta a $ 477,0 e o contrato de óleo de soja fechou em nova alta de 1,07% ou 0,79/libra- peso a $ 74,50”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, os preços recuam R$ 2/saca na pedra, entre R$ 2-5/saca no interior e R$ 2,50 no porto, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços do porto, para fábricas, recuaram novamente, mas dessa vez de forma mais amena em R$ 2,50/saca. As perdas já se aproximam dos R$ 10,00/saca só para essa semana. Os preços mais relevantes agora são os preços das esmagadoras devido à crescente competitividade”, comenta.
AlgodãoAgrolink · “Vamos ter uma crise alimentar. É uma questão de saber o quão grande ela será”. A afirmaçãp foi feita por Svein Tore Holsether, CEO da Yara International, ao comentar os efeitos da guerra na Ucrânia em entrevista ao jornal americano The Wall Street Journal.
MilhoAgrolink · A semana começou em alta para o milho na B3, apesar da retração da exportação, com maio/22 a R$ 104,59 a saca, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Nesta segunda- feira, a demanda de exportação parece mais arrefecida do que na semana anterior. Mesmo assim, o mercado fechou em alta, apesar da realização de lucros, diante das altas expressivas da semana passada. A maior demanda interna, diante da manutenção dos volumes de criação e abate e as deficiências da quebra da safra de verão estão começando a fazer efeito”, comenta.
MilhoAgrolink · Embora o Brasil seja mais competitivo do que o brasileiro, algumas dificuldades logísticas atrapalham essa competitividade, de acordo com a TF Agroeconômica. “Semana de poucos movimentos para o cereal. Os valores para a próxima campanha sofreram retrocessos no FAS Assunção, que havia sido opção para os vendedores na semana anterior. Muitos vendedores estão apreensivos em assumir muitos compromissos com o Brasil devido a possíveis dificuldades logísticas, embora compradores do país vizinho apresentam valores muito atrativos”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, as ofertas escassas estão impedindo o avanço de negócios, que têm indicações de até R$ 110,00 CIF, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Vendo o cenário de procura intensa no dia de hoje, compradores saíram ao mercado em buscas reais por negócios. Produtores, no entanto, iniciam a semana de forma lenta, e a oferta à mesa de negociação foi escassa, muitas vezes oferecida na modalidade FOB, e com pagamentos mais curtos se comparados à semana passada”, comenta.
Agrolink · Na bolsa de Chicago, a soja começou semana com alta de 1,48%, puxada pelo óleo e cortes na Argentina, de acordo com a TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio22, mês de referência para a comercialização da soja brasileira, em grão fechou em alta de 1,48% ou 24,75 cents/bushel a $ 1692,75. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta maior de 1,70% ou $ 24,0 cents/bushel a $ 1434,0. O contrato de farelo de soja fechou em alta de 0,78% ou 3,7/ton curta a $ 480,7 e o contrato de óleo de soja fechou em alta de 1,92% ou 1,39/libra-peso a $ 73,68”, comenta.

