Escoriose (Phomopsis viticola)

Escoriose

(Phomopsis viticola)

Culturas Afetadas: Uva

Sinônimos: Fusicoccum viticola e Phomopsis viticola var ampelopsidis

Pode ser facilmente confundida com a antracnose, pois em determinada fase, os sintomas são muito semelhantes.

Danos: A escoriose se manifesta principalmente na base dos ramos do ano, apresentando os seguintes sintomas: necroses fusiformes ou arredondadas escuras, rachaduras e escoriações superficiais da casca. No outono, os ramos poderão se tornar esbranquiçados a partir de sua base e conter pequenos pontos negros que são os picnídios do fungo. Os ataques podem ocorrer nas nervuras principais de folhas jovens, pecíolos e pedúnculo.

No limbo foliar, forma manchas arredondadas de 3 a 15 mm de diâmetro, sendo escuras no centro e amarelas (cloróticas) na periferia.

Os ramos de ano podem quebrar facilmente devido ao intumescimento verificado em sua inserção. Devido a morte das gemas basais, a poda tem que ser realizada na parte mediana do ramo, o que distancia muito a produção da cepa, causando um desequilíbrio da planta.

Controle: No inverno, reduzir o inóculo pela remoção e destruição dos ramos doentes e/ou tratamento com calda sulfocálcica antes do início da brotação. Na primavera, o controle deve ser realizado nos estádios iniciais da brotação, por ser a fase mais sensível da planta, é nesta época que as condições climáticas são mais favoráveis ao patógeno. Sendo recomendados tratamentos nos estádios 05 (ponta verde) e 09 (duas a três folhas separadas), com os fungicidas registrados para a doença

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