Bula Fore NT - Dow AgroSciences

Bula Fore NT

acessos
Mancozeb
1814
Dow AgroSciences

Composição

Mancozebe 800 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Não Classificado
Contato

Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo dez aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo dez aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência ou preventivamente, ao aparecimento dos primeiros sintomas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
4,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações entre o estágio de emborrachamento e o aparecimento das panículas ou início do florescimento. 32 dias. Iniciar as aplicações no estágio de emborrachamento, repetindo no início do aparecimento das panículas ou no início do florescimento
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
2 a 4,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações entre o estágio de emborrachamento e o aparecimento das panículas ou início do florescimento. 32 dias. Iniciar as aplicações no estágio de emborrachamento, repetindo no início do aparecimento das panículas ou no início do florescimento
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
2 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 15 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, visando uma boa cobertura das folhas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 4 a 7 dias. 7 dias. 10 a 15 dias após a emergência
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o transplante das mudas
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
4 a 5 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - 30 dias. 21 dias. Preventivo. Novembro a março
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
2 a 3 kg p.c./ha 600 a 900 L de calda/ha - Realizar no máximo dez aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações 30 dias após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
150 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Realizar inspeções frequentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Para controle das doenças, realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Para controle das doenças, realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Para controle das doenças, realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Cravo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do craveiro
(Uromyces dianthi)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - - Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo-se semanalmente
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia chrysanthemi)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - - Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo-se semanalmente
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de ascochyta
(Ascochyta pinodes)
2 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência, ou antes do aparecimento dos sintomas
Mancha de ascochyta
(Ascochyta pisi)
2 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência, ou antes do aparecimento dos sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 10 a 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 10 a 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 10 a 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 10 - 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 10 - 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
200 g p.c./100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação das plantas
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo azul
(Peronospora tabacina)
2 g/10m² de canteiro 400 a 1000 mL de calda / m² - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Para controle preventivo das doenças em canteiros de mudas, iniciar as aplicações logo após a emergência
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de botrites
(Botrytis gladiolorum)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - - Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo-se semanalmente
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes),
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 g p.c./100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes)
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no florescimento
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 3 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 20 dias. Iniciar as aplicações no florescimento
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia pruni-spinosae)
200 g p.c./100 L de água 1 a 4 L de calda / planta - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 15 dias. 21 dias. Para controle preventivo da ferrugem, iniciar as aplicações na primeira semana de Dezembro, seguindo de mais 3 aplicações em intervalos quinzenais
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
200 g p.c./100 L de água 1 a 4 L de calda / planta - Realizar no máximo sete aplicações com intervalo de 7 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações no estádio fenológico de enchimento das gemas, repetindo no botão rosado, pleno florescimento, queda das pétalas, separação das sépalas, seguindo-se mais 1-2 aplicações antes da colheita
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no florescimento/início da formação dos frutos
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no florescimento/início da formação dos frutos
Requeima
(Phytophthora capsici)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no florescimento/início da formação dos frutos
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - - Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo-se semanalmente
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
1,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações a partir do estágio V9 a R1 (início de florescimento) realizando no mínimo 2 pulverizações
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
1 a 2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações a partir do estágio R1 (Início de florescimento) ou no momento mais adequado ao aparecimento da doença
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 5 a 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações após o transplante. As aplicações devem ser sempre preventivas
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 5 a 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações após o transplante. As aplicações devem ser sempre preventivas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 5 a 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações após o transplante. As aplicações devem ser sempre preventivas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 32 dias. Realizar a primeira aplicação no início do espigamento, repetindo mais 2 aplicações com intervalos de 10 dias
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 32 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento das primeiras pústulas (traços a 5%). Repetir as aplicações sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 32 dias. Iniciar as aplicações a partir do estádio de elongação. Repetir as aplicações sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo oito aplicações com intervalo de 7 a 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo oito aplicações com intervalo de 7 a 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação
Podridão amarga
(Greeneria uvicola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo oito aplicações com intervalo de 7 a 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação

Embalagem 1:
10.1. Tipo de embalagem: caixa
10.2. Material: papelão
10.3. Capacidade de acondicionamento: sacos hidrossolUveis de 20g, 50g, 100g, 200g , 250g e 500g
Embalagem 2:
10.1. Tipo de embalagem: caixa
10.2. Material: papelão
10.3. Capacidade de acondicionamento: 20 sacos de lkg
Embalagem 3:
10.1. Tipo de embalagem: saco
10.2. Material: polietileno e/ou aluminizado
10.3. Capacidade de acondicionamento: lkg, 2kg, 5kg, 10kg, 25kg, 50kg e 100 kg
Embalagem 4:
10.1. Tipo de embalagem: saco 1 kg
10.2. Material: polietileno e/ou aluminizado
10.3. Capacidade de acondicionamento: sacos hidrossolUveis de 20g, 40g, 50g, 100g, 200g, 250g e 500g
Embalagem 5:
10.1. Tipo de embalagem: saco 1,2 kg 10.2. Material: polietileno e/ou aluminizado 10.3. Capacidade de acondicionamento: sacos hidrossolUveis de 20g, 40g, 50g, 100g, 150g, 200g, 250g, 300g e 500g
Embalagem 6:
10.1. Tipo de embalagem: saco 1,5 kg
10.2. Material: polietileno e/ou aluminizado
10.3. Capacidade de acondicionamento: sacos hidrossolUveis de 20g, 40g, 50g, 100g, 150g, 200g, 250g, 300g e 500g
Embalagem 7:
10.1. Tipo de embalagem: tamborete de fibra e saco de papel
10.2. Material: fibra e papel
10.3. Capacidade de acondicionamento: 10kg, 15kg, 20kg, 25kg, 30kg, 35kg, 40kg, 45kg, 50kg e 100kg
Embalagem 8:
10.1. Tipo de embalagem: tambor
10.2. Material: fibra
10.3. Capacidade de acondicionamento: 10kg e 25kg, 30kg, 45kg, 50kg e 100kg
Embalagem 9:
10.1. Tipo de embalagem: balde
10.2. Material: metal e/ou polietileno
10.3. Capacidade de acondicionamento: 10kg e 25kg, 30kg, 45kg, 50kg e 100kg

MODO DE APLICAÇÃO:
Por ser um produto com ação de contato, FORE* NT deve ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.
FORE* NT é indicado para aplicações terrestres e aéreas. As aplicações terrestres podem ser através de equipamento costal (motorizado ou manual), ou tratorizados equipados com barras, turbo-atomizadores, mangueiras e pistolas. O volume de calda varia de acordo com o porte da cultura e o número de plantas por hectare.
A. Aplicação Terrestre - Culturas Anuais Rasteiras:
A.1. Pulverizadores de barra acoplados a tratores:
Deve-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 6- 8 km/h
- Pressão do manômetro: 150 -250 lb/pol2
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h
Obs.: A barra de pulverização deverá estar sempre aproximadamente 20 cm acima da planta. Usar equipamentos com barras de 9,5 a 17 metros, colocando-se os bicos com intervalos de 25 cm (este intervalo poderá ser alterado através de recomendação técnica).
A.2. Pulverizadores de mangueira:
Deve-se observar os seguintes parâmetros:
- RPM na tomada de força: 540 rpm
- Pressão do manômetro: 250 - 350 lb/pol2
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.
B. Aplicação Terrestre - Culturas Arbóreas:
B.1. Pulverizadores com pistola:
Deve-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 1,8 km/h
- RPM do trator: 1.400 rpm
- Marcha do trator: 1a reduzida
- Vazão: 130 litros/minuto
- Pressão: 300 - 350 lb/pol2
- Tipo de bico: disco ou chapinha n° 4 a 10.
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h
B.2. Atomizadores (turbo atomizadores):
Deve-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 2 - 3 km/h
- RPM na tomada de força: 540 rpm
- Pressão: 160 - 300 lb/pol2
- Tipo de bico: disco ou chapinha n° 3 a 6. Considerando-se que todos estejam abertos, recomenda-se alternar bicos com difusor de 2 furos, com bicos de difusor de 3 furos.
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h
C. Pulverizadores Costais:
Como os pulverizadores costais manuais não possuem regulador de pressão, o volume a ser aplicado depende muito do operário que executa a operação. A calibração deve ser feita individualmente, sendo considerada uma velocidade usual aquela ao redor de 1m/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo de movimento que o operador imprime à alavanca de acionamento da bomba, combinado com a vazão do bico. Bicos de alta vazão geralmente são trabalhados à baixa pressão, uma vez que no ritmo normal de bombeamento não se consegue atingir altas pressões. Em oposição, bicos de baixa vazão são operados em pressões maiores,
pois o operador consegue manter o circuito pressurizado acionando poucas vezes a alavanca da bomba.
D. Aplicação Aérea:
Deve-se observar os seguintes parâmetros:
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D
- Volume de aplicação: 30 litros/ha
- Diâmetro das gotas: 150 -250 micra
- Densidade das gotas: 50 - 70 gotas/uh'
- Altura do vôo: 2 a 3 metros
- Largura da faixa: 12- 16 metros
- Pressão: 30 - 45 lb/pol2
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h
- Umidade relativa do ar: mínimo de 55% Obs.: A critério do engenheiro agrônomo, as condições de aplicação podem ser alteradas. INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURAS INTERVALO DE SEGURANÇA
Maçã, Uva, Tomate e Batata 7 dias
Feijão 14 dias
Café 21 dias
Arroz e Trigo 32 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
V Fitotoxicidade:
FORE* NT não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado de acordo com as instruções de uso recomendadas.
Compatibilidade:
FORE* NT é incompatível com formulações altamente alcalinas, tais como calda bordalesa e calda sulfocálcica.
O produto não pode ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é
[] Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
[x] Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
[] Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
[] Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microorganismos do solo.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
• Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e mananciais de abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamento de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe o disposto na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA., telefone de emergência: 0800-7710032
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:.
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem fazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico, transparente (Embalagens Padronizadas ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA — NÃO CONTAMINADA
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte
final.
o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para
este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC¬BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.