Bula Emzeb 800 WP - Sabero

Bula Emzeb 800 WP

acessos
Mancozeb
5610
Sabero

Composição

Mancozebe 800 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Quando constatado presença de sintomas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
1,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha - 7 dias. 30 dias. Quando constatado presença de sintomas
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Quando constatado presença de sintomas
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
3,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/cova - 7 dias. 7 dias. Quando constatado presença de sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Quando constatado presença de sintomas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
4,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 32 dias. Quando constatado presença de sintomas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
2 a 4,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 32 dias. Quando constatado presença de sintomas
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
2 kg p.c./ha 200 L de calda/ha - 15 dias. 21 dias. Preventivo
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 800 L de calda/ha - 5 a 10 dias. 7 dias. Preventivo, quando as mudas atingirem entre 5 e 20 cm de altura
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 800 L de calda/ha - 5 a 10 dias. 7 dias. Preventivo, quando as mudas atingirem entre 5 e 20 cm de altura
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/cova - 10 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
4 a 5 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 21 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 900 L de calda/cova - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
2 a 3 kg p.c./ha 600 a 900 L de calda/cova - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - 10 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - 10 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - 10 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/cova - 10 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Cravo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do craveiro
(Uromyces dianthi)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA. No aparecimento dos primeiros sintomas
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia chrysanthemi)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA. No aparecimento dos primeiros sintomas
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de ascochyta
(Ascochyta pinodes)
2 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
200 g p.c./100 L de água 0,2 a 2 L de calda / planta - 15 dias. 21 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo azul
(Peronospora tabacina)
2 g/10m² de canteiro 400 a 1000 mL/100 m2 - 7 dias. UNA. No aparecimento dos primeiros sintomas
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de botrites
(Botrytis gladiolorum)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA. No aparecimento dos primeiros sintomas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 0,2 a 5 L de calda / planta - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 15 dias. 3 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 3 a 15 L de calda / planta - 15 dias. 20 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
1,5 a 3 kg p.c./ha 250 L de calda/ha - 7 dias. 30 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia pruni-spinosae)
200 g p.c./100 L de água 1 a 4 L de calda / planta - 15 dias. 21 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
200 g p.c./100 L de água 1 a 4 L de calda / planta - 15 dias. 21 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Requeima
(Phytophthora capsici)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA. No aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
1,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha - 7 dias. 30 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha parda
(Septoria glycines)
1,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha - 7 dias. 30 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
1,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha - 7 dias. 30 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 800 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Preventivo, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 800 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Preventivo, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 32 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 32 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 32 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
2,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Quando os brotos tiverem de 5 a 10 cm
Míldio
(Plasmopara viticola)
2,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Quando os brotos tiverem de 5 a 10 cm

Sacos plásticos ou de papel multifolhado: 1, 2, 10 e 25 kg.
Barricas de fibra ou papelão: 1, 2 e 10 kg.
Tambores de papelão.

INSTRUÇÕES DE USO:

EMZEB 800 WP e recomendado para o controle de pragas da parte aérea das culturas da banana, batata, tomate e uva.

CULTURAS, ALVOS BIOLÓGICOS CONTROLADOS E DOSES DE APLICAÇÃO:

Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Abóbora: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do inicio do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações.

Algodão: Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas da doença. Reaplicar em intervalos de 7 dias, realizando no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar a maior dose quando ocorrerem condições favoráveis para a doença.

Alho: Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 10 aplicações.

Amendoim: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10-15 dias, perfazendo um total de 3 aplicações. Utilizar o menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença. Realizar no máximo 3 aplicações.

Arroz: Iniciar as aplicações no estágio de emborrachamento, repetindo no início do aparecimento das panículas e no início do florescimento Realizar no máximo 2 aplicações.

Banana: iniciar as aplicações preventivamente, visando uma boa cobertura das folhas. com intervalo de 15 dias nos períodos de maior incidência da doença. Em condições desfavoráveis á doença e menor lançamento de folhas, poderá ser prolongado o intervalo em dias. Realizar no máximo 05 aplicações por ciclo.

Batata: iniciar as aplicações preventivamente quando as mudinhas atingirem 5 a 20 cm de altura, repetindo com intervalos de 5 a 10 dias. Realizar no máximo 04 aplicações por ciclo.

Berinjela: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações.

Batata: iniciar as aplicações preventivamente quando as mudinhas atingirem 5 a 20 cm de altura, repetindo com intervalos de 5 a 10 dias. Realizar no máximo 04 aplicações por ciclo.

Beterraba: Iniciar as aplicações 20 dias após o transplante das mudas, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10 dias. Em condições favoráveis para a doença, utilizar a maior dose. Realizar no máximo 4 aplicações.

Brócolis: Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença. Realizar no máximo 4 aplicações.

Café: Para controle preventivo da doença em cafeeiro adulto, realizar aplicações entre novembro e março, a intervalos mensais. Realizar no máximo 3 aplicações.

Cebola: Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou antes do inicio do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 12 aplicações.

Cenoura: Iniciar as aplicações 30 dias após a semeadura, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Em condições favoráveis para a doença, utilizar a maior dose. Realizar no máximo 10 aplicações.

Citros: Para controle do ácaro, realizar inspeções frequentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros. Para controle das doenças, ;realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias. Realizar no máximo 4 aplicações.

Couve: Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença. Realizar no máximo 4 aplicações.

Couve-flor: Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença. Realizar no máximo 4 aplicações.

Cravo, Roseira. Gladíolo e Crisântemo: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo-se semanalmente.

Ervilha: Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência, ou antes do início do aparecimento dos sintomas, repetindo a intervalos de 7-10 dias. Em condições favoráveis para as doenças, realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.

Feijão-vagem: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10-15 dias, num total de 3-5 aplicações. Utilizar o menor intervalo em condições favoráveis para a doença. Realizar no máximo 5 aplicações.

Feijão: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10-15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar a maior dose e menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença. Realizar no máximo 5 aplicações.

Figo: Iniciar as aplicações no início da brotação das plantas, repetindo a intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.

Fumo: Para controle preventivo das doenças em canteiros de mudas, iniciar as aplicações logo após a emergência, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.

Maçã: Iniciar as aplicações no estádio fenológico O (pontas verdes), repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 7 aplicações.

Mamão: Iniciar as aplicações no florescimento, repetindo a intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações.

Manga: Iniciar as aplicações no florescimento, repetindo a intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.

Melancia: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações.

Melão: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do inicio do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações.

Milho: Iniciar as aplicações preventivamente com a cultura no Estádio Fenológico 34 conforme a Escala BBCH (4 nós detectáveis) ou no momento mais adequado ao aparecimento da doença, observando-se o desenvolvimento da cultura em função da precocidade do material utilizado. Reaplicar em intervalos de 7 dias, a fim de cobrir adequadamente o período de maior suscetibilidade da cultura. Utilizar a maior dose quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença. Realizar no máximo 3 aplicações.

Pepino: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.

Pêssego: Para controle preventivo da podridão-parda, iniciar as aplicações no estádio fenológico de enchimento das gemas, repetindo no botão rosado, pleno florescimento, queda das pétalas, separação das sépalas, seguindo-se mais 1-2 aplicações antes da colheita, semanalmente, respeitando o intervalo de segurança. Para controle preventivo da ferrugem, iniciar as aplicações na primeira semana de dezembro, seguidas de mais três aplicações, a intervalos quinzenais. Realizar no máximo 5 aplicações.

Pimentão: Iniciar as aplicações no florescimento/início da formação dos frutos, repetindo a intervalos de 7 dias até a completa formação dos frutos, respeitando o intervalo de segurança. Realizar no máximo 6 aplicações.

Repolho: Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do inicio do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças. Realizar no máximo 4 aplicações.

Soja: Iniciar as aplicações a partir do Estádio Fenológico 69 da escala BBCH (final da floração, com as primeiras vagens visíveis), ou no momento mais adequado ao aparecimento dessas doenças. Fazer as reaplicações em intervalos de 7 dias ou seguir a recomendação de manejo preconizado para o controle desses alvos na região. Utilizar a maior dose quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença. Realizar no máximo 3 aplicações.

Tomate: Para o controle de pinta-preta e requeima iniciar as aplicações preventivamente quando as plantas apresentarem as primeiras folhas, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias. Realizar no máximo 04 aplicações por ciclo. Para o controle da septoriose iniciar as aplicações após o transplante, repetindo a intervalos de 5-7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas. Realizar no máximo 12 aplicações.

Trigo: Para o controle de ferrugem-da-folha, iniciar as aplicações no aparecimento das primeiras pústulas (traços a 5%), e para controle de helmintosporiose, iniciar as aplicações a partir do estádio de elongação. Repetir as aplicações sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada. As reaplicações deverão ser realizadas sempre que necessário para manter as doenças em baixos níveis de infecção. Para controle da brusone, realizar a primeira aplicação no inicio do espigamento, repetindo mais 2 aplicações com intervalos de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.

Uva: Para o controle de antracnose e míldio iniciar as aplicações quando os brotos tiverem de 5 a 10 cm. Repetir a cada 6-10 dias até a formação dos frutos. Realizar no máximo 04 aplicações por ciclo. Para podridão-amarga, escariose e mofo-cinzento iniciar as aplicações no início da brotação, repetindo a intervalos de 7-15 dias, utilizando intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças. O volume de aplicação varia em função do porte da planta e do sistema de condução. Realizar no máximo 8 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO:

Banana: As aplicações devem ser feitas utilizando-se uma quantidade de óleo mineral equivalente a 50% do volume total da calda de pulverização (100 litros), adicionar emulsionante a 0,2% do volume do óleo a ser aplicado (0,20 litros) e uma quantidade de água proporcional a 100 litros, totalizando um volume de calda de aproximadamente 200 L/ha.
- Equipamentos de aplicação:
- Aplicação terrestre: utilizar atomizador costal motorizado ou atomizador canhão modelo AF 427 bananeiro, observando sempre que seja feita uma cobertura total das folhas.

- Aplicação aérea com utilização de barra e bicos: usar bicos de jato cone vazio, do tipo D5, com disco (core) nunca maior que 45 graus, espaçados a cada 20 cm. Pressão na barra ao redor de 30 libras. A largura da faixa de pulverização deve ser estabelecida por teste. A altura de vôo deve ser de 2,0 a 3,0 metros sobre a cultura; em locais onde essa altura nao for possível, fazer arremates com pulverizações transversais, paralelas aos obstáculos. Ventos de 15 km por hora, sem ventos de rajada.
Aplicação aérea com utilização de atomizadores rotativos (Micronair AU 3000): usar 4 atomizadores. Angulo das pas de 25 a 350, ajustado segundo as condições de vento, temperatura e umidade relativa, para reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação. A largura da faixa devendo ser estabelecida par teste. Altura de voo de 3,0 a 4,0 metros sobre a cultura. Pressão conforme a vazão, seguindo a tabela do fabricante.
Batata, Tomate e Uva: a aplicação deve ser feita em pulverização foliar a alto volume e cobertura total. Utilizar bicos tipo cone ou equivalentes, com pressão aferida de acordo com o tipo de bico/fabricante e tamanho de gota desejável.
Nas culturas da batata e uva, devem-se utilizar equipamentos terrestres manuais ou motorizados, sejam pulverizadores de barra ou costais. No caso do tomate utilizar pulverizadores de barra, costais ou lança.

Volume de calda:
- Batata: 800 L/ha
- Tomate: 800 L/ha
- Uva:1000 L/ha

Modo de preparo de calda:

Fazer uma pré-mistura antes de colocar o produto no pulverizador. Pulverizar uniformemente as plantas, procurando atingir toda a parte aérea.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Observar o período de carência de 07 dias para as culturas da batata, tomate e uva e de 21 dias para a cultura da banana.

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:

não entre na area em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínima 24 horas apos a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize as equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

o produto não é fitotóxico as culturas indicadas quando utilizado de acordo corn as instruções de uso recomendadas.

EMZEB 800 WP é incompativel com formulações altamente alcalinas, tais como calda bordaleza e calda sulfocalcica. Todavia aplicações alternadas cam EMZEB 800 WP podem ser realizadas sem que se necessite aguardar qualquer período entre as aplicações. O) produto não pode ser utilizado em mistura com qualquer outro agrotóxico.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orificios e valvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente corn alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :

- Produto extremamente sensibilizante dérmico.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto ern local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral/ viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃ0

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada corn o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um servico médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto.
Ingestão: Se engolir o produto NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR MANCOZEBE (Mancozeb)

Informações médicas

GRUPO QUÍMICO: Alquilenobis (ditiocarbamato).

CLASSE TOXICOLÓGICA (Emthane 800 WP): II - Altamente tóxico.

VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatória, ocular e dérmica.

TOXICOCINÉTICA: Após absorvido é rapidamente distribuido para o fígado, rins e tireóide,mas não são acumulados devido a rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiourbia (ETU) e o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezes (71%) e urina (16%).

MECANISMOS DE TOXICIDADE: Herbicidas e fungicidas carbamatos são diferentes dos inseticidas carbamatos porque nao inibem a enzima colinesterase e as indivíduos expostos não apresentam sintomas colinérgicos.
As formulações contendo mancozebe têm ação basicamente irritante para pele, trato respiratório, olhos e trato gastrointestinal.
Mancozebe demonstrou induzir tumores na pele de camundongos. 0 mecanismo não é conhecido.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, exantema e eczema.
Exposicao respiratOria pode causar irritagao e inflamacäo das vias aereas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite, fadiga, cefaléia, visão borrada e náuseas.
Exposição ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras.
Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato gastrointestinal, cefaléia, dores abdominais, diarréia, náuseas e vômitos. Exposições elevadas para períodos demasiadamente longos podem causar convulsões e coma.

DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compaíivel. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento a confirmação laboratorial.
Não existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizados dosagem do manganês no sangue e na urina (niveis normais 20 a 80 ug/L no sangue e 1 a 8 ug/L na urina),dosagem de eletrólitos, exame de urina tipo I e função renal.

TRATAMENTO: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, proceder a lavagem gástrica.
Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Administração do EDTA cálcio-sódio acelera a eliminação do manganês.
2. Paciente com hipersensibilidade dérmica em desenvolvimento pode requerer tratamento com corticosteróide tópico ou anti-hitamínico.

CONTRA-INDICAÇÕES: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

EFEITOS SINÉRGICOS: Escopoletina, um hidroxicumarínico isolado de frutas incrementa o efeito de Mancozebe contra Fusarium (fungo que causa infecção oportunística em humanos e animais), mas não não evidências nos efeitos em humanos.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso
e obter informações especializadas sabre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação - SINAN/MS
Telefone de emergência da empresa (31)21919646

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:

Não são, conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o ingrediente ativo. 0 mancozeb é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, distribuido pelos orgãos e excretado quase por completo após 96 horas. 0 seu metabolismo é extenso e complexo, podendo apresentar variações de acordo corn a dose absorvida. 0 principal metabólito é a etilenotiouréia. Distribui-se par todo o organismo e em maior quantidade na tireóide. Sua eliminação se dá tanto pelas fezes quanta pela urina, e pela bile, em menor quantidade.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos:
DL50 oral (ratos): >2.000 mg/Kg (machos e fêmeas) DL50 dermica (ratos) > 2.000 mg/kg (machos e fêmeas) CL50 inalatória (ratos) (4h) > 4,97 mg/L
Irritação dérmica (coelhos): o produto foi considerado não irritante
Irritação ocular (coelhos): a substancia-teste aplicada no olho dos coelhos causou alterações nas conjuntivas. Todos as sinais de irritação retornaram ao normal na leitura de 7 dias após o tratamento.
Sensibilização dérmica: o produto causou sensibilizacào dérmica em 100% dos cobaios testadas.

Efeitos crônicos:

Estudo em camundongos foram observadas pequenas alterações hormonais da tireóide e não foram relatadas alterações de peso e avaliação microscópica do órgão. Em urn estudo de três gerações em ratos não foram relatados efeitos embrio-fetotóxicos e teratogênicos. Porém em outro estudo conduzido em ratas prenhes foram observadas anormalidades no desenvolvimento corporal do sistema nervoso central, olhos, orelha e sistema músculo-esquelético. Quando o mancozebe foi administrado pela via inalatória em ratas prenhes não foram observados efeitos teratogênicos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente - Classe III.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- 0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material nao comburente.
- 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência corn os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas nao autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Tecnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SABERO ORGANICS AMERICA LTDA. - telefone de Emergência: (0XX31) 2191-9646.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Oculos protetor e mascara corn filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não devera mais ser utilizado.
Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando as mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se as seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavaqem sob pressão sequir as sequintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar as sequintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sabre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada corn a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens näo lavadas.
0 armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e corn piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínima de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto corn alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃ0 PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até urn ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto nao tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis (6) meses após o término do prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias nao podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXiVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canals de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até urn ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto nao tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto corn alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual devera ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃ0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da agua e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃ0 COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPI0:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos Orgãos responsaveis.

INF0RMAÇÕES SOBRE 0 MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viaveis de controle.
0 uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendadas no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis a apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Incompatível com formulações alcalinas