Bula Sabizeb 800 WP

CI
Mancozebe
26917
Sabero

Composição

Mancozebe 800 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Ação multissítio

Abóbora

Dosagem Calda Terrestre
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Ramularia areola (Ramularia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia allii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia porri (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris oryzae (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Banana

Dosagem Calda Terrestre
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora beticola (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora destructor (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diaporthe citri (Podridão penducular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cravo

Dosagem Calda Terrestre
Uromyces dianthi (Ferrugem do craveiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Crisântemo

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia chrysanthemi (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Dosagem Calda Terrestre
Ascochyta pinodes (Mancha de ascochyta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascochyta pisi (Mancha de ascochyta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uromyces appendiculatus (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão vagem

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uromyces appendiculatus (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Dosagem Calda Terrestre
Cerotelium fici (Ferrugem da figueira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Fumo

Dosagem Calda Terrestre
Peronospora tabacina (Mofo azul) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gladíolo

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis gladiolorum (Podridão de botrites) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pêssego

Dosagem Calda Terrestre
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tranzschelia pruni-spinosae (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora melongenae (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora capsici (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rosa

Dosagem Calda Terrestre
Diplocarpon rosae (Mancha negra) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phakopsora pachyrhizi (Ferrugem asiática) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria glycines (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lycopersici (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia triticina (Ferrugem da folha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elsinoë ampelina (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Greeneria uvicola (Podridão amarga) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phomopsis viticola (Escoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plasmopara viticola (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Saco
Material: Plástico/Papel multifolhado
Capacidade: 1; 2; 10; 25 kg.

Tipo: Barrica
Material: Fibra/Papelão
Capacidade: 1; 2; 10 kg.

Tipo: Tamborete
Material: Papelão
Capacidade: 10 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

SABIZEB 800 WP é recomendado para o controle de pragas da parte aérea das culturas da abóbora, algodão, alho, amendoim, arroz, banana, batata, berinjela, beterraba, brócolis, café, cebola, cenoura, citros, couve, couve-flor, cravo, crisântemo, ervilha, feijão, feijão-vagem, figo, fumo, gladíolo, maçã, mamão, manga, melancia, melão, milho, pepino, pêssego, pimentão, repolho, rosa, soja, tomate, trigo e uva.



NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Abóbora: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações.

Algodão: Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas da doença. Reaplicar em intervalos de 7 dias, realizando no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar a maior dose quando ocorrerem condições favoráveis para a doença.

Alho: Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 10 aplicações.

Amendoim: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10-15 dias, perfazendo um total de 3 aplicações. Utilizar o menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença. Realizar no máximo 3 aplicações.

Arroz: Iniciar as aplicações no estágio de emborrachamento, repetindo no início do aparecimento das panículas e no início do florescimento. Realizar no máximo 2 aplicações.

Banana: iniciar as aplicações preventivamente, visando uma boa cobertura das folhas, com intervalo de 15 dias nos períodos de maior incidência da doença. Em condições desfavoráveis à doença e menor lançamento de folhas, poderá ser prolongado o intervalo em dias. Realizar no máximo 05 aplicações por ciclo.

Batata: iniciar as aplicações preventivamente quando as mudinhas atingirem 5 a 20 cm de altura, repetindo com intervalos de 5 a 10 dias. Realizar no máximo 04 aplicações por ciclo.

Berinjela: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações.

Beterraba: Iniciar as aplicações 20 dias após o transplante das mudas, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10 dias. Em condições favoráveis para a doença, utilizar a maior dose. Realizar no máximo 4 aplicações.

Brócolis: Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença. Realizar no máximo 4 aplicações.

Café: Para controle preventivo da doença em cafeeiro adulto, realizar aplicações entre novembro e março, a intervalos mensais. Realizar no máximo 3 aplicações.

Cebola: Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 12 aplicações.

Cenoura: Iniciar as aplicações 30 dias após a semeadura, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Em condições favoráveis para a doença, utilizar a maior dose. Realizar no máximo 10 aplicações.

Citros: Para controle do ácaro, realizar inspeções freqüentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros. Para controle das doenças, realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias. Realizar no máximo 4 aplicações.

Couve: Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença. Realizar no máximo 4 aplicações.

Couve-flor: Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença. Realizar no máximo 4 aplicações.

Cravo, Roseira, Gladíolo e Crisântemo: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo-se semanalmente.

Ervilha: Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência, ou antes do início do aparecimento dos sintomas, repetindo a intervalos de 7-10 dias. Em condições favoráveis para as doenças, realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.

Feijão-vagem: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10-15 dias, num total de 3-5 aplicações. Utilizar o menor intervalo em condições favoráveis para a doença. Realizar no máximo 5 aplicações.

Feijão: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10-15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar a maior dose e menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença. Realizar no máximo 5 aplicações.

Figo: Iniciar as aplicações no início da brotação das plantas, repetindo a intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.

Fumo: Para controle preventivo das doenças em canteiros de mudas, iniciar as aplicações logo após a emergência, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.

Maçã: Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes), repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 7 aplicações.

Mamão: Iniciar as aplicações no florescimento, repetindo a intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações.

Manga: Iniciar as aplicações no florescimento, repetindo a intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.

Melancia: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações.

Melão: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações.

Milho: Iniciar as aplicações preventivamente com a cultura no Estádio Fenológico 34 conforme a Escala BBCH (4 nós detectáveis) ou no momento mais adequado ao aparecimento da doença, observando-se o desenvolvimento da cultura em função da precocidade do material utilizado. Reaplicar em intervalos de 7 dias, a fim de cobrir adequadamente o período de maior suscetibilidade da cultura. Utilizar a maior dose quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença. Realizar no máximo 3 aplicações.

Pepino: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.

Pêssego: Para controle preventivo da podridão-parda, iniciar as aplicações no estádio fenológico de enchimento das gemas, repetindo no botão rosado, pleno florescimento, queda das pétalas, separação das sépalas, seguindo-se mais 1-2 aplicações antes da colheita, semanalmente, respeitando o intervalo de segurança. Para controle preventivo da ferrugem, iniciar as aplicações na primeira semana de dezembro, seguidas de mais três aplicações, a intervalos quinzenais. Realizar no máximo 5 aplicações.

Pimentão: Iniciar as aplicações no florescimento/início da formação dos frutos, repetindo a intervalos de 7 dias até a completa formação dos frutos, respeitando o intervalo de segurança. Realizar no máximo 6 aplicações.

Repolho: Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças. Realizar no máximo 4 aplicações.

Soja: Iniciar as aplicações a partir do Estádio Fenológico 69 da escala BBCH (final da floração, com as primeiras vagens visíveis), ou no momento mais adequado ao aparecimento dessas doenças. Fazer as reaplicações em intervalos de 7 dias ou seguir a recomendação de manejo preconizado para o controle desses alvos na região. Utilizar a maior dose quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença. Realizar no máximo 3 aplicações para Mancha-parda e Crestamento-foliar e no máximo 2 aplicações no mesmo ciclo da cultura para a Ferrugem-da-soja.

Tomate: Para o controle de pinta-preta e requeima iniciar as aplicações preventivamente quando as plantas apresentarem as primeiras folhas, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias. Realizar no máximo 04 aplicações por ciclo. Para o controle da septoriose iniciar as aplicações após o transplante, repetindo a intervalos de 5-7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas. Realizar no máximo 12 aplicações.

Trigo: Para o controle de ferrugem-da-folha, iniciar as aplicações no aparecimento das primeiras pústulas (traços a 5%), e para controle de helmintosporiose, iniciar as aplicações a partir do estádio de elongação. Repetir as aplicações sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada. As reaplicações deverão ser realizadas sempre que necessário para manter as doenças em baixos níveis de infecção.
Para controle da brusone, realizar a primeira aplicação no início do espigamento, repetindo mais 2 aplicações com intervalos de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.

Uva: Para o controle de antracnose e míldio iniciar as aplicações quando os brotos tiverem de 5 a 10 cm. Repetir a cada 6-10 dias até a formação dos frutos. Realizar no máximo 04 aplicações por ciclo. Para podridão-amarga, escariose e mofo-cinzento iniciar as aplicações no início da brotação, repetindo a intervalos de 7-15 dias, utilizando intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças. O volume de aplicação varia em função do porte da planta e do sistema de condução. Realizar no máximo 8 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO

Por ser um produto com ação de contato, SABIZEB 800 WP deve ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas. Recomenda-se fazer uma pré-mistura antes de colocar o produto no pulverizador
SABIZEB 800 WP é indicado para aplicações terrestres e aéreas. As aplicações terrestres podem ser através de equipamento costal (motorizado ou manual), ou tratorizados equipados com barras, turbo-atomizadores, mangueiras e pistolas. O volume de calda varia de acordo com o porte da cultura e o número de plantas por hectare.
A. Aplicação Terrestre - Culturas Anuais Rasteiras:
A.1. Pulverizadores de barra acoplados a tratores:
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 6- 8 km/h
- Pressão do manômetro: 150 - 250 lb/pol²
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h

Obs.: A barra de pulverização deverá estar sempre aproximadamente 20 cm acima da planta. Usar equipamentos com barras de 9,5 a 17 metros, colocando-se os bicos com intervalos de 25 cm (este intervalo poderá ser alterado através de recomendação técnica).

A.2. Pulverizadores de mangueira:
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- RPM na tomada de força: 540 rpm
- Pressão do manômetro: 250 - 350 lb/pol²
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.

B. Aplicação Terrestre - Culturas Arbóreas:
B.1. Pulverizadores com pistola:
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 1,8 km/h
- RPM do trator: 1.400 rpm
- Marcha do trator: 1ª reduzida
- Vazão: 130 litros/minuto
- Pressão: 300 - 350 lb/pol²
- Tipo de bico: disco ou chapinha nº 4 a 10.
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h

B.2. Atomizadores (turbo atomizadores):
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 2 - 3 km/h
- RPM na tomada de força: 540 rpm
- Pressão: 160 - 300 lb/pol²
- Tipo de bico: disco ou chapinha nº 3 a 6. Considerando-se que todos estejam abertos, recomenda-se alternar bicos com difusor de 2 furos, com bicos de difusor de 3 furos.
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.

Para a cultura da banana as aplicações devem ser feitas utilizando-se uma quantidade de óleo mineral equivalente a 50% do volume total da calda de pulverização (100 litros), adicionar emulsionante a 0,2% do volume do óleo a ser aplicado (0,20 litros) e uma quantidade de água proporcional a 100 litros, totalizando um volume de calda de aproximadamente 200 L/ha.
- Equipamentos de aplicação:
- Aplicação terrestre: utilizar atomizador costal motorizado ou atomizador canhão modelo AF 427 bananeiro, observando sempre que seja feita uma cobertura total das folhas.

C. Pulverizadores Costais:
Como os pulverizadores costais manuais não possuem regulador de pressão, o volume a ser aplicado depende muito do operário que executa a operação. A calibração deve ser feita individualmente, sendo considerada uma velocidade usual aquela ao redor de 1m/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo de movimento que o operador imprime à alavanca de acionamento da bomba, combinado com a vazão do bico. Bicos de alta vazão geralmente são trabalhados à baixa pressão, uma vez que no ritmo normal de bombeamento não se consegue atingir altas pressões. Em oposição, bicos de baixa vazão são operados em pressões maiores, pois o operador consegue manter o circuito pressurizado acionando poucas vezes a alavanca da bomba.

D. Aplicação Aérea:
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D
- Volume de aplicação: 30 litros/ha
- Diâmetro das gotas: 150 - 250 micra
- Densidade das gotas: 50 - 70 gotas/cm²
- Altura do voo: 2 a 3 metros
- Largura da faixa: 12 - 16 metros
- Pressão: 30 - 45 lb/pol²
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h
- Umidade relativa do ar: mínimo de 55%

Para a cultura da banana:
- Aplicação aérea com utilização de barra e bicos: usar bicos de jato cone vazio, do tipo D5, com disco (core) nunca maior que 45 graus, espaçados a cada 20 cm. Pressão na barra ao redor de 30 libras. A largura da faixa de pulverização deve ser estabelecida por teste. A altura de vôo deve ser de 2,0 a 3,0 metros sobre a cultura; em locais onde essa altura não for possível, fazer arremates com pulverizações transversais, paralelas aos obstáculos. Ventos de no máximo 15 km por hora, sem ventos de rajada.
- Aplicação aérea com utilização de atomizadores rotativos (Micronair AU 3000): usar 4 atomizadores. Ângulo das pás de 25 a 35º, ajustado segundo as condições de vento, temperatura e umidade relativa, para reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação.
A largura da faixa deve ser estabelecida por teste. Altura de vôo de 3,0 a 4,0 metros sobre a cultura. Pressão conforme a vazão, seguindo a tabela do fabricante.

Obs.: A critério do Engenheiro Agrônomo, as condições de aplicação podem ser alteradas.
A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da parte aérea das plantas) é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Mamão: 3 dias
Alho, Cebola, Melancia, Pepino, Maçã, Uva, Brócolis, Couve-flor, Berinjela, Pimentão, Tomate, Ervilha, Feijão-vagem, Batata, Beterraba e Cenoura: 7 dias
Abóbora, Melão, Citros, Couve, Repolho, Amendoim e Feijão: 14 dias
Manga: 20 dias
Figo, Pêssego, Café e Banana: 21 dias
Algodão, Milho e Soja: 30 dias
Arroz e Trigo: 32 dias
Fumo e Plantas Ornamentais: Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO: o produto não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado de acordo com as instruções de uso recomendadas.

SABIZEB 800 WP é incompatível com formulações altamente alcalinas, tais como calda bordaleza e calda sulfocálcica. Todavia aplicações alternadas com SABIZEB 800 WP podem ser realizadas sem que se necessite aguardar qualquer período entre as aplicações. O produto não pode ser utilizado em mistura com qualquer outro agrotóxico.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M03 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto fungicida SABIZEB 800 WP é composto por MANCOZEBE, que apresenta mecanismo de ação de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M03, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).




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