Bula Dithane NT

acessos
Mancozebe
2438798
Dow AgroSciences

Composição

Mancozebe 800 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Acaricida, Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 dias 14 dias Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 10 - 15 dias, utilizar o menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença 14 dias Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência ou preventivamente ao aparecimento dos primeiros sintomas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
4,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, entre o estágio de emborrachamento e o aparecimento das panículas ou início do florescimento 32 dias Iniciar as aplicações no estágio de emborrachamento, repetindo no início do aparecimento das panículas ou no início do florescimento
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
2 a 4,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, entre o estágio de emborrachamento e o aparecimento das panículas ou início do florescimento 32 dias Iniciar as aplicações no estágio de emborrachamento, repetindo no início do aparecimento das panículas ou no início do florescimento
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
2 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 15 dias, nos períodos de maior incidência da doença. Em condições desfavoráveis à doença e menor lançamento de folhas, poderá ser prolongado o intervalo em dias 21 dias Iniciar as aplicações preventivamente, visando uma boa cobertura das folhas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações, com intervalos de 4 - 7 dias, utilizando o intervalo menor em condições altamente favoráveis para as doenças 7 dias Iniciar as aplicações aos 10 - 15 dias após a emergência ou antes, em condições muito favoráveis para as doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações, com intervalos de 4 - 7 dias, utilizando o intervalo menor em condições altamente favoráveis para as doenças 7 dias Iniciar as aplicações aos 10 - 15 dias após a emergência ou antes, em condições muito favoráveis para as doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 10 dias 7 dias Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o transplante das mudas. Em condições favoráveis para a doença, utilizar a maior dose
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 - 10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença 7 dias Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, do aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 - 10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença 7 dias Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, do aparecimento dos primeiros sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
4 a 5 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 30 dias 21 dias Para controle preventivo da doença em cafeeiro adulto, realizar aplicações entre novembro e março, a intervalos mensais. Utilizando a maior dose em condições favoráveis para a doença
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
2 a 3 kg p.c./ha 600 a 900 L de calda/ha - Realizar no máximo 10 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações 30 dias após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Em condições favoráveis para a doença, utilizar a maior dose
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
150 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 10 dias 14 dias Para controle do ácaro, realizar inspeções frequentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros. Para controle das doenças, realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias. Utilizando a maior dose em condições favoráveis para a doença
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 10 dias 14 dias Para controle do ácaro, realizar inspeções frequentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros. Para controle das doenças, realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias. Utilizando a maior dose em condições favoráveis para a doença
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 10 dias 14 dias Para controle do ácaro, realizar inspeções frequentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros. Para controle das doenças, realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias. Utilizando a maior dose em condições favoráveis para a doença
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 10 dias 14 dias Para controle do ácaro, realizar inspeções frequentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros. Para controle das doenças, realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias. Utilizando a maior dose em condições favoráveis para a doença
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 - 10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença 14 dias Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, do aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 - 10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença 14 dias Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, do aparecimento dos primeiros sintomas
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 - 10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença 7 dias Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, do aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 - 10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença 7 dias Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, do aparecimento dos primeiros sintomas
Cravo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do craveiro
(Uromyces dianthi)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir semanalmente Uso não alimentar Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia chrysanthemi)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir semanalmente Uso não alimentar Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de ascochyta
(Ascochyta pinodes)
2 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias 7 dias Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência, ou antes, do aparecimento dos sintomas
Mancha de ascochyta
(Ascochyta pisi)
2 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias 7 dias Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência, ou antes, do aparecimento dos sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 10 - 15 dias, utilizar a maior dose e menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença 14 dias Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 10 - 15 dias, utilizar a maior dose e menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença 14 dias Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 10 - 15 dias, utilizar a maior dose e menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença 14 dias Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 10 - 15 dias, utilizar a maior dose e menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença 7 dias Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas, ou antes, do aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 10 - 15 dias, utilizar a maior dose e menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença 7 dias Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas, ou antes, do aparecimento dos primeiros sintomas
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
200 g p.c./100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 15 dias 21 dias Iniciar as aplicações no início da brotação das plantas
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo azul
(Peronospora tabacina)
2 g p.c. / 10 m² de canteiro 400 a 1000 mL de calda / 10 m² - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 dias Uso não alimentar Para controle preventivo das doenças em canteiros de mudas, iniciar as aplicações logo após a emergência
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de botrites
(Botrytis gladiolorum)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir semanalmente Uso não alimentar Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - Realizar no máximo 7 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes)
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 g p.c./100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - Realizar no máximo 7 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes)
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 15 dias 3 dias Iniciar as aplicações no florescimento
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 3 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 15 dias 20 dias Iniciar as aplicações no florescimento
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 dias 14 dias Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia pruni-spinosae)
200 g p.c./100 L de água 1 a 4 L de calda / planta - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 15 dias 21 dias Para controle preventivo da ferrugem, iniciar as aplicações na primeira semana de Dezembro, seguindo de mais 3 aplicações em intervalos quinzenais, respeitando o intervalo de segurança
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
200 g p.c./100 L de água 1 a 4 L de calda / planta - Realizar no máximo 7 aplicações, com intervalos de 7 dias 21 dias Para controle preventivo da ferrugem, iniciar as aplicações na primeira semana de Dezembro
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalos de 7 dias até a completa formação dos frutos 7 dias Iniciar as aplicações no florescimento/início da formação dos frutos
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalos de 7 dias até a completa formação dos frutos 7 dias Iniciar as aplicações no florescimento/início da formação dos frutos
Requeima
(Phytophthora capsici)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalos de 7 dias até a completa formação dos frutos 7 dias Iniciar as aplicações no florescimento/início da formação dos frutos
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 - 10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças 14 dias Iniciar a aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, do início do aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 - 10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças 14 dias Iniciar a aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, do início do aparecimento dos primeiros sintomas
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir semanalmente Uso não alimentar Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
1,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias, ou seguir a recomendação de manejo preconizado para controle destes alvos na região 30 dias Para o controle de ferrugem asiática, iniciar as aplicações a partir do estágio V9 a R1 (início de florescimento)
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
1 a 2 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias, ou seguir a recomendação de manejo preconizado para controle destes alvos na região 30 dias Para o controle de mancha alvo, iniciar as aplicações a partir do estágio R1 (Início de florescimento) ou no momento mais adequado ao aparecimento da doença. Utilizar a maior dose e ou o menor intervalo quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações, com intervalos de 5 - 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças 7 dias Iniciar as aplicações após o transplante, sempre de forma preventiva
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações, com intervalos de 5 - 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças 7 dias Iniciar as aplicações após o transplante, sempre de forma preventiva
Septoriose
(Septoria lycopersici)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações, com intervalos de 5 - 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças 7 dias Iniciar as aplicações após o transplante, sempre de forma preventiva
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 10 dias 32 dias Para controle da brusone, realizar a primeira aplicação no início do espigamento
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, repetindo as aplicações sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada 32 dias Para controle de ferrugem-da-folha, iniciar as aplicações no aparecimento das primeiras pústulas (traços a 5%)
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, repetindo as aplicações sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada 32 dias Para controle de helmintosporiose, iniciar as aplicações a partir do estádio de elongação. Repetir as aplicações sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações, com intervalos de 7 - 15 dias, utilizando intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças 7 dias Iniciar as aplicações no início da brotação. O volume de aplicação varia em função do porte da planta e do sistema de condução
Escoriose
(Phomopsis viticola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações, com intervalos de 7 - 15 dias, utilizando intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças 7 dias Iniciar as aplicações no início da brotação. O volume de aplicação varia em função do porte da planta e do sistema de condução
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações, com intervalos de 7 - 15 dias, utilizando intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças 7 dias Iniciar as aplicações no início da brotação. O volume de aplicação varia em função do porte da planta e do sistema de condução
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações, com intervalos de 7 - 15 dias, utilizando intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças 7 dias Iniciar as aplicações no início da brotação. O volume de aplicação varia em função do porte da planta e do sistema de condução
Podridão amarga
(Greeneria uvicola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações, com intervalos de 7 - 15 dias, utilizando intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças 7 dias Iniciar as aplicações no início da brotação. O volume de aplicação varia em função do porte da planta e do sistema de condução

Caixa (contendo sacos hidrossolúveis de 20, 50, 100, 200, 250 e 500g) papelão:
1Kg.

Saco (contendo sacos hidrossolúveis de 20, 50, 100, 200, 250 e 500g) polietileno e/ou aluminizado:
1 e 1,5 Kg.

Saco polietileno e/ou aluminizado:
1, 2, 5, 10 e 25Kg.

Saco (contendo sacos hidrossolúveis de 20, 50, 100, 200, 250 e 300g) polietileno e/ou aluminizado:
1,2 kg.

Balde metálico e/ou polietileno:
10 kg.

Tambor fibra:
10 e 20 Kg.

Bigbag plástico:
250, 300, 350, 400, 450, 500, 525, 550, 600, 700, 750, 1000, 1050, 1100 e 1500 Kg.

Saco polietileno, papel e laminado de polietileno (laminado de polietileno e aluminiazdo ou metalizado) e papel:
5, 10, 15, 20, 25, 50, 100 kg.

Saco papel:

Caixa (contendo saco de polietileno laminado (ou simples) com poliéster, alumínio ou metalizado ou contendo sacos hidrossolúveis) de papelão:
20, 40, 50, 75, 100, 150, 200, 250, 300, 500 gramas e 1, 1,5; 1,67; 2 e2,5 Kg.

Balde (contendo sacos de polietileno laminado (ou simples) com poliéster, alumínio ou metalizado) metal ou plástico:
5, 10, 15, 20, 25 50 kg.

Tambor (contendo sacos de polietileno laminado (ou simples) com poliéster, alumínio ou metalizado) fibra:
5, 10, 15, 20, 25, 50, 75, 100, 150 e 200 kg.

Tambor (contendo sacos de polietileno laminado (ou simples) com poliéster, alumínio ou metalizado) metal ou plástico:
50, 75, 100, 150 e 200 kg.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Por ser um produto com ação de contato, Dithane NT deve ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas. Dithane NT é indicado para aplicações terrestres e aéreas. As aplicações terrestres podem ser através de equipamento costal (motorizado ou manual), ou tratorizados equipados com barras, turboatomizadores, mangueiras e pistolas. O volume de calda varia de acordo com o porte da cultura e o número de plantas por hectare.

A. Banana Para a cultura da banana as aplicações devem ser feitas utilizando-se uma quantidade de óleo mineral equivalente a 50% do volume total da calda de pulverização (100 litros), adicionar emulsionante a 0,2% do volume do óleo a ser aplicado (0,20 litros) e uma quantidade de água proporcional a 100 litros, totalizando um volume de calda de aproximadamente 200 L/ha.
Aplicação terrestre:
Utilizar atomizador costal motorizado ou atomizador canhão modelo AF 427 bananeiro, observando sempre que seja feita uma cobertura total das folhas.
Aplicação aérea:
Aplicação aérea com utilização de barra e bicos: usar bicos de jato cone vazio, do tipo D5, com disco (core) nunca maior que 45 graus, espaçados a cada 20 cm. Pressão na barra ao redor de 30 libras. A largura da faixa de puiverização deve ser estabelecida por teste. A altura de vôo deve ser de 2,0 a 3,0 metros sobre a cultura; em locais onde essa altura não for possível, fazer arremates com pulverizações transversais, paralelas aos obstaculos. Ventos de 15 km por hora, sem ventos de rajada.
Aplicação aérea com utilização de atomizadores rotativos (Micronair AU 3000): usar 4 atomizadores. Ângulo das pás de 25 a 35°, ajustado segundo as condições de vento, temperatura e umidade relativa, para reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação. A largura da faixa devendo ser estabelecida por teste. Altura de vôo de 3,0 a 4,0 metros sobre a cultura. Pressão conforme a vazão, seguindo a tabela do fabricante.

B. Soja
Aplicação terrestre:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Os parâmetros climáticos a serem seguidos no momento da aplicação deverão favorecer a adequada cobertura do alvo biológico pela calda de pulverização e deverão minimizar o risco de deriva para áreas adjacentes. Normalmente, as condições favoráveis à pulverização são: temperatura abaixo de 32°C, umidade relativa superior a 60% e vento inferior a 10 Km/h.
Aplicação aérea:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento aéreo, como ângulo de barra, tipos e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade e altura de voo, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do avião definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Os parâmetros climáticos a serem seguidos no momento da aplicação deverão favorecer a adequada cobertura do alvo biológico pela calda de pulverização e deverão minimizar o risco de deriva para áreas adjacentes. Normalmente, as condições favoráveis à pulverização são: temperatura abaixo de 32°C, umidade relativa superior a 60% e vento entre 2 e 10 Km/h.

C. Culturas Anuais Rasteiras:
Pulverizadores de barra acoplados a tratores: Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 6- 8 km/h
- Pressão do manômetro: 150 - 250 lb/pol²
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h
Obs.: A barra de pulverização deverá estar sempre aproximadamente 20 cm acima da planta. Usar equipamentos com barras de 9,5 a 17 metros, colocando-se os bicos com intervalos de 25 cm (este intervalo poderá ser alterado através de recomendação técnica).
Pulverizadores de mangueira:
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- RPM na tomada de força: 540 rpm
- Pressão do manômetro: 250 - 350 lb/pol²
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X - Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.

D. Culturas Arbóreas:
Pulverizadores com pistola:
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 1,8 km/h
- RPM do trator: 1.400 rpm
- Marcha do trator: 1ª reduzida
- Vazão: 130 litros/minuto
- Pressão: 300 - 350 lb/pol²
- Tipo de bico: disco ou chapinha nº 4 a 10.
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h
Atomizadores (turbo atomizadores): Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 2 - 3 km/h
- RPM na tomada de força: 540 rpm
- Pressão: 160 - 300 lb/pol²
- Tipo de bico: disco ou chapinha nº 3 a 6. Considerando-se que todos estejam abertos, recomenda-se alternar bicos com difusor de 2 furos, com bicos de difusor de 3 furos.
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h

E. Abóbora, Alho, Amendoim, Arroz, Batata, Berinjela, Beterraba, Brócolis, Café, Cebola, Cenoura, Citros, Couve, Couve-Flor, Cravo, Crisântemo, Ervilha, Feijão, Feijão-Vagem, Figo, Fumo, Gladíolo, Maçã, Mamão, Manga, Melancia, Melão, Pepino, Pêssego, Pimentão, Repolho, Rosa, Tomate, Trigo e Uva
Pulverizadores Costais: Como os pulverizadores costais manuais não possuem regulador de pressão, o volume a ser aplicado depende muito do operário que executa a operação. A calibração deve ser feita individualmente, sendo considerada uma velocidade usual aquela ao redor de 1m/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo de movimento que o operador imprime à alavanca de acionamento da bomba, combinado com a vazão do bico. Bicos de alta vazão geralmente são trabalhados à baixa pressão, uma vez que no ritmo normal de bombeamento não se consegue atingir altas pressões. Em oposição, bicos de baixa vazão são operados em pressões maiores, pois o operador consegue manter o circuito pressurizado acionando poucas vezes a alavanca da bomba.

F. Arroz, Feijão e Trigo Aplicação Aérea: Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D
- Volume de aplicação: 30 litros/ha
- Diâmetro das gotas: 150 - 250 micra
- Densidade das gotas: 50 - 70 gotas/cm²
- Altura do voo: 2 a 3 metros
- Largura da faixa: 12 - 16 metros
- Pressão: 30 - 45 lb/pol²
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h
- Umidade relativa do ar: mínimo de 55%
Obs.: A critério do Engenheiro Agrônomo, as condições de aplicação podem ser alteradas.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Mamão: 3 dias
Alho, Cebola, Melancia, Pepino, Maçã, Uva, Brócolis, Couve-flor, Berinjela, Pimentão, Tomate, Ervilha, Feijão-vagem, Batata, Beterraba e Cenoura: 7 dias
Abóbora, Melão, Citros, Couve, Repolho, Amendoim e Feijão: 14 dias
Manga: 20 dias
Banana, Figo, Pêssego e Café: 21 dias
Soja: 30 dias
Arroz e Trigo:32 dias
Fumo e Plantas Ornamentais: Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Dithane NT é incompatível com caldas altamente alcalinas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M 03 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M03 FUNGICIDA

Compatibilidade

Incomp. com produtos de reação fortemente alcalina.