Bula Dithane NT

acessos
Mancozeb
2438798
Dow AgroSciences

Composição

Mancozebe 800 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida, Acaricida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. 2 semanas após a semeadura
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar quando tiver de 4 a 6 folhas
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar quando de 4 a 6 folhas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - 10 a 15 dias. 14 dias. 25 dias da emergência
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
4,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar no aparecimento das panículas. 32 dias. Estágio do emborrachamento
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
2 a 4,5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar no aparecimento das panículas. 32 dias. Estágio do emborrachamento
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 4 a 7 dias. 7 dias. 10 a 15 dias após a emergência
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 4 a 7 dias. 7 dias. 10 a 15 dias após a emergência
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. 20 dias após o transplante das mudas
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. 10 dias após semeadura ou transplante
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. 10 dias após a semeadura ou transplante
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
4 a 5 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - 30 dias. 21 dias. Preventivo. Novembro a março
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Estágio de 4 a 6 folhas
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Estágio de 4 a 6 folhas
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
2 a 3 kg p.c./ha 600 a 900 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. 30 dias após a semeadura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
150 g/100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - 10 dias. 14 dias. Início do florescimento
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - 10 dias. 14 dias. Início do florescimento
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - 10 dias. 14 dias. Início do florescimento
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
200 a 250 g p.c./100 L de água - até 30 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 14 dias. Início do florescimento
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. 10 dias após a semeadura ou transplante
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. 10 dias após a semeadura ou transplante
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. 10 dias após a semeadura ou transplante
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 100 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. 10 dias após a semeadura ou transplante
Cravo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do craveiro
(Uromyces dianthi)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA. Aparecimento dos primeiros sintomas
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia chrysanthemi)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA. Aparecimento dos primeiros sintomas
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de ascochyta
(Ascochyta pinodes)
2 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. 20 dias após a emergência
Mancha de ascochyta
(Ascochyta pisi)
2 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. 20 dias após a emergência
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 14 dias. 25 dias após a emergência
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 14 dias. 25 dias após a emergência
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 14 dias. 25 dias após a emergência
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. 7 dias. 25 dias após a emergência
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. 7 dias. 25 dias após a emergência
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
200 g p.c./100 L de água 500 a 2000 mL de calda/planta - 15 dias. 21 dias. Início das brotações
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo azul
(Peronospora tabacina)
0,2 g p.c. / m² 40 a 100 ml/100l de calda - 7 dias. UNA. Logo após a emergência
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de botrites
(Botrytis gladiolorum)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA. Aparecimento dos primeiros sintomas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 500 a 2000 mL de calda/planta - 7 dias. 7 dias. Estádio fenológico C
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 g p.c./100 L de água - - 7 dias. 7 dias. Estádio fenológico C
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 15 dias. 3 dias. Florescimento
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 3 a 15 L de calda / planta - 15 dias. 20 dias. Florescimento
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. 2 semanas após a semeadura
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. 2 semanas após a semeadura
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. 2 semanas após a semeadura
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. 2 semanas após a semeadura
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia pruni-spinosae)
200 g p.c./100 L de água 1 a 4 L de calda / planta - 15 dias. 21 dias. 1ª semana de dezembro
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
200 g/100 L de água 1 a 4 L de calda / planta - 7 dias. 21 dias. Estádio fenológico enchimento de gemas
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Florescimento/formação de frutos
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Florescimento/formação de frutos
Requeima
(Phytophthora capsici)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Florescimento/formação de frutos
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. 10 dias após semeadura ou tranplante
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. 10 dias após a semeadura ou tranplante
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA. Aparecimento de sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - 5 a 7 dias. 7 dias. Após o transplante
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - 5 a 7 dias. 7 dias. Após o transplante
Septoriose
(Septoria lycopersici)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - 5 a 7 dias. 7 dias. Após o transplante
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário 32 dias. Aparecimento das primeiras pústulas
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário 32 dias. Aparecimento das primeiras pústulas
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário. 32 dias. Estágio de enlogação
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Início das brotações
Escoriose
(Phomopsis viticola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Início das brotações
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Início das brotações
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Início das brotações
Podridão amarga
(Greeneria uvicola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 7 dias. Início das brotações

Caixa (contendo sacos hidrossolúveis de 20, 50, 100, 200, 250 e 500g) papelão:
1Kg.

Saco (contendo sacos hidrossolúveis de 20, 50, 100, 200, 250 e 500g) polietileno e/ou aluminizado:
1 e 1,5 Kg.

Saco polietileno e/ou aluminizado:
1, 2, 5, 10 e 25Kg.

Saco (contendo sacos hidrossolúveis de 20, 50, 100, 200, 250 e 300g) polietileno e/ou aluminizado:
1,2 kg.

Balde metálico e/ou polietileno:
10 kg.

Tambor fibra:
10 e 20 Kg.

Bigbag plástico:
250, 300, 350, 400, 450, 500, 525, 550, 600, 700, 750, 1000, 1050, 1100 e 1500 Kg.

Saco polietileno, papel e laminado de polietileno (laminado de polietileno e aluminiazdo ou metalizado) e papel:
5, 10, 15, 20, 25, 50, 100 kg.

Saco papel:

Caixa (contendo saco de polietileno laminado (ou simples) com poliéster, alumínio ou metalizado ou contendo sacos hidrossolúveis) de papelão:
20, 40, 50, 75, 100, 150, 200, 250, 300, 500 gramas e 1, 1,5; 1,67; 2 e2,5 Kg.

Balde (contendo sacos de polietileno laminado (ou simples) com poliéster, alumínio ou metalizado) metal ou plástico:
5, 10, 15, 20, 25 50 kg.

Tambor (contendo sacos de polietileno laminado (ou simples) com poliéster, alumínio ou metalizado) fibra:
5, 10, 15, 20, 25, 50, 75, 100, 150 e 200 kg.

Tambor (contendo sacos de polietileno laminado (ou simples) com poliéster, alumínio ou metalizado) metal ou plástico:
50, 75, 100, 150 e 200 kg.

NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALOS DE APLICAÇÕES:

BATATA: Iniciar as aplicações aos 10-15 dias após a emergência, ou antes em condições muito favoráveis para as doenças, repetindo a intervalos de 4-7 dias, utilizando o intervalo menor em condições altamente favoráveis para as doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas.

TOMATE: Iniciar as aplicações após o transplante, repetindo a intervalos de 5-7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas.

ABÓBORA: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias.

PEPINO: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias.

MELANCIA E MELÃO: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias.

CEBOLA: Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a intervalos de 7 dias.

ALHO: Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a intervalos de 7 dias.

AMENDOIM: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10-15 dias, perfazendo um total de 3-5 aplicações. Utilizar o menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença.

FUMO: Para controle preventivo das doenças em canteiros de mudas, iniciar as aplicações logo após a emergência, repetindo a intervalos de 7 dias.

TRIGO: Para controle de ferrugem-da-folha ferrugem, iniciar as aplicações no aparecimento das primeiras pústulas (traços a 5%), e para controle de helmintosporiose, iniciar as aplicações a partir do estádio de elongação. Repetir as aplicações sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada. As reaplicações deverão ser realizadas sempre que necessário para manter as doenças em baixos níveis de infecção. Para controle da brusone, realizar a primeira aplicação no início do espigamento, repetindo mais 2 aplicações com intervalos de 10 dias.

ARROZ: Iniciar as aplicações no estágio de emborrachamento, repetindo no início do aparecimento das panículas e no início do florescimento.

FEIJÃO: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência das plântulas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10-15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar a maior dose e menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença.

CAFÉ: Para controle preventivo da doença em cafeeiro adulto, realizar 5 aplicações de novembro a março, a intervalos mensais.

CITROS: Para controle do ácaro, realizar inspeções freqüentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros. Para controle das doenças, realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias.

FIGO: Iniciar as aplicações no início da brotação das plantas, repetindo a intervalos de 15 dias.

MAÇÃ: Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes), repetindo a intervalos de 7 dias.

MANGA: Iniciar as aplicações no florescimento, repetindo a intervalos de 15 dias.

PÊSSEGO: Para controle preventivo da podridão parda, iniciar as aplicações no estádio fenológico de enchimento das gemas, repetindo no botão rosado, pleno florescimento, queda das pétalas, separação das sépalas, seguindo-se mais 1-2 aplicações antes da colheita, semanalmente, respeitando o intervalo de segurança. Para controle preventivo da ferrugem, iniciar as aplicações na primeira semana de dezembro, seguidas de mais três aplicações, a intervalos quinzenais.

UVA: Iniciar as aplicações no início da brotação, repetindo a intervalos de 7-15 dias, utilizando intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças. O volume de aplicação varia em função do porte da planta e do sistema de condução.

BERINJELA: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 7 dias.

BETERRABA: Iniciar as aplicações 20 dias após o transplante das mudas, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10 dias. Em condições favoráveis para a doença, utilizar a maior dose.

CENOURA: Iniciar as aplicações 30 dias após a semeadura, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Em condições favoráveis para a doença, utilizar a maior dose.

COUVE: Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença.

COUVE-FLOR: Iniciar a aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença.

BRÓCOLIS: Iniciar a aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença.

REPOLHO: Iniciar a aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças.

PIMENTÃO: Iniciar as aplicações no florescimento/início da formação dos frutos, repetindo a intervalos de 7 dias até a completa formação dos frutos, respeitando o intervalo de segurança.

ERVILHA: Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência, ou antes no início do aparecimento dos sintomas, repetindo a intervalos de 7-10 dias. Em condições favoráveis para as doenças, realizar até 5 aplicações por ciclo da cultura.

FEIJÃO-VAGEM: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência, ou antes no início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10-15 dias, num total de 3-5 aplicações. Utilizar o menor intervalo em condições favoráveis para a doença.

CRAVO, ROSEIRA, GLADÍOLO E CRISÂNTEMO: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo-se semanalmente.

MODO DE APLICAÇÃO:
Por ser um produto com ação de contato, DITHANE NT deve ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.
DITHANE NT é indicado para aplicações terrestres e aéreas. As aplicações terrestres podem ser através de equipamento costal (motorizado ou manual), ou tratorizados equipados com barras, turbo-atomizadores, mangueiras e pistolas. O volume de calda varia de acordo com o porte da cultura e o número de plantas por hectare.

APLICAÇÃO TERRESTRE- CULTURAS ANUAIS RASTEIRAS:

- Pulverizadores de barra acoplados a tratores:
Deve-se observar os seguintes parâmetros: velocidade do trator: 6- 8 km/h; pressão do manômetro: 150 - 250 lb/pol²; tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X; condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.

Obs.: A barra de pulverização deverá estar sempre aproximadamente 20 cm acima da planta. Usar equipamentos com barras de 9,5 a 17 metros, colocando-se os bicos com intervalos de 25 cm (este intervalo poderá ser alterado através de recomendação técnica).

- Pulverizadores de mangueira: Deve-se observar os seguintes parâmetros: RPM na tomada de força: 540 rpm; pressão do manômetro: 250 - 350 lb/pol²; tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X; condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.

APLICAÇÃO TERRESTRE - CULTURAS ARBÓREAS:
- Pulverizadores com pistola: Deve-se observar os seguintes parâmetros: velocidade do trator: 1,8 km/h; RPM do trator: 1.400 rpm; marcha do trator: 1ª reduzida; vazão: 130 litros/minuto; pressão: 300 - 350 lb/pol²; tipo de bico: disco ou chapinha nº 4 a 10; condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.

- Atomizadores (turbo atomizadores):
Deve-se observar os seguintes parâmetros: velocidade do trator: 2 - 3 km/h; RPM na tomada de força: 540 rpm; pressão: 160 - 300 lb/pol²; tipo de bico: disco ou chapinha nº 3 a 6. Considerando-se que todos estejam abertos, recomenda-se alternar bicos com difusor de 2 furos, com bicos de difusor de 3 furos; condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.

- Pulverizadores Costais: Como os pulverizadores costais manuais não possuem regulador de pressão, o volume a ser aplicado depende muito do operário que executa a operação. A calibração deve ser feita individualmente, sendo considerada uma velocidade usual aquela ao redor de 1m/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo de movimento que o operador imprime à alavanca de acionamento da bomba, combinado com a vazão do bico. Bicos de alta vazão geralmente são trabalhados à baixa pressão, uma vez que no ritmo normal de bombeamento não se consegue atingir altas pressões. Em oposição, bicos de baixa vazão são operados em pressões maiores, pois o operador consegue manter o circuito pressurizado acionando poucas vezes a alavanca da bomba.

APLICAÇÃO AÉREA:
Deve-se observar os seguintes parâmetros: tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D; volume de aplicação: 30 litros/há; diâmetro das gotas: 150 - 250 micra; densidade das gotas: 50 - 70 gotas/cm²; altura do vôo: 2 a 3 metros; largura da faixa: 12 - 16 metros; pressão: 30 - 45 lb/pol²; condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h; umidade relativa do ar: mínimo de 55%.
Obs.: A critério do engenheiro agrônomo ou do técnico responsável, as condições de aplicação podem ser alteradas.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Alho, Cebola, Melancia, Pepino, Maçã, Uva, Brócolis, Couve-flor, Berinjela, Pimentão, Tomate, Ervilha, Feijão-Vagem, Batata, Beterraba e Cenoura: 7 dias. Abóbora, Melão, Citros, Couve, Repolho, Amendoim e Feijão: 14 dias. Manga: 20 dias. Figo, Pêssego e Café: 21 dias. Arroz e Trigo: 32 dias. Fumo e Plantas Ornamentais: uso Não Alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se não entrar na área tratada sem utilizar o EPI (equipamento de proteção individual) até o completo secamento da calda sobre a cultura. Evitar sempre que possível que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais circulem pela área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:

FITOTOXICIDADE: DITHANE NT não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado de acordo com as instruções de uso recomendadas.

COMPATIBILIDADE: DITHANE NT é incompatível com formulações altamente alcalinas, tais como calda bordalesa e calda sulfocálcica.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use Protetor Ocular: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca: Caso o produto seja inalado ou aspirado procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha: Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, viseira facial, luvas, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as roupas (não misture com roupas de uso diário).

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão:Provoque vômito, procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água corrente em abundância por no mínimo 15 minutos, e procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância, e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTÍDOTO: Esvaziamento estomacal com carvão ativado. Para a irritação cutâneo-mucosa, tratamento sintomático. No caso de risco de colapso, oxigenoterapia e vasos constritores por via parenteral.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Estudos efetuados com animais de laboratório demonstraram que o MANCOZEB é parcialmente absorvido após ingestão oral, de forma moderadamente rápida. O seu metabolismo é extenso e complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. O principal metabólico é a etilenotiouréia. Distribui-se por todo o organismo e em maior quantidade na tireóide. Sua eliminação do plasma é bifásica e está essencialmente completa em 24 horas. A excreção se dá tanto pelas fezes quanto pela urina, e pela bile em menor quantidade.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: DITHANE NT possui as seguintes doses letais 50% (DL 50): DL 50 oral: > 5,0 g/kg para ratos; DL 50 dérmica: > 5,0 g/kg para coelhos; CL 50 inalatória: > 1,11 mg/l de ar para ratos expostos ao pó, e > 5,14 mg/l para exposição ao aerosol. Estudos com animais de laboratório demonstram que DITHANE NT é levemente irritante para a pele, embora possa causar irritação mecânica aos olhos por ser um pó molhável.

A médio prazo, DITHANE NT tem uma dose de nenhum efeito observável após administração oral, de 7,42 mg/kg/dia para machos e 9,24 mg/kg/dia para fêmeas, sendo o único efeito observado a queda dos níveis de T4 e TSH. A longo prazo DITHANE NT não provoca nenhum efeito irreversível. DITHANE NT não é teratogênico, carcinogênico ou mutagênico. EFEITOS COLATERAIS: Não se conhecem efeitos colaterais, por se tratar de produto indicado para uso fitossanitário.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microrganismos de solo. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.

Aplique somente as doses recomendadas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público, e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens disponíveis adequadas, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções:

PISO PAVIMENTADO: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água;

SOLO: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;

CORPOS D'ÁGUA: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal, e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: O produto degrada-se rapidamente na presença de oxigênio e álcalis, e sob condições de umidade e calor. Remover o material sólido não reutilizável ou contaminado e acondicioná-lo em tambor de ferro fundido. Adicionar hidróxido de cálcio (cal de construção) no interior do tambor, promovendo a elevação do pH. Descartar em aterro sanitário específico aprovado pelas autoridades locais e estaduais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do Programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer produto da mesma classe ou mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do Programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Incomp. com produtos de reação fortemente alcalina.