Mal das sete voltas (Colletotrichum circinans)
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Mal das sete voltas

(Colletotrichum circinans)

Culturas Afetadas: Alho, Cebola

Sinônimos: Vermicularia circinans e Colletotrichum dematium f. sp circinans

Esta doença é muito comum na Europa, onde foi descrita pela primeira vez na Inglaterra, em 1951, e Estados Unidos, sendo também relatada no Japão. Argentina e Itália. Nos países de língua inglesa é denominada “smudge”. No Brasil, devido à predominância de variedades de bulbos coloridos, que são resistentes, tem importância mais restrita, embora possa ser responsável por danos quando ocorre em fase de canteiros de mudas.

Danos: Ocorre praticamente apenas na escama mais externa dos bulbos brancos, sob a forma de pequenos estromas subcuticulares verde-escuros, que tornam-se pretos com passar do tempo. Em condições de alta umidade, formam-se acérvulos com massa de esporos de cor creme, sobre tais estromas. E muitas vezes comi fundi da com outras doenças, como a podridão branca e o carvão. Quando inoculado artificialmente, o fungo é capaz de provocar subdesenvolvimento e até morte de plântulas de cebola, até mesmo em variedades pigmentadas como Texas Grano 502 e Roxa Chata de Piracicaba.

Controle: O uso de variedades de escamas coloridas é suficiente para impedir a ocorrência da doença. Quando deseja-se plantar variedades brancas, devo-se fazer rotação de culturas o promover boa drenagem do solo; proteger os bulbos colhidos da chuva, usar sementes ou mudas sadias o estocar os bulbos em temperaturas baixas (OºC) e umidade em torno de 65%.



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