Bula Cobre Fersol

acessos
Oxicloreto de cobre
78803
Ameribrás

Composição

Equivalente em cobre metálico 500 g/kg Inorgânico
Oxicloreto de cobre 840 g/kg Inorgânico

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 10 a 15 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, diminuir o intervalo de aplicação Sem restrições No viveiro, aplicar no inicio das folhas, e em condições de campo, após o plantio definitivo, a primeira aplicação devera ser feita antes da florada, mais 2 ou 3 dias após a formação dos frutos
Cercosporiose
(Pseudocercospora purpurea)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 10 a 15 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, diminuir o intervalo de aplicação Sem restrições No viveiro, aplicar no inicio das folhas, e em condições de campo, após o plantio definitivo, a primeira aplicação devera ser feita antes da florada, mais 2 ou 3 dias após a formação dos frutos
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 20 a 30 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, diminuir o intervalo de aplicação Sem restrições Aplicar preventivamente, iniciando as aplicações 40 dias após a germinação
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 20 a 30 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, diminuir o intervalo de aplicação Sem restrições Aplicar preventivamente, iniciando as aplicações 40 dias após a germinação
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
220 g p.c. / L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente, em condições ambientais favoráveis a incidência da doença
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
220 g p.c. / L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente, em condições ambientais favoráveis a incidência da doença
Míldio
(Peronospora destructor)
220 g p.c. / L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente, em condições ambientais favoráveis a incidência da doença
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Cercospora personata)
220 g p.c. / L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 10 a 15 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação Sem restrições Realizar a primeira aplicação entre os 35 e 40 dias após a germinação
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
220 g p.c. / L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 10 a 15 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação Sem restrições Realizar a primeira aplicação entre os 35 e 40 dias após a germinação
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 7 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 5 a 7 dias. . Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor Sem restrições lniciar as aplicações preventivamente após as plantas atingirem 15 cm de altura
Requeima
(Phytophthora infestans)
350 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 7 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 5 a 7 dias. . Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor Sem restrições lniciar as aplicações preventivamente após as plantas atingirem 15 cm de altura
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente
Podridão seca
(Diaporthe vexans)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
6 a 12 g p.c. / planta 1000 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo 5 aplicações com intervalos de 30 dias Sem restrições Iniciar as aplicações antes da incidência da doença, dirigidas à copa das árvores
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 2 a 5 L de calda / planta - Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura, entre fins de Novembro e Março. Caso as condições sejam favoráveis a doença, usar a maior dose Sem restrições Aplicar preventivamente a partir do início das chuvas e repetir a intervalos de 30 dias
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
400 g p.c./100 L de água 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura, entre fins de Novembro e Março. Caso as condições sejam favoráveis a doença, usar a maior dose Sem restrições Aplicar preventivamente a partir do início das chuvas e repetir a intervalos de 30 dias
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 2 a 5 L de calda / planta - Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura, entre fins de Novembro e Março. Caso as condições sejam favoráveis a doença, usar a maior dose Sem restrições Aplicar preventivamente a partir do início das chuvas e repetir a intervalos de 30 dias
Caqui Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações com intervalos de 30 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor Sem restrições Aplicar preventivamente, iniciando as aplicações logo após a queda das flores
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente, em condições ambientais favoráveis a incidência da doença
Mal-das-sete-voltas
(Colletotrichum gloeosporioides cepae)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente, em condições ambientais favoráveis a incidência da doença
Míldio
(Peronospora destructor)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente, em condições ambientais favoráveis a incidência da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar 2 aplicações, com intervalo de 28 dias Sem restrições Realizar a primeira aplicação quando 2/3 (dois terços) das pétalas estiverem caídas, e a segunda aplicação, 4 semanas após a primeira
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
150 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar 2 aplicações, com intervalo de 28 dias Sem restrições Realizar a primeira aplicação quando 2/3 (dois terços) das pétalas estiverem caídas, e a segunda aplicação, 4 semanas após a primeira
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
300 g p.c./100 L de água 2 a 5 L de calda / planta - Realizar 2 aplicações, com intervalo de 28 dias Sem restrições Realizar a primeira aplicação quando 2/3 (dois terços) das pétalas estiverem caídas, e a segunda aplicação, 4 semanas após a primeira
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 10 a 15 dias, suspendendo uma semana antes da colheita Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente logo após o inicio da brotação
Podridão do fruto
(Phytophthora nicotianae var. nicotianae)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 10 a 15 dias, suspendendo uma semana antes da colheita Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente logo após o inicio da brotação
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 a 14 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente logo após o início da brotação
Ferrugem
(Puccinia psidii)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 a 14 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente logo após o início da brotação
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 10 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente
Nespera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crespeira
(Taphrina deformans)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor Sem restrições Fazer uma aplicação preventiva, logo após a poda de limpeza
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor Sem restrições Fazer uma aplicação preventiva, logo após a poda de limpeza
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor Sem restrições O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor Sem restrições O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor Sem restrições O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor Sem restrições O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
400 g p.c./100 L de água 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 7 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o plantio definitivo
Requeima
(Phytophthora infestans)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 7 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o plantio definitivo
Septoriose
(Septoria lycopersici)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 7 aplicações com intervalos de 5 a 7 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor Sem restrições Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o plantio definitivo
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 a 10 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, úmido e chuvoso, diminuir o intervalo de aplicação Sem restrições lniciar as aplicações preventivamente, quando as brotações tiverem cerca de 5 a 7 cm
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 a 10 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, úmido e chuvoso, diminuir o intervalo de aplicação Sem restrições lniciar as aplicações preventivamente, quando as brotações tiverem cerca de 5 a 7 cm
Míldio
(Plasmopara viticola)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 a 10 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, úmido e chuvoso, diminuir o intervalo de aplicação Sem restrições lniciar as aplicações preventivamente, quando as brotações tiverem cerca de 5 a 7 cm

Sacos de papel multifoliado: 1, 4, 5, 10, 25 e 50 kg.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar o produto de forma preventiva, sempre que as condições climáticas favorecerem o desenvolvimento dos fungos. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação.
MODO DE APLICAÇÃO:
Por ser um fungicida protetor, o produto deve ser pulverizado de forma a atingir toda a planta e/ou frutos.
Abacate: No viveiro, aplicar no inicio das folhas e em condições de campo, plantio definitivo, a primeira aplicação devera ser feita antes da florada, mais 2 ou 3 dias apos a formação dos frutos com intervalos de 10 a 15 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, diminuir o intervalo de aplicação.
Algodão: Aplicar preventivamente, iniciando as aplicações 40 dias após a germinação, repetindo-se com intervalo de 20 a 30 dias, realizando-se de 3 a 4 aplicações. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.
Alho: Iniciar as aplicações preventivamente, em condições ambientais favoráveis a incidência da doença. Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação.
Amendoim: Normalmente são feitas de 3 a 4 aplicações, sendo a primeira entre os 35 e 40 dias após a germinação. Repetir com intervalos de10 a 15 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.
Batata: lniciar as aplicações preventivamente após as plantas atingirem 15 cm de altura. Repetir a intervalos de 5 - 7 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor.
Berinjela: Iniciar as aplicações preventivamente. As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 10 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.
Cacau: Iniciar as aplicações antes da incidência da doença. As aplicações do produto devem ser dirigidas a copa das árvores, com intervalos de 30 dias. Realizar de 3 a 5 aplicações.
Café: Aplicar preventivamente a partir do início das chuvas e repetir a intervalos de 30 dias. Fazer, se necessário, ate 5 aplicações durante o período crítico da cultura, entre fins de Novembro e Março; obedecendo-se a carência. Caso as condições sejam favoráveis a doença, usar a maior dose.
Caqui: Aplicar preventivamente sendo a primeira logo após a queda das flores, uma Segunda 20 a 30 dias após. Fazer 4 a 5 aplicações preventivas com intervalos de no máximo 30 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor. doença, úmido e chuvoso, diminuir o intervalo de aplicação.
Cebola: Iniciar as aplicações preventivamente, em condições ambientais favoráveis a incidência da doença. Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação.
Citros: Realizar 2 aplicações, sendo a primeira, quando 2/3 (dois terços) das pétalas estiverem caídas, e a segunda aplicação, 4 semanas após a primeira.
Figo: Iniciar as aplicações preventivamente logo após o inicio da brotação, repetindo com intervalos de 10 a 15 dias, suspendendo uma semana antes da colheita.
Goiaba: Iniciar as aplicações preventivamente logo após o início da brotação, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor.
Jiló: Iniciar as aplicações preventivamente. As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 10 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.
Nêspera: Fazer uma aplicação preventiva, logo após a poda de limpeza. Após a formação das novas folhas, aplicar com intervalo de 7 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor.
Pimenta/Pimentão: O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo. As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.
Tomate: Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o plantio definitivo. Repetir a intervalos de 5 — 7 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor.
Uva: lniciar as aplicações preventivamente, quando as brotações tiverem cerca de 5 a 7 cm. Repetir a intervalos de 7 a 10 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, úmido e chuvoso, diminuir o intervalo de aplicação.
Equipamentos de aplicação:
Para a aplicação, usar pulverizadores costais ou tratorizados, segundo os parâmetros abaixo: Tipo de bico: Cone vazio
Tamanho de gotas: 110 – 120 micra
Densidade de gotas: 60 – 70 gotas/cm2
Pressão de trabalho: 80 – 100 psi (533 – 666 kpa)
Ângulo: 90º
Velocidade do trator: 6 – 8 km/h
Obs.: A critério do Engenheiro Agrônomo ou Técnico Responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.
INTERVALO DE SEGURANÇA (Culturas; Dias):
Abacate, Algodão, Alho, Amendoim, Batata, Berinjela, Caca, Café, Caqui, Cebola, Citros, Figo, Goiaba, Jiló, Nêspera, Pimenta, Pimentão, Tomate e Uva: Sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
- Compatibilidade: Produto incompatível com calda sulfocálcica ou carbamatos, não devendo ser usado em mistura com outros agrotóxicos.
- Fitotoxicidade: Não é fitotóxico às culturas indicadas dentro das doses e usos recomendadas.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas.
Não utilize equipamentos de proteção (EPI’s) danificados.


PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA (MANUSEIO DO PRODUTO):
Use protetor ocular:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Use máscaras cobrindo o nariz e a boca:
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Use luvas de borracha:
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar que o produto se espalhe:
Use macacão de mangas compridas, tratado com material hidro-repelente, viseira facial, boné tipo touca árabe, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.


PRECAUÇÕES DURANTE O USO (APLICAÇÃO DO PRODUTO):
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Evite inalar, cheirar, aspirar e ingerir o produto
O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca.
Não aplique o produto contra o vento, ou na presença de ventos fortes.
Use macacão de mangas compridas, tratado com material hidro-repelente, protetor facial, boné tipo touca árabe, máscara com filtro para poeiras e químico, luvas de nitrila, botas e avental impermeável.



PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto em sua embalagem original, adequadamente fechada, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, troque e lave suas roupas contaminadas separadas das demais roupas do restante da família ou de uso diário.


PRIMEIROS SOCORROS

INGESTÃO:
Provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

OLHOS:
Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

PELE:
Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

INALAÇÃO:
Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.


TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTÍDOTO
Tratamento Médico:
Tratamento sintomático.

Antídoto:
Lavagem gástrica com ferricianeto de potássio ou suspensão de carvão vegetal ativo. Penicilamina nos casos agudos e nos casos crônicos. Transfusão de sangue nos casos graves.


MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO
Ação: O cobre absorvido pelo organismo está inicialmente ligado, predominantemente, à albumina e, parcialmente, a aminoácidos no plasma sangüíneo. O estágio de equilíbrio entre o cobre ligado à albumina do sangue e o cobre nos tecidos do corpo ocorre rapidamente. A maior parte do cobre da albumina é transportada para o fígado, onde diversos processos metabólicos destinados a sua homeostase.

Absorção: É absorvido pelas células das mucosas podendo ser transferido para a corrente sangüínea.

Excreção: É excretado através das fezes. A excreção através da urina não ultrapassa 1%.







SINTOMAS DE ALARME:
Náuseas e vômitos, diarréia, colapso, convulsões, icterícia, anúria, Pneumonite química, febre , excitação do sistema nervoso central, seguida de depressão. Lesões necróticas nos contatos prolongados com a pele e mucosas. Se não houver vômitos, ha absorção gradual e intoxicação sistêmica podendo ocorrer a morte em poucos dias.


EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO OU, QUANDO DISPONÍVEIS, PARA O SER HUMANO:

Efeitos agudos:
A ingestão de grandes quantidades de sais de cobre causa problema gastro-intestinais, provocando efeitos sistêmicos, tais como hemólise e danos no fígado e bexiga.

No entanto, o efeito emético do cobre limita sua toxicidade oral.

Efeitos Crônicos:
A inalação crônica de Oxicloreto de Cobre pode provocar aparentemente, lesões na via respiratória e fígado.


EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos.



TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Centro de Controle de Intoxicações: (11) 5012-5311
FERSOL Ind. Com. Ltda: (11) 4026-6200.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:

( X ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microorganismos.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser em alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais e competentes e a Empresa FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA., pelo telefone de Emergência (11) 4026-6200 ou Centro de Controle de Intoxicações: telefone (011) 5012-5311.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame siga as instruções abaixo:
· Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

· Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

· Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.



- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.


- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada de embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Trata-se de produto cúprico, inorgânico, encontrado na natureza (presente no solo, água, plantas, animais, inclusive no ser humano) sem necessidade, portanto, de método de desativação.


- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Como prática de manejo de resistência de doenças deverão ser aplicados fungicidas devidamente registrados para a cultura, utilizando somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de fungicidas de diferentes grupos químicos.
Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Incompatível com calda sulfocálcica e carbamatos.