Bula Agrinose - Nufarm

Bula Agrinose

acessos
Oxicloreto de cobre
2698707
Nufarm

Composição

Equivalente em cobre metálico 350 g/kg Inorgânico
Oxicloreto de cobre 600 g/kg Inorgânico

Classificação

Bactericida, Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum)
4,5 a 6 kg p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha - Reaplicar de 3 a 5 vezes com intervalo de 15 dias. Sem restrições Aplicação no início da floração
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
4,5 a 6 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar de 3 a 5 vezes com intervalo de 15 dias Sem restrições Aplicação de 35 a 45 dias após a germinação
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
4,5 a 6 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar de 3 a 5 vezes com intervalo de 15 dias Sem restrições Aplicação de 35 a 45 dias após a germinação
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
500 g p.c./100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máxino de 4 a 6 aplicações com intervalo de 7 dias Sem restrições Aplicação 25 dias após a germinação
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Phytophthora palmivora)
600 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo de 6 a 8 aplicações com intervalo de 15 dias Sem restrições Aplicação aos 20 dias de idade do fruto
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
600 g p.c./100 L de água 400 a 800 L de calda/ha - No campo realizar no máximo de 4 a 6 aplicações com intervalo de 30 dias. Em viveiros, realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 15 dias Sem restrições Realizar as aplicações no período de dezembro até abril
Caju Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
650 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo de 2 a 4 aplicações com intervalo de 15 dias Sem restrições Realizar a aplicação entre o florescimento e a "chuva do caju"
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gomose
(Phytophthora nicotianae var. parasitica)
400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo de 2 a 4 aplicações com intervalos de 28 dias no campo e 42 dias em viveiros Sem restrições Iniciar as aplicações na primavera e no verão, através de pulverização dirigida ao tronco ou ao solo ao redor da copa das plantas, ou entre maio e junho, através de pincelamento do tronco
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo de 2 a 4 aplicações com intervalos de 28 dias no campo e 42 dias em viveiros Sem restrições Aplicar antes da floração e durante a floração com 2 a 3 das pétalas caídas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
500 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo de 4 a 6 aplicações com intervalos de 7 dias Sem restrições Iniciar as aplicações ainda na sementeira aos 25 dias após a germinação
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
500 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo de 4 a 6 aplicações com intervalos de 7 dias Sem restrições Iniciar as aplicações ainda na sementeira aos 25 dias após a germinação
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
105 a 122,5 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar de 6 a 8 aplicações em intervalos de 10 a 15 dias Sem restrições Iniciar as aplicações na brotação com 25 cm. A menor dose é recomendada para primeira aplicação

-Sacos de polietileno com capacidade para 1000 g qye seguem dentro de um cartucho de papelão com a mesma capacidade.
-Saco de polietileno acondicionado em saco de papel com capacidade para 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

AGRINOSE é um fungicida-bactericida de contato, pó molhável à base de oxicloreto de cobre, indicado para as culturas de algodão, amendoim, batata, cacau, café, caju, citros, tomate e uva.

CULTURAS/DOSES/DOENÇAS CONTROLADAS: Vide seção "Indicações de Uso/Doses".

ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Algodão: Aplicação no início da floração; repetir, se necessário, a cada 15 dias; de 3 a 5 aplicações no máximo.

Amendoim: Aplicação de 35 a 45 dias após a germinação; repetir, se necessário, a cada 15 dias, de 3 a 5 aplicações no máximo.

Batata: Aplicação 25 dias após a germinação; repetir, se necessário, a cada 7 dias; de 4 a 6 aplicações no máximo.

Cacau: Aplicação aos 20 dias de idade do fruto; repetir, se necessário, a cada 15 dias; de 6 a 8 aplicações no máximo.

Café: Aplicação de dezembro até abril: repetir, se necessário, a cada 30 dias; de 4 a 6 aplicações no máximo. Aplicação em viveiro: repetir, se necessário, a cada 15 dias; 4 aplicações no máximo.

Caju: Aplicação entre o florescimento e a “chuva do caju”; repetir, se necessário, a cada 15 dias; de 2 a 4 aplicações no máximo.

Citrus: Para controle da verrugose – aplicação antes da floração e durante a floração com 2/3 das pétalas caídas; repetir, se necessário, a cada 4 semanas; de 2 a 4 aplicações no máximo. Para controle da verrugose – viveiro em porta enxertos; repetir, se necessário, de 4 a 6 semanas; de 2 a 4 aplicações no máximo. Para controle de gomose – na primavera e no verão ou entre maio a junho (pincelar) pulverizar o tronco e o solo ao redor; de 2 a 4 aplicações no máximo.

Tomate: Aplicação 25 dias após a germinação; repetir, se necessário, a cada 7 dias; de 4 a 6 aplicações no máximo. Aplicação em sementeira; repetir, se necessário, a cada 7 dias.

Uva: Aplicação na brotação com 25cm; repetir, se necessário, a cada 10 ou 15 dias; de 6 a 8 aplicações no máximo.


MODO DE APLICAÇÃO:

AGRINOSE deve ser misturado em água e aplicado por meio de pulverizadores terrestres (manuais, motorizados ou tratorizados), tanto em baixo como em alto volume.

* Pulverização a Alto Volume: Aplicar as doses recomendadas diluídas em 700 a 1.000 litros de água/ha por meio de pulverizadores costais ou motorizados, com agitador sempre ligado. Utilizar bicos de jato cônico ou equivalentes. As gotas devem ter de 110-120 micras de diâmetro e densidade de 60 gotas/cm2.

* Pulverização a Baixo Volume: Diluir as doses recomendadas em 120 a 130 litros de água/ha e aplicar através de pulverizadores costais ou motorizados munidos de bicos de jato cônico ou equivalentes, com gotas de 90-110 micras de diâmetro ( VMD ) e densidade de 60 gotas/cm2.

Em qualquer modalidade de aplicação, verificar sempre se as partes das plantas a serem protegidas estão recebendo o produto de modo uniforme e ocorrendo uma boa cobertura de pulverização às plantas. Após a adição, misturar lentamente para evitar a formação de muita espuma.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

- Obedecer rigorosamente às recomendações constantes na Bula e no Rótulo para uso e manuseio do produto;
- Utilizar água de boa qualidade (isenta de grande alcalinidade e dureza acentuada) e com pH na faixa de 5, a fim de se obter a máxima performance do produto;
- Não misturar o produto com calda sulfocálcica, misturas que contenham mercúrio, thiram, ditiocarbamatos e com materiais alcalinos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M1 FUNGICIDA

O produto fungicida AGRINOSE é composto por Oxicloreto de Cobre, que apresenta mecanismo de ação da Atividade de contato multi-sítio (Inorgânico – Cobre), pertencente ao Grupo M1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.


Compatibilidade

Incompatível com calda sulfocálcica e carbamatos.