Bula Agrinose - Nufarm

Bula Agrinose

acessos
Oxicloreto de cobre
2698707
Nufarm

Composição

Equivalente em cobre metálico 350 g/kg Inorgânico
Oxicloreto de cobre 600 g/kg Inorgânico

Classificação

Bactericida, Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum)
4,5 a 6 kg p.c./ha 120 a 130 L de água/ha - Reaplicar de 3 a 5 vezes com intervalo de 15 dias. Intervalo de segurança não determinado. Aplicação no início da floração
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Cercospora personata)
4,5 a 6 kg p.c./ha 120 a 130 L de água/ha - Reaplicar de 3 a 5 vezes com intervalo de 15 dias. Intervalo de segurança não determinado. Aplicação de 35 a 45 dias após a germinação
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
4,5 a 6 kg p.c./ha 120 a 130 L de água/ha - Reaplicar de 3 a 5 vezes com intervalo de 15 dias. Intervalo de segurança não determinado. Vide Aplicação/Uso
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
500 g p.c./100 L de água 120 a 130 L de água/ha - Realizar no máxino de 4 a 6 aplicações com intervalo de 7 dias. Intervalo de segurança não determinado. Aplicação 25 dias após a germinação
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Phytophthora palmivora)
600 g p.c./100 L de água 120 a 130 L de calda/ha - Aplicar no máximo de 6 a 8 vezes com intervalo de 15 dias. Intervalo de segurança não determinado. Aplicação aos 20 dias de idade do fruto
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
600 g p.c./100 L de água 120 a 130 L de calda/ha - Aplicação no máximo de 4 a 6 vezes com intervalo de 30 dias. Em viveiros, aplicar no máximo 4 vezes com intervalo de 15 dias. Intervalo de segurança não determinado. Aplicação de dezembro até abril
Caju Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
650 g p.c./100 L de água 120 a 130 L de calda/ha - Aplicar no máximo de 2 a 4 vezes com intervalo de 15 dias. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar entre o florescimento e a “chuva do caju”
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gomose
(Phytophthora nicotianae var. parasitica)
400 g p.c./100 L de água 120 a 130 L de calda/ha - Aplicar no máximo de 2 a 4 vezes. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar na primavera, no verão ou entre maio a junho
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
400 g p.c./100 L de água 120 a 130 L de calda/ha - Aplicar no máximo de 2 a 4 vezes com intervalo de 30 dias. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar antes da floração e durante a floração com 2 a 3 das pétalas caídas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
500 g p.c./100 L de água 120 a 130 L de calda/ha - Aplicação no máximo de 4 a 6 vezes com intervalo de 7 dias. Intervalo de segurança não determinado. Aplicação 25 dias após a germinação
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
500 g p.c./100 L de água 120 a 130 L de calda/ha - Aplicação no máximo de 4 a 6 vezes com intervalo de 7 dias. Intervalo de segurança não determinado. Aplicação 25 dias após a germinação
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
300 a 350 g p.c./100 L de água 120 a 130 L de calda/ha - Aplicar no máximo de 6 a 8 vezes com intervalos de 10 a 15 dias. Intervalo de segurança não determinado. Aplicação na brotação com 25cm

-Sacos de polietileno com capacidade para 1000 g qye seguem dentro de um cartucho de papelão com a mesma capacidade.
-Saco de polietileno acondicionado em saco de papel com capacidade para 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

AGRINOSE é um fungicida-bactericida de contato, pó molhável à base de oxicloreto de cobre, indicado para as culturas de algodão, amendoim, batata, cacau, café, caju, citros, tomate e uva.

CULTURAS/DOSES/DOENÇAS CONTROLADAS: Vide seção "Indicações de Uso/Doses".

ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Algodão: Aplicação no início da floração; repetir, se necessário, a cada 15 dias; de 3 a 5 aplicações no máximo.

Amendoim: Aplicação de 35 a 45 dias após a germinação; repetir, se necessário, a cada 15 dias, de 3 a 5 aplicações no máximo.

Batata: Aplicação 25 dias após a germinação; repetir, se necessário, a cada 7 dias; de 4 a 6 aplicações no máximo.

Cacau: Aplicação aos 20 dias de idade do fruto; repetir, se necessário, a cada 15 dias; de 6 a 8 aplicações no máximo.

Café: Aplicação de dezembro até abril: repetir, se necessário, a cada 30 dias; de 4 a 6 aplicações no máximo. Aplicação em viveiro: repetir, se necessário, a cada 15 dias; 4 aplicações no máximo.

Caju: Aplicação entre o florescimento e a “chuva do caju”; repetir, se necessário, a cada 15 dias; de 2 a 4 aplicações no máximo.

Citrus: Para controle da verrugose – aplicação antes da floração e durante a floração com 2/3 das pétalas caídas; repetir, se necessário, a cada 4 semanas; de 2 a 4 aplicações no máximo. Para controle da verrugose – viveiro em porta enxertos; repetir, se necessário, de 4 a 6 semanas; de 2 a 4 aplicações no máximo. Para controle de gomose – na primavera e no verão ou entre maio a junho (pincelar) pulverizar o tronco e o solo ao redor; de 2 a 4 aplicações no máximo.

Tomate: Aplicação 25 dias após a germinação; repetir, se necessário, a cada 7 dias; de 4 a 6 aplicações no máximo. Aplicação em sementeira; repetir, se necessário, a cada 7 dias.

Uva: Aplicação na brotação com 25cm; repetir, se necessário, a cada 10 ou 15 dias; de 6 a 8 aplicações no máximo.


MODO DE APLICAÇÃO:

AGRINOSE deve ser misturado em água e aplicado por meio de pulverizadores terrestres (manuais, motorizados ou tratorizados), tanto em baixo como em alto volume.

* Pulverização a Alto Volume: Aplicar as doses recomendadas diluídas em 700 a 1.000 litros de água/ha por meio de pulverizadores costais ou motorizados, com agitador sempre ligado. Utilizar bicos de jato cônico ou equivalentes. As gotas devem ter de 110-120 micras de diâmetro e densidade de 60 gotas/cm2.

* Pulverização a Baixo Volume: Diluir as doses recomendadas em 120 a 130 litros de água/ha e aplicar através de pulverizadores costais ou motorizados munidos de bicos de jato cônico ou equivalentes, com gotas de 90-110 micras de diâmetro ( VMD ) e densidade de 60 gotas/cm2.

Em qualquer modalidade de aplicação, verificar sempre se as partes das plantas a serem protegidas estão recebendo o produto de modo uniforme e ocorrendo uma boa cobertura de pulverização às plantas. Após a adição, misturar lentamente para evitar a formação de muita espuma.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

- Obedecer rigorosamente às recomendações constantes na Bula e no Rótulo para uso e manuseio do produto;
- Utilizar água de boa qualidade (isenta de grande alcalinidade e dureza acentuada) e com pH na faixa de 5, a fim de se obter a máxima performance do produto;
- Não misturar o produto com calda sulfocálcica, misturas que contenham mercúrio, thiram, ditiocarbamatos e com materiais alcalinos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
-Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-Utilize equipamentos de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas e botas de borracha, máscara facial cobrindo o nariz e a boca e óculos de proteção).
-Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas e botas de borracha, touca árabe, máscara facial cobrindo o nariz e a boca e óculos de proteção).

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Não reutilize a embalagem vazia.
-Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24 h).
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas
utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário
agronômico do produto.
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito. Entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado. Caso o vômito ocorra, deite o paciente de lado para evitar que aspire resíduo. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.
Pele: Em caso de contato, lave com água corrente e sabão neutro em abundância.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.

ANTÍDOTO:
Não existem evidencias suficientes de que a utilização de agentes quelantes aumente significativamente a excreção do cobre. A utilização de agentes deverá ser criteriosa, avaliando caso a caso sua necessidade, normalmente apenas em ingestões agudas ou crônicas.
D- Penicilamine - dose 25 mg/kg/dose por via oral à cada 6 horas. Não ultrapassar 100 mg/dia, fornecidas pela via oral cerca de 30 minutos antes dos alimentos durante 7 dias. Evitar administração para indivíduos alérgicos à penicilina.
Dimercaprol - Administrar na dose de 2,5 a 5 mg/kg via intra-muscu!ar profunda à cada 4 horas nas primeiras 48 horas. No terceiro dia diminuir a dose para 2 mg à cada 12 horas. Raramente são necessários tratamentos superiores a 10 dias.

INTOXICAÇÕES POR OXICLORETO DE COBRE
- Informações Médicas -

?Grupo Químico: Inorgânico
?Classe toxicológica: II- ALTAMENTE TÓXICO
?Vias de absorção:Oral, dérmica e inalatória
?Sintomas e sinais clínicos:Os principais alvos atingidos em caso de intoxicação decorrente da exposição a sais inorgânicos de cobre são: trato gastrointestinal, sistema cardiovascular, sistema hematopoiético, fígado, rins e sistema nervoso.
Ingestão: Pode ser percebido gosto metálico na boca, podendo ocorrer dor abdominal, náusea, vômito e diarréia; sangramento gastrointestinal e ulceração (em casos graves); letargia, dor de cabeça, fraqueza muscular, vertigem, hipotensão, icterícia, elevação nos níveis de transaminases e bilirrubina, deformação do fígado, necrose centrolobuiar, estase biliar e disfunção renal incluindo elevação nos níveis de uréia, anúria, oligúria, albuminúria e acidose. Ainda pode haver hemólise, hemogiobinúria, hematúria e cianose (metemoglobinemia). A morte pode ocorrer devido a choque, falência hepática ou renal.
Inalação: Pode ocorrer sensação de queimação, irritação e vermelhidão da garganta, tosse, dificuldade respiratória, espirro, náusea, vômito, calafrio e febre.
Pele: Podem aparecer manchas, coceira, eritema e dermatite.
Olhos: Pode ocorrer iritação.
?Mecanismos de toxicidade: Os compostos de cobre absorvidos são rapidamente transferidos para as hemoglobinas, podendo causar edema renal, necrose hepática e renal.
?Toxicocinética/Exposição oral: a absorção de sais de cobre parece ocorrer principalmente no estômago e no duodeno, onde as condições ácidas favorecem a solubilização. Evidências mostraram que, após a ingestão de sais de cloreto de cobre radiomarcados, estes aparecem rapidamente na corrente sanguínea atingindo um nível máximo dentro de 1 a 3 horas. Estudo em humanos demonstrou uma absorção média de 57%. Outro estudo confirmou rápida absorção pelo trato gastrointestinal alcançando o sistema circulatório.
?Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Os sintomas de envenenamento dependem da duração da exposição e das características do sal de cobre. Sais de cobre são irritantes gástricos e corrosivos para a mucosa gastrointestinal, produzindonáusea, vômito, sangramento,
letargia e dor de cabeça; falência hepática e renal (envenenamentos graves); metemoglobinemia e hemólise.
?Tratamento: Se o agrotóxico tiver sido ingerido em grande quantidade, deve-se realizar lavagem gástrica (exceto quando o paciente estiver vomitando). Embora o uso de carvão ativado seja controverso, este poderá ser administrado nas doses de 50g para adultos e 19/Kg em crianças.Caso haja contato com a pele, esta deve ser lavada com água e sabão neutro. Se o composto entrar em contato com os olhos, estes devem ser lavados com água corrente em abundância.Em caso de colapso, introduzir respiração artificial. O uso de agentes quelantes pode ser recomendado. Administração de penicilamine (cuprime) e dimercaprol (BAL) parece acelerar a excreção de cobre, podendo aliviar dores abdominais.
?Contra-Indicações: Atropina. Fungicidas inorgânicos a base do cobre não são inibidores da colinesterase.
?Atenção:As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência para INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT-ANVISA/MS
Telefones de Emergência da empresa: (085) 3215-1000 e 0800.0141.149

DOSE ORAL FATAL PARA O HOMEM: 200mg/kg p.c.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos do produto formulado:
DL50 oral em ratos = 2.222,22 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos = 2.500 mg/Kg p.c.
CL50 inalatória em ratos> 5,38mg/L
Irritação ocular em coelhos: não causou opacidade; provocou irritação reversível em 72 horas, nas condições do teste.
Irritação dérmica em coelhos: sem quaisquer sinais de irritação, nas condições do teste. Sensibilização dérmica: não sensibilizante, nas condições do teste.

Efeitos crônicos do produto técnico:
Carcinogenicidade: embora não exista evidência direta de carcinogenicidade, alguns indivíduos expostos a sais de cobre, em situação ocupacional, desenvolveram lesões pulmonares.
Teratogenicidade: em humanos, não há relatos na literatura de teratogênese induzida por excesso de cobre. Estudos com animais apresentaram efeitos teratogênicos com sais de cobre.
Mutagenicidade: estudos mostraram atividade mutagênica como inibição da atividade da RNA-polimerase, aberrações cromossômicas e divisão celular anormal, em células animais. Para células humanas não se sabe a relevância desses achados.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO OU, QUANDO DISPONÍVEIS, PARA O SER HUMANO:
O produto pode penetrar no organismo pela pele, boca e nariz. A meia-vida biológica do cobre em humanos foi estimada em cerca de 4 semanas. A rota de eliminação de cobre é a via biliar. A excreção que ocorre pela urina é normalmente baixa. Menos de 1 % da quantidade injetada intravenosa foi excretada pela urina, em 72 horas. No mesmo período, 9% foi excretado pelas fezes. Relato de caso de uma criança intoxicada com cerca de 3g de sulfato de cobre, revelou que 2 horas após a ingestão, a urina continha 500µg/100 mL de cobre.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

-Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microorganismos do solo.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa AGRIPEC QUÍMICA E
FARMACÊUTICA S/A - telefone de emergência: (085) 215.1000.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado - Recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- Solo - Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d'água - Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

PARA EMBALAGEM FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra .

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo,e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução de embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelos ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA








o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Trata-se de um produto atípico, inorgânico, encontrado na natureza(presente no solo, água, plantas, animais inclusive no ser humano) sem necessidade portanto de método de desativação.Produtos a base de cobre podem ser reprocessados.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
o transporte está sujeito às regras e procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.


Compatibilidade

Incompatível com calda sulfocálcica e carbamatos.