Bula Aminol 806 - Adama

Bula Aminol 806

2,4-D
195
Adama

Composição

2,4-D 806 g/L
Equivalente ácido de 2,4-D 670 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brassica rapa (Mostarda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brassica rapa (Mostarda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brassica rapa (Mostarda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brassica rapa (Mostarda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Bidens pilosa (Picão preto)
Conyza bonariensis (Buva)
Croton glandulosus (Gervão branco)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Momordica charantia (Melão de são caetano)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Senecio brasiliensis (Maria Mole)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida glaziovii (Guanxuma branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum americanum (Maria preta)
Solanum palinacanthum (Arrebenta cavalo)

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brassica rapa (Mostarda)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Leonurus sibiricus (Rubim)
Lepidium virginicum (Mastruço)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brassica rapa (Mostarda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Embalagens: 1, 5, 10, 20, 100, 200 e 20.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O Aminol 806 é um herbicida sistêmico aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e das culturas de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, pastagem e trigo, bem como, no manejo em dessecação em pré-plantio de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo. Aminol 806 deve ser aplicado em pós emergência das plantas infestantes no estádio de até 10 folhas. Utilizar as maiores doses quando as plantas infestantes estiverem em estádios mais avançados. Para as culturas onde é indicado aplicação em pré-plantio (modalidade de dessecação) e pós-plantio, não ultrapassar a dose máxima indicada durante todo o período de controle das plantas infestantes.

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do herbicida Aminol 806 deve ser efetuada através de pulverização terrestre.

APLICAÇÃO TERRESTRE

É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL

Para as culturas do arroz, café, cana-de-açúcar, milho, soja, trigo e pastagem, o Aminol 806 deve ser aplicado com pulverizador tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada de acordo com as especificações do fabricante. Procurar utilizar equipamentos adequados e bem calibrados, com pressão de trabalho e tecnologia que proporcione tamanhos de gotas que minimizem a ocorrência de deriva:
• Bicos leque: série 80 ou 110. Aconselhável utilizar bicos que promovam gotas médias.
• Pressão de trabalho: 30-60 lbf/pol².
• Diâmetro de gotas: acima de 200 µ (micra);
• Densidade de gotas: densidade mínima de 30 gotas/cm²;
• Volume de calda: 150 a 300 L/ha.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a 55%;
- Velocidade do vento inferior a 10 km/h; É obrigatório o uso de equipamentos de aplicação que utilizem tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para aplicação tratorizada nas culturas de café e cana-de-açúcar. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, equipamentos diferentes e regulagens específicas seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

MODO DE PREPARO DA CALDA

Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar AMINOL 806 nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação. Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.

OUTRAS ORIENTAÇÕES

- Implementar bordadura de no mínimo, 10 metros livres de aplicação costal e tratorizada de 2,4-D, com início no limite externo da plantação em direção ao seu interior sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação. - Não realizar atividades cumulativas das atividades de mistura, abastecimento e aplicação tratorizada de 2,4-D pelo mesmo indivíduo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Arroz e Trigo: Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Café: 30 dias
Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três meses após o plantio ou corte.
Milho: O intervalo de segurança para a cultura do milho/milheto convencional é não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho/milheto atingir a altura de 25 cm.
Pastagem: Uso não alimentar
Soja: O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado nos intervalos de reentrada específicos para as seguintes culturas e durações de atividades de reentrada: de 14 dias para arroz (atividades de 8h); de 13 e 31 dias para cana-de-açúcar (atividades de 2 e 8h, respectivamente); de 18 dias para milho e soja (atividades de 8h); de 5 e 23 dias para pastagem (atividades de 2 e 8h, respectivamente), e de 2 e 20 dias para trigo (atividades de 2 e 8h, respectivamente), e antes de 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar. Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s – macacão hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas) recomendados para o uso durante a aplicação. Após o intervalo de reentrada é necessário a utilização de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luva como equipamento de proteção individual (EPI) para realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.

LIMITAÇÕES DE USO

Uso exclusivo para culturas agrícolas. Não aplicar o produto quando houver a possibilidade de atingir, diretamente ou por deriva, espécies de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças e bananeira. Pequenas quantidades e até mesmo a névoa de pulverização podem causar danos muito sérios em espécies suscetíveis. A pulverização ou sua deriva não deve atingir culturas de algodão, amendoim, batatinha, tomate, plantas ornamentais, plantas frutíferas, hortaliças e outras sensíveis a herbicidas hormonais. As aplicações realizadas em pulverizações, com equipamentos tratorizados, só devem ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima mencionadas (suscetíveis). Após a utilização do produto, lavar muito bem o equipamento antes de utilizá-lo novamente. O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado. Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de semente a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D. Aminol 806 não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto. Uma aplicação de Aminol 806 em quantidade excessiva pode inibir temporariamente a germinação das sementes. Não utilizar plantas tratadas para alimentar animais até sete dias após a aplicação. Este produto não deve ser armazenado perto de alimentos, rações, fertilizantes, sementes, inseticidas, fungicidas, herbicidas e outros defensivos que possam ser usados em plantas suscetíveis ao 2,4-D. As embalagens usadas do produto não devem entrar em contato, ou serem utilizadas para transporte de material que possa entrar em contato com espécies suscetíveis, devendo ser inutilizadas logo após o uso (vide “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”). Não utilizar pulverizadores costais (manuais, pressurizados ou motorizados).

Nota: Os pulverizadores utilizados na aplicação de 2,4-D não podem ser utilizados em hipótese alguma na cultura de algodão e outras culturas sensíveis, sem antes serem totalmente descontaminados conforme as instruções a seguir:
Limpeza do equipamento de aplicação: Proceda lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como: cucurbitáceas, tomate ou algodão antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos. Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4 - D ou formulações que o contenham.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO O HERBICIDA

O produto herbicida AMINOL 806 é composto pelo ingrediente ativo 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação como mimetizadores da auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.