Bula Amplo

acessos
Bentazona + Imazamoxi
508
Basf

Composição

Bentazone 600 g/L Benzotiadiazinona
Imazamox 28 g/L Imidazolinonas

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Seletivo, Sistêmico
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Anileira
(Indigofera hirsuta)
0,75 a 1,5 L p.c./ha até 150 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha até 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha até 150 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea hederacea)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea triloba)
0,75 a 1,5 L p.c./ha até 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea nil)
1 a 1,5 L p.c./ha até 150 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Corda-de-viola
(Merremia aegyptia)
1 a 1,5 L p.c./ha até 150 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
0,75 a 1,5 L p.c./ha até 150 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha até 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Maria preta
(Solanum americanum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Anileira
(Indigofera hirsuta)
1 a 2 L p.c./ha 120 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1 a 2 L p.c./ha 120 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Maria preta
(Solanum americanum)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Tiririca
(Cyperus rotundus)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 2 L p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aguapé
(Sagittaria guyanensis)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de água/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Arrozinho
(Luziola peruviana)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Cruz de malta
(Ludwigia longifolia)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Cruz de malta
(Ludwigia octovalvis)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
1 a 2,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única aplicação na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após a semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após a semadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Buva
(Conyza bonariensis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Carrapichão
(Xanthium cavanillesii)
1 L/ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após a semadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Maria preta
(Solanum americanum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semeadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 20 dias após semadura. 43 dias. Única na pós-emergência precoce das plantas daninhas

Frascos e tambores de polietileno para 250 e 500 mL; 1; 1,6; 5; 10; 20; 50; 100; 200 e 1000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
AMPLO possui duplo mecanismo de ação, com a interferência na fotossíntese, paralisando a elaboração de carboidratos ou com a interrupção da síntese de aminoácidos que interrompe o crescimento e leva a morte das plantas. Estes sintomas se manifestam entre 5 e 15 dias após a aplicação.
O AMPLO é um herbicida latifolicida de ação sistêmica e de contato do grupo das imidazolinonas e benzotiadiazinas, seletivo para a cultura do feijão, de absorção foliar e radicular, aplicado na pós-emergência precoce.

CULTURAS, PLANTAS DANINHAS, DOSES INDICADAS*:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

Obs.: 1 litro de AMPLO equivale a 628 gramas de ingrediente ativo.
(*) adicionar adjuvante Assist a 0,5%v/v na calda de aplicação.

AMPLO pode ser utilizado nos sistemas de plantio convencional e direto, com a dose de 1,0 litro por hectare.

No plantio convencional, é recomendável um bom preparo do solo, com eliminação de torrões e restos culturais, que podem prejudicar o desempenho do produto. Da mesma forma no plantio direto, uma dessecação (manejo) adequada é fundamental para a obtenção de bons resultados.
A adoção de boas práticas agrícolas são essenciais para o bom desenvolvimento da cultura e fechamento da
mesma no limpo. Chuvas após 2 horas da aplicação não afetam a performance do produto.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
AMPLO é recomendado na aplicação única na pós-emergência precoce das plantas daninhas, as quais devem ter de 2 a 4 folhas, o que ocorre em média de 5 a 20 dias após a semeadura; no período em que o feijão deverá estar no estágio do 1o trifólio até o 3º trifólio. Chuvas após duas horas da aplicação não interferem a performance do produto.

MODO DE APLICAÇÃO:
AMPLO deve ser diluído em água e aplicado em pulverização total sobre a área a ser protegida, de modo que haja uma boa cobertura.
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade. Com o agitador (retorno) acionado, adicione a quantidade recomendada de AMPLO e do surfactante e complete o volume do tanque com água.

1) Aplicação terrestre:
Aplique uniformemente com equipamento terrestre manual ou motorizado corretamente calibrado. O volume de calda e a pressão devem garantir uma cobertura adequada da área a ser protegida.
Utilizar bicos XR Teejet, ADI Jacto, LD Jacto, AD Magnum, BD Magnum e Albuz, com volume de calda 200 a 300 litros por hectare e pressão de trabalho de 30-60 libras por polegada quadrada.
Em condições ambientais desfavoráveis, de fortes ventos, recomenda-se bicos de baixa deriva do tipo DG Teejet, Turbo Teejet, ADGA Magnum e BJ Jacto, volume de calda de 250-300 litros/ha e pressão de 20-30 libras por polegada quadrada.

2) Aplicação aérea:
Utilizar volume de calda de 40 litros/ha, bicos D-10 ou D-12 com core 45 ou outros bicos com pontas anti-deriva, tamanho de gotas acima de 150 micra, com 30-40 gotas/cm², altura de vôo de 2,5 a 3,5 metros do alvo, faixa de aplicação de 15 metros (Aeronaves do Tipo Ipanema) e ângulo do bico de 90º em relação à direção de vôo.
Evite derivas para as culturas vizinhas. Aplique apenas em condições ambientais favoráveis, umidade relativa do ar acima de 60% e temperatura até 25ºC. Evite sobreposição de faixas de pulverização durante a aplicação.
Aplicações aéreas ideais são as realizadas com a velocidade do vento entre 3,0 a 6,5 km/h. Não aplicar quando a velocidade do vento for superior a 10 km/hora.

OBS: Sobre outros equipamentos providenciar uma boa cobertura de pulverização. A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico responsável as condições poderão ser alteradas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Feijão: 43 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade o produto é seletivo para a cultura do feijão. Eventualmente poderão ocorrer sintomas de
fitotoxicidade como amarelecimento e/ou redução de porte com posterior recuperação da cultura sem prejuízo à produtividade.

Restrições:
I. Somente as culturas de inverno ou verão abaixo relacionadas poderão ser semeadas em sucessão ou rotação com a cultura do feijão.
Culturas de inverno (sucessão): trigo, ervilha, azevém, cevada, aveia, milho, feijão e amendoim
Culturas de verão (rotação): milho, algodão, soja, feijão, amendoim, arroz e sorgo.
II. Durante a aplicação do produto evitar a deriva para as culturas adjacentes e/ou limítrofes à área a ser tratada.

De acordo com as recomendaç��es aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente - Classe III
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio - Evite a contaminação ambiental
- Preserve a Natureza - Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhen-tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero-agrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A., telefone de emergência (0800) 11-2273 ou (0xx12) 3128-1357.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, ócu-los protetor e máscara com filtro)
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
alto potencial de deslocamento no ambiente.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adota-das dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quanti-dade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu es-vaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa á embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedi-mentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direci-onando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena-da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local co-berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as emba-lagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separada-mente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de valida-de.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Oarmazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co-berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza-da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBA-LAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes, quando disponível.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade