Bula Authority

acessos
Flutriafol
8212
FMC - Campinas

Composição

Azoxystrobin 125 g/L Estrobilurina
Flutriafol 125 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
400 a 600 mL p.c./ha 180 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. 25 a 35 dias após o plantio
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
400 a 600 mL p.c./ha 180 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. 25 a 35 dias após o plantio
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
800 a 1000 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Preventivo ou aparecimento dos primeiros sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
800 a 1000 mL p.c./ha 400 a 420 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 60 dias. 30 dias. Preventivo, antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
500 a 750 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Preventivo
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
500 a 750 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Preventivo
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
500 a 600 mL p.c./ha até 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 42 dias. Preventivo
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Microsphaera diffusa)
500 a 600 mL p.c./ha até 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 28 dias. Preventivo no estágios vegetativo e reprodutivo ou constatado os primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
500 a 600 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Estágios iniciais da infecção

EMBALAGENS MATERIAL CAPACIDADE
Bombona Plástico 5;10 ;20 e 50 L

Container Plástico e Aço 1.000 e 5.000 L

Frasco Plástico 0.25; 0,5 e 1 L

Mini bulk Plástico 420; 450; 640 e 1.000 L

Tambor Aço 50 e 100 L

INSTRUÇÕES DE USO:
Authority é um fungicida sistêmico usado em pulverização para controle de doenças da parte aérea das culturas do algodão, batata, café, feijão, milho, soja e trigo.
ALGODÃO:
Para o controle da Ramulária(Ramularia aréola) e Ramulose(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) iniciar as aplicações preventivamente do 25º ao 35º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Repetir se necessário, dependendo da evolução da doença, em intervalos de 14 dias, realizando no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 180 a 300 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 400 a 600 mL/ha de p.c., e de volume de calda de 30 a 50 L/ha para aplicação aérea.
BATATA:
Para o controle da Pinta preta(Alternaria solani) as aplicações devem ser realizadas de forma preventiva à ocorrência da doença, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Reaplicar, se necessário, em intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose quando ocorrer maior pressão da doença e condições favoráveis para o desenvolvimento da mesma. Devem ser realizadas, no máximo, 4 aplicações por ciclo da cultura. Realizar programa de rotação de ativos, não utilizando Authority em aplicações consecutivas. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 600 a 1000 L/ha com dose de 800 a 1000 mL/ha de p.c..
CAFÉ: Para o controle da Ferrugem(Hemileia vastatrix) iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. Repetir as aplicações a cada 60 dias. Authority deverá ser utilizado, preferencialmente, na época preconizada para o controle das doenças no período de maior infecção, o que normalmente ocorre nos meses de dezembro a abril. Realizar no máximo 3 aplicações/safra. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 400 a 420 L/ha para aplicação terrestre com dose de 800 a 1000 mL/ha de p.c., e de volume de calda de 30 a 50 L/ha. para aplicação aérea.
FEIJÃO:
Para o controle da Mancha angular(Phaeoisariopsis griseola) e Antracnose(Colletotrichum lindemuthianum) as aplicações devem ser realizadas de forma preventiva à ocorrência da doença, devendo ocorrer entre o 20º - 30º dias após emergência da cultura. Utilizar a maior dose quando ocorrer maior pressão das doenças e condições favoráveis para o desenvolvimento da mesma. Devem ser realizadas no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Realizar programa de rotação de ativos, não utilizando Authority em aplicações consecutivas. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 500 a 750 mL/ha. de p.c., e de volume de calda de 30 a 50 L/ha. para aplicação aérea. Usar adjuvante óleo mineral emulsionado parafínico na dose de 0,5% v/v.
MILHO:
Para o controle da Cercospora(Cercospora zeae-maydis) a aplicação deverá ser de forma preventiva aos 40-60 dias após o plantio(observando-se o desenvolvimento da cultura em função da precocidade do material utilizado), reaplicando com intervalo de 14 dias(a fim de cobrir adequadamente o período de máxima susceptibilidade). Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 500 a 600 mL/ha. de p.c., e de volume de calda de 30 a 50 L/ha para aplicação aérea. Usar adjuvante óleo mineral emulsionado parafínico na dose de 0,5% v/v.
SOJA:
Para o controle do Oídio(Microsphaera difusa) a aplicação deve ser feita no aparecimento dos primeiros sintomas da doença na parte inferior das plantas. Utilizar a maior dose sob
condições de alta pressão da doença e reaplicar, se necessário. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 200 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 500 a 600 mL/ha. de p.c., e de volume de calda de 30 a 50 L/ha. para aplicação aérea. Usar adjuvante óleo mineral emulsionado parafínico na dose de 0,5% v/v.
Para o controle da ferrugem-da-soja(phakopsora pachirhizi) , iniciar a aplicação ao ser constatado o primeiro sintoma da doença, de forma preventiva no estágio vegetativo ou no estágio reprodutivo(R1), reaplicando mais uma vez, se necessário, de acordo com o monitoramento. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 400 a 600 mL/ha. de p.c., e de volume de calda de 30 a 50 L/ha. para aplicação aérea. Usar adjuvante óleo mineral emulsionado parafínico na dose de 0,5% v/v.
Monitoramento: O monitoramento deve ser realizado desde o período vegetativo, intensificando-se a observação quando as condições climáticas forem favoráveis ao patógeno(temperatura, umidade e molhamento foliar). Maior atenção deve ser dispensada em regiões com histórico de ocorrência da doença. Coletar folhas do terço médio e inferior das plantas e procurar os sintomas da ferrugem-da-soja.
Obs.: Há necessidade de realizar o monitoramento das áreas logo após a emergência da cultura. Caso seja constatada a presença da ferrugem-da-soja na região e as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença, as aplicações devem ser iniciadas em caráter preventivo, independente do estágio de desenvolvimento da cultura.
TRIGO:
Para o controle da Ferrugem-da-folha(Puccinia triticina) aplicar nos estágios iniciais de infecção, e, caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 100 a 300 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 500 a 600 mL/ha. de p.c., e de volume de calda de 30 a 50 L/ha para aplicação aérea. Usar adjuvante óleo mineral emulsionado parafínico na dose de 0,5% v/v.
Observações gerais:
- Utilizar a dose mais alta em regiões com histórico de ocorrência mais frequente ou em condições mais favoráveis ao desenvolvimento das doenças.
- Utilizar maior ou menor volume de calda dependendo do desenvolvimento vegetativo da cultura. Assegurar uma boa cobertura foliar.
- Em geral as condições que favorecem o desenvolvimento das doenças fúngicas para as quais Authority é indicado são: temperaturas, precipitações e umidade relativa altas.
MODO DE APLICAÇÃO:
Authority deve ser diluído em água e aplicado através de pulverização sobre as plantas de modo que haja uma boa cobertura da planta. Antes da diluição, o produto deve ser agitado em sua embalagem original.
Aplicação terrestre:
Authority deve ser diluído em água, conforme a dosagem e indicação de uso para a cultura.
Utilizar pulverizador tratorizado ou costal de barra, equipado com bicos cônicos da série D ou similar, a uma pressão de 80 a 120 lb/pol², produzindo um diâmetro de gotas de 200 a 400 µm, uma denidade de 50 a 70 gotas por cm².
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 10 km/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea cultura. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.
Aplicação aérea:
Utilizar barra de pulverização dotada de bicos cônicos série D ou similar, com disco (core) com ângulo inferior a 45º ou micronair com 4 atomizadores, seguindo orientações do fabricante quando ao ajuste do regulador de vazão (VRV), pressão e ângulo de pá. O volume de aplica- ção varia de 30 a 5 litros de calda por hectare, a uma altura de vôo com barras de 2 a 3 m do alvo, e se efetiva, a 15 m.
O tamanho das gotas deve ser entre 200 e 400 micra e a densidade das gotas em torno de 60 gotas/cm². Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27ºC e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.
Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar Authority mantendo o mistu- rador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produ-
to realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Cultura Dias
Algodão, café e trigo 30
Batata e feijão 14
Milho 42
Soja 28

DADOS RELATIVOSA PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
- USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio 'e aplicação do produto. ,
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinté ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado.(filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteçào lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. .
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidaa para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devém ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e másçara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção, separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. .
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embala- gern, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir e produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer..
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeá- veis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR AZOXISTROBINA E FLUTRIAFOL -
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico: Estrobilurina (Azoxistrobina) Triazol (Flutriafol)
Vias de Exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética: Flutriafol: Absorção: Oral, inalatória e dérmica .
Metabolismo: Não se detectou FLUTRIAFOL inalterado no sangue, nos tecidos, ou na urina dos ratos, cães e macacos. O principal, metabólito detectado foi tetraidroftalimida no sangue, nas fezes e na urina. Nenhum epóxido do FLUTRIAFOL foi detectado.
Em mamíferos, após a administração oral, o FLUTRIAFOL é hidrolisado em tetraidroftafimida e em ácido dicloroacético. A tetraidroftalimida é degradada ao ácido tetraidroftalimidico e mais adiante ao ácido ftálico e a amônia ftálica.
Excrecão: Quase que totalmente pela urina. Não foi detectado FLUTRIAFOL inalterado no sangue, nos tecidos ou na urina.
Azoxistroblna : Entre 86% a 86% do total da dose administrada de azoxistrobina excretada em 48 horas. A maior parte do produto foi excretada pelas fezes (via biliar) com cerca de 17% pela urina. O ingrediente ativo foi extensiva e completamente metabolzado tendo sido identificados pelo menos 15 diferentes metabólitos. A biotransformação não foi afetada pela dose. Os autores sugerem que a absorção é dose-dependente. A absorção oral na dose de 1mg/Kg p.c. foi praticamente completa (100%) desde que não foi detectado o composto parental. A absorção oral da maior dose (100mg/Kg p.c.) foi estimada em cerca de 74-81% desde que cerca de 19-26% da dóse do composto parental foi detectada. Há 2 principais vias metabólicas : hidrólise a metoxiacido, seguido da conjugação,do ácido glucurônico 'e conjugação da glutationa do anel do cianofenil seguido de outros metabolismos ao metabólito do ácido mercaptúrico. Os maiores níveis de resíduos foram encontrados nos rins e fígado. Não há evidência de bioacumulação.
Mecanismos de Toxidade: Flutriafol: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Azoxistrobina : Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos, nos fungos atua inibindo a respiração mitocondrial pelo bloqueio da transferência de eletrons entre o citocromo b e citocromo c1.
Sintomas e Sinais Clínicos: Flutriafol:
Intoxicação aguda: Os triazóis são irritantes dos olhos, sensibilizante da pele e das membranas mucosas. Pode provocar salivação; convulsão; letargia; redução na atividade motora; tremor; diarréia; ataxia; dor de cabeça; náusea, fraqueza; falta de sensibilidade dos membros superiores e dor no esterno.
Gastrintestinal:
Náusea; vômito e diarréia podem seguir da Ingestão.
Hepática:
Pode causar depressão hepática e hepatotoxicidade.
Genitourinário:
Pode causar diminuição do pH urinário e prejuízo renal.
Dependendo do grau de dermatite, pode acarretar proteinúria e urobilinogênio na urina.
Dermatológico:
O contato repetido ou prolongado com a pele pode acarretar sensibilização; reações alérgicas; dermatite de contato aguda; dermatite eritematosa; dermatite fotoalérgica; rash cutânea; erupções fotoalérgicas; edema; urticária; hipersensibilidade imediata e tardia.
Oftálmico:
Este produto é corrosivo e irritante aos olhos. Pode ocorrer conjuntivite alérgica e edema periorbital.
Sistêmicos:
A exposição repetida ou prolongada por inalação pode causar asma e irritação do sistema respiratório.
Pode ocorrer hipertensão; anemia depressão da atividade da enzima colinesterase, salivação, convulsão, letargia, redução na atividade motora, tremor, diarréia e ataxia.
Resultados Laboratoriais:
Mostraram elevada concentração de células sanguíneas brancas, de creatina quinase e de aspartato aminotransferase.

Exposição crônica: Estudos de 90 dias, realizados em ratos, na mais alta dose (100 mg/kg), os animais apresentaram decréscimo no peso corpóreo acompanhado de uma redução no consumo alimentar, bem como hipertrofia associada à mudança ultra-estruturais e dos níveis enzimáticos do fígado; também foram, notadas alterações na bioquímica do sangue e nos parâmetros hematológicos. Estudo de 90 dias em cães, na mais alta dose (15 mg/kg), houve redução no ganho de peso, aumento no tamanho do fígado e na atividade de aminopirina-N-demetilase hepática e da fosfatase alcalina do plasma.

Azoxistrobina:
Intoxicação aguda: Há relatos limitados sobre efeitos clínicos de indivíduos expostos ao Azoxistrobina. Foram descritos irritação ocular, prurido, eritema, fraqueza, cefaleia, tontura e dores no trato respiratório (após inalação). Exposição crônica em estudos crônicos em animais, o órgão-alvo foi o fígado, houve redução do ganho de peso corporal em cães e ratos e álterações nos duetos biliares (ratos machos). No estudo de toxicidade reprodutiva foi relatado redução no ganho de peso corporal de mães e filhotes. Nos estudos de teratogênese foi observado retardamento na ossificação dos filhotes de ratos cujas mães apresentaram redução de peso corporal, (doses materno tóxicas).
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintonias indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral:
Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária.
1- Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2 Contra-indicações: perda de reflexos protetores das "vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h).
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos; 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 a;
Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
Corrija os distúrbios hidroeletrollticos ametabólicos Monitore as funções renal e hepática.
. Manter internação, por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Exposição Inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com ß2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular: Lave os olhos expostos' com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

CUIDADOS para os prestadores de prirneiros socorros:

EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
•Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo ocular e inalatório com o produto.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.
ATENÇÃO:Ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT ANVISA/MS'
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAn / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 7720 320 ou (0XX11)5189-2100 (Horário comercial)
Informações de Emergência Toxicológica: 0800 7010 450 (24 horas)

Mecanismo de Acão, Absorcão e Excrecão para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crónicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos (PF)
DL50 oral para ratos (fémeas): superior a 2000 mg/Kg de peso corpóreo.
DL50 dérmica para ratos: superior a 4.000 mg/Kg de peso corpóreo.
CL50 inalatória para ratos: > 2,61 mg/L de ar.(4 h).
Irritação ocular em coelhoé: o produto foi considerado medianamente irritante para os olhos.
Irritação dérmica em coelhos: o produto foi considerado pouco irritante para a pele. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não provocou sensibilização cutânea.

Efeitos crônicos
Vide item sintomas e sinais clínicos no quadro acima.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE "'PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos: Microcrustáceos e algas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. -Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CHEMINOVA BRASIL LTDA.
- Telefone de emergência 0800 111 767.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para s sua devolução e destinação final.
•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.
•Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo huma JOU animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, vis-to que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
-Adicione água limpa à embalagem até um quarto do seu volume;
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

•Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

4. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Para embalagem SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA).
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

-PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita por incineração em forno rotativo/câmara de pós-combustão, com temperatura do forno a 900° C, temperatura da câmara de pós combustão de 1.200° C, com tempo de residência dos sólidos no formo rotativo de 30 minutos.

-TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO OU DO DISTRITO FEDERAL:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação, entre outros, visam o melhor equilíbrio do sistema e colaboram no controle dos patógenos.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA E MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID):
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido à seleção de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda como estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resisténcia genética, controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo da resistência.