Bula Centauro

acessos
Acephate
2312
Arysta Lifescience

Composição

Acefato 750 g/kg Organofosforado

Classificação

Acaricida, Inseticida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,75 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca spp)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
0,5 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
100 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 g p.c./100 L de água 750 a 1500 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
100 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
100 g p.c./100 L de água 750 a 1500 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
1 a 1,5 kg p.c./ha 2000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 21 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
1 a 1,5 kg p.c./ha 2000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 21 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
1 a 1,5 kg p.c./ha 2000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 21 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Parlatoria
(Parlatoria pergandii)
1 a 1,5 kg p.c./ha 2000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 21 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta enroladeira das folhas
(Hedylepta indicata)
0,5 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
0,5 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,25 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 7 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
0,8 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta enroladeira das folhas
(Hedylepta indicata)
0,6 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Percevejo verde
(Nezara viridula)
0,75 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
0,8 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Frankliniella rodeos)
0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes do feijoeiro
(Caliothrips phaseoli)
0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro vermelho
(Tetranychus evansi)
100 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
100 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
100 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
100 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
1 kg p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 7 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
100 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
100 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico

Tipo: Cartucho (contendo sacos hidrossolúveis)
Material: Papelão com proteção impermeável
Capacidade: 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 4,0; 5,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Frasco (contendo sacos hidrossolúveis)
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Fibrolata (contendo sacos hidrossolúveis)
Material: Corpo de papel com tampa e/ou fundo de flandres (metal)
Capacidade: 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0 Kg

Tipo: Saco (contendo sacos hidrossolúveis)
Material: Polietileno e Aluminizado e Metálico e Plástico e Papel
Capacidade: 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 5,0; 6,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Saco
Material: hidrossolúvel
Capacidade: 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 5,0; 6,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Big-bag (uso exclusivamente industrial)
Material: Tecido com proteção impermeável
Capacidade: 100; 200; 250; 500; 600; 625; 650; 700; 800; 900; 1.000; 1.100; 1.200; 1.500 Kg

Tipo: Tambor (uso exclusivamente industrial)
Material: Metálico (com revestimento anti-corrosivo) ou Plástico
Capacidade: 50; 100; 200; 250; 500 Kg

INSTRUÇÕES DE USO:
CENTAURO é um inseticida e acaricida sistêmico do grupo químico organofosforado, com ação por contato e ingestão, indicado para a aplicação foliar no controle de pragas da parte aérea das culturas: Algodão, Amendoim, Batata, Brócolis, Citros, Couve, Couve-flor, Feijão, Melão, Repolho, Soja e Tomate industrial.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário, com intervalo de 15 a 20 dias.
Contra a lagarta-rosca do fumo, a pulverização deve ser feita nas faixas de plantio durante ou longo após o transplante.

MODO DE APLICAÇÃO:
CENTAURO deve ser aplicado em pulverização terrestre.
Utilizar pulverizador costal manual ou motorizado ou de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 micrometros e densidade de 40 gotas/cm², gastando-se de 200-300L de calda/ha em culturas extensivas.
Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter pulverizações com cobertura uniforme da parte aérea das plantas.
OBS.: Em caso de dúvida, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Tomate e Melão: 7 dias
Citros: 21 dias
Algodão, Amendoim, Batata, Couve, Couve-flor, Brócolis, Repolho, Feijão, Pimentão, Soja: 14 dias
Rosa, Crisântemo, Cravo e Fumo: UNA (uso não alimentar)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EP!), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR ACEFATO (Acephate)
Informações Médicas

Grupo Químico: Organofosforados (OP)

Vias de Exposição: Dérmica, inalatória, oral e ocular. As principais vias de exposição são a respiratória e a cutânea.

Toxicocinética: Os OP são absorvidos através da pele, trato respiratório e trato gastrointestinal, e muitas vezes sua absorção é favorecida pelos solventes presentes na formulação. A absorção cutânea é maior em temperaturas elevadas ou quando existem lesões na pele. Após absorvidos são amplamente distribuídos. Não existem evidências de bioacumulação. Os compostos sofrem biotransformação, principalmente no fígado, formando produtos menos tóxicos e mais polares, que são eliminados facilmente do organismo. A eliminação desses compostos ocorre principalmente através da urina (90%) e das fezes, sendo que 80 a 90% da dose absorvida é eliminada em 48 horas. Uma pequena proporção destas substâncias e de suas formas ativas (oxons) é eliminada, sem modificação, na urina. A meia-vida dos organofosforados, após administração única, varia de minutos a poucas horas, dependendo do composto e da via de entrada.

Mecanismos de Toxicidade: O mecanismo clássico de ação é por inibição da enzima acetilcolinesterase, a que impede a inativação do neurotransmissor acetilcolina (ACh), permitindo assim, sua ação mais intensa e prolongada nas sinapses colinérgicas, provocando superestimulação colinérgica das terminações nervosas. Isso torna inadequada a transmissão dos estímulos às células musculares, glandulares, ganglionares e do sistema nervoso (SN), causando efeitos muscarínícos (SN parassimpático), nicotínicos (SN simpático e motor) e no sistema nervoso central (SNC). A duração dos efeitos é determinada pelas propriedades do composto (solubilidade em lipídeo, estabilidade da união à acetilcolinesterase e se o envelhecimento da enzima já há ocorrido). O que acontece é que a inibição da Ach pelos organofosforados é feita no início por uma ligação jônica temporária, mas a enzima é gradativamente fosforilada por uma ligação covalente, processo que leva em torno de 24 a 48 horas ("envelhecimento da enzima") e quando ocorre, a enzima não mais se regenera, desaparecendo os sintomas.

Sintomas e Sinais Clínicos: Toxicidade Aguda: os efeitos podem ocorrer minutos a horas após a exposição. Efeitos sistêmicos podem aparecer minutos após inalação de vapores/aerossóis. O início de sintomas é retardado após absorção percutânea ou gastrointestinal. Os sintomas duram entre (24-48)h. Grupos de risco: indivíduos < 18 anos, grávidas, etilístas, com doenças orgânicas do SNC (epilepsia), psiquiátricas, endócrinas, pulmonares (asma, tuberculose, doenças respiratórias crônicas), gastrointestinais (úlcera péptica, gastroenterocolite), hepáticas, renais, oftálmicas (conjuntivite crônica e ceratite), pessoas com contra-indicação de trabalhos com químicos tóxicos e aquelas com alto risco de exposição.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
[ X ] PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas

2-INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3-INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALLIERBRASIL AGRONOMIA LTDA. - telefone de emergência: (00xx11) 3151-4360.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI-NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM

RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão s uir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire-cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
-Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena-da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
-O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
-No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve s r efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa conta nação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Inseticida — IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser
utilizado em gerações consecutivas da praga.
Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas.