Bula Cruiser 600 FS

acessos
Thiamethoxam
8917
Syngenta

Composição

Thiamethoxam 600 g/L Neonicotinoide

Classificação

Inseticida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do algodoeiro
(Eutinobothrus brasiliensis)
230 a 350 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
230 a 350 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Tripes
(Frankliniella schultzei)
230 a 350 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
87 a 116 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
175 a 230 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
175 a 230 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
116 a 230 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Cupim
(Procornitermes triacifer)
116 a 230 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Cana-de-açúcar (Propágulos vegetativos) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Procornitermes triacifer)
465 a 700 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
40 a 87 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
116 a 175 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
116 a 175 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
465 a 580 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
350 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
230 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Cigarrinha do milho
(Dalbulus maidis)
230 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Percevejo barriga verde
(Dichelops furcatus)
350 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Cornitermes cumulans)
58 a 175 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
116 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Cupim
(Procornitermes triacifer)
58 a 116 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
116 a 175 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Tamanduá da soja
(Sternechus subsignatus)
116 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Torrãozinho
(Aracanthus mourei)
29 a 40 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
175 a 290 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops furcatus)
58 a 87 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
29 a 40 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura. Não determinado. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura

Tipo: Bag-in-box
Material: Plástico/Papelão
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180; 200; 220 e 1.000 Litros.

Tipo: Balde
Material: Metal
Capacidade: 5; 10; 15; 20 e 25 Litros.

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180 e 200 Litros.

Tipo: Farm-pack
Material: Plástico(retornável)
Capacidade: 420; 500 e 1.000 Litros.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 1; 1,5 e 2 Litros.

Tipo: IBC
Material: Plástico
Capacidade: 500; 600; 750 e 1.000 Litros.

Tipo: Lata
Material: Fibra de papel
Capacidade: 0,5 Litro.

Tipo: Lata
Material: Metal
Capacidade: 0,25; 1; 1,5; 2 e 5 Litros.

Tipo: Tambor
Material: Plástico/Metal
Capacidade: 100; 180; 200 e 220 Litros.

Tipo: Tambor
Material: Fibra celulósica
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180; 200 e 220 Litros.

Tipo: Tanque
Material: Plástico/Metal
Capacidade: 5.000 e 20.000 Litros.

CRUISER 600 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes antes da semeadura.
Para os controles da Broca-do-algodoeiro(Eutinobothrus brasiliensis), do Pulgão-do-algodoeiro(Aphis gossypii) e do Tripes(Frankliniella schultzei) na cultura do Algodão, recomenda-se a utilização da dose de 230 a 350 mL do produto comercial/100 kg de sementes, equivalentes a 35 a 50 mL/ha. A dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infestação de pulgões, inclusive com presença de viroses, no plantio anterior ao qual está se fazendo o tratamento de sementes. Utilização média de 14 kg de sementes/ha.
Para o controle do Tripes-do-amendoim(Enneothrips flavens) na cultura do Amendoim, recomenda-se a utilização da dose de 87 a 116 mL do produto comercial/100 kg de sementes. A dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infestação da praga no plantio anterior, ou seja, áreas com histórico de ocorrência da praga.
ARROZ:
Para os controles da Bicheira-da-raiz-do-arroz(Oryzophagus oryzae) e da Lagarta-elasmo(Elasmopalpus lignosellus) recomenda-se a utilização da dose de 175 a 230 mL do produto comercial/100 kg de sementes.
Para os controles da Cigarrinha-das-pastagens(Deois flavopicta) e do Cupim-de-montículo(Procomitermes triacifer) recomenda-se a utilização da dose de 116 a 230 mL do produto comercial/100 kg de sementes.
Normalmente, é muito alta a infestação de broca do colo(lagarta elasmo), em áreas onde se fez queimada de restos culturais ou de pastagens. Por essa razão, não se aconselha o plantio imediato nessas áreas. Recomenda-se fazer, antes do plantio, na preparação do solo, um bom revolvimento do mesmo, para promover um controle cultural da praga. Usar maior dose recomendada, quando houver histórico de ocorrência das pragas.
Para o controle do Pulgão-verde-dos-cereais(Rhopalosiphum graminum) na cultura da Cevada, recomenda-se a utilização da dose de 40 a 87 mL do produto comercial/100 kg de sementes. A dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu ala infestação das pragas no plantio anterior, ou seja, áreas com histórico de ocorrência das pragas.
Para os controles da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) e da Vaquinha-verde-amarela-alfinete(Diabrotica speciosa) na cultura do Feijão, recomenda-se a utilização da dose de 116 a 175 mL do produto comercial/100 kg de sementes. Evite o plantio de feijão junto a lavouras antigas desta cultura ou de soja. Nessas condições, quando da colheita destas áreas, haverá uma grande migração de mosca-branca, tornando inevitável a transmissão da virose para a cultura nova. Recomenda-se plantar novamente nessas áreas, somente após a colheita das lavouras antigas. Usar maior dose recomendada, quando houver histórico de ocorrência das pragas.
Para o controle do Pulgão(Aphis gossypii) na cultura do Girassol, recomenda-se a utilização da dose de 465 a 580 mL do produto comercial/100 kg de sementes. A dose maior deverá ser utilizada visando a obtenção de maiores períodos de controle(residual).
MILHO:
Para os controles da Cigarrinha-das-pastagens(Deois flavopicta) e da Cigarrinha-do-milho(Dalbulus maidis) recomenda-se a utilização da dose de 230 mL do produto comercial/100 kg de sementes, equivalente a 46 mL/ha.
Para os controles da Lagarta-elasmo(Elasmopalpus lignosellus) e do Percevejo-barriga-verde(Dichelops furcatus) recomenda-se a utilização da dose de 350 mL do produto comercial/100 kg de sementes, equivalente a 70 mL/ha.
A dose maior deverá ser usada em casos de alta infestação, e em condições de infestação inicial ou baixa população da praga usar a dose menor.
Para o controle do Cupim(cornitermes cumulans) em Pastagem, recomenda-se a utilização da dose de 58 a 175 mL do produto comercial/100 kg de sementes. Usar a maior dose recomendada quando houver histórico de ocorrência da praga.
SOJA:
Para os controles da Lagarta-elasmo(Elasmopalpus lignosellus) e do Tamanduá-da-soja(Sternechus subsignatus) recomenda-se a utilização da dose de 116 mL do produto comercial/100 kg de sementes, equivalente a 70 mL/ha.
Para o controle do Cupim-de-montículo(Procornitermes triacifer) recomenda-se a utilização da dose de 58 a 116 mL do produto comercial/100 kg de sementes, equivalentes a 35 a 70 mL/ha.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) recomenda-se a utilização da dose de 116 a 175 mL do produto comercial/100 kg de sementes, equivalentes a 70 a 105 mL/ha.
Para o controle do Torrãozinho(Aracanthus mourei) recomenda-se a utilização da dose de 29 a 40 mL do produto comercial/100 kg de sementes, equivalentes a 17 a 24 mL/ha.
A dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infestação da praga no plantio anterior.
Para o controle do Percevejo-barriga-verde(Dichelops melacanthus) na cultura do Sorgo, recomenda-se a utilização da dose de 175 a 290 mL do produto comercial/100 kg de sementes. A dose maior deverá ser usada em locais de alta infestação e de plantio direto, pois os percevejos aparecem a partir da emergência das plântulas, aumentando no início do período vegetativo e sua população é muito maior em áreas de plantio direto, pois a cobertura vegetal favorece a manutenção e o estabelecimento desse percevejo.
TRIGO:
Para o controle do Percevejo-barriga-verde(Dichelops furcatus) recomenda-se a utilização da dose de 58 a 87 mL do produto comercial/100 kg de sementes.
Para o controle do Pulgão-verde-dos-cereais(Rhopalosiphum graminum) recomenda-se a utilização da dose de 29 a 40 mL do produto comercial/100 kg de sementes. Usar a maior dose para as variedades suscetíveis ao VNAC.
Para o controle do Cupim(Procornitermes triacifer) na cultura da Cana-de-açúcar recomenda-se utilização da dose de 465 a 700 mL/ha.
CRUISER 600 FS deve ser usado uma única vez antes do plantio na forma de tratamento de propágulos vegetativos. Realizar o tratamento visando as áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. A maior dose deve ser utilizada em caso de área conhecidamente com alto nível de infestação detectado antes do plantio através do monitoramento, áreas de primeiro ano de plantio ou após pastagem. No tratamento industrial de mudas de cana-de-açúcar, CRUISER 600 FS deverá ser diluído em água e aplicado com máquinas específicas para este fim.

VOLUMES DE CALDA RECOMENDADOS:
Algodão, milho, pastagem e trigo: diluir o produto em 500 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Amendoim, feijão e soja: diluir o produto em 300 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Arroz: é necessário 1,5 L de água para tratar 100 kg de sementes e obter uma boa cobertura das sementes.
Cevada: diluir o produto em 300-500 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Girassol: diluir o produto em 300 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Sorgo: diluir o produto em 300 mg de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.

PREPARO DA CALDA:
Passo 1- colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o preparo da calda;
Passo 2- colocar parte da água desejada gradativamente, misturando e formando uma pasta homogênea;
Passo 3- completar com a quantidade de água restante até atingir o volume de calda desejado.

Importante: manter a calda em agitação permanente, para evitar decantação.

Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes.
Existem máquinas específicas para tratamento de sementes fornecidas pelos seguintes fabricantes:
Momesso(modelos: Amazone Transmix, Arktos, Seed-Mix, etc), MecMaq(modelos: Turbo, Nypro, Tratec, UTS, UMTS, etc), Niklas, Gustafson, etc.

Manutenção:
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.

Operação de tratamento de sementes de soja:
Com equipamentos de tratamento de batelada ou lotes, dos tipos Amazone Transmix, MecMaq Tratec, tambores rotativos, betoneiras e/ou similares:
Passo 1- colocar um peso de sementes conhecido;
Passo 2- adicionar o volume de calda desejada para este peso de sementes;
Passo 3- proceder à agitação/operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes durante um tempo de 1 a 2 minutos por batelada.
Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Passo 1- aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período tempo;
Passo 2- regular o volume de calda desejado para este peso de sementes no mesmo período de tempo.

Importante:
Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras.
A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejados ou falhas no controle de pragas.

É OBRIGATÓRIA A ADIÇÃO DE UM AGENTE CORANTE, juntamente com o tratamento das sementes com CRUISER 600 FS porque toda semente que sofre tratamento com agrotóxico(s) deve ser colorida, para possibilitar a diferenciação dos grãos não tratados, segundo a legislação vigente.

INTERVALO DE SEGURANÇA(período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Não determinado devido à modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO:
Na operação de semeadura mecanizada com sementes tratadas, estas apresentam uma redução no fluxo, comparativamente a sementes não tratadas. Para evitar utilizar uma quantidade menor de sementes que a usual e recomendada, deve-se regular a semeadura com as sementes já tratadas. As semeaduras e seus kits de distribuição de sementes devem ser limpos diariamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens das mesmas. A falta deste tipo de manutenção pode alterar o fluxo de semeadura ou até mesmo provocar o bloqueio do equipamento. A não observância destas indicações pode resultar em baixa população de plantas, falha no plantio, excesso de sementes por metro ou outras irregularidades no plantio. Em função da baixa quantidade do produto, a ser uniformemente distribuída em 100 kg de sementes, recomendam-se cuidados especiais nessa operação.

É OBRIGATÓRIA A ADIÇÃO DE UM AGENTE CORANTE, juntamente com o tratamento das sementes com CRUISER 600 FS porque toda semente que sofre tratamento com agrotóxico(s) deve ser colorida, para possibilitar a diferenciação dos grãos não tratados, segundo a legislação vigente.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
CRUISER 600 FS não apresenta qualquer efeito fitotóxico nas culturas e doses recomendadas.

Outras restrições a serem observadas:
No estabelecimento de lavouras em sistema de plantio direto -0 cultivo mínimo sobre palhadas (restevas) de culturas de inverno (trigo, aveia, pastagens, etc) é comum a ocorrência do ataque de diversas espécies de lagartas(como por exemplo: Pseudaletia spp. - Lagarta do trigo/Agrotis spp.- Lagarta-rosca/Spodoptera spp.- Lagarta do cartucho, etc.) que migram destas restevas (restos culturais) ou de plantas tigueras (guachas), muitas vezes, em grande quantidade, para as culturas recém-instaladas. Nestes casos, recomenda-se aplicar um inseticida específico para o controle destas lagartas, junto à operação de manejo antes da semeadura da nova cultura. Esta estratégia de dessecação da cultura anterior e das ervas daninhas deve ser realizada uma semana antes da semeadura, reduzindo as chances de ocorrência do ataque de lagartas grandes na emergência da cultura, pois estas lagartas, pelo porte avantajado, escapam ao controle do tratamento de sementes.
As sementes tratadas com CRUISER 600 FS não devem ser usadas para alimentação humana, animal ou para fins industriais.
As sementes tratadas não devem ficar expostas ao sol.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS, NO QUE SE DIZ RESPEITO A SAÚDE HUMANA :

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO / PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão hidrorrepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão hidrorrepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorrer naturalmente, deite a pessoa de lado. Nunca dê nada para beber ou comer.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), levar a pessoa para um local aberto e ventilado.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

INFORMAÇÕES MÉDICAS - CRUISER 600 FS

Grupo químico: Neonicotinóide
Classe toxicológica : A DEFINIR
Vias de absorção: Oral, inalatória e dérmica.
Toxicocinética: Após a administração oral do thiamethoxam em ratos e camundongos a absorção foi rápida assim como a sua excreção através da urina. Ocorreu ampla distribuição e não houve evidências de bioacumulação. Foram demonstradas diferenças entre espécies quanto ao seu metabolismo e a sua excreção. Os principais processos de metabolização-desmetilação e quebra do anel oxadiazina foram similares, porém taxas relativas destes processos resultaram nas principais diferenças quantitativas dos metabólitos. A excreção do thiamethoxam inalterado foi de 73% na urina dos ratos e de 39% na urina dos camundongos, indicando uma maior metabolização da substância nos camundongos em comparação com os ratos. A excreção através das fezes representou em camundongos 19% da dose administrada e somente 5% em ratos.
Após a exposição dérmica do thiamethoxam em ratos e camundongos, a absorção foi baixa (< 3% em 48 h).

Mecanismos de toxicidade: Estudos em camundongos resultaram na diminuição significativa de colesterol seguido por morte celular -necrose e apoptose- e aumento da replicação celular após o período de 30 dias. O principal metabólito causador destas alterações foi identificado como CGA330050: 3 -(2-chloro-thiazol-5-ylmethyl)-[1,3,5] oxadiazian-4-ylidene-N-nitroamine.
Este metabólito plasmático é significante em camundongos mas não em ratos.

Sintomas e sinais clínicos: Não existem sintomas e sinais de intoxicação humana específicos ao thiamethoxam.
Diagnóstico: Por não existirem sinais de intoxicação humana específicos ao ingrediente ativo, o diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.

Tratamento: Não há antídoto específico.
Tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Não se conhece interações medicamentosas ou contra-indicações, no tratamento dos intoxicados com este produto.
As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas a interromper/suspender a fonte de exposição ao produto, descontaminação gastrintestinal e proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico.
No caso de ingestão oral, aplicar medidas gerais de suporte. Não induzir o vômito.
No caso de contato dérmico, remover a roupa contaminada e lavar bem as partes do corpo afetadas com água e sabão.
No caso de contato com os olhos, lavar com água abundante por alguns minutos e procurar auxílio médico.
No caso de inalação, remover o paciente para local arejado e procurar auxílio médico. Se necessário faça respiração artificial.

Contra- indicações Não induzir o vômito.

Sinergismo: Thiamethoxam é um inseticida neonicotinóide que age bloqueando o receptor nicotínico da acetilcolina (nAChR) no sistema nervoso dos insetos. Nos humanos o bloqueio destes receptores é muito baixo, o que explica sua baixa toxicidade em mamíferos. O thiamethoxam poderia apresentar efeitos sinérgicos se associado com outros neonicotinóides.

Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7044304


MECANISMO DE ABSORÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, METABOLIZAÇÃO E EXCREÇÃO (ADME):
Vide quadro de informações médicas.

EFEITOS AGUDOS:
Dados de toxicidade aguda da formulação:
DL50 oral em ratos > 5.000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos > 5.050 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos > 1,57 mg/L ar.
Irritação ocular em coelhos: não irritante.
Irritação dérmica em coelhos: não irritante.
Sensibilização cutânea: não causou sensibilização.

EFEITOS CRÔNICOS:
Dois estudos de toxicidade de longo prazo e carcinogenicidade foram realizados com ratos e camundongos. Não ocorreu resposta carcinogênica em ratos. Nos camundongos, os resultados dos exames patológicos, associados com os resultados de estudo de mecanismo demostraram que o thiamethoxam não seria carcinogênico para os humanos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando um alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplícador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-704 4304.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).

- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
• Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hidríco em questão e da quantidade de produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU PÓ QUIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo minimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
As observações abaixo deverão ser mantidas para embalagens SACARIAS (utilizadas para acondicionar sementes tratadas com CRUISER 600 FS)
]
- AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.
- AS EMBALAGENS - SACARIAS - NAO PODEM SER LAVADAS.

- ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens - SACARIAS - vazias, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias,
Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens - SACARIAS - vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico CRUISER 600 FS ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico CRUISER 600 FS e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
• DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓX1COS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotôxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(conforme determinações quando do cadastro do produto)

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc, sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento(www.agricultura.gov.br).