Bula Cuprogarb 500 - Oxiquímica

Bula Cuprogarb 500

CI
Oxicloreto de cobre
2788792
Oxiquímica

Composição

Oxicloreto de cobre 840 g/kg
Equivalente em cobre metálico 500 g/kg

Classificação

Terrestre
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Sacos multifolheados com revestimento plástico interno: 1, 4, 5, 10 e 25 kg. Saco plástico: 1 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

MODO DE AÇÃO DO PRODUTO EM RELAÇÃO AO ALVO BIOLÓGICO

O produto age por contato (protetor), atuando como coagulador de protoplasma nos alvos biológicos.

NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALOS DE APLICAÇÃO

AMENDOIM: Iniciar a aplicação aos 40-45 dias e repetir com intervalos de 14 dias. Utilizar 05 aplicações. Volume de calda de 500 L/ha.
BATATA: Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura e repetir com intervalos de 3 a 7 dias. Utilizar 06 aplicações. Intervalos mais curtos em época favorável à doença. Volume de calda: 800-850 L/ha.
CAFÉ: Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo o tratamento sempre que as condições forem favoráveis à incidência da doença. Utilizar 05 aplicações. Volume de calda de 500 L/ha.
CEBOLA: Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 25-30 dias e repetir em intervalos de 7-14 dias. Intervalo mais curto em épocas mais favoráveis a ocorrência da doença. Utilizar 07 aplicações. Volume de calda: 1000 L/ha.
CITROS: Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada) e repetir o tratamento cerca de 23 dias após a primeira. Volume de calda: 1000-2000 L/ha.
FEIJÃO: Iniciar a aplicação 30 dias após a emergência das plantas ou com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir em intervalos semanais. Utilizar 05 aplicações. Volume de calda de 500 L/ha.
MAÇÃ: Iniciar a aplicação após a poda das plantas, repetindo com intervalos de 5 a 7 dias, se necessário. Aplicar 1,0 L de calda por planta. Utilizar 08 aplicações. Volume de calda de 1 L/planta.
MAMÃO: Iniciar a aplicação quando aparecerem os primeiros sintomas da doença nas folhas mais velhas e repetir a aplicação em intervalos de 7 a 14 dias. Utilizar 06 aplicações. Volume de calda de 1,5 L /planta.
PIMENTÃO: Iniciar a aplicação aos 20-25 dias após o transplante das mudas e repetir com intervalos a cada 5 a 7 dias. Utilizar 04 aplicações. Volume de calda: 1000 L/ha.
TOMATE: Iniciar a aplicação com os primeiros sintomas da doença, depois aplicar com intervalos de 7 a 10 dias, obedecendo a carência do produto. Utilizar 10 aplicações. Volume de calda: 600-1000 L/ha.
UVA: Iniciar a aplicação durante o período de frutificação, pulverizando preventivamente em intervalos de 4 a 7 dias. Utilizar 07 aplicações. Volume de calda: 500-1000 L/ha.

MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

- Formulação de pronto uso.
- O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas, nas doses recomendadas.
- Equipamentos de aplicação: Utilizar pulverizador tratorizado, com pressão de 100 a 150 libras ou utilizar pulverizador costal com pressão de 50 libras, com bico X-2 ou X-3 ou ainda, utilizar atomizador com pressão de 250 libras.
- Em todas as formas de aplicação deve-se observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.

INTERVALO DE SEGURANÇA

sem restrições.

Os níveis máximos de cobre devem obedecer à Legislação específica para contaminantes em alimentos ‘‘in natura’’ quando aplicável. Intervalo de segurança: sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

- Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes de 24 horas, usar macacão com mangas compridas, chapéu, luvas, máscara, botas e protetor ocular.

LIMITAÇÕES DE USO
- Respeitadas as doses e o modo de aplicação, o produto não apresenta restrições.
- Use de acordo com as recomendações da bula/rótulo e observe as precauções necessárias.
- Usar somente as doses recomendadas.
- O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo (uso sucessivo de fungicidas de mesmo mecanismo de ação) se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas poderíamos prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas do mesmo patógeno. Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfitopatologia.org.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO: M01 FUNGICIDA

O produto Cuprogarb 500 é composto por Oxicloreto de Cobre, que apresenta mecanismo de atividade de contato multi-sítio, pertencente ao grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

Corrosivo a metais.