Bula Dical

CI
2,4-D
1696
Willowood

Composição

2,4-D 868 g/L
Equivalente ácido de 2,4-D 720 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Aeschynomene rudis (Angiquinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brassica rapa (Mostarda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brassica rapa (Mostarda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus retroflexus (Caruru gigante) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brassica rapa (Mostarda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum australe (Carrapicho rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus retroflexus (Caruru gigante) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brassica rapa (Mostarda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Momordica charantia (Melão de são caetano) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida cordifolia (Malva branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida glaziovii (Guanxuma branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Solanum americanum (Maria preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Solanum palinacanthum (Arrebenta cavalo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brassica rapa (Mostarda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brassica rapa (Mostarda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Garrafa (plástico): 1 L;

Lata (folha de flandres): 1 e 5 L;

Bombona (plástico): 5, 10, 20, 50 e 200 L;

Balde (aço): 20 L;

Tambor (aço): 50, 100 e 200 L;

Frasco (plástico): 1L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um herbicida sistêmico indicado para o controle de plantas infestantes nas culturas de arroz, cana-de-açúcar, milho e trigo.

MODO DE APLICAÇÃO

Deve ser diluído em água e aplicado via pulverização tratorizada. O volume de calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das plantas infestantes.
O produto deverá ser aplicado exclusivamente com equipamento tratorizado com barra, de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas infestantes.

APLICAÇÃO TERRESTRE
O herbicida pode ser aplicado com pulverizador tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada de acordo com as especificações do fabricante. Procurar utilizar equipamentos adequados e bem calibrados, com pressão de trabalho e tecnologia que proporcione tamanhos de gotas que minimizem a ocorrência de deriva:
Volume de calda: 150 a 300 L/ha.
Bicos: tipo leque da série 80 ou 110. Aconselhável utilizar bicos que promovam gotas médias.
Pressão: 2,15 a 4,3 kg/ cm² (30 a 60 lb/pol²).
Tamanho de gotas: acima de 200 micra.
Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm².

Limpeza do equipamento de aplicação

Proceda a lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como: cucurbitáceas, tomate ou algodão, antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos. Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4-D ou formulações que o contenham.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

- Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou volatilização.
- Umidade relativa do ar: parar a pulverização quando atingir o mínimo de 55% na área de aplicação.
- Velocidade do vento: inferior a 10 km/hora.
- Evitar aplicações com temperatura ambiente inferior a 30ºC.
- Boa umidade do solo melhora a eficiência do produto.
- Solo seco, estiagens prolongadas e baixa umidade relativa do ar podem comprometer a eficiência do produto.
- Obrigatório utilização de tecnologia de aplicação de redução de deriva para a cultura da cana-de-açúcar de pelo menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, equipamentos diferentes e regulagens específicas seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

OUTRAS ORIENTAÇÕES

- Implementar bordadura de no mínimo, 10 metros livres de aplicação costal e tratorizada de 2,4-D, com início no limite externo da plantação em direção ao seu interior sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
- Não realizar atividades cumulativas das atividades de mistura, abastecimento e aplicação tratorizada de 2,4-D pelo mesmo indivíduo.

INFORMAÇÕES DETALHADAS SOBRE O MODO DE PREPARO DA CALDA DO PRODUTO

Para a aplicação terrestre, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar o produto na dose recomendada completando o tanque com água limpa e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante toda a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado nos intervalos de reentrada específicos para as seguintes culturas e durações de atividades de reentrada de 24 horas e 14 dias para arroz (atividade de 2 e 8h, respectivamente); de 13 e 31 dias para cana de açúcar (atividades de 2 e 8h, respectivamente); de 24 horas e 18 dias para milho (atividades de 2 e 8h, respectivamente) e de 2 e 20 dias para trigo (atividades de 2 e 8h, respectivamente).
Caso necessite entrar antes desse período, utilizar vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e utilizar os equipamentos de proteção individual (EPI’s – macacão hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas) recomendados para o uso durante a aplicação.
Após o intervalo de reentrada é necessária a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola.
- Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, principalmente nos casos de aplicação aérea, espécies de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças e bananeiras.
- O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado.
- O produto em contato com sementes inibe a sua germinação.
- Não deve ser misturado com adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto.
- Aplicar apenas sobre plantas infestantes em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer "stress" como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
- Todo equipamento usado para aplicar o produto deve ser descontaminado antes de outro uso.
- Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D.
- Não aplicar em plantas infestantes com altura superior a 10 cm.
- Não utilizar pulverizadores costais (manuais, pressurizados ou motorizados).

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO O HERBICIDA

O produto herbicida é composto pelo ingrediente ativo 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação como mimetizadores da auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.




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