Bula Ellect

acessos
Hidróxido de cobre
2210
Oxiquímica

Composição

Hidróxido de cobre 691 g/kg Inorgânico

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 a 4 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalo de 3 - 7 dias. sem restrições. Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que as condições forem favoráveis à incidência da doença. Sem restrições. Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
2 a 3 kg p.c./ha 2000 L de calda/ha - Repetir o tratamento cerca de 30 dias após a primeira aplicação. Sem restrições. Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - - Sem restrições. Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
2,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 5 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação após a poda das plantas
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
2,5 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 25 - 30 dias após o transplante das mudas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
2,5 a 4 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Repetir a cada 5 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 20 - 25 dias após o transplante das mudas
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,5 a 4 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Repetir a cada 5 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 20 - 25 dias após o transplante das mudas
Requeima
(Phytophthora infestans)
4 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Repetir a cada 5 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 20 - 25 dias após o transplante das mudas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
2 a 2,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Pulverizando preventivamente em intervalos de 4 a 7 dias, se necessário. Sem restrições. Iniciar a aplicação durante o período de frutificação

Saco plático, envoltos externamente por saco de papel multifolhado:
4,0 e 15 kg.

Saco plástico interno lacrado, acondicionado em outro saco plástico:
1,0 e 2,0 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
O produto age por contato (protetor), atuando como coagulador de protoplasma nos alvos biológicos.

NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALOS DE APLICAÇÃO:

BATATA: Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura e repetir com intervalos de 3 a 7 dias, se necessário. Intervalos mais curtos em época favorável à doença. Volume de calda de 1000 L/ha.

CAFÉ: Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo o tratamento sempre que as condições forem favoráveis à incidência da doença. Volume de calda de 500 - 1000 L/ha.

CITROS: Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada) e repetir o tratamento cerca de 30 dias após a primeira. Volume de calda de 2000 L/ha.

FEIJÃO: Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Volume de calda de 500 L/ha.

MAÇÃ: Iniciar a aplicação após a poda das plantas, repetindo com intervalos de 5 a 7 dias, se necessário. Volume de calda de 1000 L/ha.

PIMENTÃO: Iniciar a aplicação aos 25-30 dias após o transplante das mudas e repetir com intervalos de 7 dias, se necessário. Volume de calda de 1000 L/ha.

TOMATE: Iniciar a aplicação aos 20-25 dias após o transplante das mudas e repetir a cada 5 a 7 dias, se necessário. Volume de calda de 1000 L/ha.

UVA: Iniciar a aplicação durante o período de frutificação, pulverizando preventivamente em intervalos de 4 a 7 dias, se necessário. Volume de calda de 1000 L/ha.



MODO DE APLICAÇÃO:

O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas, nas doses recomendadas.
Equipamentos de aplicação: Utilizar pulverizador tratorizado, com pressão de 100 a 150 libras ou utilizar pulverizador costal com pressão de 50 libras, com bico X-2 ou X-3 ou ainda, utilizar atomizador com pressão de 250 libras.
Em todas as formas de aplicação deve-se observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

Batata, Café, Citros, Feijão, Maçã, Pimentão, Tomate e Uva: sem restrições.

LIMITAÇÕES DE USO:
Respeitadas as doses e o modo de aplicação, o produto não apresenta restrições.
Use de acordo com as recomendações da bula/rótulo e observe as precauções necessárias.
Usar somente as doses recomendadas.
O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado.
Em videiras (uva) pode ocorrer leve bronzeamento nas folhas de variedades sensíveis como Niagara, porém sem danos para os frutos e à produção.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
Produto irritante aos olhos
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costa/. Se utilizar trator aplique o produto contra o vento, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalize a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e mantenha os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. Não reutilize a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado'? leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Inorgânico à base de cobre.

Classe toxicológica:
III - Mediamente tóxico

Vias de exposição:
Oral e dérmica

Toxicocinética:
O cobre, quando ingerido, é absorvido pelo trato gastrointestinal superior. É transportado para o fígado, onde ocorre a maior deposição. Incorpora-se a certo número de enzimas. É secretado pela bile e então incorporado no ceruloplasma, uma alfa globulina na qual se encontra 90% de todo o cobre no plasma. A rota de maior importância para excreção é através das fezes, via secreção da bile. A excre ão urinária ororre em menor quantidade.

Mecanismos de toxicidade:
A toxicidade se manifesta através de efeitos irritativo-corrosivos na ele e membranas mucosas.

Sintomas e sinais clínicos:
A ingestão de cobre resulta em gosto metálico, cefaléia, confusão, febre, hipotensão, náuseas, vômitos de cor verde-azulada, dores abdominais, diarréia, hemólise, sangramento gastrintestinal e choque. Lesões necróticas nos contatos prolongados com a pele e mucosas. O efeito emético do cobre limita sua toxicidade oral, no entanto, se não ocorrerem vômitos, poderá haver absorção gradual e intoxicação sistêmica, podendo ocorrer morte em ai uns dias.

Diagnóstico:
A ocorrência dos sintomas acima descritos, associados à confirmação de exposição ao produto, sugerem intoxicação.

Tratamento:
Tratamento sintomático instituído a critério médico. Lavagem gástrica com ferricianeto de potássio ou suspensão de carvão animal ativado. Penicilamina nos casos agudos e crônicos.
Transfusão de san ue nos casos raves. Tratamento sintomático instituído a critério médico. Lavagem gástrica com ferricianeto de potássio ou suspensão de carvão animal ativado. Penicilamina nos casos agudos e crônicos.
Transfusão de san ue nos casos graves.

Efeitos sinérgicos:
Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados aos diferentes ingredientes deste agrotóxico.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
TELEFONES DE EMERGÊNCIA: (OXX16) 3209-1313-OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA
(OXX16) 36021190 - CENTRO DE CONTROLE DE INTOXICAÇÕES.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de laboratório:
A absorção de cobre após uma dose oral ocorre na parte superior do trato gastrointestinal de mamíferos (Evans, 1973). Dois mecanismos estão envolvidos. Um deles é um processo envolvendo complexos entre cobre e aminoácidos (Kirchgessner et aI., 1967) e o outro envolve um carregador protéico induzido (Evans and Johnson, 1978). O cobre absorvido é predominantemente ligado à albumina e transportado para o fígado, que é o órgão mais importante de deposição, Incorpora-se a um certo número de enzimas. É secretado pela bile e então incorporado no ceruloplasma, uma alfa globulina na qual se encontra 90% de todo o cobre no plasma. A rota de maior importância para excreção é através das fezes, via secreção da bile. A excreção urinária ocorre em menor quantidade (Underwood, 1977).

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de laboratório:
Ratos tratados por gavagem com cobre exibiram uma diminuição significativa no crescimento do esqueleto e no ganho de peso devido a deposição de cobre no fígado e rins, degeneração perenquimai e esclerose perilobular do fígado, necrose dos rins. Aumento da atividade da alanina aminotransferase sérica na ausência de modificações histopatológicas do fígado também foram observadas em ratos que receberam cobre na dieta. A exposição de ratos a 300 mg Cu/kg/dia por 6 semanas induziu hepatite crônica. Decréscimo nos valores de hemoglobina e hematócritos foi observado em ratos que receberam 40 mg Cu/kg/dia por gavagem por 20 dias (Rana e Kumar, 1980) Aumento na pressão sangüínea foi observado em ratos expostos a 20 mg Cu/kg/dia (na forma de carbonato de cobre) por 20 semanas (Liu & Medeiros, 1986).

Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos> 500mg/kg
DL50 dérmica em ratos> 2000 mg/kg
Irritação Dérmica: o produto é considerado não irritante.
Irritação Ocular: o produto é considerado extremamente irritante
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microorganismos do solo.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados,
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA - telefone de emergência: (Oxx16) 3209-1313.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetar e máscara com filtros).

Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó quí, ficando a favor vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LA V ADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM V AZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRiO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM V AZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUÇÃO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
O cobre é um elemento químico e não pode ser quebrado. A incineração oxidará deixando o produto cúprico, desta forma a desativação do produto ocorrerá pelo reprocessamento do mesmo nas instalações da Oxiquímica Agrociência Ltda. Portanto em caso de qualquer alteração do produto por intempéries ou motivos diversos, ele não deverá ser incinerado ou passar por tratamento que o elimine e sim deverá retomar ao fabricante.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar somente as dosagens recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Doenças.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponível e apropriado.
- Alternar com produtos de grupos químicos diferentes, visando manejo de resistência do patógeno aos fungicidas do grupo dos triazóis.