Bula Eminent Gold

acessos
Tetraconazole
1410
Isagro

Composição

Tetraconazol 230 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Microemulsão (ME)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,27 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 28 dias. 45 dias após a emergência da cultura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,3 L p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,4 L p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,3 L p.c./ha 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,3 L p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 7 dias. Em estádio de R.5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 7 dias. Em estádio de R.5.1
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,35 L p.c./ha 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 7 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,43 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 50 dias. Na fase do emborrachamento

Frasco PEAD 1, 1,5, 2, 3 L
Frasco metálico 1, 1,5, 2, 3 L
Balde PEAD 5, 10, 20, 50 L
Balde metálico 5, 10, 20, 50 L
Bombona PEAD 5, 10, 20, 50 L
Bombona metálico 5, 10, 20, 50 L
Tambor PEAD 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500, 5000 L
Tambor metálico 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500, 5000 L
Tanque container aço inox 10000, 15000, 20000, 23000, 25000

INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS / PRAGAS / DOENÇAS / PLANTAS INFESTANTES:
(Indicação de Uso/Dose)

G i.a./ha = gramas de ingrediente ativo por hectare.
L/ha = litros de produto comercial por hectare.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Algodão: Realizar 3 aplicações sendo a primeira a partir dos 45 dias após a emergência das plantas, em função da incidência e severidade da doença repetindo-se a cada 15 dias. A primeira pulverização deve ser realizada com níveis abaixo de 5% de incidência, antes do aparecimento dos sintomas na parte superior da planta. O volume de calda deve ficar ao redor de 200 L/ha ou ajustado em função da tecnologia de pulverização proporcionando uma cobertura e distribuição uniforme das partículas na planta. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Batata: Iniciar aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir se necessário a intervalos de 14 dias. Utilizar volume de calda variando de 400-600 l/ha dependendo da fase da cultura. Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura.

Café: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar no ressurgimento dos mesmos, utilizando volume de calda de 400-500 l/ha. As aplicações deverão proporcionar uma completa cobertura da planta,
principalmente do terço inferior (saia). Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

Cebola: Realizar 02 aplicações com intervalos de 14 dias, sendo a primeira no aparecimento dos primeiros sintomas. Utilizar volume de calda de aproximadamente 1000l/ha. Quando for utilizar volume de calda inferior, manter a dose de 30ml/ 100 litros de água. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Feijão: Realizar aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas e reaplicar se necessários a cada 14 dias. Utilizar volume de calda de 200-250 l/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Soja: Para DFC (mancha-parda, crestamento-foliar) realizar de 1 a 2 pulverizações, a primeira em R5.1 e a segunda 15 dias após com um volume de calda ao redor de 200 l/ha. Para o controle da ferrugem realizar a 1ª aplicação preventivamente, não devendo ultrapassar o estádio R1-R2. Caso se detecte algum foco da doença nas proximidades, iniciar as aplicações nas lavouras mais velhas e na seqüência as mais jovens. Em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença, o monitoramento deverá ser intensificado para determinar a necessidade de reaplicação e o intervalo entre aplicações reduzido. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Tomate: Iniciar aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e reaplicar a cada 14 dias caso necessário. Utilizar volume de calda de aproximadamente 1000 l/ha e quando utilizar volume de calda inferior, manter a dose de 35 ml/100 litros de água. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

Trigo: Realizar 2 pulverizações na fase de emborrachamento e final do florescimento ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença até 5% de severidade na folha,com um volume de calda de aproximadamente 200 l/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:
EMERALD 230 ME é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, com modo de ação preventivo e curativo. Deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas, de modo que haja uma boa cobertura, principalmente do terço inferior em função de ser um produto sistêmico acropetal.

Aplicação terrestre:
Diluir o produto em 200 a 250 litros água/ha para as culturas de algodão, feijão, soja e trigo. Para a cultura da batata utilizar 400 – 600 l/ha, café utilizar 400-500l/ha, cebola e tomate utilizar 1000 l/ha e caso utilize volume de calda inferior, manter a dose de 30 ml/100 litros para cebola e 35 ml/100 litros de água para tomate.
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.

Aplicação aérea:
Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm2.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão .................................................................. 28 dias
Batata .................................................................... 14 dias
Café ....................................................................... 15 dias
Cebola ................................................................... 7 dias
Feijão ..................................................................... 7 dias
Tomate ................................................................... 7 dias
Trigo ....................................................................... 50 dias
Soja ....................................................................... 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI`s) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há, pois EMERALD 230 ME não é fitotóxico às culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
EMERALD 230 ME deve ser pulverizado utilizando-se equipamento costal, tratorizado ou aéreo. Utilizar tipo de equipamento mais adequado a cada cultura indicada, de acordo com as recomendações descritas no item “MODO DE APLICAÇÃO”.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agricola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Nâo aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteçâo individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico o classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de 'Fééntrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental
impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

-INTOXICAÇÕES POR TETRACONAZOL-

TRIAZOL INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Quimico:
Triazol

Classe Toxicológica:
III - MEDIANAMENTE TÓXICO

Vias de Exposição:
Oral, Inalatória, Ocular e Dérmica.

Toxicocinética:
Estudos em animais:
Absorção = O pico de absorção variou de 8 horas pós-dose 5 mg/kg para os ratos machos e de 28 horas pós-dose 60 mg/kg para as fêmeas.
Distribuição = Bem distribuído. O trato gastrintestinal e o fígado foram os principais órgãos-alvo. Outros locais com grande concentração dos isótopos radioativos foram as glândulas supra-renais, fígado e rins e os ovários para as fêmeas.
Biotransformação = Triazol foi o principal metabólito identificado na urina (64 e 41 % para ratos machos e fêmeas, respectivamente) e fezes. A via metabólica nos animais é semelhante ao de plantas; tetraconazol é oxidado a M14360-DFA seguida pela hidrólise a álcool M14360. O álcool M14360 sofre ruptura no anel T ou é oxidado a cetona M14360, que também pode sofrer separação do anel T. Oxidação e redução do composto original resultou na recuperação de ácido M14360 na urina e de álcool M14360 nas fezes.
Excreção = A meia-vida é de aproximadamente 15 horas. As taxas de eliminação são de 0,044 ng/g/hora. A urina foi a principal via de excreção com 71 e 62% da dose admínistrada recuperada para ratos machos e fêmeas, respectivamente. A segunda via de excreção foi as fezes que variou de 25 a 36%.

Mecanismos de toxicidade:
Pode causar alterações no fígado de roedores através de um modo de ação que envolve a alteração do metabolismo de lipídeos e indução de enzimas que metabolizam algumas substâncias exógenas.
Tetraconazol pertence ao grupo químico dos triazóis, agindo, portanto, como inibídor da desmetilação esteróide.
Sintomas e sinais clínicos:
O contato com triazóis pode causar irritação ocular; irritação dérmica leve e vermelhidão; irritação do nariz, pulmões e garganta; são pouco irritantes aos olhos e pele e não causam sensibilização dérmíca em animais.
Em humanos pode causar irritação dérmica leve. Baseado nos estudos de toxicidade animal, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes órgãos: baço, figado, adrenal e cristalino dos olhos.

Diagnóstico:
Devido à ausênsia de informação sobre sintomas específicos, o diagnóstico deve ser estaelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamentos:
No envenenamento agudo, as medidas de urgência consistem no esvaziamento gástrico com o emprego de! carvão ativado. Não existe antídoto ou antagonista específico para os fungicidas triazóicos. O tratamento! médico é sintomático. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir ai absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. i Analise os sinais vitais e as funções, como o monitoramento do estado cardíaco; a temperatura corpórea e oi estado mental. O tratamento deve ser baseado nos achados clínicos.
EXPOSIÇÃO ORAL
Não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Corrija os distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos.
Monitore as funções renal e hepática.
EXPOSIÇÃO INALATÓRIA
Administre oxigênio umidificado.
EXPOSiÇÃO OFTÁLMICA
Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água dei lavagem entre no outro olho. j EXPOSiÇÃO DÉRMICA
Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Asl reações podem requerer o tratamento com antiinflamatórios tópicos.
TESTES LABORATORIAIS
Avalie a acidose metabólica.
Execute os testes de função hepática e renal, de oximetria e radiografia da caixa torácica.
Faça eletrocardiograma para avaliar arritmia, taquicardia, ou a prorrogação do intervalo. O conteúdo do sangue, da urina e gástrico são amostras analíticas potenciais e devem ser aproveitadas. Teste o pH do produto para avaliar os possíveis efeitos cáusticos.

Contra-indicações:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do reisco de aspiração e d pneumonite química.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO, E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Tetraconazol pertence ao grupo quimico dos triazóis, agindo, portanto, como inibidor da desmetilação esteróide. Quando administrado a ratos por via oral, Tetraconazol é rapidamente metabolizado e excretado pelos animais. Cerca de 70 horas após a administração, o produto é excretado (95%), sendo que de 62 a 71 % pela urina e 25 a 36% pelas fezes. Tetraconazol não se acumula nos tecidos.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Dose Letal Oral - DL50 oral: >2000mg/Kg para ratos
Dose Letal Dérmica - DL50 dérmica: > 5000mg/Kg para ratos Concentração Letal Inalatória - CL50: > 4,97 mg/L para ratos
Irritação Ocular: Irritação reversível na conjuntiva em até 72h em olhos de coelhos Não irritante dérmico, não sensibilizante e não mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Carcinogenicidade:
Tetraconazol foi classificado como provável carcinógeno em seres humanos com base na ocorrência de tumores hepáticos em camundongos machos e fêmeas. O Relatório do Comitê de Avaliação de Carcinogenicidade recomendou que um modelo de extrapolação de baixa dose é aplicado aos dados de tumores em animais de experimentação e que a quantificação do risco de tumores no fígado de ratos machos e fêmeas é estimada para o Tetraconazol. As unidades de risco mais potentes serão utilizadas para fins de avaliação do risco de câncer ao longo da vida pela Agência. Neste caso, a unidade de risco mais potente, Q1*, é aquela combinada das taxas de tumor maligno e benigno no fígado de ratos machos de 2,30 x 10-2 em equivalentes humanos, (USEPA, 2005).

Genotoxicidade:
Em células HeLa S3 expostos a M14360, de pureza técnica de 94,6%, durante 3 horas a 37° C. Nâo houve aumento aparente relacionado ao tratamento na contagem de grãos em condições de modo idêntico de ativação e não ativação metabólica.

Toxicidade Oral Subcrônica:
Cinco Crl: CD ratos/sexo/grupo foram dosados oralmente por gavagem com O, 70, 200 ou 500 mg/kg/dia com M14360, de pureza técnica de 92% por 4 semanas. O tecido-alvo foi o fígado. O NOEL foi de 70 mg/kg/dia com base nos efeitos sobre o fígado e nos níveis séricos de glicose em ambos os sexos, (California Environmental Protection Agency, 2008). Dez Crl: CD ratos/sexo/grupo foram dosados oralmente por gavagem com 0, 40, 160,640,2.500 ou 10.000 ppm com M14360, de pureza técnica de 92% por 4 semanas. Os fígados de ambos os sexos no grupo de 2500 ppm apresentaram fina vacuolização centrolobular nos hepatócitos mediozonais. Órgãos alvo: fígado. O NOEL foi de 40ppm baseado no alargamento dos hepatócitos nos fígados de ambos os sexos no grupo de 160 ppm (California Environmentai Protection Agency, 2008). Os ratos receberam tetraconazol na dieta em doses de O, 10, 80, 640 ppm por quatro semanas. O controle positivo foi fenobarbital (sal sódico), 75 mg/kg/dia. Os resultados da administração dietética de tetraconazol nas quatro semanas foram indução enzimática no fígado nas doses de 80 e 640 ppm. As induções na dose 640 ppm foram semelhantes àquelas induzidas por fenobarbital em 75 mg/kg/dia, (USEPA, 2008).

Toxicidade Reprodutiva e de Desenvolvimento:
Vinte e oito Crl: CD (5D) ratos/sexo/grupo (geração FO) receberam O, 10, 70 ou 490 ppm com M14360, de pureza técnica de 94,6% na dieta por 10 semanas antes do acasalamento, no acasalamento, nas 3 semanas de gestação e nas 3 semanas de lactação. NOEL de reprodução: 70 ppm (5,9 mg/kg/dia), com base na redução do tamanho da ninhada do grupo de 490 ppm em todos os três cruzamentos; NOEL de desenvolvimento: 70 ppm ((M) 5,3 mg/kg/dia, (F) 59 mg/kg/dia), com base no menor peso corporal médio das crias durante o período de lactação de todos os três acasalamentos, (California Environmental Protectíon Agency, 2008).

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna e a saúde das pessoas.
- Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação: estadual e municipal, concernentes as atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre recipientes adequado disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe a legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ISAGRO BRASIL COMÉRCIO
DE PRODUTOS AGROQuíMICOS LTDA. - Telefone de emergência (11) 2165-2383/73
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL.

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 'Xi do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA )NÃO CONTAMINADA).

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA). ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuanos, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A incineração é o método indicado para a desativação do produto, realizada em fornos apropriados, alimentados com uma mistura de ar e metano à 1100 - 1200oC. A formação HF e HCI deve ser levada para um sistema de absorção com 18 - 20% de Ca(OHh em solução de água.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, viando assegurar resultados econômico, ecológico e socialmente favoráveis.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê Brasileiro de Ação á Resistência á Fungicidas) - Qualquer produto utilizado no controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O FRAC-BR (Comitê Brasileiro de Ação á Resistência á Fungicidas) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando com isso prolongar a vida útil dos fungicidas e também manter sua performance:

Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou com mesmo modo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecutivas para o mesmo patógeno, no mesmo ciclo da cultura.
Utilizar quando conveniente o rodízio de produtos de contato e produtos com modo de ação específico (sistêmicos).
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.