Bula Forum

CI
Dimetomorfe
1395
Basf

Composição

Dimetomorfe 500 g/kg

Classificação

Terrestre
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Sistêmico, Contato

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora nicotianae var. parasitica (Gomose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Acelga

Calda Terrestre Dosagem
Pythium spp. (Estiolamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Agrião

Calda Terrestre Dosagem
Pythium aphanidermatum (Tombamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Bremia lactucae (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Peronospora destructor (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Almeirão

Calda Terrestre Dosagem
Bremia lactucae (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Anonáceas

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora nicotianae var. parasitica (Gomose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora capsici (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Peronospora destructor (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chalota

Calda Terrestre Dosagem
Peronospora destructor (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chicória

Calda Terrestre Dosagem
Bremia lactucae (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pythium spp. (Estiolamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cupuaçu

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora palmivora (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Espinafre

Calda Terrestre Dosagem
Pythium spp. (Estiolamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Estévia

Calda Terrestre Dosagem
Pythium spp. (Estiolamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Fumo

Calda Terrestre Dosagem
Peronospora tabacina (Mofo azul) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Guaraná

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora nicotianae (Gomose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora capsici (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora spp (Gomose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora palmivora (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora nicotianae (Gomose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mostarda

Calda Terrestre Dosagem
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pythium spp. (Estiolamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora capsici (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora capsici (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Plantas ornamentais

Calda Terrestre Dosagem
Peronospora sparsa (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora sp (Podridão do fruto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pythium spp. (Estiolamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora capsici (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pythium spp. (Estiolamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rúcula

Calda Terrestre Dosagem
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pythium aphanidermatum (Tombamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Plasmopara viticola (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Saco (plástico) acondicionados dentro de caixa de papelão: 0,5 e 1,0 Kg;

Saco (plástico): 0,5; 1,0 e 5,0 Kg;

Saco (plástico) contendo 6 sacos com peso líquido de 37,50 g: 225 g;

Saco (plástico) contendo 2 sacos com peso líquido de 225 g: 450 g cada.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida à base de dimetomorfe, derivado do ácido cinâmico pertencente ao grupo químico da Morfolina. Dimetomorfe possui ação pronunciada sobre os fungos do grupo dos oomicetos, agindo de forma preventiva, curativa e anti-esporulante. Com ação sistêmica local e de contato, aplicado em pulverização foliar penetra através da cutícula difundindo-se no interior da folha.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Abacaxi, Anonáceas, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Mamão, Maracujá

Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas, repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o número de 3 (três) aplicações por ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido.

Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe e Pepino

Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas, repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o número de 4 (quatro) aplicações por ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido.

Acelga, Agrião, Alface, Almeirão, Chicória, Espinafre, Estévia, Mostarda e Rúcula

Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas, repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o número de 4 (quatro) aplicações por ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido.

Alho, Cebola e Chalota

Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas, repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o número de 3 (três) aplicações por ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido.

Batata

Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas, repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, reduzindo-se para 5 dias em períodos de temperatura e umidade muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Não ultrapassar o número de 4 (quatro) aplicações por ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido.

Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e Quiabo

Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas, repetir a aplicação se necessário com intervalo de 10 dias, não ultrapassando o número de 4 (quatro) aplicações por ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido.

Fumo

Iniciar as aplicações em floating/bandeja preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas, repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o número de 6 (seis) aplicações por ciclo da cultura.

Tomate

Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas, repetir a aplicação se necessário com intervalo de 5 dias, não ultrapassando o número de 4 (quatro) aplicações por ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido.

Uva

Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas, repetir a aplicação se necessário com intervalo de 5 dias, não ultrapassando o número de 4 (quatro) aplicações por ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido.

USO EM CULTURAS ORNAMENTAIS

Plantas Ornamentais – Em ambientes aberto ou protegidos, iniciar as aplicações preventivamente, quando as condições ambientais estiverem favoráveis à infecção. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Utilizar volumes de calda conforme o porte da planta ornamental. Alternar produtos de modo de ação distintos.
Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças, indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Por se tratar de uma formulação do tipo WP (Pó Molhável) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipiente adequado.

Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados

Aplicação Terrestre

Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:

Equipamento de aplicação

Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

Seleção de pontas de pulverização

A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

Velocidade do equipamento

Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

Pressão de trabalho

Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

Altura de barras de pulverização

A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

Aplicação com equipamento costal

Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

Velocidade do vento

A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.

Temperatura e umidade

Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.

Período de chuvas

A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

LIMITAÇÕES DE USO

- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas não causará danos às culturas indicadas.
- Não aplicar em presença de ventos fortes.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícolas como:
- Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas;
- Fungicidas específicos para um determinado fungo;
- Utilização de cultivares resistentes ou tolerantes;
- Semeadura em épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos;
- Eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de Doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H5 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO H5 FUNGICIDA

O produto fungicida é composto por Dimetomorfe, que apresenta mecanismo de ação da síntese de celulose, pertencente ao Grupo H5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

PT -Dimetomorfe Técnico Milenia registro nº 6815.




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