Bula Forum

acessos
Dimethomorph
1395
Basf

Composição

Dimethomorph 500 g/kg Morfolina

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Sistêmico
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
40 a 80 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
40 a 80 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Agrião Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão-radicular
(Pythium alphanidermatum)
80 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Bremia lactucae)
80 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
0,4 a 0,8 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 3 aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Almeirão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Bremia lactucae)
80 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
0,8 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 5 a 7 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
0,4 a 0,8 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 10 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
0,4 a 0,8 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 3 aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Espinafre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Estiolamento
(Pythium spp.)
80 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo azul
(Peronospora tabacina)
3 a 4 g p.c. / L de água 300 L de calda/ha - 7 dias. U.N.A Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Guaraná Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão do fruto
(Phytophthora nicotianae var. nicotianae)
0,8 a 1 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 3 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
0,4 a 0,8 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 10 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Requeima
(Phytophthora capsici)
0,4 a 0,8 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Phytophthora palmivora)
0,8 a 1 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 3 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão do fruto
(Phytophthora nicotianae var. nicotianae)
0,8 a 1 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 3 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
40 a 80 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
0,4 a 0,8 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 10 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
0,4 a 0,8 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 10 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tombamento
(Pythium aphanidermatum)
80 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 7 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
150 g p.c./100 L de água 700 a 1300 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 5 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
0,45 a 0,68 kg p.c./ha até 600 L de calda/ha - Repetir a aplicação se necessário com intervalo de 5 dias, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo da cultura. 21 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas

Saco plástico de 0,5 e 1,0 Kg acondicionados dentro de caixa de papelão. Saco plástico de 0,5; 1,0 e 5,0 Kg. Saco plástico de 225 g (cada cartucho contendo 6 sacos com pso líquido de 1350 g). Saco plástico de 450 g cada (cartucho contendo 2 sacos com peso líquido de 100 g).

INSTRUÇÕES DE USO: CULTURA, DOSE (Kg/ha ou g/100 L), OBSERVAÇÃO:

BATATA: 0,8 Kg/ha. Aplicar 600 a 1000 litros de calda por ha, dependendo do desenvolvimento da cultura.

TOMATE envarado: 150 g/100 L. Aplicar 700 a 1000 litros de calda/ha até o início da frutificação e 1000 a 1300 L/ha da frutificação até o final do ciclo da cultura.

UVA: 0,45 a 0,675 Kg/ha. Aplicar 600 L/ha ou até ponto de escorrimento.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Sempre utilizar Forum® preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da requeima.
Para a cultura da batata, recomenda-se intervalo de aplicações de 7 dias, reduzindo-se para 5 dias em períodos de temperatura e umidade muito favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Na cultura do tomate, recomenda-se intervalo de aplicação de 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto.
Na cultura da uva, recomenda-se iniciar as aplicações preventivamente repetindo, caso seja necessário, em intervalos de 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto.


MODO DE APLICAÇÃO:
Forum® pode ser pulverizado por meio de equipamentos costais (manual ou motorizado), motorizado estacionário com mangueira (tomate envarado e uva) ou pelo sistema convencional com barra (batata). Para obter a cobertura uniforme das plantas, utilizar bicos de jato cônico com pontas e difusor adequados, pressão de trabalho de 80 -100 psi, de modo a obter 60 - 70 gotas/cm2.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata: 14 dias. Tomate: 7 dias. Uva: 21 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agricola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.

•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental Impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite o máximo possivel o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)

•Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do periodo de reentrada
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do Intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteçâo individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.

Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Grupo químico: Morfina
Classe toxicológica: III - Medianamente tóxico
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismo de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Vias de exposição: Dérmica, ocular, inalatória e oral.
Sintomas e sinais clínicos: Não foram encontrados dados de humanos sobre ingestão aguda.
Metabolismo e toxicinética: Em ratos, o ingrediente ativo Dimethomorph é metabolizado principalmente por dimetilação de um dos grupos dimetoxi ou por oxidação de um dos grupos CH2 do anel morfolina, a excreção do produto ocorre através das fezes e urina.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposiçã e de quadro clínico compatível. Em se apesentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos.
Tratamento: Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental imperveável.
Em caso de contato com os olhos, lavá-los abundantemente com soro fisiológico.
Se o produto foi ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado.
Contra indicações: A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Atenção: As intoxicações por Agrotóxicos estão inclusas entre as enfermidades de notificação compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos telefones de emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque intoxicação: 0800 722 6001
Rede Nacional De Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone da empresa:
Basf S.A Guaratinguetá - S.P.
(0800) 112273 ou (0xx12) 3128 1357

PRECAUCÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)

Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•Não utilize equipamento com vazamentos.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A desativação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contacte as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A., telefone de Emergência (0800) 11-2273 ou (Oxx12) 3128-1357.
• Utilize equipamentos de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina C02 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSP0RTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIO UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificada e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeitoo de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA). - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS;
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambienta competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos.
Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível, realizar adubação adequada, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do problema.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
· Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
· Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não misturar com produtos fortemente alcalinos.