Bula Galeão - Helm
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Bula Galeão

Imidacloprido
1810
Helm

Composição

Imidacloprido 700 g/kg

Classificação

Terrestre
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico

Saco Polietileno Ou Aluminizado 0,030; 0,100; 0,300 ou 1,0 Kilogramas

Tambor de fibra ou metálico: 25 ou 50 Kg

Frasco de Plástico: 0,100 kg

Saco plástico aluminizado ou multifolhado aluminizado, acondicionado em caixa de papelão com capacidade de acondicionamento de 600 g, 5 kg, 10 kg.

Saco plástico aluminizado ou multifolhado aluminizado com capacidade de acondicionamento de 20 kg.

MODO DE APLICAÇÃO

Antes da aplicação deve-se preparar a calda, diluindo o produto na dose recomendada em quantidade de água suficiente para uma boa cobertura da área a ser tratada.
Nos tratamentos foliares ou de solo, a aplicação é feita via pulverização terrestre através de pulverizadores costais (manuais ou motorizados) ou tratorizados, utilizando bicos para aplicação dirigida.
No tratamento de viveiros, canteiros e bandejas, a aplicação deve ser feita através de pulverizadores manuais, regadores ou via gotejamento (sistema de irrigação).
Para o controle de cupinzais, identificar e localizar os ninhos, perfurar seu centro, do topo ao núcleo, com auxílio de uma barra de aço com aproximadamente 25 mm de diâmetro, e introduzir um litro da calda preparada (30 g produto/100L de água) através deste buraco.
Os volumes de calda recomendados variam de acordo com a cultura, estágio de crescimento e condições climáticas, devendo seguir as instruções de um Engenheiro Agrônomo.
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, evitando-se momentos de ventos fortes.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA

Algodão: 30 dias;
Batata, Citros e Feijão: 21 dias;
Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego;
Fumo: Uso não alimentar;
Tomate: 7 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem os equipamentos de proteção individual (EPI) por um período de 24 horas, ou até que a calda de pulverização esteja seca nas plantas.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso.
Compatibilidade: Não foi observada nenhuma incompatibilidade de GALEÃO com outros produtos. Antes de misturar produtos recomenda-se a realização de testes prévios de compatibilidade física, química e biológica.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

GRUPO 4A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida GALEÃO pertence ao Grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos de acetilcolina) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do GALEÃO como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A
- Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar GALEÃO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas de GALEÃO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do GALEÃO, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos neonicotinóides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do GALEÃO ou outros produtos do Grupo 4A quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).