Bula Garra 450 WP

acessos
Hidróxido de cobre
2103
Oxiquímica

Composição

Hidróxido de cobre 691 g/kg Inorgânico

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
300 a 400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento sempre que as condições forem favoráveis à incidência da doença. Sem restrições. Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
100 a 150 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Repetir o tratamento cerca de 30 dias após a primeira aplicação. Sem restrições. Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 kg p.c./ha 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
250 g p.c./100 L de água 1 L de calda / planta - Repetir com intervalos de 5 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação após a poda das plantas
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
250 a 300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - reaplicar com intervalos de 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 25 - 30 dias após o transplante das mudas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
250 a 400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a cada 5 a 7 dias. sem restrições. Iniciar a aplicação aos 25 - 30 dias após o transplante das mudas
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
250 a 400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a cada 5 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 25 - 30 dias após o transplante das mudas
Requeima
(Phytophthora infestans)
400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir a cada 5 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 25 - 30 dias após o transplante das mudas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
200 a 250 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Pulverizando preventivamente em intervalos de 4 a 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 25 - 30 dias após o transplante das mudas

Saco plástico envolto externamente por saco de papel multifolhado com peso líquido de 4 e 15 Kg. Saco plástico interno lacrado e acondicionado em outro saco plástico com peso líquido de 1 e 2 Kg. Saco multifoliado de papel com capacidade de 10 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALOS DE APLICAÇÃO:

BATATA: Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura e repetir com intervalos de 3 a 7 dias, se necessário. Intervalos mais curtos em época favorável à doença. Volume de calda de 1000 L/ha.

CAFÉ: Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo o tratamento sempre que as condições forem favoráveis à incidência da doença.

CITROS: Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada) e repetir o tratamento cerca de 30 dias após a primeira. Volume de calda de 10 L/planta.

FEIJÃO: Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença

MAÇÃ: Iniciar a aplicação após a poda das plantas, repetindo com intervalos de 5 a 7 dias, se necessário. Volume de calda de 1 L/planta.

PIMENTÃO: Iniciar a aplicação aos 25-30 dias após o transplante das mudas e repetir com intervalos de 7 dias, se necessário. Volume de calda de 1000 L/ha.

TOMATE: Iniciar a aplicação aos 20-25 dias após o transplante das mudas e repetir a cada 5 a 7 dias, se necessário. Volume de calda de 1000 L/ha.

UVA: Iniciar a aplicação durante o período de frutificação, pulverizando preventivamente em intervalos de 4 a 7 dias, se necessário. Volume de calda de 500 – 1000 L/ha.

MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

- O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as
plantas, nas doses recomendadas.
- Equipamentos de aplicação: Utilizar pulverizador tratorizado com jato dirigido, com pressão
de 100 a 150 libras ou utilizar pulverizador costal com pressão de 50 libras, com bico X-2
ou X-3 ou ainda, utilizar atomizador com pressão de 250 libras.
- Em todas as formas de aplicação deve-se observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura
de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a
deriva e a evaporação do produto.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Batata: 7 dias. Feijão:7 dias. Tomate:1 dia. Maçã:7 dias. Café: 21 dias. Citros:7 dias. Pimentão: 7 dias. Uva:7 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
- Devido às condições de aplicação e a baixa toxicidade do produto, não há restrições para a reentrada de pessoas na área tratada, desde que devidamente trajadas.

LIMITAÇÕES DE USO:
- O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado.
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Alguns cultivares poderão acusar sensibilidade ao produto quando o clima apresentar alta umidade atmosférica, juntamente com temperaturas relativamente baixas. Em caso de dúvida, recomenda-se efetuar testes prévios em pequena escala.
- Incompatibilidade: Incompatível com TMTD, DNOC, enxofre cálcico, ditiocarbamatos e produtos com altos teores de fósforo.

- O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado.
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Alguns cultivares poderão acusar sensibilidade ao produto quando o clima apresentar alta umidade atmosférica, juntamente com temperaturas relativamente baixas. Em caso de dúvida, recomenda-se efetuar testes prévios em pequena escala.
- Incompatibilidade: Incompatível com TMTD, DNOC, enxofre cálcico, ditiocarbamatos e produtos com altos teores de fósforo.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
- Não utilize equipamentos com vazamentos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas;
- Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações,
animais e pessoas;
- Uso exclusivamente agrícola.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
o Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
o Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
ý PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
o Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microrganismos.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

Desenvolvimento de Resistência dos Fungos:
Qualquer agente de controle de fungos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o fungo alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo resistência a fungicidas pode-se prolongar a vida útil dos fungicidas.
· Qualquer produto para controle de fungo da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações sucessivas da mesma praga;
· Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência a fungicidas;
· Incluir outros métodos de controle de fungos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível.