Bula Gaucho FS

acessos
Imidacloprid
9498
Bayer

Composição

Imidacloprido 600 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
600 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
450 a 600 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Tripes
(Frankliniella schultzei)
450 a 600 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
350 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Cupim
(Procornitermes triacifer)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes.Tratamento de sementes
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
60 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
60 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
60 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
60 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Pulgão
(Aphis craccivora)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
600 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Cigarrinha do milho
(Dalbulus maidis)
800 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Cupim
(Procornitermes triacifer)
250 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
400 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Percevejo barriga verde
(Dichelops furcatus)
350 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Pulgão
(Rhopalosiphum maidis)
400 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Tripes
(Frankliniella williamsi)
800 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Coró da soja
(Phyllophaga cuyabana)
100 a 200 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
70 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
60 mL p.c./100 kg de sementes - - - - Tratamento de sementes

Frascos de polietileno com capacidade para 0,25; 0,5 e 1 L.
Bombonas de polietileno de 5 e 20 L.
Contentor Intermediário-IBC de aço, ferro, fibra, polietileno e COEX: 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000; 1,250; 2.000; 5.000; 10.000; 20.000 L
Tanque ( Isotanque) de aço, ferro, fibra, polietileno e COEX: 1.000;5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 25.000; 50.000 L
Tanque portátil de aço, ferro, fibra, polietileno e COEX: 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000; 1250; 2.000; 5.000; 10.000; 20.000 L

O Gaucho FS é um inseticida sistêmico, possuindo ação de contato e ingestão.

(*) A dose maior deve ser utilizada após avaliação prévia e quando constatada altas infestações da praga na área.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Uso exclusivo para o tratamento de sementes.

MODO DE APLICAÇÃO:

O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos ou em máquinas específicas.

O tratamento é feito via úmida, diluindo-se a dose recomendada do inseticida em um volume que não exceda 500 ml de água por 100 kg de sementes. No caso particular dos tambores rotativos, proceder a mistura durante 3 minutos, para que ocorra uma perfeita uniformização do inseticida sobre a superfície das sementes.

As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo úmido que garanta germinação e emergência uniforme.

Obedecer as recomendações oficiais de profundidade de semeadura.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Não determinado, por referir-se a tratamento de sementes.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Como a finalidade do produto é tratamento de sementes, não há restrições quanto a reentrada de pessoas em lavoura oriundas de sementes tratadas.

LIMITAÇÕES DE USO:
O tratamento deverá ser efetuado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor).
Sementes tratadas não podem ser utilizadas para alimentação humana ou animal.
Não deixar sementes tratadas expostas sobre o solo.
Os usos dos produtos estão restritos aos indicados no Rótulo e Bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos ás culturas indicadas.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Uso exclusivamente agrícola. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento de proteção (EPI) danificado. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua e não aplique o produto sem a utilização dos equipamentos de proteção individual recomendados neste rótulo/bula. Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, pessoas, rações e animais.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto , siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca e luvas/botas de borracha).

Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca e luvas/botas de borracha).

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico com vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto em sua embalagem original adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas separadamentre das demais roupas da família e lave os equipamentos de proteção individual após cada uso. No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão algodão hidro-repelente com mangas compridas, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca e luvas/botas de borracha).
- Antes de retirar os EPIs lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os EPIs recomendados devem ser retirados na seguinte ordem : óculos, avental, botas, macacão , luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros , seguindo corretamente as especificações do fabricante.


PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: Não provoque vômito, caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado, e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Não dê nada para beber a uma pessoa inconsciente.
Olhos: Lave com água em abundância, usando sabão neutro, e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Inalação: Procure local arejado. Vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

Grupo Químico:
Neonicotinóide
Classe toxicológica:
III – MEDIANAMENTE TÓXICO
Mecanismos de toxicidade:
Inceticidas neonicotinóides interagem menos com os subtipos de receptores nicotínicos humanos quabdo comparados aos insetaos. Devido a pouca penetração através da barreira hemato-encefálica, os efeitos mediatos pelo sistema nervoso central não são esperados em neveis baixo de exposição.

Vias de exposição:
Oral ,Inalatória, ocular e dérmica

Sintomas e sinais clínicos:
A exposição ao imidacloprido pode causar irritação dérmica e ocular, fadiga, agitação, espasmos, fraqueza muscular e dificuldade respiratória.
A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinóides pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou outros ingredientes, sendo que alguns podem ser corrosivos. Devem-se tratar os sintomas.
A ingestão pode causar tontura sonolência, tremores e movimentos incoordenados. Sintomas após exposição aguda ao produto formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluíram falta de coordenação, tremores, diarréia e perda de peso. Estudos crônicos com ratos mostraram que a tireóide é sensível ao imidacloprido. Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em experimentos animais de dose alta observaram-se distúrbios na respiração e na movimentação, tremores, hipotermia e reflexos pupilares impareados. Os sintomas são similares à intoxicação por nicotina. Esses inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou inalatória do que quando absorvido por via oral.

Toxicocinética:
Estudos de biocinéticas em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma, a eliminação , é rápida e completa. Não há indícios de potencial de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição. Observa-se, como média, 75% da excreção via urina e o restante via fezes pela bile excretada. O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 a 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante pequena. A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante limitada. A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em machos que em fêmeas. Somente entre 10 a 16% do composto parenteral é encontrado na excreta. O principal metabólito renal excretado é o ácido 6 cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como aos 2 correspondente de biotransformação com anel imidazolidina.
As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis pela degradação do imidacloprido são: 1-clivagem oxidativa gerando nitroiminoimidazolina e ácido cloronicotínico que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30% destes.
2- Hidrixilação do anel imidazolina entre as posições 4-5. Cerca de 16% dos metabólitos recuperados identificados foram a soma de 4-e 5 – hidroxi-imidacloprido.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
Não há antídoto específico, o tratamento deve ser sintomático e de suporte.
Remova o paciente da fonte e exposição. Lave a área do corpo atingida pelo produto com grandes quantidades de água e sabão.
Lave os olhos com grande quantidade de água durante 15 minutos, se necessário, utilize colírio anestésico após a lavagem.
Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidadosamente para o possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago, considerar a endoscopia para determinar a extensão do dano.
Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativas (grandes volumes) e no período máximo de 2 horas.
Administra carvão ativado (240 ml de água/30 g de carvão ativado).
Dose usual: 25 a 100g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos), e 1g/kg em crianças com menos de 1 anos de idade.Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e diarréia.

Contra indicações:
A indução do vômito é contra – indicada em razão do risco de aspiração e da pneumonite química.

Efeitos sinérgicos:
Não conhecidos ou existentes.

Atenção:
Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos
TELEFONES PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA:
Disque intoxicação 0800 722 6001
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação ( SINAN/MS)
EMPRESA: 0800-701 0450

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTÍDOTO:
Não específico - Tratamento sintomático conforme as ocorrências clínicas surgirem e segundo sua gravidade.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
A biotransformação ocorre principalmente em duas vias. A primeira através da oxidação da molécula, formando o ácido 6-cloronicotínico, que reage posteriormente com glicina para formar o conjugado ácido hipúrico e, a segunda, pela hidroxilação do anel imidazolidina na posição 4 ou 5.
O produto é eliminado rapidamente e de forma completa dentro de 48 horas após a aplicação, tendo como principal via de excreção a urina.
Em ratos, o produto tem ação reversível sobre o sistema nervoso, observando-se efeitos sobre sistema respiratório e muscular. É rapidamente absorvido pelo trato gastro intestinal, porém pouco via dérmica e via inalatória, não apresentando lesões dérmicas e nem nas vias respiratórias. O produto é eliminado rapidamente e de forma completa dentro de 48 h após a aplicação, tendo como principal via de excreção a fígado e rins.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Efeitos agudos resultantes de ensaios com animais (Produto formulado):
Via dérmica e inalatória, os estudos demonstram que o produto não ocasiona lesões/irritação dermal ou a olhos de coelhos e é sensibilizante dérmico à pele de cobaias. Crônicos: nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (900 ppm) um retardamento no ganho de peso nos animais. O estudo também mostrou que, com relação à observação de partículas mineralizadas no colóide de folículos da tiróide, os ratos machos se mostraram mais sensíveis que as fêmeas. Com relação aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhuma anormalidade ou efeitos significativos. As doses sem efeito foram, respectivamente, 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para ratos machos.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

SINTOMAS DE ALARME: Em ratos, sob altas doses, foram observados distúrbios respiratórios, passos cambaleantes, tremor e cãibras.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Da Empresa - ligações gratuitas: (11) 5694-5333 / (21) 2761-4023. Centro de Informações Toxicológicas: 0800-410148.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III). Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A. - telefone de Emergência: 0800 243334. Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTAM EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuvas e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


OBS.: AS ORIENTAÇÕES ABAIXO DEVERÃO SER MANTIDAS PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)


ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

SACARIAS:
-AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens – SACARIAS - vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuvas e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio das SACARIAS.

Essa embalagem – SACARIAS – vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificadas e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM – SACARIAS VAZIAS
Devem ser devolvidas, em conjunto com a embalagem do agrotóxico Gaucho FS ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.

Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico Gaucho FS e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambienta' competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que indui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.