Bula Gaucho FS - Bayer
CME MILHO (DEZ/20) US$ 3,650 (0,50%)
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Bula Gaucho FS

Imidacloprido
9498
Bayer

Composição

Imidacloprido 600 g/L

Classificação

Tratamento de Sementes
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Contato, Ingestão, Sistêmico

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Frankliniella schultzei (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Syntermes molestus (Cupim de montículo)

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Enneothrips flavens (Tripes do bronzeamento)

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Oryzophagus oryzae (Bicheira da raiz do arroz)
Procornitermes triacifer (Cupim)
Syntermes molestus (Cupim de montículo)

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Diloboderus abderus (Larva pão de galinha)
Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas)
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais)

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Diloboderus abderus (Larva pão de galinha)
Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas)
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Aphis craccivora (Pulgão)
Bemisia tabaci (Mosca branca)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)
Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde)
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Dalbulus maidis (Cigarrinha do milho)
Deois flavopicta (Cigarrinha das pastagens)
Dichelops furcatus (Percevejo barriga verde)
Frankliniella williamsi (Tripes)
Procornitermes triacifer (Cupim)
Rhopalosiphum maidis (Pulgão)
Syntermes molestus (Cupim de montículo)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Phyllophaga cuyabana (Coró da soja)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)
Diloboderus abderus (Larva pão de galinha)
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais)

Frascos de polietileno com capacidade para 0,25; 0,5 e 1 L.
Bombonas de polietileno de 5 e 20 L.
Contentor Intermediário-IBC de aço, ferro, fibra, polietileno e COEX: 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000; 1,250; 2.000; 5.000; 10.000; 20.000 L
Tanque ( Isotanque) de aço, ferro, fibra, polietileno e COEX: 1.000;5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 25.000; 50.000 L
Tanque portátil de aço, ferro, fibra, polietileno e COEX: 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000; 1250; 2.000; 5.000; 10.000; 20.000 L

INSTRUÇÕES DE USO

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Uso exclusivo para o tratamento de sementes. Realizar no máximo 01 aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO

O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos ou em máquinas específicas. O tratamento é feito via úmida, diluindo-se a dose recomendada do inseticida em um volume que não exceda 500 ml de água por 100 kg de sementes. No caso particular dos tambores rotativos, proceder a mistura durante 3 minutos, para que ocorra uma perfeita uniformização do inseticida sobre a superfície das sementes. As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo úmido que garanta germinação e emergência uniforme. Obedecer as recomendações oficiais de profundidade de semeadura.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não determinado, por referir-se a tratamento de sementes.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Como a finalidade do produto é tratamento de sementes, não há restrições quanto à reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas.

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos ao indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. O tratamento deverá ser efetuado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor). Sementes tratadas não podem ser utilizadas para alimentação humana ou animal. Não deixar sementes tratadas expostas sobre o solo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.

Produto pouco corrosivo a ferro e latão.
PT - Premier Técnico BCS registro nº 7512.