Glufim
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Glufosinato
Registro MAPA:
6826
Empresa Registrante:
Somax |
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| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Glufosinato - Sal de amônio | 200 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Solúvel (SL)
Modo de Ação:
Não seletivo, Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Cana-de-açúcar | Dosagem | |
|---|---|---|
| Dessecação (Dessecação) | veja aqui |
| Cevada | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Dessecação (Dessecação) | veja aqui | veja aqui |
| Feijão | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Dessecação (Dessecação) | veja aqui | veja aqui |
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 0,200 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 10 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
INSTRUÇÕES DE USO:
Glufim é um herbicida não seletivo do grupo homoalanina substituída, com formulação concentrado solúvel (SL) indicado para controle de plantas daninhas nas seguintes situações:
- Aplicação em área total para dessecação de pré-plantio, no sistema de plantio-direto, das culturas soja e trigo.
- Aplicação em pós-emergência (da planta infestante e cultura na forma de jato dirigido para as culturas algodão, café, citros, eucalipto, maçã, milho, nectarina, repolho e uva.
- Aplicação em área total para dessecação da cultura em pré-colheita nas culturas de cana-de-açúcar, cevada, feijão, soja e trigo.
- Aplicação em pós-emergência em área total nas culturas de algodão geneticamente modificado e milho geneticamente modificado.
- Aplicação em pós-plantio e pré-emergência da cultura da Batata na fase de “cracking timing” (rachamento do solo antes da emergência da cultura).
MODO DE APLICAÇÃO:
PREPARO DA CALDA:
? Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação.
? Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem;
? Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de forma que atinja a altura do agitador (ou retorno);
? Inserir a dose recomendada do Glufim e acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo;
? Completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
? Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres.
? Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro, a aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Seguir as recomendações abaixo:
PULVERIZADORES DE BARRA:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com as pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre as pontas e a altura da barra em relação ao alvo recomendado pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir gotas médias a grossas.
EQUIPAMENTOS COSTAIS (MANUAIS OU MOTORIZADOS):
Para aplicação com pulverizadores costais manuais, utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa, direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura utilizando o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação do produto.
JATO DIRIGIDO:
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) dirigido a entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre as pontas e a altura da barra em relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir gotas médias a grossas.
APLICAÇÃO AÉREA:
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade do voo (km/h), que permita a liberação e a deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm2 e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/há de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
? Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
? Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação;
? Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
? Para aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar os 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
VOLUME DE CALDA: 30-40L/ha
TAMANHO DE GOTAS: MÉDIA-GROSSA
COBERTURA MÍNIMA: 40 gotas/cm²
ALTURA DE VOO: 3m
FAIXA DE APLICAÇÃO: 15-18m
DISTRIBUIÇÃO DE PONTAS: 65%
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura: entre 10 e 30ºC;
Umidade do ar: maior que 55%;
Velocidade do vento: entre 3 e 10km/h
RECOMENDAÇÕES E RESTRIÇÕES GERAIS
DERIVA:
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e às condições climáticas (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por Inversão Térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica.
DIÂMETRO DAS GOTAS:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Utilize pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores;
Use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
TEMPERATURA E UMIDADE:
Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior a 55%. Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
VENTOS:
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique a de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras entrem em contato com a névoa do produto.
PERÍODO DE CHUVAS:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de seis (6) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto.
INVERSÃO TÉRMICA:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com
movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
? Após cada aplicação do produto Glufim, faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação;
? Tome as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe os equipamentos perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis;
? Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e Municipal;
? Com equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa por todas as partes do equipamento (mangueiras, barras, bicos, difusores);
? Remova e limpe as peças com solução de limpeza e enxague completamente com água limpa, no mínimo, 3 vezes.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize EPI´s - Equipamentos de Proteção Individual.
LIMITAÇÕES DE USO
Glufim é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto. Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas
RESTRIÇÕES GERAIS
- Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas.
- Sendo um produto de contato, é importante uma boa cobertura e uniforme das folhas das plantas daninhas pela calda de pulverização;
- O controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos de baixa insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as plantas daninhas estão sob estresse devido às condições ambientais como a seca, temperaturas frias ou longos períodos de nebulosidade;
- Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam nos estádios iniciais e em condições favoráveis de desenvolvimento;
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto;
- Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula;
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Somax Agro do Brasil LTDA antes de aplicar este produto;
- É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo, especialmente para culturas de exportação.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles, o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
? Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H (homoalanina substituída) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
? Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
? Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO H HERBICIDA
O produto herbicida Glufim é composto por Glufosinato – Sal de Amônio, que apresenta mecanismo de inibidores da GS, pertencente ao Grupo H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação a Resistência de Herbicidas).