Bula Granary

acessos
Imidacloprido
3414
Albauch

Composição

Imidacloprido 700 g/kg Neonicotinóide

Classificação

Inseticida, Cupinicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g p.c./ha 600 a 1200 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar até 24 horas antes do transplantio definitivo no campo ou aplicação em jato dirigido no colo das plantas após o transplantio
Pulgão da alface
(Dactynotus sonchi)
300 g.p.c./ha 600 a 1200 L de calda/ha - - 14 dias. Aplicar até 24 horas antes do transplantio definitivo no campo ou aplicação em jato dirigido no colo das plantas após o transplantio
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
70 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 30 dias. A aplicação deverá ser realizada quando em 7 das 10 plantas examinadas estiverem com as folhas com sinais de ataque (encarquilhamento e/ou fumagina) ou existirem pulgões vivos
Tripes
(Frankliniella schultzei)
70 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 30 dias. A aplicação deverá ser realizada quando em 7 das 10 plantas examinadas estiverem com as folhas com sinais de ataque (encarquilhamento e/ou fumagina) ou existirem pulgões vivos
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
360 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 30 dias. A aplicação deverá ser realizada sobre a linha de plantio logo após a emergência da cultura
Tripes
(Thrips palmi)
100 g.p.c./ha 500 a 100 L de calda/ha - - 21 dias. Aplicar o produto logo após o aparecimento da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
0,05 g p.c. / planta 100 a 150 mL de calda/planta - - 45 dias. Aplicar no início da estação chuvosa
Cigarra
(Quesada gigas)
1 a 1,3 kg p.c./ha 100 a 150 mL de calda/planta - - 45 dias. Aplicar no início da estação chuvosa
Mosca das raízes
(Chiromyza vittata)
1 a 1,3 kg p.c./ha 100 a 150 mL de calda/planta - - 45 dias. Aplicar no início da estação chuvosa
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da cana
(Migdolus fryanus)
400 g p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. A aplicação deverá ser realizada sobre os toletes colocados no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento
Cupim
(Heterotermes tenuis)
100 g p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. A aplicação deverá ser realizada sobre os toletes colocados no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
400 g i.a. / ha 200 a 400 L de calda/ha - Aplicação única. Não determinado devido à modalidade de aplicação: tratamento do sulco de plantio. A aplicação deverá ser realizada sobre os toletes colocados no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga
Cochonilha cabeça de prego
(Chrysomphalus ficus)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga
Cochonilha escama farinha
(Pinnaspis aspidistrae)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga
Cochonilha verde
(Coccus viridis)
10 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
150 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 21 dias. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga na cultura, ou quando for observado uma média de 2 insetos/folíolo
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 21 dias. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga na cultura, ou quando for observado uma média de 2 insetos/folíolo
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fumo
(Faustinus cubae)
30 g p.c. / 100 m² 180 a 240 L de água/ha - - U.N.A. Para controle no canteiro deverá ser realizada duas aplicações, sendo a primeira logo após a semeadura e a segunda aplicação após 45 dias. Para controle na lavoura deverá ser realizada apenas uma aplicação, logo após o transplante com o jato dirigido, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo
Broca do fumo
(Faustinus cubae)
360 g p.c./ha 180 a 240 L de calda/ha - - U.N.A. Para controle no canteiro deverá ser realizada duas aplicações, sendo a primeira logo após a semeadura e a segunda aplicação após 45 dias. Para controle na lavoura deverá ser realizada apenas uma aplicação, logo após o transplante com o jato dirigido, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo
Pulgão verde
(Myzus persicae)
30 g p.c. / 100 m² 180 a 240 L de água/ha - - U.N.A. Para controle no canteiro deverá ser realizada duas aplicações, sendo a primeira logo após a semeadura e a segunda aplicação após 45 dias. Para controle na lavoura deverá ser realizada apenas uma aplicação, logo após o transplante com o jato dirigido, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo
Pulgão verde
(Myzus persicae)
360 g.p.c./ha 180 a 240 L de calda/ha - - U.N.A. Para controle no canteiro deverá ser realizada duas aplicações, sendo a primeira logo após a semeadura e a segunda aplicação após 45 dias. Para controle na lavoura deverá ser realizada apenas uma aplicação, logo após o transplante com o jato dirigido, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após uma emergência ou transplantio das plantas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após uma emergência ou transplantio das plantas
Tripes
(Thrips palmi)
200 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após uma emergência ou transplantio das plantas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após o transplantio das plantas. Utilizar jato dirigido (“drench”) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após a emergência das plantas, na bandeja, em gotejamento
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após o transplantio das plantas. Utilizar jato dirigido (“drench”) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo
Tripes
(Thrips palmi)
200 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 40 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após o transplantio das plantas. Utilizar jato dirigido (“drench”) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após o transplantio das plantas. Utilizar jato dirigido (“drench”) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após a emergência das plantas, na bandeja, em gotejamento
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após uma emergência ou transplantio das plantas
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após uma emergência ou transplantio das plantas
Tripes
(Thrips palmi)
200 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após o transplantio das plantas. Utilizar jato dirigido (“drench”) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo
Tripes
(Thrips palmi)
300 g p.c./ha 10 a 15 mL de calda/planta - - 7 dias. A aplicação deverá ser realizada logo após a emergência das plantas, na bandeja, em gotejamento

Tipo: Balde/Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 5; 10 e 20 kg.

Tipo: Big-bag
Material: Plástico estruturado
Capacidade: 100; 200; 1.000; 5.000; 10.000 e 25.000 kg.

Tipo: Container
Material: Metálico
Capacidade: 1.000; 5.000; 10.000 e 25.000 kg.

Tipo: Frasco/Pote
Material: Plástico/Metal
Capacidade: 0,1; 0,5 e 1 kg.

Tipo: Saco
Material: Hidrossolúvel
Capacidade: 0,250 kg.

Tipo: Saco
Material: Aluminizado; Plástico ou Papel revestido com polietileno
Capacidade: 0,1; 0,5; 1; 5; 10 e 20 kg.

Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 20; 100 e 200 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
GRANARY é um inseticida de MODO DE AÇÃO sistêmico do grupo químico Neonicotinoide, usado em aplicação de solo e foliar para controle de pragas, nas culturas de Alface, Algodão, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Feijão, Fumo, Melancia, Melão e Tomate.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) e do Pulgão(Dactinotus sonchi) na cultura da Alface, recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 300 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 600 a 1.200 L/ha. Caso for constatada a presença da praga em uso de bandeja em viveiro de mudas, aplicar até 24 horas antes do transplantio definitivo no campo ou aplicação em jato dirigido no colo das plantas após o transplantio.
ALGODÃO:
Para o controle do Pulgão-do-algodoeiro(Aphis gossypii) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 70 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 a 300 L/ha. A aplicação deverá ser realizada quando em 7 das 10 plantas examinadas estiverem com as folhas com sinais de ataque(encarquilhamento e/ou fumagina), ou existirem pulgões vivos. É importante o controle das plantas até 50 a 60 dias após o período de emergência.
Para o controle do Tripes(Frankliniella schultzei) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 a 300 L/ha. Aplicar o produto logo após o aparecimento da praga.
BATATA:
Para o controle do Tripes(Thrips palmi) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha. Aplicar o produto logo após o aparecimento da praga.
Para o controle do Pulgão-verde(Myzus persicae) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 360 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha. A aplicação deverá ser realizada sobre a linha de plantio logo após a emergência da cultura.
CAFÉ:
Para o controle da Mosca-das-raízes(Chiromyza vitata) e da Cigarra-do-cafeeiro(Quesada gigas) recomenda-se aplicação única utilizando a dose 1.000 a 1.300 g do produto comercial/ha.
Para o controle do Bicho-mineiro-do-café(Leucoptera coffeella) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 0,05 g do produto comercial/planta. Em caso de reinfestação após o término do efeito residual, fazer aplicação com outro inseticida recomendado para praga.
Para o controle das pragas do cafeeiro, aplicar no início da estação chuvosa. Em plantas até 2 anos de idade utilizar o volume de calda de 15 a 50 mL/muda, e em plantas com mais de 2 anos de idade, utilizar o volume de calda de 100 a 150 mL/planta.
Para o controle do Cupim(Heterotermes tennuis), da Broca-da-cana(Migdolus fryanus) e do Tripes(Thrips tabaci) na cultura da Cana-de-açúcar, recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 400 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 a 400 L/ha. A aplicação deverá ser realizada sobre os toletes colocados no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento.
CITROS:
Para o controle da Minadora-das-folhas(Phyllocnistis citrella), do Pulgão-preto(Toxoptera citricida) e da Cigarrinha-da-cvc(Oncometopia facialis) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 5 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 2.000 L/ha. A aplicação deverá ser realizada assim que observar o aparecimento da praga. Para o controle da Minadora-das-folhas o tratamento deverá ser feito logo no início da brotação, direcionando o jato para as novas brotações, principalmente dirigindo às lagartas vivas no 1º e 2º estádio de desenvolvimento.
Para o controle da Cochonilha-orthezia(Orthezia praelonga), da Cochonilha-pardinha(Selenespidus articulatus), da Cochonilha-escama-farinha(Pinnaspis aspidistrae), da Cochonilha-cabeça-de-prego(Chrysomphalus fícus) e da Cochonilha-verde(Coccus viridis) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 10 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 2.000 L/ha. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga.
Para o controle da Vaquinha-verde-amarela(Diabrotica speciosa) e da Cigarrinha-verde(Empoasca kraemeri) na cultura do Feijão, recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 150 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 a 300 L/ha. A aplicação deverá ser realizada assim que observada o aparecimento da praga na cultura, ou quando for observado uma média de 2 insetos/folíolo.
FUMO(CANTEIRO):
Para o controle da Broca-do-fumo(Faustinus cubae) e do Pulgão-verde(Myzus persicae) recomenda-se a utilização da dose de 15 g do produto comercial/50 m², com volume de calda da dose recomenda diluída em 40 L de água. Deverá ser realizada 2 aplicações, sendo a primeira logo após a semeadura e a segunda após 45 dias.
FUMO(LAVOURA):
Para o controle do Pulgão-verde(Myzus persicae) e da Broca-do-fumo(Faustinus cubae) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 360 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 180 a 240 L/ha. Aplicação deverá ser realizada logo após o transplante com jato dirigido, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.
MELANCIA:
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 300 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 10 a 15 mL/planta.
Para o controle do Pulgão-das-inflorescências(Aphis gossypii) e do Tripes(Thrips palmi) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 200 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 10 a 15 mL/planta.
Para o controle das pragas da Melancia, a aplicação deverá ser realizada logo após uma emergência ou transplantio das plantas. Utilizar jato dirigido (drench) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.
MELÃO(DRENCH-ESGUICHO)
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B), do Pulgão-das-inflorescência(Aphis gossypii) e do Tripes(Thrips palmi) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 200 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 10 a 15 mL/planta.
MELÃO(BANDEJA E GOTEJAMENTO)
Para o controle do Tripes(Thrips palmi) e da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 300 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 10 a 15 mL/planta.
Para o controle das pragas do Melão, a aplicação deverá ser realizada logo após uma emergência ou transplantio das plantas. Utilizar jato dirigido(drench) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.
TOMATE(DRENCH-ESGUICHO):
Para o controle do Tripes(Thrips palmi), do Pulgão-verde(Myzus persicae) e da Mosca-branca(Bemisia tabaci) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 200 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 10 a 15 mL/planta.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 300 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 10 a 15 mL/planta.
TOMATE(BANDEJA E GOTEJAMENTO):
Para o controle do Tripes(Thrips palmi) e da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) recomenda-se aplicação única utilizando a dose de 300 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 10 a 15 mL/planta.
Para o controle das pragas do tomateiro, a aplicação deverá ser realizada logo após uma emergência ou transplantio. Utilizar jato dirigido (drench) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.

MODO DE APLICAÇÃO:
GRANARY® é indicado para aplicações terrestres, nas dosagens recomendadas, diluído em água, de acordo com as diferentes modalidades de aplicação recomendadas abaixo:

APLICAÇÃO TERRESTRE EM ÁREA TOTAL:
- Para as culturas de algodão, batata e feijão empregam-se pulverizadores de barra com bicos cônicos.
- Em citros, para as aplicações foliares, recomenda-se o emprego de turboatomizadores, e uso de óleo mineral ou vegetal á calda de pulverização.

APLICAÇÃO TERRESTRE LOCALIZADA (JATO DIRIGIDO):
- Em café a aplicação deverá ser dirigida para o solo, utilizando-se pulverizadores de barra adaptado para alta vazão, sendo realizada no local de maior concentração de raízes e nas proximidades do tronco.
- Em cana-de-açúcar, a aplicação deverá ser realizada através de pulverização em jato dirigido sobre os toletes dentro do sulco de plantio, utilizando bico de jato leque de deposição uniforme ou similar.
- Em fumo, para as aplicações em campo, após o transplante de mudas, o produto diluído em água deverá ser aplicado na modalidade de esguicho dirigindo-se o jato do pulverizador para a base da planta de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.

APLICAÇÃO SOBRE BANDEJAS DE MUDAS:
- Para as culturas de alface, melão e tomate o produto também pode ser aplicado diretamente sobre as bandejas de mudas com o auxílio de um pulverizador costal manual dotado de bico de jato plano (leque).
Logo após a aplicação recomenda-se nova pulverização com água no mesmo volume indicado para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular.

APLICAÇÃO JUNTO A IRRIGAÇÃO POR GOTEJO:
- Para as culturas de melão e tomate, o produto pode ser aplicado diluído na água de irrigação, respeitando-se a dose de produto recomendada por hectare.

Recomendação Geral:
GRANARYO deve ser aplicado com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 10 km/h.
Na preparação da calda, diluir o produto na dose recomendada em quantidade de água suficiente para uma boa cobertura da área a ser tratada.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Alface.............................14 dias
Algodão.........................30 dias
Batata, citros e feijão....21 dias
Cana-de-açúcar............. ND
Café...............................45 dias
Fumo..............................UNA
Melancia e melão...........40 dias
Tomate..........................07 dias
ND- Não determinado devido a modalidade de aplicação: tratamento no sulco de plantio.
UNA - Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
-Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EM: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável ; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe. óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar. deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR GRANARY -

INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico : Neonicotinoide
Classe toxicológica: III — Medianamente Tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória_e dérmica.
Toxicocinética: Em ratos, o Imidacloprido foi rápida e quase totalmente absorvido pelo trato gastrintestinal e eliminado do organismo (96% em 48 horas, sendo 75% pela urina e o restante, nas fezes). A maior parte da excreção nas fezes foi originada na circulação enterohepática. Uma pequena percentagem da dose administrada foi eliminada como composto inalterado (15%). O pico de concentração plasmática foi atingido entre 1 e 2 horas após a administração. A distribuição foi na maioria dos tecidos, à exceção de tecido adiposo, sistema nervoso central (SNC) e ossos. As maiores concentrações foram encontradas na tireoide e nas glândulas adrenais. Sem evidências de bioacumulação do produto ou dos seus metabolitos. A biotransformação ocorreu principalmente em duas vias: a primeira através da oxidação da molécula, formando o ácido 6-cloronicotínico, que reage posteriormente com glicínia para formar o conjugado ácido hipúrico e, a segunda, pela hidroxilação do anel innidazolidina na posição 4 ou 5.
Mecanismos de toxicidade: O Imidacloprido age como agonista dos receptores nicotínicos da acetilcolina no SNC, alterando assim a transmissão do sinal nas sinapses nervosas. É estrutural e funcionalmente associado à nicotina. A toxicidade do Imidacloprido é devido à interferência da neurotransmissão nos receptores nicotínicos do SNC. Imidacloprido mimetiza a acetilcolina, mas não é inativo pela acetilcolinesterase, causando assim hiperestimulação nervosa. É relativamente pouco tóxico para humanos porque sua afinidade aos subtipos de receptores nicotínicos humanos é menor, quando comparada aos de insetos. O lmidacloprido possui pouca penetração através da barreira hemato-encefálica, motivo pelo qual efeitos sobre o SNC não são esperados em níveis baixos de exposição. O ácido 6-cloronicotínico atua no SNC e representa 7,9% dos compostos excretados na urina.
Sintomas e sinais clínicos:
Toxicidade aguda: é moderadamente tóxico. É mais tóxico após ingestão. Nas intoxicações agudas em humanos, embora escassas, foram observadas.
Sinais e sintomas:
Dérmica: Não foi sensibilizante dérmico.
Ocular inalatória: Depressão do SNC, desorientação, febre, agitação, grave, delírio e insuficiência respiratória (pode requerer ventilação mecânica).
Oral: Náuseas, vômitos e toxicidade sistêmica após ingestão maciça.
Sistêmica: Hipotensão e arritmia ventricular fatal(após a ingestão de 19,2 g de Imidacloprido); hipotermia; fraqueza dos músculos cervicais e insuficiência respiratória(ocorreram em um adulto após ingestão de 50 mL de solução contendo 17,8% de Imidacloprido, porém recuperado com tratamento de suporte). Uma mulher foi ao óbito após ingestão de 200 mL de Imidacloprido a 9,6%.
Toxicidade crônica: não há evidências em humanos.
Outros componentes: Os surfactantes presentes na sua formulação possuem ação irritante moderada à pele e mucosas.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Tratamento:
Antídoto: Não há antídoto específico
Tratamento: tratamento sintomático e de suporte; remoção da fonte de exposição, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias.
Exposição oral:
Diluição: imediatamente diluir com 120-240 ml de água(não exceder 120 ml em crianças).
Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária. Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto(até 1 hora). Proteger as vias aéreas durante o procedimento.
Carvão ativado: liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão(1 hora). Suspensão de carvão ativado em água(240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes; 25 a 50 g em crianças de 1 a 12 anos; e 1 g/kg em crianças menores de 1 ano.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar, se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida, se requerida. Fluidos intravenosos e monitorização de oxigenação(oximetria/gasometria), eletrólitos, ECG, radiografia de tórax, etc.
Hipotensão: infundir 10-20 mL/kg de líquido isotônico. Se persistir: Dopamina(5-20 µg/kg/min) ou Norepinefrina(adulto: começar infusão de 0,5-1 µg/min; crianças: começar com 0,1 µg/kg/min). Tratar acidose metabólica severa com bicarbonato de sódio.
Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgico: Não conhecidos ou existentes.
ATNEÇÃO: Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT-ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação(SINAN/MS).
Telefone de emergência da empresa: 0800-014-1149

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos(resultantes de ensaios com animais-produto formulado):

DL50 oral para ratos: > 300 mg/kg
DL50dérmica para ratos: > 2000 mg/kg
CL50 inalatória para ratos (4 horas): > 2,043 mg/L de ar
Irritação Dérmica: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante, causando leve vermelhidão e edema na pele. As alterações foram reversíveis em 24 horas.
Irritação Ocular: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se moderadamente irritante, causando moderada vermelhidão da conjuntiva, edema e descarga ocular nos olhos de todos os animais. As alterações foram reversíveis em 48 horas.
Sensibilização Cutânea: o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias.
Efeitos Crônicos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Técnico):
O principal órgão-alvo foi a tireoide. Em estudos crônicos com animais, moderadas ou altas doses de lmidacloprido, pela via oral, causaram diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso; toxicidade hepática; alterações plaquetárias e da coagulação; lesões na tireoide de ratos (incremento na mineralização no coloide dos folículos) e hipercolesterolemia.

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. - Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Consagro Agroquímica Ltda. - telefone de emergência: 0800 014 1149
- Utilize o equipamento de proteção individual EP1 (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de PÓ QUÍMICO SECO (PSQ), CO2 ou NEBLINA DE ÁGUA, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA NÃO CONTAMINADA

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionarnento das 'principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento(www.agricultura.gov.br).