Bula Karate Zeon 50 CS - Syngenta

Bula Karate Zeon 50 CS

LAMBDA-CIALOTRINA
1700
Syngenta

Composição

Lambda-Cialotrina 50 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Contato, Ingestão

Algodão

Alabama argillacea (Curuquerê)
Anthonomus grandis (Bicudo)
Heliothis virescens (Lagarta da maçã)
Horcias nobilellus (Percevejo rajado)
Pectinophora gossypiella (Lagarta rosada)

Alstroemeria

Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Amendoim

Enneothrips flavens (Tripes do bronzeamento)

Arroz

Mocis latipes (Curuquerê dos capinzais)
Oryzophagus oryzae (Bicheira da raiz do arroz)
Tibraca limbativentris (Percevejo)

Batata

Liriomyza huidobrensis (Larva minadora)

Boca de Leao

Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Café

Leucoptera coffeella (Bicho mineiro)

Cebola

Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Citros

Dilobopterus costalimai (Cigarrinha)
Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão)

Couve

Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)

Crisântemo

Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Espatifilo

Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Feijão

Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)

Fumo

Epitrix fasciata (Pulga do fumo)

Gérbera

Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Gipsofila

Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Lisianthus

Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Melancia

Diaphania nitidalis (Broca dos frutos)

Melão

Diaphania nitidalis (Broca dos frutos)

Milho

Agrotis ipsilon (Lagarta rosca)
Diatraea saccharalis (Broca do colmo)
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Morango

Capitophorus fragaefolii (Pulgão)

Rosa

Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Soja

Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela)
Nezara viridula (Percevejo verde)

Tomate

Helicoverpa zea (Lagarta da espiga do milho)
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro)

Trigo

Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo)

Uva

Eumorpha vitis (Mandarová da uva)

Tipo: Frasco
Material: PET- Capacidade: 0,25 e 1 Litro.
Material: Plástico- Capacidade: 1 Litro.
Material: PEAD- Capacidade: 0,25 e 5 Litros.

Tipo: Balde
Material: Polietileno
Capacidade: 20 Litros.

Tipo: Isotanque
Material: Aço
Capacidade: 1.000; 1.500; 2.000; 5.000; 10.000; 18.000; 20.000; 22.000; 25.000; 26.000 e 28.000 Litros.

Tipo: Tambor
Material: Plástico/Aço.
Capacidade: 200; 250; 400; 500; 550 e 1.000 Litros.

Tipo: Tanque
Material: Plástico/Aço
Capacidade: 1.000; 1.500; 2.000; 5.000; 10.000; 18.000; 20.000; 22.000; 25.000; 26.000 e 28.000 Litros.

Tipo: Contentor intermediário-IBC
Material: Plástico
Capacidade: 500; 600; 750 e 1.000 Litros.

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 40; 45; 55; 57; 60; 100; 180; 200; 220; 400 e 450 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO

MODO DE APLICAÇÃO

A dose recomendada do KARATE ZEON 50 CS deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com equipamento terrestre, costal ou tratorizado, ou também através de aeronaves especializadas para pulverização agrícola. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante das pontas de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.

Algodão, Arroz, Amendoim, Batata, Café, Cebola, Citros, Couve, Feijão, Fumo, Melancia, Melão, Milho, Morango, Soja, Tomate, Trigo, Uva:

VIA TERRESTRE

Costal manual ou costal motorizado: Utilizar pulverizador provido de bicos de jato leque ou equivalentes, com espaçamento, vazão e pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do equipamento para uma vazão / volume de calda de acordo com as culturas a seguir:
Arroz, milho: 150 a 200 L/ha
Citros: 2000 L/ha
Melancia, melão: 800 L/ha
Morango: 500 L/ha
Tomate: 600 a 800 L/ha
Uva: 1000 L/ha

Tratorizado

Quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos das séries D, ou equivalentes com pressão de 80 a 150 lbs/pol² (p.s.i.), aplicando de 100 a 150 litros de calda por hectare. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura. No caso específico do tomate rasteiro, utilizar um volume de 400 a 800 litros de calda por hectare, dependendo do estágio da cultura.
Algodão, Arroz, Citros, Feijão, Milho, Soja, Trigo:

PULVERIZAÇÃO AÉREA COM AERONAVES AGRÍCOLAS
Equipamento de pulverização:
• Bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor “45”;
• Ângulo do jato à 45º para trás;
• Atomizador rotativo “MICRONAIR (AU - 5000)” com ângulo das pás de hélice ajustados em 65º ; • Diâmetro mediano de gotas (DMV) - Gotas médias - (200 a 400 ?m);
• Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm²;
• Volume de aplicação: ao redor de 30 L/há.

Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem) do avião. Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.

Nota: O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices da ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos bicos ativos.

Altura de voo

Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de voo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido. A altura de voo recomendada deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendado. Volume de aplicação: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 20 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Caso seja recomendado volume de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, devendo passar a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados. Largura da faixa de aplicação:
• Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee:15 m.
• Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m.
• Aeronaves do tipo Dromader: 25 m. Consulte sempre um profissional habilitado.

Condições meteorológicas:

• Temperatura do ar: abaixo de 30º C.
• Umidade relativa do ar: acima de 55%.
• Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 18 km/h.

Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro. As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto. Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 Km/h ou superiores a 18 km/h. Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas. Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização das plantas.
Alstroeméria, Boca-De-Leão, Crisântemo, Espatifilo, Gérbera, Gipsofila, Lisianthus e Rosa:
KARATE ZEON 50 CS deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, costal manual ou motorizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante dos bicos de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.

Pulverização foliar

Utilizar volume de calda entre 600 e 1000 L/ha distribuindo uniformemente a calda sobre as folhas das plantas. Antes de realizar a aplicação, recomenda-se aplicar o produto em uma pequena área, com antecedência mínima de 7 dias para confirmação de seletividade sobre as diferentes variedades.

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO

As doses deverão ser obedecidas de acordo com a recomendação da bula do produto.
1. Volume de calda: 600 a 1.000 L/ha.
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV): 200 a 400 µm.
3. Pressão de máxima na saída do bico de pulverização: 100 psi.
4. Cobertura no alvo: 30 a 40 gotas/cm².
5. Evitar escorrimento pelas folhas.

EQUIPAMENTOS DE PULVERIZAÇÃO

Bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais. Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado de não deixar escorrer. A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi). Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão, couve: 10 dias
Alstroeméria, boca-de-leão, crisântemo, espatifilo, fumo, gérbera, gipsofila, lisianthus, rosa: Uso não alimentar.
Amendoim, citros: 21 dias
Arroz 30
Batata, cebola, melancia, melão, morango, tomate: 3 dias
Café: 1 dias
Feijão, milho, trigo: 15 dias
Soja: 20 dias
Uva: 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

A reentrada de pessoas na cultura só deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização aplicada (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é obrigatório utilizar os mesmos equipamentos de proteção individual (EPIs) usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas

Não é fitotóxico para as culturas indicadas, nas doses recomendadas, até o momento. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, cultivares resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros que visam o melhor equilíbrio do sistema.

Alguns insetos-praga podem desenvolver resistência a produtos de um determinado grupo químico após seu uso repetido de forma indiscriminada. Como o grau de desenvolvimento da resistência não pode ser previsto, o uso deste produto deve estar em conformidade com estratégias de manejo da resistência estabelecida para a cultura e sua área de uso. A Syngenta apoia as ações para o uso correto de produtos para garantir que estes tenham vida longa no controle das pragas descritas na bula. As seguintes estratégias podem prevenir retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).