Bula Kocide WDG Bioactive

CI
Hidróxido de cobre
2400
Mitsui

Composição

Hidróxido de cobre 538 g/kg

Classificação

Terrestre
Fungicida, Bactericida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora coffeicola (Olho pardo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllosticta citricarpa (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas citri subsp. citri (Cancro cítrico) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli (Crestamento bacteriano comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Xanthomonas vesicatoria (Mancha-bacteriana) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Plasmopara viticola (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sacos de polietileno ou de papel multifolhado com e sem revestimento aluminizado de 1; 1,5; 1,7; 2; 5; 8; 10; 14; 15, 20 e 25 kg.

Sacos de polietileno ou de papel multifolhado com e sem revestimento aluminizado de 1; 1,5; 1,7; 2; 5; 8; 10; 14; 15, 20 e 25 kg.

Barricas de papelão 8, 10, 14, 15, 20 e 25 kg. 20 pacotes de 1 kg em sacos de polietileno ou de papel multifolhado com ou sem revestimento aluminizado em barri-cas de papelão de 20 kg.

Dez pacotes de 1,4 kg em sacos de polietileno ou de papel multifolhado com ou sem revestimento aluminizado em bar-ricas de papelão de 14 kg.

Dez pacotes de 1,5 kg em sacos de polietileno ou de papel multifolhado com ou sem revestimento aluminizado em barricas de papelão de 15 kg.

Dez pacotes de 1,7 kg em sacos de polietileno ou de papel multifolhado com ou sem revestimento aluminizado em bar-ricas de papelão de 17 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

KOCIDE® WDG Bioactive é um fungicida-bactericida cúprico de ação de contato, devendo ser aplicado de forma preventiva e/ou no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças que se deseja o controle. KOCIDE® WDG Bioactive é um fungicida/bactericida indicado para as culturas de Amendoim, batata, café, citros, feijão, melão, melancia, tomate e uva.

MODO DE APLICAÇÃO

Realizar a pulverização na parte aérea das culturas indicadas, de forma a assegurar uma aplicação uniforme, com boa cobertura sobre as plantas e evitar a deriva. A boa cobertura de toda a parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado. Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.

Instruções para preparo da calda

Encha 1/2 tanque do pulverizador com água. Adicione KOCIDE® WDG Bioactive lentamente ao tanque, mantendo o agitador mecânico operando e continue a encher com água. Não fazer pré-pasta com KOCIDE® WDG Bioactive.
Utilizar a calda preparada no mesmo dia. Aplicar via terrestre, usando pulverizador tratorizado ou pulverizadores costais, dotados de bicos de jato cônico tipo D, seguindo especificações dos fabricantes quanto à pressão e tamanho de gotas. Calibrar os equipamentos, adequando-os à cultura e à vazão requerida.
Os equipamentos de aplicação, reservatórios, etc, deverão ser lavados com água limpa após cada dia de operação, evitando-se corrosões às partes metálicas como ferro, ferro galvanizado e alumínio.

Limpeza do equipamento de aplicação

Antes da aplicação, limpe o equipamento e verifique que está bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos.
A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas posteriores.
1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e remova os depósitos visíveis de produtos.
2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AJAX, AMONÍACO ou SIMILAR com 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1L para 100L de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
5. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes. Limpe tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento de tanque. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Use de acordo com as recomendações da bula/rótulo e observe as precauções necessárias. Somente usar as doses recomendadas. Evite contato do produto com superfícies metálicas. O produto pode reagir com superfícies metálicas, como metais galvanizados.

FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS

- O produto não causa fitotoxicidade, se usado nas culturas, doses e demais recomendações indicadas em bula.
- Em videiras (uva) pode ocorrer leve bronzeamento nas folhas de variedades sensíveis como Niágara, porém sem danos para os frutos e à produção.
- Condições ambientais, tais como períodos prolongados de umidade, chuva ácida, etc, que podem alterar o pH da superfície da folha podem influir no desempenho do produto, resultando em diminuição do período de controle, ou fitotoxicidade em cultivares sensíveis. Recomenda-se realizar teste prévio em pequena escala, no caso de dúvida.
- Aplicações de doses elevadas a intervalos reduzidos podem provocar fitotoxicidade em cultivares sensíveis ao cobre.
- Descontinuar o uso quando ocorrerem sintomas de fitotoxicidade.
- Em viveiros e casa-de-vegetação sob condições especiais, recomenda-se realizar teste prévio em pequena escala.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando à perda de eficiência do produto e conseqüente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M01 FUNGICIDA

O produto KOCIDE WDG Bioactive é composto por Hidróxido de cobre, que apresenta mecanismo de atividade de contato multi-sítio, pertencente ao grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).


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