Bula Kumulus DF

acessos
Enxofre
2418592
Basf

Composição

Enxofre 800 g/kg Inorgânico

Classificação

Acaricida, Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Curcubitáceas tendem a ser sensíveis ao enxofre, especialmente com temperatura elevada. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25 °C
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Curcubitáceas tendem a ser sensíveis ao enxofre, especialmente com temperatura elevada. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25 °C
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
1 kg p.c./ha - - - Sem restrições. Visa o efeito desalojante sobre o bicudo, promovendo maior mobilidade das pragas sobre as folhas, incrementando a ação dos inseticidas recomendados
Caju Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cinza-do-cajueiro
(Oidium anacardii)
500 a 600 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Aplicar com intervalos de 7 a 15 dias até completa formação dos frutos, podendo usar intervalos menores em condições ambientais favoráveis na presença de muitas fontes de inóculos. Sem restrições. Pulverizar as plantas preventivamente no início da brotação para evitar que a inflorescência seja infectada pela doença
Oídio
(Erysiphe polygoni)
500 a 600 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Aplicar com intervalos de 7 a 15 dias até completa formação dos frutos, podendo usar intervalos menores em condições ambientais favoráveis na presença de muitas fontes de inóculos. Sem restrições. Pulverizar as plantas preventivamente no início da brotação para evitar que a inflorescência seja infectada pela doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
500 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Efetuar inspeções periódicas no pomar, sendo a cada 7 dias no verão e 15 dias no inverno. Inspecionar frutos, folhas e ramos e, uma vez constatada a presença do ácaro, efetuar o tratamento. Não realizar aplicações 30 dias antes ou após a utilização de óleos ou produtos à base de óleos
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
300 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Efetuar inspeções periódicas no pomar, sendo a cada 7 dias no verão e 15 dias no inverno. Inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte externa da planta. Efetuar o tratamento quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm². Não realizar aplicações 30 dias antes ou após a utilização de óleos ou produtos à base de óleos
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
500 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Efetuar inspeções periódicas no pomar, sendo a cada 7 dias no verão e 15 dias no inverno. Inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte interna da planta. Quando 5% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 1 ácaro por cm² , efetuar o tratamento. Não realizar aplicações 30 dias antes ou após a utilização de óleos ou produtos à base de óleos
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
300 g p.c./100 L de água 400 a 500 L de calda/ha - - Sem restrições. Para o controle de ácaros, tratar somente quando observada a presença dos mesmos
Oídio
(Erysiphe polygoni)
300 g p.c./100 L de água 400 a 500 L de calda/ha - - Sem restrições. Para controle de Oídio, tratar preventivamente ou no início do ataque
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Podosphaera leucotricha)
300 a 600 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Para o controle de ácaros, tratar somente quando observada a presença dos mesmos. Em variedades sensíveis ao enxofre, não aplicar durante o desenvolvimento dos frutos. Não realizar aplicações durante o desenvolvimento dos frutos, pois poderá causar Russeting
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Para o controle de ácaros, tratar somente quando observada a presença dos mesmos
Oídio
(Oidium caricae)
400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Para controle de Oídio, tratar preventivamente ou no início do ataque
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Para controle de Oídio, tratar preventivamente ou no início do ataque
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
1 kg p.c./ha - - - Sem restrições. Visa o efeito desalojante sobre a lagarta, promovendo maior mobilidade das pragas sobre as folhas, incrementando a ação dos inseticidas recomendados
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Curcubitáceas tendem a ser sensíveis ao enxofre, especialmente com temperatura elevada. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25 °C
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro prateado
(Aculus cornutus)
300 a 600 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Para o controle de ácaros, tratar somente quando observada a presença dos mesmos
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
300 a 600 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Para controle de Podridão-parda, tratar preventivamente ou no início do ataque
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Microsphaera diffusa)
2,5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - Sem restrições. O tratamento deve ser realizado quando o nível de infecção atingir 40 a 50% da área foliar. Não deve ser feita aplicação se até o estágio R6 (final de enchimento de vagens) o oídio não atingir o nível de infecção acima
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
3 kg p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - - Sem restrições. Tratar no início do ataque, repetindo quando necessário
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Uncinula necator)
200 a 400 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir sempre que haja um início de ataque. Sem restrições. Em variedades sensíveis ao Oídio, efetuar um tratamento quando a brotação atingir 20 a 25 cm de comprimento

Cartuchos de papelão: 1 Kg.
Sacos plásticos: 1 e 6 Kg.
Sacos de papel multifoliado: 1; 6 e 25 Kg.
Saco plástico de polietileno: 25Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

Kumulus® DF é uma formulação de grânulos dispersíveis em água, devendo ser aplicado por
pulverização. Caracteriza-se por uma rápid ão jpici.i curta persistência. É efetivo contra diversas
espécies de ácaros e contra fungos patogênico envolvimento externo, também apresenta efeito
desalojante sobre pragas de difícil atingimento, conforme especificado.

CULTURA / PRAGAS / DOENÇAS / DOSE:
Vide "Indicações de Uso/Doses".
(*) na cultura da soja poderá ser realizada aplicação aérea respeitando-se a vazão de 40 Uha. Efeito desalojante:
Foi observado em diversos trabalhos de pesquisa no Brasil e a nível mundial, que o produto Kumulus® DF, promove maior mobilidade das pragas, incrementando a ação, dos inseticidas recomendados para o controle de bicudo (Anthonomus grandis) na cultura do algodoeiro e da lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda) na cultura do milho, se utilizado conforme descrito abaixo:
- Kg de p.c./ha: 1,0
- Kg de i.ia./ha: 0,8
- Observação: Kumulus® DF é um produto que possui efeito desalojante, através da liberação de gases sulfídricos, proporcionados pela reação do ingrediente ativo de Kumulus® DF com o ar, os quais são irritantes aos insetos, resultando em maior movimentação dos mesmos, fazendo com que eles abandonem seus "habitats" e entrem em contato mais rapidamente, com o inseticida aplicado. A utilização de Kumulus® DF incrementa o controle das pragas pelos inseticidas recomendados, dentro de um programa de manejo.

Efeito nutricional:
Foi observado em diversos ensaios realizados no Brasil que, quando o Kumulus® DF é aplicado junto aos inseticidas visando o efeito desalojante na cultura do algodão e milho, bem como na cultura da soja, quando do controle de oídio, um incremento na produção acima de 6% em condições onde o enxofre era limitante no solo.
NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO E MODO DE APLICAÇÃO:
CITROS - Efetuar inspeções periódicas no pomar, sendo a cada 7 dias no verão e 15 dias no inverno. Observar frutos, folhas e ramos, utilizando uma lupa com 10 a 12 aumentos. Tratar os talhões com níveis de infestação como os indicados, imediatamente após a constatação:
•Ácaro-da-Falsa-Ferrugem: Inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte externa da planta. Efetuar o tratamento quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm2.
•Ácaro-da-Leprose: Inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte interna da planta. Quando 5% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 1 ácaro por cm2, efetuar o tratamento.
•Ácaro-Branco: Inspecionar frutos, folhas e ramos e, uma vez constatada a presença do ácaro efetuar o tratamento.
MAÇÃ - Para controle de Oídio tratar preventivamente ou no início do ataque.
No período de dormência aplicar 600 g do produto comercial /100 L de água (480 g de i.a /100 L de água). Após a quebra de dormência aplicar 300 g do produto comercial /100 L de água (240 g de i.a /100 L de água); em variedades sensíveis ao enxofre, não aplicar durante o desenvolvimento dos frutos.
PÊSSEGO - Para controle de Podridão parda tratar preventivamente ou no início do ataque e para controle de ácaros tratar somente quando observada a presença dos ácaros.
No período de dormência aplicar 600 g do produto comercial/100 L de água (480 g de i.a /100 L de água). Após a quebra de dormência aplicar 300 g do produto comercial /100 L de água (240 g de i.a /100 L de água).
FEIJÃO - Para controle de Oídio tratar preventivamente ou no início do ataque e para controle de ácaros tratar somente quando observada a presença dos mesmos.
UVA - Em temperaturas elevadas reduzir a dose para 200 g /100 L de água (160 g de i.a /ha). Em variedades sensíveis ao Oídio, efetuar um tratamento quando a brotação atingir 20 a 25 cm de comprimento. Repetir sempre que haja um início de ataque.
ABOBRINHA, ABÓBORA e PEPINO - Curcubitáceas tendem a ser sensíveis ao enxofre, especialmente com temperatura elevada. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 250C.
TRIGO - Tratar no início do ataque, repetindo quando necessário.
SOJA - O tratamento deve ser realizado quando o nível de infecção atingir 40 a 50% da área foliar. Não deve ser feita aplicação se até o estágio R6 (final de enchimento de vagens) o oídio não atingir o nível de infecção acima.
MANGA - Para controle de Oídio tratar preventivamente ou no início do ataque.
MAMÃO - Para controle de Oídio tratar preventivamente ou no início do ataque e para controle de ácaros tratar somente quando observada a presença dos mesmos.

ALGODÃO - Visa o efeito desalojante sobre o bicudo, promovendo maior mobilidade das pra as folhas, incrementando a ação dos inseticidas recomendados.
MILHO - Visa o efeito desalojante sobre a lagarta, promovendo maior mobilidade das pragas s folhas, incrementando a ação dos inseticidas recomendados.
INTERVALO DE SEGURANÇA: Sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
Pode existir risco de fitotoxicidade nas seguintes situações:
•algumas espécies ou variedades de plantas podem ser sensíveis ao produto;
•ici produto não deve ser aplicado durante o período de floração;
•em temperaturas acima de 300 C, usar a menor dose recomendada ou suspender o tratamento.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Em citricultura, para o controle dos ácaros da falsa ferrugem e branco, utilizar o equipamento turbo-atomizador; para o controle do ácaro da leprose, utilizar o equipamento tipo pistola. Estas aplicações devem atingir muito bem a parte externa e interna das plantas. Em outras frutíferas, utilizar o equipamento turbo-atomizador, molhando bem as plantas, ou utilizar pulverizadores costais, manuais ou motorizados.
Na cultura da soja, para o controle de oídio, utilizar pulverizador de barra equipado com bico: XR110.02, XR110.04 ou equivalente e peneira malha 50, ou pulverizador costal, manual ou motorizado ou ainda avião agrícola, equipado com barra e bicos de jato cônico, montados na vertical (90°), em duas opções: 36 bicos modelo Dl 2-45
46 bicos modelo D10-45
Altura do vôo 2,5 a 3,5 metros da barra ao topo das plantas.
Largura da faixa variável, entre 12 e 14 metros, devendo ser estabelecida por teste, verificada uma concentração de 30 a 50 gotas/cm2.
Pressão: 30 a 35 libras/pol2. Volume de água: 40 litros/ha.
Nas demais culturas, utilizar pulverizador de barra equipado com bico:
XR110.02, XR110.04 ou equivalente e peneira malha 50, ou pulverizador costal, manual ou motorizado.



DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO AOS PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO:
ATENÇÃO: “Durante o manuseio e aplicação, use macacão com mangas compridas, capa ou avental
impermeável, luvas impermeáveis, chapéu impermeável de aba larga, botas, óculos protetores e máscara protetora especial provida de filtros contra vapores orgânicos”.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
• Não transporte o produto junto com alimento, medicamento, ração, animais e pessoas.
• Uso exclusivamente agrícola.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Use Protetor Ocular:
- se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Use máscara cobrindo o nariz e a boca:
- caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Use Luvas de Borracha:
- ocorrendo contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar a formação de pó ou poeira:
- use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos protetores ou viseira facial, luvas, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
• Aplique somente as doses recomendadas;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
• Não aplique o produto contra o vento;
• A pulverização do produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca, macacão com mangas compridas, óculos protetores ou viseira facial, chapéu de aba larga, avental impermeável, luvas e botas;
• Não fume, beba ou coma, durante a aplicação do produto;
• Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas, logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Não entre nas áreas tratadas até a secagem do produto sobre as folhas das plantas, se necessário use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, botas, máscara e óculos;
• Não reutilize a embalagem vazia;
• Mantenha o restante do produto em sua embalagem original adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho, troque de roupa. Lave suas roupas de trabalho separado das demais roupas de seus familiares.
PRIMEIROS SOCORROS:
• Em caso de ingestão acidental, NÃO PROVOQUE VÔMITO, se a vítima estiver consciente administre 2 - 3 copos de água e procure imediatamente o médico ou serviço de saúde levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
• Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente em abundância e procure imediatamente o médico ou serviço de saúde levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
• Em caso de contato com a pele, remova roupas e sapatos contaminados e lave imediatamente com água e sabão em abundância, procure um médico ou serviço de saúde levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
• Em caso de inalação, remova o paciente para local arejado, procure um médico ou serviço de saúde levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
ANTÍDOTO: Não há antídoto específico conhecido.

TRATAMENTO MÉDICO:
Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico.
Nos casos de ingestão efetuar lavagem gástrica e utilizar catártico salino e carvão ativado.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 - Rede Nacional de Centros de Informação de Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISA/MS

TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA:
BASF S.A. - Guaratinguetá - SP 08000 11-2273 ou (0xx12) 3128-1357

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
O Enxofre tem pouca ação sistêmica. Quando ingerido pode ser transformado em hidróxido de enxofre pelas bactérias intestinais. Sobre a pele tem ação queratolítica.
A excreção do produto é através da urina.

EFEITOS AGUDOS:
Kumulus® DF não se mostrou irritante para olhos e pele de coelhos. Em cobaias o produto não apresentou potencial sensibilizante cutâneo.
Foram conduzidos testes em animais de laboratório e o produto Kumulus® DF apresentou DL50 aguda oral
(ratos) > 2200 mg/kg massa corporal e DL50 aguda dermal (ratos) > 2000 mg/kg massa corporal.

EFEITOS CRÔNICOS:
A exposição crônica ao elemento Enxofre a níveis baixos é geralmente reconhecida como segura.
Não houve riscos conhecidos de efeitos carcinogênicos, teratogênicos ou sobre a reprodução associados ao uso de Enxofre. O Enxofre também demonstrou não ser mutagênico.

SINTOMAS DE ALARME:
Não são conhecidos sintomas de alarme.

EFEITOS COLATERAIS:
Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos colaterais.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:

( X ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - Telefones de Emergência: 08000
11-2273 ou (0xx12) 3128-1357.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA VAZIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Restrições Estaduais, Municipais e do DF:
- Nada consta.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos.
Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível, realizar adubação adequada, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do problema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA (ACARICIDA):
• Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA (FUNGICIDA):
Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não misturar com produtos fortemente alcalinos.