Bula Kumulus DF

CI
Enxofre
2418592
Basf

Composição

Enxofre (Sulfur) 800 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Acaricida, Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Açaí

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Acerola

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Algodão

Dosagem
Anthonomus grandis (Bicudo) ( veja aqui )

Ameixa

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus telarius (Ácaro do morangueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amora preta

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Anonáceas

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Azeitona

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cacau

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caju

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium anacardii (Cinza-do-cajueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Canola

Calda Terrestre Dosagem
Oidium balsamii (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caqui

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Carambola

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Castanha-do-Pará

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Centeio

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Coco

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cupuaçu

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Dendê

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão vagem

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-caupi

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-fava

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-guandu

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-mungo

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes ficus (Eriofiídeo da figueira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Framboesa

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gergelim

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Girassol

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe cichoracearum (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Goiaba

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Grão-de-bico

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Guaraná

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Lentilha

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Lichia

Calda Terrestre Dosagem
Aceria litchii (Ácaro da erinose da lichia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Linhaça

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Podosphaera leucotricha (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Macadâmia

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Oidium caricae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamona

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Marmelo

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Podosphaera leucotricha (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus evansi (Ácaro vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus telarius (Ácaro do morangueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus telarius (Ácaro do morangueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milheto

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui )

Mirtilo

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Sphaeroteca macularis (Oídium) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nectarina

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nêspera

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pera

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Podosphaera leucotricha (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pêssego

Calda Terrestre Dosagem
Aculus cornutus (Ácaro prateado) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pinhão

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pitanga

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Plantas ornamentais

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pupunha

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Romã

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Seriguela

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Microsphaera diffusa (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Triticale

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Uncinula necator (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cartuchos de papelão: 1 Kg.
Sacos plásticos: 1 e 6 Kg.
Sacos de papel multifoliado: 1; 6 e 25 Kg.
Saco plástico de polietileno: 25Kg.

INSTRUÇÕES DE USO

Kumulus® DF é uma formulação de grânulos dispersíveis em água, devendo ser aplicado por pulverização. Caracteriza-se por uma rápida ação inicial e curta persistência. É efetivo contra diversas espécies de ácaros e contra fungos patogênicos de desenvolvimento externo, também apresenta efeito desalojante sobre pragas de difícil atingimento, conforme especificados.

EFEITO DESALOJANTE

Foi observado em diversos trabalhos de pesquisa no Brasil e a nível mundial, que o produto Kumulus® DF, promove maior mobilidade das pragas, incrementando a ação, dos inseticidas recomendados para o controle de Bicudo (Anthonomus grandis) na cultura do algodão e da Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) na cultura do milho, se utilizado conforme descrito abaixo:

1,0 kg p.c./há, Kumulus® DF é um produto que possuí efeito desalojante através da liberação de gases sulfídricos, proporcionados pela reação do ingrediente ativo de Kumulus® DF com o ar, os quais são irritantes aos insetos, resultando em maior movimentação dos mesmos, fazendo com que eles abandonem seus “habitats” e entrem em contato mais rapidamente, com o inseticida aplicado. A utilização de Kumulus® DF, incrementa o controle das pragas pelos inseticidas recomendados, dentro de um programa de manejo.

NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO

Abacate, abacaxi, anonáceas, cacau, cupuaçu, guaraná, kiwi, lichia, manga, maracujá e romã: para controle de oídio, tratar preventivamente ou no início da infecção. Para o controle de ácaro-branco, tratar no início da infestação. Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Abóbora, abobrinha, chuchu e maxixe: Iniciar as aplicações preventivamente ou no início da infecção. Repetir conforme a necessidade. Cucurbitáceas tendem a ser sensíveis ao enxofre, especialmente com temperatura elevada. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25 °C.

Açaí, castanha-do-Pará, coco, dendê, macadâmia, pinhão e pupunha:
Ácaro-da-necrose: inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte externa da planta. Efetuar o tratamento quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm². Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Acerola, amora, azeitona, caqui, carambola, figo, framboesa, goiaba, mirtilo, morango, pitanga e siriguela: Ácaros: Para o controle de ácaros, tratar no início da infestação. Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Uva Oídio: Em temperaturas elevadas, reduzir a dose para 200 g/100 L de água (160 g de i.a./100 L água). Em variedades sensíveis ao oídio, efetuar um tratamento quando a brotação atingir 20 a 25 cm de comprimento. Repetir sempre que haja o início da infecção.

Amendoim, canola, ervilha, feijões, gergelim, girassol, grão-de-bico, lentilha, linhaça e mamona: Para controle de oídio, tratar preventivamente ou no início da infecção. Para o controle de ácaros, tratar somente quando observada a presença dos mesmos. Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Berinjela, jiló, pimenta, pimentão e quiabo: Iniciar as aplicações preventivamente ou no início da infecção. Repetir conforme a necessidade. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25 °C.

Caju: para controle de Oídio-do-cajueiro, pulverize as plantas preventivamente no início da brotação para evitar que a inflorescência seja infectada pela doença, repetindo com intervalos de 7 a 15 dias até completa formação dos frutos, intervalos menores em condições ambientais favoráveis na presença de muitas fontes de inóculos. Não associe óleos minerais ao produto ou à calda de pulverização. Mexa a calda constantemente e utilize-a no mesmo dia da preparação.

Citros: Efetuar inspeções periódicas no pomar, sendo a cada 7 dias no verão e 15 dias no inverno. Observar frutos, folhas e ramos, utilizando uma lupa com 10 a 12 aumentos. Tratar os talhões com níveis de infestação como os indicados, imediatamente após a constatação:
• Ácaro-da-falsa-ferrugem: inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte externa da planta. Efetuar o tratamento quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm².
• Ácaro-da-Ieprose: inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte interna da planta.

Quando 5% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 1 ácaro por cm², efetuar o tratamento.
• Ácaro-branco: inspecionar frutos, folhas e ramos e, uma vez constatada a presença do ácaro, efetuar o tratamento. Não realizar aplicações 30 dias antes ou após a utilização de óleos ou produtos à base de óleos.

Maçã: para controle de oídio, tratar preventivamente ou no início da infecção.
No período de dormência aplicar, 600 g do produto comercial/100 L de água (480 g de i.a./100 L de água). Após a quebra de dormência, aplicar 300 g do produto comercial/100 L de água (240 g de i.a./100 L de água). Em variedades sensíveis ao enxofre, não aplicar durante o desenvolvimento dos frutos. Não realizar aplicações durante o desenvolvimento dos frutos, pois poderá causar Russeting.

Mamão: para controle de oídio, tratar preventivamente ou no início da infecção. Para o controle de ácaro-branco, tratar no início da infestação. Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Melancia e Melão: para o controle de ácaros e oídio, efetuar inspeções periódicas quanto a presença inicial dos mesmos, uma vez constatada a presença e em condições favoráveis, efetuar o tratamento em intervalos de 7 a 10 dias. Kumulus® DF deve ser utilizado no manejo de ácaros e oídios como complementação a acaricidas específicos ou fungicidas específicos para controle de oídios. Dependendo de sintomas de bronzeamento das plantas que podem ser causadas pelo enxofre, os tratamentos devem ser em torno de 1 a 4 aplicações. Não aplicar em variedades sensíveis ao produto. Não aplicar durante o período de floração. Não aplicar em temperaturas acima de 30º C.

Pepino: Iniciar as aplicações preventivamente ou no início da infecção. Repetir conforme a necessidade. Curcubitáceas tendem a ser sensíveis ao enxofre, especialmente com temperatura elevada. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25°C.

Ameixa, marmelo, nectarina, nêspera, pêra e pêssego:
Para controle de podridão-parda, tratar preventivamente ou no início da infecção.
Ácaros: Para o controle de ácaros, tratar no início da infestação. Repetir a aplicação conforme a necessidade.
Oídio: Para controle de oídio, tratar preventivamente ou no início da infecção.
No período de dormência, aplicar 600 g do produto comercial/100 L de água (480 g de i.a./100 L de água). Após a quebra de dormência, aplicar 300 g do produto comercial/100 L de água (240 g de i.a./100 L de água). Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Soja: Realizar a aplicação no início dos sintomas, evitar aplicações após o estádio fenológico R6 (final de enchimento de vagens).

Aveia, centeio, cevada, milheto, sorgo, trigo e triticale: Tratar no início da infecção. Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Plantas Ornamentais – Em ambientes aberto ou protegidos, iniciar as aplicações no início da infestação, quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento dos ácaros. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da infestação. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições de alta infestação (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Utilizar volumes de calda conforme o porte da planta ornamental. Alternar produtos de modo de ação distintos.

Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças, indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Grânulos dispersíveis em água) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipiente adequado.

Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados

• Aplicação Terrestre
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada e produzam gotas médias (M) das plantas hospedeiras conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

- Aplicação com equipamento costal:
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

Em citricultura, para o controle do Ácaro-da-falsa-ferrugem e do Ácaro-branco, utilizar o equipamento turbo-atomizador. Para o controle do Ácaro-da-leprose, utilizar o equipamento tipo pistola. Estas aplicações devem atingir muito bem a parte externa e interna das plantas.

Em outras frutíferas, utilizar o equipamento turbo-atomizador, molhando bem as plantas, ou utilizar pulverizadores costais, manuais ou motorizados.

• Aplicação Aérea

É permitida a aplicação aérea desse produto somente para a cultura da soja, seguindo as seguintes recomendações;

- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.

- Altura de voo e faixa de aplicação:
A altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.


CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

Velocidade do vento
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.

Temperatura e umidade
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (considerar como limite a temperatura de 30ºC, porém observar as particularidades de cada cultura conforme citado no item NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.

Período de chuvas
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Evitar aplicações nas horas mais quentes do dia.
• Não realizar aplicações durante a florada.
• Citros: não realizar aplicações 30 dias antes ou após a utilização de óleos ou produtos à base de óleos.
• Maçã: não realizar aplicações durante o desenvolvimento dos frutos, pois poderá causar Russeting.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.


De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M02 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas tais como, rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M02 FUNGICIDA

O produto fungicida Kumulus® DF é composto por Enxofre, que apresenta mecanismo de ação da atividade de multi-sítio, pertencente ao Grupo M02, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

Combustível, corrosivo para metais na presença de umidade.




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