Bula Kumulus DF - Basf
CME MILHO (DEZ/20) US$ 4,200 (0,72%)
| Dólar (compra) R$ 5,63 (0,59%)

Bula Kumulus DF

Enxofre
2418592
Basf

Composição

Enxofre (Sulfur) 800 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Acaricida, Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Açaí

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro)

Acerola

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Anthonomus grandis (Bicudo)

Ameixa

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda)

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus telarius (Ácaro do morangueiro)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Amora preta

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Anonáceas

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)

Azeitona

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Cacau

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)

Caju

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)
Oidium anacardii (Cinza-do-cajueiro)

Canola

Calda Terrestre Dosagem
Oidium balsamii (Oídio)

Caqui

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Carambola

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Castanha-do-Pará

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro)

Centeio

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)

Coco

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro)

Cupuaçu

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)

Dendê

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro)

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)

Feijão vagem

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)

Feijão-caupi

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)

Feijão-fava

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)

Feijão-guandu

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)

Feijão-mungo

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)

Figo

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes ficus (Eriofiídeo da figueira)

Framboesa

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Gergelim

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Girassol

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe cichoracearum (Oídio)

Goiaba

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)

Grão-de-bico

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)

Guaraná

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)

Lentilha

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)

Lichia

Calda Terrestre Dosagem
Aceria litchii (Ácaro da erinose da lichia)

Linhaça

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Podosphaera leucotricha (Oídio)

Macadâmia

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Oidium caricae (Oídio)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)

Mamona

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)

Marmelo

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda)
Podosphaera leucotricha (Oídio)
Tetranychus evansi (Ácaro vermelho)

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)
Tetranychus telarius (Ácaro do morangueiro)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)
Tetranychus telarius (Ácaro do morangueiro)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Milheto

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)

Mirtilo

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Sphaeroteca macularis (Oídium)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Nectarina

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda)

Nêspera

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pera

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda)
Podosphaera leucotricha (Oídio)

Pêssego

Calda Terrestre Dosagem
Aculus cornutus (Ácaro prateado)
Monilinia fructicola (Podridão parda)

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pinhão

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro)

Pitanga

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Plantas ornamentais

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)

Pupunha

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro)

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Romã

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)

Seriguela

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Microsphaera diffusa (Oídio)

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)

Triticale

Calda Terrestre Dosagem
Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio)

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Uncinula necator (Oídio)

Cartuchos de papelão: 1 Kg.
Sacos plásticos: 1 e 6 Kg.
Sacos de papel multifoliado: 1; 6 e 25 Kg.
Saco plástico de polietileno: 25Kg.

INSTRUÇÕES DE USO

EFEITO DESALOJANTE

Foi observado em diversos trabalhos de pesquisa no Brasil e a nível mundial, que o produto Kumulus® DF, promove maior mobilidade das pragas, incrementando a ação, dos inseticidas recomendados para o controle de Bicudo (Anthonomus grandis) na cultura do algodão e da Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) na cultura do milho, se utilizado conforme descrito abaixo:

1,0 kg p.c./há, Kumulus® DF é um produto que possuí efeito desalojante através da liberação de gases sulfídricos, proporcionados pela reação do ingrediente ativo de Kumulus® DF com o ar, os quais são irritantes aos insetos, resultando em maior movimentação dos mesmos, fazendo com que eles abandonem seus “habitats” e entrem em contato mais rapidamente, com o inseticida aplicado. A utilização de Kumulus® DF, incrementa o controle das pragas pelos inseticidas recomendados, dentro de um programa de manejo.

NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO

Abacate, abacaxi, anonáceas, cacau, cupuaçu, guaraná, kiwi, lichia, manga, maracujá e romã: para controle de oídio, tratar preventivamente ou no início da infecção. Para o controle de ácaro-branco, tratar no início da infestação. Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Abóbora, abobrinha, chuchu e maxixe: Iniciar as aplicações preventivamente ou no início da infecção. Repetir conforme a necessidade. Cucurbitáceas tendem a ser sensíveis ao enxofre, especialmente com temperatura elevada. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25 °C.

Açaí, castanha-do-Pará, coco, dendê, macadâmia, pinhão e pupunha:
Ácaro-da-necrose: inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte externa da planta. Efetuar o tratamento quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm2. Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Acerola, amora, azeitona, caqui, carambola, figo, framboesa, goiaba, mirtilo, morango, pitanga, siriguela e uva: Em temperaturas elevadas, reduzir a dose para 200 g/100 L de água (160 g de i.a./100 L água). Em variedades sensíveis ao oídio, efetuar um tratamento quando a brotação atingir 20 a 25 cm de comprimento. Repetir sempre que haja o início da infecção.

Amendoim, canola, ervilha, feijões, gergelim, girassol, grão-de-bico, lentilha, linhaça e mamona: Para controle de oídio, tratar preventivamente ou no início da infecção. Para o controle de ácaros, tratar somente quando observada a presença dos mesmos. Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Berinjela, jiló, pimenta, pimentão e quiabo: Iniciar as aplicações preventivamente ou no início da infecção. Repetir conforme a necessidade. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25 °C.

Caju: para controle de Oídio-do-cajueiro, pulverize as plantas preventivamente no início da brotação para evitar que a inflorescência seja infectada pela doença, repetindo com intervalos de 7 a 15 dias até completa formação dos frutos, intervalos menores em condições ambientais favoráveis na presença de muitas fontes de inóculos. Não associe óleos minerais ao produto ou à calda de pulverização. Mexa a calda constantemente e utilize-a no mesmo dia da preparação.

Citros: Efetuar inspeções periódicas no pomar, sendo a cada 7 dias no verão e 15 dias no inverno. Observar frutos, folhas e ramos, utilizando uma lupa com 10 a 12 aumentos. Tratar os talhões com níveis de infestação como os indicados, imediatamente após a constatação:
• Ácaro-da-falsa-ferrugem: inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte externa da planta. Efetuar o tratamento quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm2.
• Ácaro-da-Ieprose: inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte interna da planta.

Quando 5% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 1 ácaro por cm2, efetuar o tratamento.
• Ácaro-branco: inspecionar frutos, folhas e ramos e, uma vez constatada a presença do ácaro, efetuar o tratamento. Não realizar aplicações 30 dias antes ou após a utilização de óleos ou produtos à base de óleos.

Maçã: para controle de oídio, tratar preventivamente ou no início da infecção.
No período de dormência aplicar, 600 g do produto comercial/100 L de água (480 g de i.a./100 L de água). Após a quebra de dormência, aplicar 300 g do produto comercial/100 L de água (240 g de i.a./100 L de água). Em variedades sensíveis ao enxofre, não aplicar durante o desenvolvimento dos frutos. Não realizar aplicações durante o desenvolvimento dos frutos, pois poderá causar Russeting.

Mamão: para controle de oídio, tratar preventivamente ou no início da infecção. Para o controle de ácaro-branco, tratar no início da infestação.Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Melancia e Melão: para o controle de ácaros e oídio, efetuar inspeções periódicas quanto a presença inicial dos mesmos, uma vez constatada a presença e em condições favoráveis, efetuar o tratamento em intervalos de 7 a 10 dias. Kumulus® DF deve ser utilizado no manejo de ácaros e oídios como complementação a acaricidas específicos ou fungicidas específicos para controle de oídios. Dependendo de sintomas de bronzeamento das plantas que podem ser causadas pelo enxofre, os tratamentos devem ser em torno de 1 a 4 aplicações. Não aplicar em variedades sensíveis ao produto. Não aplicar durante o período de floração. Não aplicar em temperaturas acima de 30º C.

Pepino: Iniciar as aplicações preventivamente ou no início da infecção. Repetir conforme a necessidade. Curcubitáceas tendem a ser sensíveis ao enxofre, especialmente com temperatura elevada. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25°C.

Ameixa, marmelo, nectarina, nêspera, pêra e pêssego:
Para controle de podridão-parda, tratar preventivamente ou no início da infecção. Para o controle de ácaro-prateado, tratar somente quando observada a presença dos mesmos.
No período de dormência, aplicar 600 g do produto comercial/100 L de água (480 g de i.a./100 L de água). Após a quebra de dormência, aplicar 300 g do produto comercial/100 L de água (240 g de i.a./100 L de água). Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Soja: Realizar a aplicação no início dos sintomas, evitar aplicações após o estádio fenológico R6 (final de enchimento de vagens).

Aveia, centeio, cevada, milheto, sorgo, trigo e triticale: Tratar no início da infecção. Repetir a aplicação conforme a necessidade.

Plantas Ornamentais – Em ambientes aberto ou protegidos, iniciar as aplicações no início da infestação, quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento dos ácaros. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da evolução da infestação. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições de alta infestação (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Utilizar volumes de calda conforme o porte da planta ornamental. Alternar produtos de modo de ação distintos.

Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças, indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Grânulos dispersíveis em água) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipiente adequado.

Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados

• Aplicação Terrestre

Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:

- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada e produzam gotas médias (M) das plantas hospedeiras conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

- Aplicação com equipamento costal:
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

Em citricultura, para o controle do Ácaro-da-falsa-ferrugem e do Ácaro-branco, utilizar o equipamento turbo-atomizador. Para o controle do Ácaro-da-leprose, utilizar o equipamento tipo pistola. Estas aplicações devem atingir muito bem a parte externa e interna das plantas.

Em outras frutíferas, utilizar o equipamento turbo-atomizador, molhando bem as plantas, ou utilizar pulverizadores costais, manuais ou motorizados.

• Aplicação Aérea

É permitida a aplicação aérea desse produto somente para a cultura da soja, seguindo as seguintes recomendações;

- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.

- Altura de voo e faixa de aplicação:
A altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.


CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

Velocidade do vento

A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.

Temperatura e umidade

Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (considerar como limite a temperatura de 30ºC, porém observar as particularidades de cada cultura conforme citado no item NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.

Período de chuvas

A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.

As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região.

O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.

Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Sem restrições.

LIMITAÇÕES DE USO

• Evitar aplicações nas horas mais quentes do dia.
• Não realizar aplicações durante a florada.
• Citros: não realizar aplicações 30 dias antes ou após a utilização de óleos ou produtos à base de óleos.
• Maçã: não realizar aplicações durante o desenvolvimento dos frutos, pois poderá causar Russeting.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.


De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícolas como: Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc. Manejo de Doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M02 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas tais como, rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M02 FUNGICIDA

O produto fungicida Kumulus® DF é composto por Enxofre, que apresenta mecanismo de ação da atividade de multi-sítio, pertencente ao Grupo M02, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

Combustível, corrosivo para metais na presença de umidade.