Bula Lecar

acessos
Lambda-cialotrina
10011
Syngenta

Composição

Lambda-Cialotrina 50 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
300 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 10 dias. Para o controle do bicudo, iniciar as aplicações do produto quando o nível de botões florais danificados atingir no máximo 10% e repetir as aplicações a cada 5 dias ou toda vez que atingir o nível de 10% de botões danificados
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 10 dias. Aplicar o produto quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
400 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 10 dias. Para controle da lagarta-das-maçãs iniciar as aplicações do produto quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% dos ponteiros estiverem ameaçados
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
250 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. 10 dias. Para controle da lagarta-rosada fazer 3 aplicações do produto espaçadas de 15 dias, a partir de 80 dias após a emergência
Percevejo rajado
(Horcias nobilellus)
250 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 10 dias. Para o controle do percevejo-rajado, estabelecer as aplicações por monitoramento da praga
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. 21 dias. Aplicar o produto logo no início da infestação
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
150 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Fazer a aplicação 1 a 2 dias antes da irrigação definitiva
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
100 a 150 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Fazer a aplicação quando a praga alvo estiver nos estádios iniciais de desenvolvimento larval - lagartas menores que 1,5 cm e antes de se observar desfolha significativa na lavoura
Percevejo
(Tibraca limbativentris)
150 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Fazer a aplicação entre os 20 e 30 dias após a emergência ou quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m²
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
50 a 100 mL p.c./100L água 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Intervalos de 7 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo. 3 dias As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a cada 45 dias, se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo. 1 dia Por se tratar de um inseticida protetor e de longa persistência, o produto deve ser aplicado no início da infestação
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo. 3 dias. Aplicar mediante ao monitoramento da praga. As pulverizações devem ter início a partir da constatação da praga na cultura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
15 a 20 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 21 dias. Fazer a aplicação ao entardecer antes de a lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento de adultos, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas
Cigarrinha
(Dilobopterus costalimai)
200 a 400 mL p.c./ha 1000 a 2000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 21 dias. Aplicar quando a praga for detectada nas brotações
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 mL p.c./100L água 100 a 150 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo com um intervalo de 10 dias. 10 dias. Determinar as aplicações mediante o monitoramento da presença de adultos na cultura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
600 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo. 15 dias. Aplicação Preventiva. Aplicar o produto em alternância com outros produtos específicos. Iniciar o tratamento aos 28 dias após a emergência
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 a 200 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo. 15 dias. Aplicar o produto no aparecimento da praga, em alternância com outros produtos
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulga do fumo
(Epitrix fasciata)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo. Uso não alimentar. Aplicar o produto quando a infestação atingir o nível de 20 a 30 pulgas por planta
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
40 a 50 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com 7 dias de intervalo. 3 dias. Aplicar preferencialmente no período da tarde, iniciando no florescimento ou antes de a broca penetrar no interior do fruto. Usar dose maior em altas infestações
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
300 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 15 dias. Deve-se realizar uma aplicação preventiva por ciclo, podendo ser a mesma aplicação feita para o controle da lagarta-militar
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 15 dias. O melhor momento para o controle ocorre na fase de folha raspada (início da infestação)
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
500 a 600 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 15 dias. Fazer a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque, assegurando que o jato de pulverização atinja o colo das plantas. Usar a dose maior em caso de alta pressão da praga
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
300 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar o produto de acordo com a necessidade mediante a ocorrência da praga, em alternância com outros produtos
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão
(Capitophorus fragaefolii)
80 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com 7 dias de intervalo. 3 dias. Aplicar no início da infestação, assegurando boa cobertura do alvo
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
75 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações do produto por ciclo. 20 dias. Aplicar o produto quando houver 40 lagartas por batida de pano, ou 30% de desfolha (antes de florescimento), ou 15% de desfolha (após florescimento)
Percevejo verde
(Nezara viridula)
150 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Aplicar o produto quando houver 4 percevejos maiores que 0,5 cm por batida de pano. Em caso de produção de sementes, o limite é de 2 percevejos/amostragem. 20 dias. Realizar no máximo 2 aplicações do produto por ciclo
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações do produto por ciclo. 20 dias. Aplicar o produto quando o nível de dano causado pela vaquinha-verdeamarela equivaler a 15% da área foliar. Repetir a aplicação se for observado re-infestação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
30 a 50 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações do produto por ciclo. 3 dias. Aplicar o LECAR intercalado com outros produtos. A dose de 50 ml/100 litros de água deverá ser recomendada em situações de alta pressão da praga
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
40 a 50 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações de 10 a 14 dias de intervalo. 3 dias. Aplicar no início da frutificação, assegurando que o produto atinja as sépalas. Utilizar um volume de calda que pode variar de 600 a 800 L/ha dependendo da área foliar, sendo que a maior dose deve ser utilizada somente para o menor volume de calda
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, com intervalo de 15 dias. 15 dias. Realizar a primeira aplicação no aparecimento da praga
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová da uva
(Eumorpha vitis)
50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Fazer a aplicação logo após a constatação da praga nas folhas, reaplicando até mais 1 vez se necessário

Frasco Plástico de 250 mL; 1, 2, 5 e 10L;
Bombona Plástica de 5, 10, 20 e 50 L;
Balde Plástico de 5, 10, 20 e 50 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS/PRAGAS CONTROLADAS/DOSE/NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Vide Indicações de Uso/Doses.
(*) Observações sobre o nº de aplicações: O número de aplicações varia de acordo com a infestação. A pulverização deve ser feita após constatada a infestação, observando-se níveis de dano econômico recomendado para cada praga e o número máximo de aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada do LECAR deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com equipamento terrestre, costal ou tratorizado, ou também através de aeronaves especializadas para pulverização agrícola. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante das pontas de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.

VIA TERRESTRE
Costal manual ou Costal motorizado: Utilizar pulverizador provido de bicos de jato leque ou equivalentes, com espaçamento, vazão e pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do equipamento para uma vazão / volume de calda de acordo com as culturas a seguir:

Arroz e Milho ........150 a 200 L/ha
Citros ........................... 2000 L/ha
Melão ............................ 800 L/ha
Morango ........................ 500 L/ha
Tomate .................600 a 800 L/ha
Uva .............................. 1000 L/ha

Tratorizado: Quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos das séries D, ou equivalentes com pressão de 80 a 150 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando de 100 a 150 litros de calda por hectare. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura. No caso específico do tomate rasteiro, utilizar um volume de 400 a 800 litros de calda por hectare, dependendo do estágio da cultura.

PULVERIZAÇÃO AÉREA COM AERONAVES AGRÍCOLAS
Equipamento de pulverização:
• Bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor “45”;
• Ângulo do jato à 45º para trás;
• Atomizador rotativo “MICRONAIR (AU - 5000)” com ângulo das pás de hélice ajustados em 65º;
• Diâmetro mediano de gotas (DMV) - Gotas médias - (200 a 400 ?m);
• Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm2;
• Volume de aplicação: ao redor de 30 l/ha;

Número de bicos na barra de pulverização:
Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem) do avião.
Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.

Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.

Nota:
O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices da ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos bicos ativos.

Altura de vôo:
Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura.

Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.

A altura de vôo recomendada, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendado.

Volume de aplicação:
Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 20 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Caso seja recomendado volume de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, devendo passar a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados.

Largura da faixa de aplicação:
• Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee: 15 m
• Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m
• Aeronaves do tipo Dromader: 25 m

Consulte sempre um profissional habilitado.

Condições meteorológicas:
• Temperatura do ar: abaixo de 30º C
• Umidade relativa do ar: acima de 55%
• Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 18 km/h

Obs.:
Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto.

Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 Km/h. Ou superiores a 18 km/h.
Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito altas.
Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização das plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

CULTURAS: Intervalo de Segurança (Dias)

Algodão 10
Amendoim 21
Arroz 30
Batata 3
Café 1
Cebola 3
Citros 21
Couve 10
Feijão 15
Fumo U.N.A.
Melão 3
Milho 15
Morango 3
Soja 20
Tomate 3
Trigo 15
Uva 7

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana - ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com mangas compridas, botas, avental impermeável, máscara cobrindo a boca e o nariz, viseira facial, touca árabe e luvas impermeáveis.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO / PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão hidrorrepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado viseira facial e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator, aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão hidrorrepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado viseira facial e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira facial, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo o serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

INFORMAÇÕES MÉDICAS - LECAR

Grupo Químico:
Lambda-cyhalothrin: inseticida do grupo químico Piretróide.

Classe toxicológica:
III - MEDIANAMENTE TÓXICO.

Vias de absorção:
Oral, inalatória e dérmica.

Toxicocinética:
Estudos efetuados em animais de laboratório mostraram que a principal via de absorção é oral, sendo as demais secundárias.
Após a administração oral, a absorção foi da ordem de 50% da dose administrada, o produto se distribuiu pela maioria dos tecidos, e os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. O lambda-cyhalothrin é principalmente metabolizado através da hidrólise da ligação de éster, oxidação e conjugação e é excretado pela urina quase na sua totalidade após 48 horas na forma de conjugados polares. A eliminação é precedida pela clivagem da ligação éster. Após a administração dérmica não foram observados achados hematológicos, clínicos ou histopatológicos que pudessem ser atribuídos à administração do produto.

Mecanismos de toxicidade:
O Lambda-cyhalothrin atua como estimulante nervoso, especialmente nos nervos sensoriais modificando as características da passagem dos canais de sódio sensíveis à voltagem em membranas neuronais de mamíferos e invertebrados.

Sintomas e sinais clínicos:
Após a exposição direta na pele podem ocorrer reações transitórias como vermelhidão e sensação de calor na região periorbital. Em casos de intoxicação moderada podem ocorrer parestesia, dermatite de contato e sintomas sistêmicos como tontura, dor de cabeça, náuseas, anorexia, e fatiga. A ingestão de grandes quantidades pode levar a um quadro mais grave com agravamento dos sintomas sistêmicos, distúrbio de consciência e contração muscular involuntária.

Diagnóstico:
O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis. Se for necessário, o diagnóstico pode ser confirmado através da mensuração de piretróides ou seus metabólitos na urina.

Tratamento:
Não existe antídoto específico, aplicar tratamento sintomático em caso de exposição.
As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas a interromper/suspender a fonte de exposição ao produto, descontaminação gastrintestinal e proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico.
No caso de ingestão oral, aplicar medidas gerais de suporte. Não induzir o vômito. No caso de contato dérmico, remover a roupa contaminada e lavar bem as partes do corpo afetadas com água e sabão.
Tratamento das parestesias: o uso de cremes contendo Vitamina E ou óleos pode aliviar este sintoma, no entanto não há evidências conclusivas de que estes tratamentos sejam efetivos. Na maioria das pessoas os sintomas regridem espontaneamente dentro das 24 horas.
No caso de contato com os olhos, lavar com água abundante por alguns minutos e procurar auxílio médico.
No caso de inalação, remover o paciente para local arejado e procurar auxílio médico. Se necessário, faça respiração artificial.

Contra-indicações:
Não induzir o vômito.

Sinergismo:
Não são conhecidos efeitos sinérgicos para o Lambda-cyhalothrin.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7044304

ABSORÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, METABOLlZAÇÃO E EXCREÇÃO (ADME):
Vide quadro de informações médicas.

EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: 340+/- 18,5 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: > 3000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: > 200 mg/L
Irritação ocular em coelhos: Irritação na conjuntiva reversível dentro das 24 horas.
Irritação dérmica em coelhos: Não Irritante.
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS:
Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectaram efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos.
Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA - telefone de emergência: 08007044304.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água. (Neste caso, consulte o registrante o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.)
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante como indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- lnutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
? Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
? Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).